Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

30
Set 10
Publicado na edição de hoje, 30.09.2010, do Diário de Aveiro.

Cheira a Maresia!
Encenações políticas!


O actual panorama político tem revelado um governo em desespero face à falta de argumentação e à incapacidade na sustentação dos objectivos e princípios que estarão na base do Orçamento de estado para 2011.
Descuidadas as potencialidades de diálogo e de concertação com a oposição, nomeadamente com o PSD, e não se vislumbrando a capacidade de convencer a opinião pública de novas medidas e sacrifícios que na prática se traduzem em custos acrescidos para quem sente mais dificuldades, José Sócrates voltou ao figurino da chantagem emocional e política: se o Orçamento para 2011 não passar, o governo demite-se.
Mas ao contrário do que aconteceu um ano atrás, a oposição está mais preocupado com as consequências para o país de um mau orçamento do que uma crise política.
Aliás, Passos Coelho e o PSD têm aqui uma excelente oportunidade para se afirmarem como alternativa, para definirem novo rumo e uma nova esperança para o país. Se José Sócrates quiser sair, que o faça e que assuma a respectiva responsabilidade…
O país não pode é viver sob ameaças e chantagens políticas… precisamos de coerência política, justiça social e de segurança no futuro. Com responsabilidade colectiva e não apenas de alguns!
Não podemos aceitar que os sacrifícios e o esforço para equilibrar as finanças do país recaiam apenas sobre alguns.
E como não é possível explicar o inexplicável (como por exemplo a aplicação do PEC II, dos custos da factura da crise aplicados aos que menos têm, e do défice das administrações públicas subir de 8,9% no primeiro trimestre para 9,5% no segundo), resta, após a chantagem emocional, a encenação política.
E foi esse o “espectáculo” mais recente da agenda governamental, tendo como elenco o próprio governo e a OCDE com um relatório (fato) feito à medida.
José Sócrates não encontrou a fórmula ideal para convencer os portugueses da sustentação do próximo Orçamento de Estado, com claro receio de uma crise social e política. Assim sendo, como já são poucos os que ainda acreditam num governo completamente gasto (saúde, educação, justiça, emprego, economia), nada melhor do que procurar na Europa a sustentação das novas medidas, desresponsabilizando e desculpabilizando o governo com a “pressão externa” e com a “regulação comunitária”. Pena é que José Sócrates não olhe para a mesma OCDE quando publica os seus dados em relação ao desemprego, à economia e ao desenvolvimento de Portugal.
Não deixa de ser preocupante que José Sócrates deixe para os outros o sentido de responsabilidade política, o que abre caminho e perspectiva uma eventual “entrada” em cena do FMI.
Porque não vai ser fácil, mesmo com o “apoio” da OCDE, convencer a oposição, o país e até mesmo algumas hostes socialistas de um aumento do IVA e IMI, mais cortes nos benefícios e deduções fiscais, no congelamento de salários na função pública ou aumentos abaixo do valor da inflação no sector privado, na revisão no sistema de atribuição do subsídio de desemprego e outras medidas sociais como o corte nas contribuições para a Segurança Social, numa maior flexibilidade nas relações e legislação laborais, entre outros. Sem preocupação pela redução da despesa pública, o que aliás vem reforçado no dito relatório isento, com a sugestão de investimento na rede de transportes como forma de minimizar a dimensão e a periferia geográficas de Portugal. No fundo a sustentação da continuidade absurda e megalómana do TGV (nem que seja apenas e tão só o TGV da capital).
E ainda há quem critique a proposta de revisão constitucional social-democrata de liquidar o Estado Social… e então a isto chamamos o quê?!
publicado por mparaujo às 20:35

27
Set 10
O circuito do OuTonalidades volta a unir Portugal e Galiza, através de uma alargada rede de espaços que abrem portas à música que se faz, em cada caso, além do Minho.
De 22 de Setembro a 18 de Dezembro, durante 13 fins de-semana, o programa apresenta 69 concertos de 25 grupos em 22 espaços de música ao vivo, constituindo-se como a maior rede de música ao vivo da Península Ibérica.
Em território português, o OuTonalidades alarga a sua rede que, nesta edição, se estende a 15 espaços de música ao vivo por todo o país, em 11 distritos, literalmente de norte a sul do país. Este é também o terceiro ano da cooperação entre o OuTonalidades e Rede Galega de Música ao Vivo, circuitos congéneres dos dois lados da fronteira, proporcionando agora a presença de 5 grupos portugueses na Galiza e 5 grupos galegos em Portugal, num total de 36 concertos em regime de intercâmbio luso galaico, de géneros que vão do jazz ao tradicional, do rock ao fado, do ska aos blues, do experimental às músicas do mundo.
A festa do OuTonalidades 2010 está servida!




