Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

30
Ago 09
Contra factos, sempre ouvi dizer que deveriam existir argumentos. Só assim se valorizam convicções e princípios.
Para as hostes socialistas, esta é uma realidade difícil de alcançar e protagonizar.
Face à apresentação do Programa Eleitoral do PSD (que tem mais que uma folha A4 - 40 páginas, menos 80 páginas de "palha" eleitoralista), os socialistas argumentam com expressões vãs e vazias: para Mário Lino falta "ambição" e "chama" ao programa eleitoral do PSD; para João Tiago Silveira, o PSD é "um partido do passado" cujo programa "não tem ideias"; para Pedro Silva Pereira, Manuel Ferreira Leite está "Azeda e cheia de suspeições e acusações para dentro e fora do partido".
No entanto, com tanta "mão cheia de nada", a cereja no cimo do bolo, vem de um ex-ministro socialista, dos governos de António Guterres. Para Pina Moura, o "programa do PSD é mais focado que o do PS", e "aplaude uma das medidas do programa eleitoral do PSD e revela uma visão crítica da política económica do PS".
publicado por mparaujo às 17:50

28
Ago 09
No blogue oficial da candidatura às eleições autárquicas da Coligação "Juntos por Aveiro", em votoaveiro.blogspot.com, pode ser lido o comunicado que expressa a posição oficial da Coligação em relação ao "caso" das piscinas do Beira Mar.
publicado por mparaujo às 00:04

27
Ago 09
Publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro...
Sais Minerais
Urge participar!

Esta é, por força da insistência e da relevância, uma temática que entendo ser, nos dias de hoje, por um lado, de extrema importância, por outro de alguma preocupação.
Refiro-me à participação dos cidadãos na “coisa pública”, na sociedade, ao exercício de um direito conquistado: o exercício da cidadania, a co-responsabilização na construção social das comunidades, o direito à liberdade de expressão (de ideias, de posições, de convicções).
Esta deveria ser uma realidade enraizada no quotidiano dos cidadãos, nas mais distintas áreas, nos mais variados sectores e nas diversas idades. E não apenas em épocas ou anos eleitorais.
Por norma, face a uma simples análise empírica, uma das características/identidade nacional é a facilidade para o “mal-dizer”. O cidadão luso, por norma, gosta de criticar (na maioria dos casos, “por tudo e por nada”), de “acusar”, do tradicionalmente “bota a baixo”… mas construir, participar, ser pró-activo ou assertivo, é algo que está distante do nosso dia-a-dia, da nossa personalidade colectiva. Mesmo que, nos momentos críticos, de necessidade solidária, de movimentação colectiva, sejamos os primeiros a “arregaçar as mangas” (o que não significa que, nestas alturas, também não seja dado “ponto sem nó”: uma no cravo outra na ferradura…)
E hoje, são inúmeras as facilidades que temos ao nosso dispor para intervir, sermos activos e participativos, seja na vida política (mesmo que extra partidária), na solidariedade, no sector social, cultural ou até mesmo religioso. Seja nas grandes causas, como na participação da construção de uma vida melhor no Concelho, na Cidade, na Freguesia ou no bairro. Quer do ponto de vista das ofertas (e necessidades), quer através do recurso às tecnologias da comunicação e da informação, só o comodismo e a indiferença justificam o alheamento da “construção social participada”.
Quantos são os espaços e as oportunidades dadas, pelo Estado, pelas entidades públicas, pelas autarquias, para que seja possível o “comum dos mortais” deixar a sua marca, o seu posicionamento ou a sua visão da realidade?!
Tomemos como mero exemplo a realidade mais próxima de nós: quantos participam nas Assembleias de Freguesia (sem ser para se queixarem do vizinho ou da rua), nas reuniões Públicas da Câmara ou nas acções de intervenção no município que são colocadas à consulta pública?!
O mesmo já não acontecerá com as críticas aos partidos, ao governo, aos ministérios e ministros, às entidades e organismos públicos, à justiça, à saúde, às câmaras ou às freguesias, já para não falar nos vizinhos do lado… Aí somos peritos, temos o “coração ao pé da boca”!
Isto não significa que, para muitos dos cidadãos deste país, a participação, a intervenção o exercício da cidadania, esta realidade seja assim vivida. Há quem acredite que a sociedade evolui, constrói-se com a participação de todos.
Daí que seja interessante verificar que o poder mais próximo das comunidades e dos cidadãos (o poder local) começa a ser “disputado” fora dos círculos condicionantes (e condicionados) dos partidos.
Se é notório o afastamento dos cidadãos dos partidos, também não deixa de ser interessante ver a aproximação dos cidadãos à política, à participação directa no serviço público, ao desenvolvimento social das suas comunidades.
Os dados podem ser insignificantes, mas são também reveladores de mudança de mentalidades, de vontades e de convicções…
Para as próximas eleições autárquicas (Outubro), no universo dos 308 concelhos do país (que perfazem a apresentação de 2046 listas eleitorais), existem cerca de 50 listas de movimentos de cidadãos independentes (para além das candidaturas de independentes apoiados por partidos) que entendem ser possível o exercício da causa e da vida políticas fora do âmbito partidário, pelo direito à participação e à intervenção como cidadãos interessados no desenvolvimento das comunidades (fonte: edição do jornal Público do dia 24.08.09).
Afinal… há quem critique, mas também quem actue e intervenha. A servir de exemplo!
Ao sabor da pena…
publicado por mparaujo às 21:29

