Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

30
Set 08
Quando nos querem "impingir" algo que não corresponde à imagem real do dia-a-dia vivido.
Será que este é também um caso irrelevante de exemplo do aumento da criminalidade e da insegurança?! (fonte: TSF)
publicado por mparaujo às 22:58


Ano de 1948 - O 2CV, desenhado com a especificação de transportar 4 pessoas e 50 kg de batatas, revolucionava o mercado automóvel e tornava-se rapidamente num sucesso estrondosos (fonte: site oficial da citroen-portugal).


Parte da minha adolescência/juventude (por força de laços familiarse), como muitos momentos idênticos a este.

Ainda não perdi a esperança de ter um à porta do prédio e a chave no meu bolso.
publicado por mparaujo às 22:40
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26
Set 08
Publicado na edição de ontem (25.09.2008) do Diário de Aveiro

Sais Minerais
Aveiro e o “peso político”.


É um facto que Aveiro tem recebido uma atenção especial no que respeita ao (re)posicionamento de importantes organismos públicos e investimentos estruturantes que potenciam e relançam esta cidade no plano regional e nacional.
Sem esquecer, no entanto, que foram, durante anos, muitos os organismos, instituições e entidades que Aveiro viu, na maioria dos casos injustamente e com alguma sustentação pouco clarificadora, serem transferidos para Coimbra. Não bastava a sobrevalorização do poder centralizador daquela cidade (mesmo que a realidade demonstre que a única mais valia, em relação a Aveiro, é o peso político), foi, deste modo, criado um esgotamento das estruturas políticas e administrativas de Aveiro.
Mas novos ventos trouxeram a Divisão da Região Hidrográfica do Centro; o compromisso da Delegação Regional de Economia do Centro governamental (ou melhor, ministerial); a futura instalação do Tribunal Administrativo e Fiscal e o projecto piloto da reforma judicial com a instalação do Sistema de Mediação Penal, Familiar e Laboral. Em curso estão as obras da ligação ferroviária ao Porto de Aveiro. São de destacar os importantes anúncios referentes ao traçado e estação do TGV e à ligação rodoviária Aveiro-Águeda.
Mas recentemente, Aveiro vai poder também contemplar na sua estrutura político-administrativa a Entidade Regional de Turismo do Centro - “Turismo do Centro de Portugal” que vem substituir as anteriores regiões de turismo, tal como eram conhecidas.
Mais do que colher louros ou dividendos políticos da autoria de tais feitos, o que é verdadeiramente importante e relevante é o reconhecimento do valor que tem para Aveiro e para a sua região a instalação dos organismos e entidades e o investimento que potencia o desenvolvimento e o posicionamento na estratégia regional e nacional. Para além do mérito de conquistar a Coimbra “aberrações” (usando a recente expressão pública do Presidente daquela edilidade) que confrontam o “espólio” político-administrativo há muito arrancado a Aveiro.
E isto é tão importante se atendermos que, muitos, para não dizer todos, destes “brindes” podem ser, na verdade, “presentes envenenados”.
É que o garante destas importantes estruturas administrativas e investimentos podem não significar peso político ou, até mesmo, num futuro próximo, voltarem a desaparecer (mais uma vez para Coimbra) por força de um processo de regionalização há muito planeado e que acabará por ser mais imposto do que democraticamente aceite (entenda-se, referendado).
Processo de regionalização que determinará Aveiro com uma dependência política de Coimbra que não se deseja e que nada de valioso trará.
É, por isso, desejável potenciar estes investimentos e estruturas, por forma a tornar Aveiro numa referência estratégica regional e nacional, contrariando a tendência centralizadora regional de Coimbra, que em nada nos beneficiará.
Aveiro tem de conseguir encontrar capacidades de liderança regional, já que as potencialidades são evidentes.

