Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

31
Ago 10
Capas dos Jornais Diários do dia de hoje, 31.08.2010

publicado por mparaujo às 13:05
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30
Ago 10
Publicado na edição de ontem, 29 de Agosto de 2010, do Diário de Aveiro.

Cambar a Estibordo...
A semana em resumo.


A semana que termina, ainda muito delimitada pelo Verão e pelas férias, foi marcada por alguns acontecimentos que merecem destaque...
Não é usual o futebol ser mencionado neste espaço.
Mas, com tudo o que comporta um desporto carregado de uma carga emocional forte, é um facto que o futebol marcou uma semana morna: desde os comentários profissionais às simples conversas de “café”.
Desde momentos que fizeram história, a confirmações sólidas, terminando em verdadeiros “milagres”, Braga, Porto e Sporting, com as classificações para as fases seguintes da Liga dos Campeões e da Liga Europa, foram delineando a agenda mediática da semana.
Goste-se ou não, queira-se ou não, o futebol ainda vai ocupando uma parte significativa do quotidiano dos portugueses (e não só) e gerando um conjunto de emoções e conexões nas e entre as comunidades.
Seja por questões desportivas (rivalidades e afectos), seja por questões sociais, culturais e económicas.
À parte deste feito europeu no desporto português, concretamente do futebol, a semana revelou quatro aspectos que merecem destaque neste resumo semanal.
Orçamento de Estado 2011
No seguimento da troca de acusações e “galhardetes” políticos, concretamente entre PS e PSD, com CDS, PCP e BE a assistirem na “bancada” e a desvalorizarem as quezílias, o Orçamento de Estado para 2011 (e por “arrasto” a proposta social-democrata de revisão constitucional) é, neste momento, o ponto alto da reentré política.
Entre muitas questões, esta semana o país ficou a saber que o Governo não vai satisfazer a vontade ao PSD de ter os fundamentos do próximo orçamento, até ao próximo dia 9 de Setembro.
Primeiro porque o governo alterou a data limite do envio das informações de cada serviço do Estado (previsão de execução da despesa) do dia 20 de Agosto para 15 de Setembro. Segundo, como se tal não bastasse, esta medida governativa vem confirmar as declarações do Secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos, que afirmou ser tecnicamente impossível apresentar as contas para 2011 em Setembro.
Tecnicamente impossível e politicamente conveniente…
Encargos do poder local
Os últimos dias da discussão e aprovação do Orçamento de Estado para o corrente ano mereceram aceso confronto e diversas críticas, nomeadamente pelo Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.
A Oposição pretendia e aprovou um reforço orçamental de cinco milhões de euros para fazer face às despesas das remunerações dos eleitos nas freguesias.
Teixeira dos Santos considerou a medida “populista”, chegando mesmo a afirmar que este valor era “money for the boys”.
Acontece que muitos dos “boys” são socialistas e o “money” afinal, segundo o presidente da Associação Nacional das Freguesias – ANAFRE, ficou, mesmo assim, aquém do necessário – oito milhões.
E é pura demagogia a acusação do Secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, de que, afinal, a oposição se enganou nas contas. É que se não fosse o empenho da oposição, as freguesias nem cinco milhões de euros tinham tido direito.
Personalidades que escrevem a história
A 26 de Agosto de 1910 nascia Agnes Gonxha Bojaxhiu, na pequena cidade albanesa de Skopje.
O mundo viria a conhecê-la como Teresa, mais concretamente “Madre Teresa de Calcutá”.
Prémio Nobel da Paz em 1979, considerada em 1985, aquando do seu discurso nas comemorações dos 40 anos das Nações Unidas, por Pérez de Cuéllar, então secretário-geral, como a “mulher mais poderosa do Mundo”, Madre Teresa dedicou toda uma vida aos outros, nomeadamente aos mais pobres dos pobres de Calcutá, entre 1948 e 1997, ano em que faleceu.
Nota final
Infelizmente, e por circunstâncias da vida, a história também se escreve com as tragédias.
E a semana fica marcada pelas circunstâncias trágicas que retiraram a vida a seis pessoas na A25 e marcaram física e psicologicamente dezenas de outras.
Há regressos a casa ou aos destinos traçados que são idas sem volta, sejam quais forem as causas e as responsabilidades.
A vida vale muito mais que a velocidade no asfalto!