A d'Orfeu é uma associação cultural que iniciou actividade em 1995 em Águeda com o objectivo de dinamizar actividades culturais através da música e da sua relação com todas as outras formas de expressão.
Nos primeiros anos dinamizou energicamente a formação das músicas tradicionais, rurais e urbanas, apresentando inovadores olhares sobre a tradição e organizou espólio documental.
Nos anos seguintes, depositou atenção na criação de variadíssimos eventos públicos como os festivais temáticos com a perspicácia constante de apresentar oferta cultural normalmente alternativa em Portugal.
A d'Orfeu tem vindo a dedicar-se ao reforço e à dinamização de recursos de apoio à criação e desenvolvimentos artísticos.
publicado por mparaujo às 21:56

Imprensa diária regional: Diário de Aveiro de hoje, 27.09.2010

publicado por mparaujo às 20:30

Capas dos jornais diários de hoje, 27.09.2010

publicado por mparaujo às 20:28
Tags:

Capas dos jornais económicos de hoje, 27.09.2010

publicado por mparaujo às 20:17

Em política nada é tido como certo (nem as filiações, nem os votos), como garantido, como conclusivo ou final.
Como diz o ditado: “o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira”.
Se retirarmos toda a carga depreciativa e pejorativa da expressão, o seu sentido revela que, em função das circunstâncias em cada momento, podemos esperar sempre recuos e avanços das várias forças partidárias em confronto.
Para já, temos um facto: PSD não negoceia o Orçamento de Estado para 2011 sem conhecer as regras ou os princípios que o governo quer aplicar ao documento. Ou seja, segundo as recentes posições de Pedro Passos Coelho (ainda no rescaldo da reentré política no Pontal) não há “cheques em branco” para este Orçamento, tendo o social-democrata referido que não viabilizaria um orçamento onde constassem aumentos de impostos ou mais deduções fiscais.
À parte as recentes tricas políticas e os “fait divers” que só desviam as atenções do essencial, a falta de argumentação e sustentação políticas dos objectivos do Governo para a concretização do Orçamento, acrescido da incapacidade de diálogo de José Sócrates que apenas sabe governar (nos momentos vitais para o país) em maioria (algo que perdeu nas últimas eleições), fez regressar o conceito chantagista da negociação política: “ou fazem o que eu quero e peço, ou eu bato com a porta”.
A questão está em saber se o sentido de Estado e o da responsabilidade política cabe apenas à oposição e, concretamente (face à obsessão do PS pelo PSD), aos social-democratas.
Porque se assim for, face a esta incompreensível e inaceitável postura de José Sócrates (o retomar da vitimização política – algo que os portugueses já abominam), entendo que o sentido de estado, a coerência e responsabilidade políticas, a alternativa governativa, só pode resultar na coragem do PSD e de Pedro Passos Coelho para dizer “basta”. Se o Governo e José Sócrates não sabem ou não querem negociar e aceitar outras alternativas orçamentais então, de facto, que se demitam porque há quem possa fazer melhor pelo país.
publicado por mparaujo às 07:13

26
Set 10
Pedro Passo Coelho não negoceia com José Sócrates e empurra o governo para o "colo" dos Bloquistas.
Francisco Louçã diz que “Governo não fala com o Bloco” e recusa novo aumento de impostos.
Com elevado grau de improbabilidade estará um eventual acordo com o CDS ou com o PCP.
Então, segundo as próprias palavras, resta a José Sócrates arrumar o gabinete com o eventual chumbo do orçamento...
publicado por mparaujo às 23:35

Um dos meus autores favoritos...

A Wook (Porto Editora) acaba de lançar recentemente a obra Marina, do autor catalão Carlos Ruiz Zafón.
Depois de "A Sombra do Vento", "O Jogo do Anjo", sem esquecer o seu primeiro romance "O Príncipe da Névoa", está disponível a obra que precedeu o romance "A Sombra do Vento", referência na bibliografia do autor nascido em Barcelona e radicado nos Estados Unidos.