Ao sabor da pena…
publicado por mparaujo às 23:23

23
Set 08
É fácil, é barato, sem esforço e dá certificado.
A Ministra da Educação afirmou, ontem, que Portugal reúne as condições necessárias para que se possa alcançar o objectivo dos 100% de aprovações no final do 9º ano de escolaridade. (fonte TSF).
Conforme explica, "Os nossos alunos não são menos inteligentes, os nossos professores não são menos preparados, as nossas escolas eram piores, mas estão a ficar melhores. Portanto, com todas as condições, não é uma utopia, é mesmo uma meta para cumprir". (fonte TSF).
Claro que sim, Senhora Ministra. Com a política de cumprimento de metas e objectivos estatísticos (a educação e aprendizagem é algo colateral) praticada pelo seu ministério, não se advinham quaisquer dificuldades.
Aliás, espera-se ansiosamente pela verdadeira revolução no sistema de ensino: matricula-te, goza a vida e em Junho de cada ano recebe no teu Magalhães ou E-Escola o teu certificado on-line.
Isso é que era 100%...
publicado por mparaujo às 22:38

18
Set 08
Publicado na edição de hoje (18.09.2008) do Diário de Aveiro.

Sais Minerais
Curtas! De pernas pró ar…


Educação
O Estado tem um papel social e de governação (entenda-se, igualmente, de gestão) dos quais não se pode alhear e desresponsabilizar. Sob pena de se esvaziar de sentido e objectividade política e governativa.
No caso concreto da Educação é evidente o precipício estrutural que se criou com a transferência para o poder local da responsabilidade por uma parte significativa e importante da gestão do processo escolar. Ao ponto de a ANMP - Associação Nacional dos Municípios Portugueses e de várias Câmara Municipais terem recusado o protocolo proposto pelo Governo.
Não é lícito que a transferência de verbas referentes ao protocolo permitam aos Municípios cumprir os objectivos protocolados. A quase totalidade das Câmaras Municipais enfrenta problemas financeiros demasiadamente graves que não se compadecem com o avolumar da situação.
Não é pacífico que a maioria das Câmaras Municipais deste país tenha estrutura suficiente para ver alargado, em alguns casos em 50%, os seus quadros de pessoal, com a integração (para já) do pessoal não docente.
Além disso, o acordo protocolar entre cada Câmara Municipal e o Ministério da Educação / Governo, a título singular, dadas as características e realidades existentes e completamente distintas entre os municípios, poderá potenciar ainda mais o alargar das assimetrias regionais deste país.
O Governo “lava as mãos” e “sacode a água do capote”. Quem irá pagar a factura são as crianças.
(in)Justiça e (in)Segurança
Já não nos podemos sentir indiferentes em relação ao aumento da criminalidade e insegurança em Portugal. Não assumi-lo é disfarçar-se de avestruz e esconder a cabeça debaixo da areia.
O Estado tem, com responsabilidade constitucional, o dever de garantir a segurança dos seus cidadãos.
O mesmo Estado/Governo que entende que as Instituições Judiciais (Supremo, Ministério Público, Tribunais, etc.) não estão a interpretar correctamente o estipulado no novo Código Penal. Os órgãos de Justiça entendem que a Lei está deficitariamente elaborada.
No meio deste pingue-pongue as instituições policiais vêem, constantemente, o seu árduo trabalho inconsequente e banalizado.
Mas principalmente, o cidadão vê-se confrontado com um clima que vai assustando e preocupando. Como em tudo, é sempre o mesmo a “pagar a factura”. Só que no caso concreto muitas vezes com os seus bens ou, até mesmo, com a própria vida.
Esclareça-se
Neste mesmo espaço, na edição do Diário de Aveiro do dia 4.09.2008, com o título “Fim de Verão...”, referia-me, na nota “Esta cidade que é nossa” ao cinzentismo sentido em alguns aspectos de Aveiro.
Como o assunto abordado gerou, a espaços, alguma referência pública (no jornal e na blogoesfera), pretende-se apenas reforçar o que foi transmitido, por força de um melhor entendimento.
Reafirma-se o cinzentismo de alguns sectores e áreas da Cidade, nomeadamente a referência feita à mobilidade e à escolha individual dos meios de transporte, bem como ao vazio de algumas zonas de lazer, como o Parque da Cidade ou a Baixa de Sto. António.
Mas o que foi principalmente referido, é que a realidade demonstrada, resulta da indiferença dos aveirenses pela sua cidade, pelas suas potencialidades e condições, pelos seus espaços. Resulta da falta de co-responsabilidade social dos cidadãos pelo desenvolvimento e “vida” urbana (movimento, cor, som) tão necessária à Cidade.