O PSD apresentou, hoje, o programa eleitoral para as próximas eleições legistaltivas, em Setembro.
Pode ser consultado aqui e comparado com o do PS aqui.
40 páginas chegaram (não foram precisas 120). Ou seja... retirada a "palha eleitoralista"!
publicado por mparaujo às 19:04

25
Ago 09
Foram muitas as críticas. Foram algumas as explicações dadas. Foram muitas as histórias reveladas. São alguns os factos conhecidos.
Escrevi no Diário de Aveiro (aqui reproduzido) sobre o caso das piscinas, do ponto de vista desportivo e das relações entre os clubes e o sector público (Estado, Autarquias, etc).
Depois de tanto "ruído" (e foram mais os ruídos do que a consistência dos factos), de forma totalmente descomprometida e com o devido afastamento, tenho para mim que, mais do que uma questão de gestão ou de negócio, este processo é uma questão de "armadilha" e de "caso de polícia".
publicado por mparaujo às 22:13

24
Ago 09
Com o aproximar das reentrées partidárias, das campanhas e das eleições, nada melhor que "limpar os ouvidos" de tanto ruído demagógico e rir um bocadinho (mesmo que baixinho):
publicado por mparaujo às 00:05

21
Ago 09
Legislativas 2009, entrevista à RTP1:
publicado por mparaujo às 00:11

20
Ago 09
Publicado na edição de hoje, do Diário de Aveiro.
Sais Minerais
Pré-época eleitoral...


À semelhança do que acontece no universo desportivo (e após o arranque de mais um campeonato profissional de futebol), a política nacional e local vive momentos de efervescência.
Num verão que teimosamente se vai pautando por irregulares dias solarengos, a política tem “aquecido” o dia-a-dia.
É certo que nem sempre da melhor forma, pelos motivos mais notáveis, pela valorização e distinção das reais necessidades do país ou pela elevação do debate político-partidário.
Nem mesmo a Gripe A, o futebol, o caso oftalmológico do Hospital Santa Maria, a enorme perda para cultura nacional com o falecimento de Raul Solnado ou a habitual chegada e partida dos emigrantes* (que provoca um proliferar de festas e romarias, mesmo em tempos de crise) vão relegando para segundo plano um ano de 2009 extraordinariamente político e eleitoral.
Esta Silly Season está repleta de quezilas, faitdivers e propagandismos. Com o fim do prazo para a entrega das listas às próximas eleições (legislativas e autárquicas) a questão que se coloca é se este período pré-campanha eleitoral fará prever uma campanha quente, agitada (boa ou má, logo se verá) ou se, pelo contrário, repleto de casos e “trocas de galhardetes”, irá reflectir-se no tão habitual e característico alheamento e distanciamento português face à politica (ou, se preferirem, à politiquice).
E são tantos os casos, fatos e acontecimentos.
A nível nacional, independentemente da ordem cronológica (já distorcida na memória), realça-se: os resultados das eleições europeias que, para além da (re)confirmação do peso da abstenção dos portugueses em exercerem o seu direito e dever cívico, confirmaram a decepção e desilusão face à governação, com destaque para os números alcançados pelo PSD e CDS. Ao fim de um ano, o Presidente da República ganhou o “braço de ferro” com os Açores, num tema que passou, claramente, ao lado dos portugueses, mas que o Tribunal Constitucional veio a revelar importante. O ex-Ministro Manuel Pinho foi, igualmente, assunto de trinca partidária e institucional, na demarcação de posicionamentos com o deputado Benardino Soares, do PCP, através de uma singular linguagem gestual que lhe valeu a saída do executivo nacional. Reflexos da crise dos mercados de valores, os casos BPP e BPN encontram-se ainda na agenda mediática deste Verão, exercendo uma pressão invulgar, mas legitimada pelos