Sinopse
"Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, Marina é um dos meus favoritos. À medida que avançava na escrita, tudo naquela história começou a ter sabor a despedida e, quando a terminei, tive a impressão de que qualquer coisa dentro de mim, qualquer coisa que ainda hoje não sei muito bem o que era, mas de que sinto falta dia a dia, ficou ali para sempre." Carlos Ruiz Zafón "Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu. Passaria uma eternidade antes que compreendesse aquelas palavras. Mas mais vale começar pelo princípio, que neste caso é o fim." (fonte: wook)
publicado por mparaujo às 23:33

ou como nem tudo o que parece é, e a coerência é algo muito débil.

Nas últimas eleições presidenciais foi notório o afastamento político entre o PS e o candidato Manuel Alegre. Não apenas pelo facto de Mário Soares ter sido o candidato “oficial” do partido, mas pelos conceitos, ideias e concepções da sociedade e das medidas políticas.
Inclusive, no rescaldo das eleições, muitas foram as vozes e comentários que colavam Manuel Alegre ao Bloco de Esquerda.
Volvidos quatro anos, Manuel Alegre é o candidato presidencial às eleições de Janeiro de 2011, apoiado por PS e BE.
Com que coerência?!
Como é que Manuel Alegre vai lidar com um eventual Orçamento de Estado que desagradará ao país (aumento de impostos, diminuição dos benefício fiscais SOCIAIS), que aumentará a contestação social, que colocará num substancial confronto político e ideológico os socialistas e os bloquistas.
Como reagirá Manuel Alegre?!
È que passar todos os momentos mediáticos a disparar constantemente sobre Cavaco Silva, só reflecte fragilidade política e falta de fundamentação estratégica.
Desviar as atenções sobre Cavaco Silva ou uma eventual segunda candidatura da direita (algo perfeitamente impensável) só serve para não mostrar as deficiências políticas da sua candidatura.
Mas os portugueses não dormem… e não são tão estúpidos como querem fazer crer.
publicado por mparaujo às 22:34

Publicado na edição de hoje, 26.09.2010, do Diário de Aveiro.

Cambar a Estibordo...
A semana em resumo.


Encenações políticas?!
De novo, após o primeiro ano de mandato e ao iniciar-se mais um ano legislativo, o regresso da ameaça da crise política, como instrumento de pressão e argumentação.
Entre ameaças, posicionamentos estratégicos e posições públicas de força política, o Orçamento de Estado para o ano de 2011 marca a agenda política actual. Desde as críticas directas entre PS e PSD, até às acusações, por parte dos partidos da oposição, de encenação política e de conivência.
Sendo certo que os portugueses já se distanciam suficientemente deste tipo de tricas partidárias, há no entanto uma questão sobre a qual importa reflectir: quem lucrará com este tipo de confronto?!
É um facto que o governo de José Sócrates é minoritário o que, teoricamente, o coloca numa situação de necessidade negocial, mesmo que o resultado seja a abstenção do PSD, que no fundo se traduz pela viabilização do Orçamento.
Assumindo que não haja qualquer recuo, a posição do PSD tem sido publicamente definida como um voto contra, caso o Governo mantenha a intenção de subir os impostos ou mexer nas deduções, em vez de reduzir a despesa pública.
Se os sociais-democratas votarem contra o Orçamento de Estado para 2010 (num cenário de fracasso das negociações) o governo já “ameaçou” (ou encenou) com uma eventual demissão das suas funções, o que resultaria numa grave crise política em plena eleição presidencial. Além disso, é claro que num actual estado financeiro e económico, uma governação do país através de duodécimos só serviria para penalizar a economia nacional e o financiamento e investimento internacional.
Deste ponto de vista, numa simples abordagem, parece que o PS/Governo tem uma maior manobra política que a oposição, nomeadamente o PSD.
Restará, portanto, uma última saída ao partido de Passos Coelho: apresentar-se aos portugueses como alternativa governativa e assumir o ónus (pesado e arriscado) de forçar um processo eleitoral antecipado.
Mas ganharia coerência política e determinava um claro e inequívoco posicionamento (sem necessitar de andar a reboque do agendamento político do PS)… e quem sabe se quem “ri por último não ri melhor”!
Afinal, pagamos para quê?!
É um discurso corrente do governo e do seu primeiro-ministro a necessidade do esforço colectivo e co-responsabilização na recuperação económica do país.
Nada mais enganador e demagógico, apenas servindo como forma de argumentar e justificar os encargos e os sacrifícios que sobejam sempre para os mais desfavorecidos e para a chamada classe média.
E ao contrário de algumas vozes ideológicas que gravaram um discurso já gasto contra capitalismos e riquezas empresariais, não é nessa área que se encontra o problema e a solução para a crise… aqueles que tanto defendem e agitam a bandeira do “estado social”, esquecem que é o próprio o maior gerador da despesa e do acentuar da gravidade financeira do país.
Os dados de execução orçamental, entre Janeiro a Agosto, referenciados pela Direcção-geral do Orçamento demonstram que a despesa do Estado cresceu 2,7%, quando ainda faltam quatro meses para o final do ano. Mesmo que o Governo argumente que a despesa está, de facto, a crescer mas a menor ritmo (surgindo o dicotomia do “copo meio cheio ou meio vazio”).
Apesar do relatório da Direcção-geral do Orçamento indicar que dos 16 ministérios 12 destes (75%) gastaram mais verba do que a prevista e orçamentada, o governo vem justificar esta “derrapagem” orçamental da despesa pública precisamente com áreas da dita responsabilidade social como a saúde e a segurança-social. Para além (pasme-se o argumento) das transferências de verbas para as administrações públicas.
Será, com clara legitimidade, caso para perguntar: os sacrifícios dos cidadãos servem para quê?!
Boa Semana…
publicado por mparaujo às 11:51