Ao sabor da pena…
publicado por mparaujo às 21:28

16
Set 08
Com toda a sinceridade!
É uma imagem que não voltarei a ver na actualidade.
Para quem cresceu a ouvir Pink e tem a banda "cotada" no seu top5 preferencial, este é um dia triste.
Por tudo o que me proporcionou, Richard Wright (aquele que mais ovação recebia em palco) - OBRIGADO! Um grande adeus!
publicado por mparaujo às 22:05

12
Set 08
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, afirmou hoje, em Gaia, que poderá ser desnecessário alargar a escolaridade obrigatória para 12 anos, como estava previsto no programa do Governo. (fonte Sol)
Ou seja, para a Senhora Ministra da (des)Educação a escolaridade obrigatória poderá manter-se no patamar do 9º ano.
Eu até acho muito bem... Para quê mudar! Hoje, só os que não querem fazer mais nada é que estudam até ao 12º ano.
Para os outros, basta um anito de Novas Oportunidades e o 12º ano está no papo... na "boa" e sem "stress".
Estudar para quê?! Se os alunos aprenderem ainda estragam as estatísticas.
É melhor não mexer, Sra. Ministra. Deixe estar que está muito bem assim.
Até porque o futuro é algo que só a Deus pertence. Seja o futuro de cada indivíduo, seja o do País.
publicado por mparaujo às 23:31

11
Set 08
Maria Antonieta em versão portuguesa.
Valentim Loureiro: "Cortem-me o pescoço se se provar um cêntimo de prejuízo para a Câmara" (fonte Sol).

publicado por mparaujo às 22:48

Publicado na edição de hoje (11.09.2008) do Diário de Aveiro.

Sais Minerais
No adeus às férias!