factos, sobre o Governador do Banco de Portugal. Ao fim de um ano, avanços e recuos, acordos e desacordos, mas acima de tudo, a criação de uma imagem da justiça e da separação de poderes paupérrima, a Assembleia da República elegeu o novo Provedor de Justiça (após a demissão do cargo, em Junho de 2008, de Nascimento Rodrigues). No meio da crise (que ainda está longe do seu fim, por mais que se queira notar o contrário), a mera e inocente coincidência eleitoral, lá faz aparecer milhões de euros (até então escondidos) para a requalificação de centros de saúde e equipamentos sociais. No entretanto, disfarçadamente, a avaliação dos professores lá vai sofrendo as suas alterações simplificadas. Na defesa e ataque às apresentações dos programas eleitorais ou às suas ausências, José Sócrates, num exercício de egocentrismo afirmava que “está para nascer um PM que faça melhor no défice do que eu”, mesmo que o resto do país vá vivendo uma outra realidade assente no desemprego, no encerramento de inúmeras empresas, na falta de qualidade do ensino, nos problemas da saúde (muito para além da gripe), no endividamento familiar e na falta de competitividade do tecido empresarial português. No fim, a cooperação estratégica vê-se, mês após mês, abalada pelos sucessivos vetos presidenciais, pelo caso da não recondução de João Lobo Antunes para o Conselho de Ética da Vida e, mais recentemente, a informação veiculada pelo Jornal Público das suspeitas de escuta e vigilância dos assessores presidenciais.
Mas os factos mais relevantes prendem-se, directamente, com a questão eleitoral legislativa: a elaboração das listas para as eleições de Setembro. Mais pelas ausências do que, propriamente, pelas presenças, acrescido dos casos Isaltino Morais, o voto diferenciado de Moita Flores e o “não” convite a Joana Amaral Dias.
Tudo isto fará prever um período de campanha eleitoral efervescente ou desinteressante? A ver vamos o que reserva o regresso das férias…
Fará projectar o debate político para a etapa seguinte: eleições autárquicas? Aqui são mais as dúvidas. No entanto, o “calor” (mesmo sem sol) eleitoral já se vai sentindo, com troca de insultos e agressões entre candidatos ao Município de Alcochete.
É Política Portuguesa, com certeza… e no seu melhor.
Entretanto o país vai esquecendo o défice, o desemprego, a saúde, o ensino, a escassez de oportunidades e empreendedorismo. A sua verdadeira realidade.

Ao sabor da pena…

*por lapso, na edição do Diário de Aveiro aparece, erradamente e por falha minha: “imigrantes”.
publicado por mparaujo às 13:28

18
Ago 09
Na entrega das Listas às Autárquicas, o PS confirmou o que já se sabia (que era público).
Faltava a confirmação e o desvendar do véu, da lista da Coligação "Juntos por Aveiro" (pode ser consultada aqui - via Noticias de Aveiro).
Estão lançados os dados, oficialmente. E já falta pouco para o "veredicto"...
publicado por mparaujo às 23:26

Hoje, o tema de debate e de "troca de galhardetes" foi (e presume-se que amanhã continue) esta notícia divulgada pelo Jornal Público.
Para muitos, trata-se de mera silly season, politiquices sem qualquer interesse.
Para outros, não será nada de admirar num país onde uma metade desconfia da outra metade, tudo é feito às escondidas... e as escutas são o trivial da "praça" (e já com longa tradição).
O que é um facto é que isto (a guerrilha eleitoral) está a acontecer.
E logo em período eleitoral... Coincidências, não é?!
E a guerrilha política vai COMEÇAR. Uns vão queixar-se de perseguição (PSD), outro vão queixar-se de aproveitamento político (PS) para virarem opinião pública.
Enfim... e o país com tantos problemas reais... que espere!
publicado por mparaujo às 23:06