Capa do Diário de Aveiro de hoje, 26.09.2010
publicado por mparaujo às 11:45

Capas dos diários nacionais de hoje, 26.09.2010

publicado por mparaujo às 11:43

25
Set 10
Capas da imprensa diária de hoje, 25.09.2010


publicado por mparaujo às 22:36
Tags:

Capas dos semanários - 24/25.09.2010

publicado por mparaujo às 21:00

24
Set 10
Capas dos jornais diários de hoje, 24.09.2010

publicado por mparaujo às 23:23
Tags:

23
Set 10
É indiscutível... uma coisa é parecer outra é ser.
Uma coisa é a realidade educacional dos países nórdicos (como Suécia, Finlândia) outra é a tentativa obsecada de a transpor para um país destruturado, sem rumo e que vive à sombra de um mediatismo que encobre as suas fragilidades e o seu real dia-a-dia.
Atiraram-se foguetes com pompas e circunstâncias no lançamento dos "Magalhães", sem cuidar da estruturação do ensino, da sua vertente pedagógica, da promoção do mérito e do saber dos alunos, na defesa do papel do professor.
O governo vive "nas nuvens" e nos sonhos dos avanços tecnológicos (a relembrar a "guerra das estrelas" entre USA e antiga URSS, do final da década de 60, com a chegada à lua - que para alguns ainda carece de certificação), esquecendo as dificuldades dos seus cidadãos e das suas comunidades: familias endividadas, custo de vida, desemprego, empresas a fecharem, autarquias sem resposta financeira para as necessidades das suas população, a saúde a desagregar-se e as escolas a fecharem (apesar dos gritos histéricos em defesa do estado social).
Mas mais grave do que o Governo viver desfasado da realidade do país que (des)governa, ainda é tentar convencer os cidadãos dessa irrealidade ou esconder a verdadeira imagem do país.
Despois da "folia" surge a verdade dos factos:
Afinal o projecto educacional e as condições são tão boas e fortes que o melhor é fechar a escola que é para não destoar do resto da realidade nacional.
publicado por mparaujo às 13:11

Capa da edição do Jornal das Letras de 22.09.2010
publicado por mparaujo às 13:09

Capas dos jornais diários de hoje, 23.09.2010

publicado por mparaujo às 13:03
Tags:

Capas das revistas semanais - 22 e 23.09.2010.


publicado por mparaujo às 13:02

Amy Macdonald - Coliseu de Lisboa - 30 de Setembro - 21:00 Hm

Uma das mais talentosas compositoras e cantoras da actualidade, Amy Macdonald, vai  regressar a Portugal e marcar presença no palco do Coliseu de Lisboa, dia 30 de Setembro, depois da presneça no Festival Sudoeste em Zambujeira do Mar.
Do alinhamento/reportório da cantora escocesa de 22 anos e apenas com três anos no mercado vão constar temas dos dois álbuns  de originais já editados: This is the Life (2007) e A Curious Thing (Março, 2010).
Bilhetes entre os 26 e os 30 euros


publicado por mparaujo às 00:27

22
Set 10
Recebido via e-mail...
Para reter as desigualdades e passar a informação e o descontentamento.
Não está em causa as outras isenções... o que está em causa é a diferenciação de critérios e as injustiças criadas.
Como diz o velho ditado "ou há moralidade... ou comem todos!"
Declaração de interesses: por regra sou defensor do princípio do "utilizador-pagador"... com regras e critérios claros e justos, obviamente!