Com o final de mais um verão chega igualmente o fim das férias para muitas crianças, jovens e adultos e o regresso às aulas, em mais um ano lectivo.
Para muitos alunos o “matar saudades”, para outros o regresso à travessia de caminhos nem sempre fáceis de trilhar ou até penosos.
Sem esquecer uma parte importante do processo: os muitos docentes para quem o prazer de ensinar se vai, a espaços, tornando num pesadelo profissional.
Neste regresso às aulas é inevitável a reflexão sobre o ensino em Portugal.
O processo educativo transformou-se numa mera sustentação estatística (dados divulgados que não se aproximam minimamente da realidade), alicerçada no facilitismo e laxismo e não no mérito e na valorização do esforço e da aprendizagem.
Com toda a “pompa e circunstância” o Governo anunciou, esta semana, que o ensino em Portugal tinha atingido o menor número de reprovações escolares da última década.
Não é algo que espante… aliás, já há algum tempo esperado, face à forma como o Ministério da Educação vem esvaziando a escola na sua principal e fundamental vertente: educar e ensinar… preparar para a vida profissional e comunitária. É o processo avaliativo simplificado e simplista (os últimos exames nacionais são a prova disso mesmo), a pressão junto das escolas e dos docentes para evitar a chamada “retenção” escolar (vulgo antigo - “chumbo”), os incentivos especiais às escolas indexando a sua avaliação às notas atribuídas aos alunos (rankings), o esvaziamento do processo pedagógico e do papel do professor (ou se preferirmos o seu “aperfeiçoamento” administrativo) ou o último Estatuto do Aluno.
É indiscutível, se quisermos ser sérios, que este “sucesso estatístico” está longe de corresponder a uma verdadeira melhoria do ensino, do processo de aprendizagem, na qualificação dos alunos e no seu desempenho escolar.
Aliás, outra coisa não seria de esperar quando são conhecidos os inúmeros e crescentes casos que revelam um aumento da insegurança nas escolas, nas agressões e, embora ainda pouco perceptível e analisado, o aumento das situações de agressão psicológica (como é o caso do “bullyng”).
Outra coisa não seria, igualmente, de esperar, e sustentando esta verdadeira realidade escolar, quando a OCDE classifica Portugal em 22º lugar (num total de 33 países - ou seja, ainda há 11 países piores que “nós”, mesmo que existam 21 melhores) no que respeita ao investimento feito por cada aluno: 4200 euros por cada estudante (como referência, os Estados Unidos, que lideram a classificação, gastam, em média, cerca de 9000 euros por aluno).
Mas este regresso aos bancos da escola (agora bem longe dos tempos da ardósia e do giz) trás ainda uma outra problemática.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), os portugueses gastam mais em educação que a média europeia. As famílias lusas com filhos em idade escolar “dispensam” cerca de 600 euros do seu orçamento em cada ano lectivo, sendo que a maior percentagem desse valor se situa logo no início, nomeadamente com a aquisição de material escolar e dos manuais obrigatórios.
Num país onde é conhecida e reconhecida a sua dificuldade financeira, à qual os orçamentos familiares não são alheios (veja-se o constante aumento do endividamento familiar), os cerca de 1,5 milhões de alunos vão “obrigar” o seus Encarregados de Educação a “desembolsarem” cerca de 80 milhões de euros na aquisição de - pasme-se - 10 milhões de manuais que os estabelecimentos de ensino determinaram como “obrigatórios”. Um verdadeiro negócio das arábias, a que não será alheio a actualização dos preços dos manuais que varia entre os 5,4% e os 37% (tendo como referência e exemplo o 1º ano de escolaridade e o 9º ano, respectivamente).
Isto tudo pra reforçar o peso da estatística escolar, já que sabemos que a qualidade de ensino, mormente o digno esforço da maioria dos docentes e gestão escolar, está pelas ruas da amargura…

Ao sabor da pena…
publicado por mparaujo às 22:31

09
Set 08
Apesar da acentuada queda do preço do barril (fonte RR), a Galp, religiosamente seguida pela BP e Repsol, aumentou o preço dos combustíveis (fonte JN). Inexplicavelmente.... e sem que ninguém ponha cobro a esta degradante situação.

E anda o MAI preocupado com protocolos com segurança provada por causa da crescente onda de assaltos aos Postos de Abastecimento.

Então e esquece-se do principal "assaltante". Prendam a GALP.
publicado por mparaujo às 23:56

Então e os outros?!!!
O Governo, pela voz do seu Secretário de Estado da Administração Interna, José Magalhães, anunciou, recentemente, a celebração de protocolos com empresas privadas de segurança para combater a onda de criminalidade nos Postos de Abastecimento deste país.
Que a violência que assistimos é preocupante, é uma realidade.
Que o Governo não tem conseguido conter este facto, nem garantir a segurança dos cidadãos, é inegável.
Mas... E OS OUTROS?!
As Ourivesarias... Os CTT... Os Bancos... Os Tribunais... Os Táxi...
Ou será que os assaltos que ouvi relatar foram ali ao lado, em Espanha?!
publicado por mparaujo às 23:42

05
Set 08
Publicado na edição de ontem (4.09.2008) do Diário de Aveiro.

Sais Minerais
Fim de Verão...