15
Ago 09
Assim há uma questão legal que imprta desde já esclarecer: Estes Fantasmas têm cartão de eleitor ou cartão único?!
publicado por mparaujo às 23:33

14
Ago 09
Já não bastava todo o ruído de fundo (e que às vezes serve para afundar) em volta das listas do PSD, para surgir mais esta "pérola" na política nacional.
O vice-presidente da Comissão Nacional do PSD, Aguiar Branco, ainda veio por água na fervura ao afirmar que "acredita que Moita Flores vai "reconsiderar" posição contra Ferreira Leite".
Mas eu pergunto: é o Dr. Moita Flores que tem de reconsiderar ou deve ser o PSD a reconsiderar o Dr. Moita Flores, para Outubro?!
publicado por mparaujo às 23:02

13
Ago 09
Publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro...

Sais Minerais
As piscinas...

O regresso, depois de um descanso merecido…
Este é, de facto, um verdadeiro ano político. Eleitoral e, à boa maneira lusa, eleitoralista.
A confrontação política vai marcando a agenda neste Verão irregular, “carregando” as baterias para o arranque das campanhas eleitorais: primeiro legislativas e, logo a seguir, as autárquicas.
Em relação a estas últimas, para quem se candidata é o momento de estar atento e aproveitar todas as oportunidades (com maior ou menor astúcia, às vezes mais política que realista) para criticar ou denunciar. Para quem se recandidata é a altura para preparar as defesas, contrapor e argumentar com a experiência adquirida.
Recentemente, tem sido “campo de batalha” o terreno das Piscinas do Beira Mar.
Em relação a tudo o que tem sido argumentado não me caberá a mim defender, por várias razões (ou porque não fui incumbido de servir de advogado de ninguém ou porque, simplesmente, há outras considerações).
Do ponto de vista da legitimidade, o protocolo entre a Câmara Municipal e o Beira Mar foi assinado e foi cumprido. Face à legalidade de tal acto, o Clube entendeu gerir o seu património e a sua actividade dentro das suas necessidades. Para mim, estes são os factos.
Mas estes factos, como muitos outros exemplos por esse país fora, no que diz respeito ao desporto, demonstram uma outra realidade preocupante.
A estrutura social e económica do país desenvolveu uma cultura desportiva desarticulada, irrealista e inconsequente: no final são mais as “montanhas a parir ratos” que os casos de sucesso. O desporto perdeu a sua essência cultural e social, tornando-se, insuportavelmente, economicista e comercial. O “não profissional” não resistiu à pressão da exigência profissional. E esta, não resistiu à falta de estrutura, organização, gestão e capacidade financeira.
Durante alguns anos, o desporto (a encoberta da vertente social da formação) “viveu” à custa da subsidiodependência. Foi, durante vários anos, alimentando-se de protocolos sem visão a médio e longo prazo, sem previsão de auto-suficiência, sem realismo (que, na maioria dos casos, serviram para fazer face aos exigentes encargos financeiros com o sector profissional). O desporto foi, irreparavelmente, ficando seriamente dependente. Nomeadamente dos dinheiros públicos e, concretamente, do erário autárquico.
Os clubes não souberam, não foram capazes ou, por comodidade, não quiseram criar condições e estruturas capazes de proveram as suas modalidades de recursos suficientes para o desenvolvimento do seu papel e actividade.
E são inúmeros os casos, quer em Aveiro, na região e no país. Enumerá-los seria fastidioso e longo. Mas são, publicamente conhecidos, nas mais diversas modalidades: basquetebol, andebol, ginástica, etc. A muito custo e, por força da projecção mediática, lá se vai mantendo (com cada vez mais excepções) o futebol.
E é este que tem absorvido, cada vez em maior número, a deficiente realidade das outras modalidades. Para sua sobrevivência (questionável ou não) vão-se definhando e vão desaparecendo os outros “espaços” que ocupavam, na vida de muitos jovens, um papel primordial no seu desenvolvimento social, físico e humano.
E esta é que é a verdadeira realidade do caso “piscinas do Beira Mar”, como é o caso de muitas piscinas, pavilhões, ginásios, por esse país fora.
Desportiva e socialmente cada vez mais pobre.
Ao sabor da pena…
publicado por mparaujo às 13:28