(e-mail recebido)
Portagens no Norte. E em Lisboa?
Caros Amigos, salvo algum lapso involuntário, as seguintes vias com características de Auto-Estrada:
- Eixo norte-sul (todo)

- A1 (entre Lisboa e Alverca)

- A2 (entre Lisboa e Coina)

- A5 (entre Lisboa e Porto Salvo/Oeiras)

- A8 entre (Lisboa e Loures)

- A23 (toda)

- IC2 (todo, entre Lisboa e Póvoa de S.ta Iria)

- IC2, (todo, entre Almada e a Costa de Caparica)

- IC17/CRIL (todo)

- IC19 (todo, entre Lisboa e Sintra)

- IC21 (toda, entre Coina e o Barreiro)

- IC32 (toda, entre a A2 (Coina) e Alcochete)


não pagam qualquer portagem nem está previsto que venham a pagar. Estamos a falar de mais de 1000 km. Isto na Grande Lisboa. Percebe-se, é uma região desfavorecida do país, com poder de compra muito abaixo da média nacional...
Direitos iguais, deveres iguais! Se há quem não pague portagens porque é que Aveiro e outras regiões têm de as pagar!!!
publicado por mparaujo às 23:30

Capas dos jornais diários de hoje, 22.09.2010

publicado por mparaujo às 21:50
Tags:

21
Set 10
Acabei de criar esta petição online:

«TVI24 na grelha da Cabovisão. Urgente!»

publicado por mparaujo às 22:32

20
Set 10
Capas dos jornais diárias de hoje, 20.09.2010

publicado por mparaujo às 21:47
Tags:

19
Set 10
Publicado na edição de hoje, 19.09.2010, do Diário de Aveiro

Cambar a Estibordo...
A semana em resumo.


Finalmente… entregue!
A semana abriu com um “finalmente”… finalmente a entrega do acórdão do processo Casa Pia, mais de uma semana após a leitura da sentença, no tribunal de 1ª instância de Lisboa.
A situação em causa interfere muito pouco em relação ao desfecho anunciado (apenas a dúvida formal da argumentação do que já era mais que sabido e conhecido), bem como em nada prejudica os anunciados recursos.
Mas não deixa de ser mais uma “machadada” na tão denegrida imagem da Justiça em Portugal.
Não deixa, por isso de ser estranho e, apesar das circunstâncias, caricato que, segundo nota emitida pelo Conselho Superior de Magistratura, o atraso de uma semana resulte de um problema informático (formatação do texto) e que impediu a entrega aos advogados do acórdão do processo.
Ensino superior…
Depois da distribuição maciça do “Magalhães” o Governo prepara-se para a atribuição, igualmente em massa, de canudos superiores!
Poderíamos pensar que o "estigma" do peso social de um cidadão com "canudo" estava já ultrapassado, nos dias e na sociedade de hoje…
Poderíamos pensar que a maioria dos cidadãos com habilitações equiparadas ao ensino superior, tinha-se formado por necessidade profissional, por vontade própria ou por valorização pessoal.
Mas não… De facto o que importa é ter um “canudo”.
Pelos menos é essa importância que o Primeiro-ministro José Sócrates revela como objectivo social e como meta estatística relevante. Quiçá para mostrar à Europa e, já agora, ao Mundo, que, em Portugal, 40% da população com idades entre os 30 e os 34 anos (curiosa a faixa etária porque não se entende a sua fundamentação), daqui a 10 anos (2020), terá formação superior (incremento de 60 mil alunos no ensino superior, na próxima década).
Não importa o que aprenderam (principalmente com formação pós-Bolonha), nem como aprenderam…
Não importa a aplicação prática dessa formação, quer a nível pessoal, quer ao nível do contributo para o desenvolvimento das comunidades e consequentemente do país, até porque, mês após mês, aumenta a taxa de desemprego, aumentam o número de empresas falidas e encerradas.
Não importa, a título de exemplo, que o Estado gaste dinheiro público nessas formações, quando se congelam progressões nas carreiras, se tornam quase que intangíveis as requalificações de carreira, na Administração Pública e Local.
Mas alimenta o ego estatístico de um Primeiro-ministro de um Portugal a fingir…
Uma crise ainda por surgir.
Se alguém pensava que o efeito da crise internacional estaria, face às medidas tomadas a nível europeu e nacional para controlar o descalabro da economia, a desanuviar… enganou-se!
O descontrolo da despesa pública, a incapacidade de avaliação correcta dos valores do défice, do impacto das medidas de austeridade impostas aos portugueses, fazem prever um ano de 2011-2012 deveras sombrio para todos os cidadãos, famílias e empresas. O que resulta numa dificuldade evidente do Governo em cumprir as metas orçamentais e de controlo da despesa pública dentro dos objectivos e limites traçados (para 2010, cerca de 7%). Havendo mesmo especialistas que já alvitram a intervenção do FMI, contrariando as vozes que nos afastavam de uma realidade grega, face ao crescimento da dívida pública a um ritmo de 2,5 milhões de euros em cada hora que passa. Conforme referiu, esta semana, à Rádio Renascença o presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão, João Duque. Realidade que já tinha sido referida em manchete pelo Diário Económico e pelo Jornal de Negócios ao preverem as dificuldades do Governo em atingirem as metas, sem recurso a mais medidas de austeridade ou receitas extraordinárias, mesmo com o aproximar das datas para apresentação do orçamento para 2011.
Boa Semana…
publicado por mparaujo às 21:00