Boa Semana…
publicado por mparaujo às 13:05

Capas dos Jornais Diários de hoje, 30.08.2010
publicado por mparaujo às 13:01
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28
Ago 10
Capas dos Jornais diários do dia de hoje, 28.08.2010
publicado por mparaujo às 21:56
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Capas dos Semanários - 27 e 28 de Agosto

publicado por mparaujo às 21:51

27
Ago 10
Capas dos jornais diários do dia de hoje, 27.08.2010

publicado por mparaujo às 13:25
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Edição do dia 25.08.2010 do Jornal das Letras.
publicado por mparaujo às 13:01

26
Ago 10
Publicado na edição de hoje, 26.08.2010, do Diário de Aveiro.

Cheira a Maresia!
Verão quente…


Para além do país ir a ‘banhos’; para além das crianças e dos jovens se encherem de ‘tédio’ pela enormidade de um período sem actividade escolar; para além dos pais e encarregados de educação desesperarem por soluções que tranquilizem e permitam ocupar os seus filhos durante cerca de três meses, a época de verão é, por norma, um período do ano tranquilo, sereno, apático, onde pouco ou nada acontece, salvo as habituais reentres desportivas, as contratações, as apostas nas conquistas dos títulos, o mercado agitado das transferências, e, claro está, os ‘casos’ do futebol.
Mas nem sempre é assim…
Este verão de 2010 confirma a excepção à regra.
A ‘silly season’ (normalmente marcada por trincas políticas sem qualquer relevância) foi agitada pelas reentrés antecipadas; pelo caso Freeport muito mal esclarecido e ainda longe de terminado, e que volta a agitar as águas da Justiça; pela pressão do PSD sobre o PS no caso da revisão constitucional e da eventual não aprovação do Orçamento de Estado para 2011, abrindo um novo frenesim e nervoso miudinho nas hostes socialistas e no governo.
No que respeita à economia e à tão esperada saída da crise, Portugal continua a assistir (contrariando quer as previsões, quer a imagem irreal que o governo teima em mostrar das consequências no país suas políticas) a um aumento da taxa de desemprego que deixa em casa mais de meio milhar de portugueses, minimamente atenuado com o trabalho sazonal da época balnear, e com a continuidade de empresas a encerrarem as suas portas, como é o caso mais recente da Delphi.
Mas este verão agitado arrancava com a trapalhada política do governo em querer impor, de forma unilateral, inconsistente, sem critérios coerentes, só por força da recuperação do deficit e da estabilização das contas públicas, o pagamento de portagens nas SCUT do litoral norte e centro do país.
De tal forma foi mal estruturada e planeada esta medida que, após avanços e recuos, complicações legislativas de sobra, neste momento, o governo acaba por não angariar as receitas previstas e ser pressionado ao pagamento, às várias concessionários, das despesas com os processos de instalação dos sistemas de cobrança.
E entre mergulhos no mar ou nos rios e toalhas estendidas ao sol, muitas das famílias portuguesas seriam ainda surpreendidas, não só por vários anúncios de aumentos de preços (pão, electricidade, imposto sobre produtos petrolíferos, …), como também por uma reestruturação da rede escolar nacional que prevê o encerramento de 701 escolas primárias – 1º ciclo do ensino básico, contra os cerca de 500 estabelecimentos de ensino previamente anunciados. Novamente à custa da necessidade de controle da despesa pública, a preocupação é meramente economicista, já que são muitas as dúvidas do ponto de vista pedagógico e social, acrescido dos problemas que estas medidas acarretam para os municípios e contribuem para uma maior desertificação do interior do país e de muitas comunidades, aumentando as assimetrias regionais.
Por último, se dúvidas haviam quanto à agitação desta época, o flagelo dos incêndios que proliferaram na região centro e norte, deixou o país à beira de um ataque de nervos. Entre o desespero de muitas famílias que viram os seus bens total ou parcialmente destruídos, lamenta-se que aqueles que por vontade própria e por vocação pessoal decidem dedicar o seu esforço aos outros, tenham perdido a vida: os bombeiros.
Este é um problema cíclico, desleixado ao nível político e governativo: falhas na prevenção, falhas nos recursos a disponibilizar aos bombeiros e protecção civil, e, muitas vezes esquecido, falhas no planeamento de um plano de florestação nacional consistente e estável.
Sem um combate permanente e um planeamento constante, anualmente o país perde ao nível económico, ambiental e social.
Por último, o aumento de viaturas que circulam nas estradas portuguesas potencia, diariamente, o risco de tragédias como a que aconteceu esta semana na A25, perto do nó das Talhadas. A ânsia de chegar rápido ao destino, a falta de cuidado e de civismo rodoviários, as condições de muitas estradas, fazem com que uma época que se previa de alegria, descanso, serenidade, se transforme num flagelo e num ‘vale de lágrimas’. A vida vale muito mais que uma tragédia… infelizmente as tragédias ‘ganham’ a muitas vidas.
Se este é um verão quente por força das condições meteorológicas (temperaturas altas), não restam dúvidas que a sociedade transformou-o num verão escaldante…
publicado por mparaujo às 13:22