11
Ago 09
Ninguém, no seu perfeito juízo, quererá menosprezar a Gripe A. Não pela gravidade em si, mas pelo facto de não existir imunidade a este novo vírus (regista-se que uma gripe sazonal provoca mais vitimas).
As medidas de informação e prevenção deveriam ser repetidas em diversos momentos. Os cuidados apresentados (lavara as mãos, o uso dos lenços, etc) deverias ser repetidos e divulgados noutras circunstâncias... por uma questão de saúde pública.
No entanto, a gravidade está na falta de imunidade das populações e da semelhança com os sintomas de outros tipos de gripe.
Acresce o problema de expansão e de problemas de resposta ao nível das instituições de saúde.
Por outro lado, ainda não consegui perceber a lógica dos dados divulgados pela Comunicação Social. A forma como divulgam os casos é, meramente, alarmante. Porque não informam correctamente.
Não é correcto dizer que "mais 76 pessoas infectadas em Portugal, sobe para 683 número total de casos" (vários órgãos de CS). Porque se é verdade que se registaram 683 casos de gripe A desde Maio, a verdade é que não são esses os casos existentes, à data - o número real. A maioria (quase totalidade) está curada, tiveram poucos dias de tratamento e os casos muito graves sãoapenas dois (os doentes internados no S. João - Porto).
Se a informação se centrasse mais na prevenção, na divulgação dos cuidados necessários, no "não" alarmismo, talvez esta "estupidez colectiva" fosse desnecessária. (TSF - TSF - JN)
publicado por mparaujo às 22:20

Há algo na lógica financeira do "sobe e desce" do preço dos combustíveis que é muito difícil de perceber e de aceitar.
Sempre que o preço do crude (petróleo) desce, as distribuidoras (Galp, BP, Repsol, etc) demoram uma "eternidade" a baixar um ou dois cêntimos o preço dos combustíveis.
Mal sobe o preço do barril, são logo aumentados (acertados entre todos) os dígitos nas bombas.
Liberalização dos preços?! Só nos hipermercados.
Há um claro assalto aos bolsos dos cidadãos e uma ausência total de regulação do mercado. Claro que ao governo também interessa: quanto maior o consumo a preços mais altos, maiores são as receitas fruto do imposto. Há que pagar...
Curiosa é a coincidência (oportunismo) da época de aumento: com tanta gente de férias, há um maior consumo de combustível...
publicado por mparaujo às 21:03

09
Ago 09
Dos vários depoimentos que têm sido vistos na RTP, há uma descrição de vários amigos (a escritora Alice Vieira, entre eles) que merece destaque:
Epitáfio preferido de Raúl Solnado.

"Aqui jaz Raúl Solnado, muito contra a sua vontade".

Acrescento: e contra a nossa também...
publicado por mparaujo às 18:05

Há factos que não podem deixar de ser referidos e referenciados. Neste caso, não podem deixar de serem criticados.
A Comunicação Social começa a perder coerência e consistência. Começa a perder qualidade e profissionalismo. Começa a ser vista com descrédito.
Aliás, este tema era, com toda a legitimidade e com todo o rigor, discutido por Felisbela Lopes, em relação à informação divulgada nos dois casos da Gripe A, internados no Hospital S.João.
Mas o que me leva a criticar, repudiar e condenar a Comunicação Social é a falta de rigor, o levianismo como a informação é tratada.
Não é a Gripe A.
É o falecimento de Raúl Solnado.
No Jornal da Uma, na RTP, foi repugnante ouvir o repórter Rui Lagartinho, em directo, (algo que já tinha repetido no jornal das 12, na RTP-N) confinar a figura do Grande Raúl Solnado a uma figura apenas lisboeta e o seu funeral a um acto alfacinha.
Não são apenas as pessoas de Lisboa que sentem a ausência de quem fez rir um país inteiro (e não só).
Todo o país se despede dessa grande figura do Teatro, do Humor, do Drama e da Cultura PORTUGUESA.
O País não é Lisboa… Vai do Minho e Trás-os-Montes ao Algarve.
Há jornalistas que deviam ter "tento na língua"...