Aproxima-se o final de mais um verão. Um mais ou menos insípido, entre o bom e o sofrível, com uma alternância meteorológica que deixa saudades de outros tempos. Um final que nos remete para o regresso ao trabalho, à escola e à cidade. Uma cidade que merece um olhar…
Esta cidade que é nossa!
Como em quase tudo na vida, existe em nós portugueses uma facilidade única em transpor para os outros a responsabilidade que, em muitos casos, deveria ser, no mínimo, repartida.
Se é certo que, por “força” dos preceitos democráticos, elegemos (para o bem e para o mal) aqueles que entendemos como melhor preparados para a gestão da coisa e do bem públicos (local ou nacional), também não é menos verdade que é sempre mais cómoda a posição crítica (quase sempre destrutiva) do que o empenho comum.
É igualmente verdade que existem erros de gestão que são lamentáveis e penalizadores para o desenvolvimento das comunidades. Mas até quando a participação individual de cada cidadão, a sua quota parte de responsabilidade social pela causa comum e merecedora de distinção?!
Somos confrontados com a perda significativa da qualidade de vida nas cidades por força de diversos factores (mesmo que perfeitamente relacionados): o aumento de tráfego, a falta de estacionamento ou a escassez de espaços lúdicos, zonas onde, por exemplo, as crianças possam brincar ou aprender, em segurança, a andar de bicicleta.
Tendo consciência disso mesmo, a utilização dos transportes públicos é reduzida, os percursos pedonais ou de bicicleta, cumprindo distâncias mínimas, são considerados penosos. Em contrapartida, mesmo com o elevado custo dos combustíveis, preferimos o esforço financeiro familiar (já por si penoso) a prescindir do conforto do nosso automóvel. Mesmo sabendo dos impactos no ambiente, saúde pública, qualidade de vida urbana e saúde individual.
É incomparável a vida urbana de hoje da que se viva há uns 20-30 anos atrás. Brincava-se na rua, nos passeios, jogava-se à bola entre a passagem, mais que esporádica, de um carro, faziam-se, em segurança, as mais diversas actividades de bicicleta.
Hoje o Parque da Cidade não tem vida porque raramente as pessoas o utilizam (ficou sem barcos, sem macaca, sem corridas de jogging, sem futebol, sem…); a baixa de Sto. António não atrai e o Rossio, tirando a azáfama da noite, só por iniciativas esporádicas das entidades locais (Câmara e Junta de Freguesia, fundamentalmente) e do vai-vém dos moliceiros com os turistas, vai tendo brilho.
Aveiro está a transformar-se numa cidade cinzenta, sem movimento, sem pessoas que lhe dê cor e vida.
E a cidade é de e para as pessoas… de todos nós!
As Flores do Vouga.
Ele há coisas… e, para muitos, quase que “milagres”.
Ao fim de dez (longos) anos, as Florinhas do Vouga têm o espaço que dignamente merecem.
E merecem-no, por todo o trabalho que social e humanamente (acrescido da sua essência religiosa) desenvolveram e desenvolvem na cidade.
É esta missão social e politica que, em muitos momentos, vai falhando no papel da Igreja, nos dias de hoje.
É este saber estar na comunidade, intervir no seu desenvolvimento, ajudar aqueles que mais precisam e que, na maioria dos casos, o Estado não soube, não pôde ou não quis auxiliar.
É o saber estar nos momentos certos, nos locais e espaços que para muitos causam aversão e com aqueles que trazem a indiferença social e comunitária como companhia diária.
Finalmente…

Ao sabor da pena…
publicado por mparaujo às 08:31

02
Set 08
Bem avisam os especialistas (principalmente os ligados à área da saúde) que o sol faz mal: à pele e à cabeça se não se usar o bom do bonézito (aquele com a publicidade ao mini-mercado lá do bairro).
Segundo o nosso primeiro (ou de quem o elegeu): 'Crimes impunham "que se agisse mais do que se falasse".' (fonte JN).
Sim, Senhor Primeiro-Ministro. Foi mesmo isso que aconteceu. Os assaltantes nem uma palavrinha para a comunicação social, mas agiram que se fartaram... e alguns até agiram demais.
publicado por mparaujo às 23:33

Ora agora escondo-me eu... ora agora escondeste tu!
Ora agora escondo-te eu a ti (fonte jornal Público)!
É obra...
publicado por mparaujo às 23:26

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