Capas da Imprensa diária - 26.08.2010

publicado por mparaujo às 12:53
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Capas das revistas semanais (25 e 26 de Agosto)

publicado por mparaujo às 12:51

25
Ago 10
Capas dos Jornais diários de hoje, dia 25.08.10

publicado por mparaujo às 13:06
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24
Ago 10
Oito concertos espalhados por vários pontos da zona de Santa Apolónia (Lisboa) marcam a terceira edição do "Jazz.pt".
De 8 a 12 de Setembro, fora das instalações do Hot Clube de Portugal (onde surgiu o festival em 2008), fruto do incêndio ocorrido em 2009, vários concertos vão preencher as noites lisboetas. Acrescem ainda várias acções didácticas, mesas redondas, exposições e feira de discos.

(fonte: ipsilon)
publicado por mparaujo às 23:19

A recente legislação aprovada que permite o alargamento dos horários de funcionamento os hipermercados prevê que a decisão seja da competência das respectivas autarquias.
A Câmara Municipal da Maia deu o primeiro passo e autorizou o alargamento do horário de funcionamento aos domingos à tarde.
Está lançado o mote para um inquérito aqui no "Debaixo dos Arcos".
Está disponível para as vossas opiniões, mesmo aqui do lado esquerdo.
publicado por mparaujo às 22:08

Capas dos jornais diários do dia de hoje, 24.08.10
publicado por mparaujo às 13:15
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23
Ago 10
Resultado da presença do Convento de Jesus de clausura, (actual Museu de Aveiro) fundado em 1461, século XV, em Aveiro, o doce conventual que é símbolo e imagem de referência da cidade, é, hoje, certificado: ovos-moles. Doce... doce...




publicado por mparaujo às 21:45

Capas dos jornais diários de hoje, 23.08.2010.

publicado por mparaujo às 13:19
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22
Ago 10
Sabor a Sal...

O Sal e as Salinas, para além de terem sido, durante anos a fio, a imagem marcante da paisagem de Aveiro (a par com os Moliceiros), foram também os responsáveis pelo desenvolvimento social e económico da região desde os séculos mais idos, onde o sal tinha um papel relevante na navegação e na pesca.
Por exemplo, as naus dos tempos dos descobrimentos, sempre que se faziam à conquista de novas paragens, abasteciam-se de sal para a conservação dos seus alimentos.
Antes da invenção das arcas frigoríficos nos barcos de pesca, nomeadamente do bacalhau, era o sal que permitia conservar o pescado e salgá-lo ainda a bordo.
Hoje, infelizmente, o Sal e as Salinas não passam de uma referência histórica e cultural para Aveiro. Pasme-se... importamos sal (por exemplo da Holanda).



publicado por mparaujo às 18:53

A propósito das celebrações dos 150 anos do Tratado de Paz, Amizade e Comércio entre Japão e Portugal, segundo informação da Agência Lusa, o embaixador japonês em Portugal defendeu a importância de "reanimar o significado do tratado de 1860, que constitui a base das relações bilaterais entre o Japão e Portugal".
Na óptica do embaixador nipónico Akira MIWA, relembra-se um relacionamento histórico que está a ser "um pouco esquecido por Lisboa".


Entendo a preocupação diplomática do Senhor Embaixador do Japão, mas não compreendo a sua admiração: se Portugal até de si próprio e dos seus compromissos internos se esquece quanto mais dos compromissos com os outros.
publicado por mparaujo às 17:13

Uma viagem ao mais rico património natural de Aveiro: a Ria de Aveiro.







publicado por mparaujo às 16:15

Porque esta é a melhor cidade e região do mundo (e arredores), o "Debaixo dos Arcos" abre um espaço onde são divulgadas referências ao património natural, histórico e cultural de Aveiro, à sua história e gentes.
"Olhares... sobre Aveiro"!
publicado por mparaujo às 15:33

Capas dos Jornais diários de hoje, 22.08.2010

publicado por mparaujo às 15:08
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Publicado na edição de hoje do Diário de Aveiro.

Cambar a Estibordo...
A semana em resumo.