publicado por mparaujo às 13:09

08
Ago 09
Via Twetter... (http://twitter.com/miudaaa/)
Com o falecimento de Raúl Solnado: "Hoje o céu ficou mais divertido."
publicado por mparaujo às 23:29

Parece ser evidente uma clara falta de estruturação deste PS. Ou então, qualquer um faz o que bem lhe apetece.
Depois do (não) convite a Joana Amaral Dias, por Paulo Campos (apenas informalmente), é agora a vez de
Maria de Belém (por sinal cabeça de lista por Aveiro) vir colocar “água na fervura” ou então colocar “mais lenha para a fogueira”, em relação à não nomeação do Prof. Dr. Lobo Antunes para o Conselho de BioÉtica. Para surpresa de muitos, incluindo a própria.
No entanto,
Paulo Rangel vem contar outra versão da história.
Moral da História: No PS os convites e as nomeações são sempre a brincar… nunca são para levar a sério!
publicado por mparaujo às 21:47

Um evidente erro comunicacional ou um perfeito tiro no pé?
Cartaz de Ana Gomes (PS) à Câmara de Sintra diz: "Uma mulher às direitas".
Uma coisa é certa... algo está errado!

publicado por mparaujo às 16:35

O Teatro ficou sem um dos seus emblemáticos intérpretes...
O Humor perdeu muito da sua graça...
A CULTURA ficou irremediavelmente MAIS POBRE.
Portugal PERDEU...
ATÉ SEMPRE RAÚL SOLNADO.
publicado por mparaujo às 14:12

05
Ago 09
José Eduardo Moniz está de saída da TVI.
Ao fim de onze anos a liderar o projecto, segundo palavras do próprio, há outro projecto e convite feito.
Do meu ponto de vista, mesmo não sendo fã da TVI, entendo que a Estação Independente não vai ser a mesma sem o "seu" Director-Geral.
Ninguém é insubstituível. Mas... Com a saída de José Eduardo Moniz, a TVI não será a mesma. Não tenho dúvidas.
publicado por mparaujo às 22:15

Estão votadas, elaboradas as listas do PSD e do PS às legislativas de 2009.
Curiosamente, depois do excelente resultado das europeias, não seria de esperar tanto ruído interno (transposto para o exterior) na constituição das listas do PSD: conforme já tinha referido aqui, Pedro Passos Coelho está confinado a ser o "Manuel Alegre do PSD" - com a diferença de que colocado de parte cedo demais.
Regista-se o regresso de Pacheco Pereira (quase que víamos Marcelo Rebelo de Sousa e Ângelo Correia também de regresso) e a incoerência (para muitos, injustiça) da inclusão, em lugar claramente elegível, da ex-CDS Maria José Nogueira Pinto (em contrapartida, Zita Seabra está na zona - "talvez sim , talvez não") pelo distrito de Lisboa.
O PSD emitiu as suas Linhas Gerais e o PS o seu Programa Eleitoral.
Nota: a quantidade (120 páginas do programa socialista) nunca foi sinónimo de qualidade e Programa Eleitoral é diferente de Linhas Gerais.
publicado por mparaujo às 21:40

A política tem razões que a própria razão desconhece.
Depois da inclusão de Maria José Nogueira Pinto (ex-CDS e apoiante de António Costa à Câmara de Lisboa) na lista por Lisboa, o partido encontra-se em "estado de sítio".
Quando tudo se encaminhava por uma solidez na conquista do poder socialista, eis que o castelo começa a abanar (noticia do JN).
publicado por mparaujo às 01:12

04
Ago 09
Conselho Nacional do PSD aquece com intervenção de Pedro Passos Coelho, para já fora das listas às Legislativas.
Pacheco Pereira indicado como cabeça de Lista por Santarém. O regresso...
O Twetter vai dando a "imagem" e transferindo a realidade!
publicado por mparaujo às 23:11

02
Ago 09
Desde segunda-feira passada, 27 de Julho, também neste espaço público (de grande dimensão) - FutebolArtte, em http://futebolartte.blogspot.com/.
Obrigado pelo convite que me foi endereçado.