De regresso…

Para muitas pessoas esta é a denominada silly season, onde, por norma, tudo pára e vai a banhos.
Mas este verão de 2010 foi diferente (ou nem por isso). Até porque a temporada (reentre) política começou mais cedo que o normal, com a Festa do Pontal do PSD e as posições de Pedro Passos Coelho a marcarem a agenda e a deixarem o PS e o governo num frenesim e nervosismo miudinho.
É fogo que arde e se vê…
Cíclico é o flagelo dos incêndios que, ano após ano, vão delapidando a mancha verde do país.
Para além das questões ambientais, económicas e sociais, os fogos servem igualmente para um desfile de opiniões, críticas, acusações, principalmente nos órgãos de comunicação social.
Curiosamente, seja qual for o sector da sociedade civil (autárquico, político, cidadãos, governo) os Bombeiros são, normalmente, o alvo preferencial das criticas.
Depressa as pessoas se esquecem de que, na hora da aflição, é a eles que recorremos em primeiro lugar (muitas vezes, e são várias as histórias que conheço, por tudo e por nada).
Depressa as pessoas se esquecem de quem perde a vida pelos outros, pelos bens dos outros, só pela causa e pelo voluntariado, são os bombeiros: e, infelizmente, são já muitos os que partiram.
Por outro lado, é pena que as pessoas se esqueçam facilmente dos planos municipais de prevenção que não existem na maioria dos casos; de um Ministério da Administração Interna que não promove nem dota suficientemente de meios as corporações de bombeiros ou a protecção civil para que o combate e, principalmente, a prevenção sejam mais eficazes; de um Ministério da Justiça que se preocupou em não contemplar devidamente no código penal os crimes de fogo posto (por dolo ou por negligência); um Governo que teimosamente tenta “camuflar” a realidade dos factos, nomeadamente através das comparações do Ministro da Administração Interna com anos distantes, esquecendo-se que se esperava uma constante diminuição das ocorrências, sendo que 2010 se traduziu num claro aumento face aos três últimos anos (perto de 15 mil incêndios – superior aos anos de 2007, 2008 e 2009 somados, sendo que o distrito de Aveiro foi o segundo do país mais atingido pelo fogo); e um Ministério da Agricultura que, ano após ano, sai sempre incólume deste processo mas que não tem nenhum plano nacional de reflorestação ou de ordenamento florestal, ou ainda de fiscalização da nossa mancha verde.
Emprego… nem sazonal!
Um decréscimo de cerca de 0,4% na taxa de desemprego, em plena época de verão, onde cresce o trabalho sazonal, é um claro índice que as políticas do governo para travar a falta de emprego falharam completamente e não auguram melhorias no de correr do ano, perspectivando uma crise social forte para 2011.
Mas mesmo que o governo teime em não aceitar a realidade (cerca de 600 mil portugueses não têm trabalho), os portugueses encarregam-se de demonstrá-la, muitas vezes da forma mais abismal: dezenas de jovens, muitos dos quais recém-licenciados, candidatam-se a 64 lugares abertos no município espanhol de Trabanca, na zona do Douro Internacional. Em áreas distintas (desde a assessoria até ao turismo e medicina veterinária) candidataram-se mais de 6500 candidatos, muitos dos quais jovens portugueses que percorreram muitos quilómetros (desde o sul e centro do país) na tentativa de encontrarem uma oportunidade e um rumo profissionais que não encontram em Portugal. Nem que para tal tenham de trabalhar 40 horas semanais a troco de um salário que ronda os 1600 euros/mês.
As portagens “fantasma”
Quando já tudo fazia prever que até ao início do próximo ano a questão das novas portagens nas SCUT do Litoral Norte e Centro estivesse em “banho maria”, eis que a trapalhada gerada pelo governo revela novos dados. Resultado de um projecto sem consistência, sem estruturação e com falhas claras ao nível do planeamento e do diálogo institucional.
Continuamos sem pagar, mas já gerou demasiada contestação que ainda está longe de ter terminado, muita discussão política, muita pressão sobre o governo. E como se não bastasse não ter gerado qualquer tipo de receitas (que eram a fundamentação para a sua criação) eis que geraram, para já, cerca de 300 mil euros por força das despesas que alguns dos concessionários já tiveram, perspectivada que era a entrada em vigor do sistema no passado dia 1 de Julho.
O feitiço virou-se contra o feiticeiro: o cidadão que era apontado como pagador passou a “batata quente” para o Governo que se transformou de credor a devedor em pouco mais de três meses. Grande erro de cálculo…

Boa Semana…
publicado por mparaujo às 13:11

21
Ago 10
Capas dos jornais diários de hoje, 21.08.2010

publicado por mparaujo às 13:42
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Capas dos jornais semanais de 20 e 21 de Agosto de 2010

publicado por mparaujo às 13:37

20
Ago 10
Capas dos jornais diários do dia 20 de Agosto de 2010.
publicado por mparaujo às 13:10
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19
Ago 10
São muitas as vozes que bradam a todos os ventos as perigosidades dos fundamentos e princípios depravados do liberalismo (para muitos neoliberalismo) social-democrata, em várias medidas recentemente apresentadas por Pedro Passos Coelho para uma estabilização da sociedade e economia nacionais, nestes tempos de crise.
Acusam o PSD de delapidar o Serviço Nacional de Saúde, flexibilizar o emprego e as relações laborais, privatizar tudo e mais alguma coisa...
Mas enquanto muitos se entretêm neste discurso retórico e demagogo (tentado em vão quebrar o crescente peso político do PSD como alternativa governativa) , é o PS e o Governo que criam os mecanismos economicistas para prejudicar os mais elementares princípios básicos sociais: emprego, educação, saúde e justiça.
Em relação ao emprego cresce a lista dos portugueses que ficam sem os seus postos de trabalho e agravam-se as prestações sociais; encerram incoerentemente os serviços básicos de saúde, deixando muitos dos cidadãos à mercê da sorte e do destino; a justiça transformou-se num paradoxo, serve mais a uns poucos que a todos e de forma desigual...
Quanto à educação o cenário mostra um país assimétrico no acesso a uma educação básica consistente e igual a todas as crianças e famílias.
Aliás contrariando todos os princípios que o governo sempre disse defender e partilhar com os países nórdicos, nomeadamente a Finlândia. É que por lá, já há muito que se vem promovendo um ensino de proximidade, com escolas mais pequenas e integradas nas respectivas comunidades.
Até porque são discutíveis os princípios que orientam esta atitude do Ministério da Educação que não sabe o que há-de inventar mais para satisfazer um único objectivo: o cumprimento, seja porque vias for, de determinadas metas estatísticas. Mesmo que a qualidade do ensino e a aprendizagem não importem.
É discutível, por exemplo, que a aglomeração/concentração das crianças traga melhor e mais socialização e qualidade na aprendizagem.
É discutível ainda que não sejam apenas e tão só critérios economicistas o princípio que orienta tais medidas.
Começam a existir, com estas políticas, demasiados "portugais" distintos, desequilibrados e injustamente privados de igualdade de oportunidades e condições de desenvolvimento.
Assim como é discutível que o estado garanta todas as condições (transporte, alimentação, melhores escolas, etc) que minimizem os impactos nas crianças, nas famílias e nas comunidades com o encerramento de 700 centros educativos do 1º ciclo do ensino básico.
Acresce ainda que há um sinal claro de distanciamento do governo em relação à realidade do país. Não tendo capacidade para convencer a sociedade, nem capacidade para sustentar a argumentação e a defesa dos princípios que norteiam as políticas governativas, a opção recai sobre o efeito "surpresa" e a falta de solidariedade e colaboração institucionais com os diversos agentes. Ao caso, os vários municípios que estavam em negociações com as diversas Direcções-gerais de Educação o processo de redistribuição da rede escolar do ensino básico.
O Concelho de Aveiro também foi "contemplado" com o encerramento previsto para a EB 1 de Aradas e para a EB de Eirol. Embora seja muito mais "dramática" a realidade do Norte e Interior do País... os sacrificados de sempre.
publicado por mparaujo às 23:57

Capas da Imprensa diária de hoje, 19 de Agosto de 2010.
publicado por mparaujo às 13:36
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Capas das Revistas Semanais - 19.08.2010
publicado por mparaujo às 13:34

18
Ago 10
O "jornal I" apresenta, na sua edição de hoje (18.08.2010) uma excelente entrevista a José Manuel Fernandes, ex-diretor do jornal Público.

publicado por mparaujo às 23:23

A obra emblemática de Luís de Camões, "Os Lusíadas", vai ser transcrita para a segunda língua oficial portuguesa: o Mirandês. A apresentação/lançamento está prevista já para o próximo mês de setembro.
Uma excelente notícia. (fonte: jornal público)

Só espero que o Mirandês não sofra os efeitos do Acordo Ortográfico.

A propósito... curiosidades sobre o Mirandês, neste site de Sendim, de Terras de Miranda, onde nasceu Portugal.
publicado por mparaujo às 23:04

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