publicado por mparaujo às 00:28

01
Ago 09
Nos dias de hoje, a informação e os processos comunicacionais não podem, de forma alguma, excluir a "Sociedade em Rede" (no conceito do sociólogo Manuel Castells).
Daí que se espera que muita da informação, comunicação, interacção passe pela Internet e pelos espaços criados para o efeito: depois do "adoroaveiro.com", após a apresentação oficial da candidatura de Élio Maia, pela coligação, temos o "votoaveiro.com" (mesmo que ainda para "breve").
Estão lançados os dados autárquicos...
publicado por mparaujo às 22:53

Há mais uma telenovela nos canais televisivos nacionais (e não só na TV).
É a telenovela entre PS, BE, tendo como protagonista Joana Amaral Dias.
Mas não passa disso mesmo: uma telenovela política (tipo aquelas mexicanas).
Quem convidou quem? Porquê? Para quê? Quem se fez convidada? Quem ficou com ciúmes e dor de cotovelo? Quem "tramou" quem?
À falta de assuntos mais sérios e importantes na vida nacional, perdem-se horas a fio com estes "fait divers" da nossa politiquice.
É legítimo, para quem passa muito tempo na política, que pretenda ter carreira política, dentro do que são os seus princípios e conceitos ideológicos. Se Joana Amaral Dias até já foi mandatária da candidatura de Mário Soares, nas últimas presidenciais, porque não pode ser deputada pelo PS, às próximas legislativas?!
E porque razão não pode o PS "pescar", ou ,melhor, "repescar" o seu eleitorado precisamente no sítio para onde ele "foge"?! Ou será que alguém acredita que o eleitorado do BE é todo "natural"?! Não vive, o BE; precisamente à sombra do descontentamento das hostes socialistas?!
E tudo não terá sido uma forte "dor de cotovelo" (para não usar a terminologia de Manuel Pinho) por Joana Amaral Dias ter sido mandatária da juventude de Mário Soares?! Se não... porque a afastaram dos seus cargos políticos no interior do Partido?!
Então terá sido, uma vingança do BE, pelo facto das listas do PS contarem, pelo menos, com um ex-bloquista?!
E o que tentou Francisco Louçã fazer com Manuel Alegre?! Não foi tentar dar um verdadeiro golpe político no PS, aliciando um dos seus "símbolos"?!
Zangam-se as comadres....
Tratem do país que é mais importante.
publicado por mparaujo às 13:10

Saíram, esta semana, os resultados da segunda fase dos exames nacionais do ensino secundário.
Os resultados não podiam ser mais desastrosos. Quedas das médias das notas, em relação à primeira fase, nas principais disciplinas: matemática, português, fisico-quimica, biologia e geologia. As notas são igualmente inferiores às registadas, em igual período, no ano de 2008.
Para o Minsitério, a razão apontada (segundo o Jornal Público, na sua edição de sexta-feira, dia 31.07.09) prende-se com a tiplogoia dos alunos candidatos a exames (por sinal idêntica à do ano anterior).
No enatnto, para a as Associações de Professores (Matemática, Português e Física, como exemplos), tal realidade deve-se ao facto das provas terem sido consideradas mais difíceis que na primeira fase.
Para além de uma questão de justiça e equidade que se possa questionar, não deixa de ser, igualmente, evidente a forma facilistas, laxiva e inconsequente como o Ministério tem tratado o ensino tornando-o menos incisivo, menos relevante, despromovendo o mérito e as capacidades dos alunos.
Ao mínimo incremento de dificuldade, os resultados provam o estado da educação neste país.
publicado por mparaujo às 12:45
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Mesmo em tempos de crise e num país em estado "crítico", há sempre uma ou outra notícia que nos "alegra a alma" e nos faz, pelo menso, "sonhar" com algo posítivo.
Pelo menos "alimentou" este meu ego histórico e a minha esperança numa vida melhor: pelo menos (e digo pelo menos, porque a mim ninguém me perguntou - senão, só o meu voto, valia mais 10%), cerca de 40% dos portugueses inquiridos são a favro de uma Federação Ibérica de Estados (ver fonte: Jornal Público).
Já é um bom caminho... para a "dependência" e a reposição da história (e de um país melhor, claro).
publicado por mparaujo às 12:36

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