Um grande nome do fado da actualidade...
CAMANÉ

Sexta-feira, 1 de Outubro - 21:30 Hm

Provavelmente o nome mais consensual do actual fado português, Camané tem conseguido o pleno do público e da crítica, que ganhou o compreensível hábito de lhe atribuir a pontuação máxima aos álbuns e um forte aplauso às apresentações em palco. Com um novo álbum – "Do Amor e dos Dias", produzido por José Mário Branco – lançado poucos dias antes de se apresentar em Aveiro, o momento será ideal para o reencontro com a generosidade por detrás das interpretações sentidas de Camané. Um modo adequado de celebrar o Dia Mundial da Música.
"Um dia o príncipe do fado será rei da canção, e disso não tenham a mínima dúvida." João Bonifácio (Ípsilon, Público)
sala principal (bilhetes de 12 a 16 euros)
reservas: bilheteira@teatroaveirense.pt ou 234 400 920
publicado por mparaujo às 20:36

Uma voz de culto do folk internacional...
DIANE CLUCK

Quinta-feira, 30 de Setembro - 22:00 Hm

Diane Cluck é um dos nomes de culto do chamado new folk do início da década, cúmplice de nomes como Devendra Banhart ou CocoRosie, que sempre se desfizeram em elogios a esta autora peculiar, particularmente genuína e sentida no modo como compõe e canta, com uma fragilidade e uma doçura a que não se foge, o que é particularmente perceptível quando a vemos em palco. Para quem não a conhece, a descoberta será recompensada; para quem a conhece, partilhar este momento será com certeza obrigatório.


stage box (bilhetes a 8 euros)
reservas: bilheteira@teatroaveirense.pt ou 234 400 920
publicado por mparaujo às 20:25

O regresso de uma das bandas míticas do rock português...
Pop Dell'Arte

Sábado, 25 de Setembro - 22:00 Hm

Um regresso que muitos julgavam já não ser possível é também um dos acontecimentos culturais do ano. Os míticos Pop Dell'Arte, para muitos a melhor banda portuguesa de sempre e, sem discussão, um dos projectos que mais transformou a cena musical portuguesa nos anos 80, estão de volta com um novo álbum ("Contra Mundum") e o veredicto da crítica foi unânime: continuam a ser incontornáveis. Sempre pop, sempre ousados, únicos, liderados pelo inimitável João Peste. Agora que regressam à estrada, é bom lembrar que os seus concertos foram sempre conhecidos como experiências dificilmente esquecíveis. Não se espera menos agora.
"Importantes são as canções. E "Contra Mundum" tem mais de uma mão cheia delas que entram para o canône dos Pop Dell'Arte. Digamos assim: enquanto o melómano adolescente anda aos pulos pela nova cena estranha que apareceu aqui no bairro recusando tudo o resto, o melómano batido borrifa-se para a revolução e a subversão e quer é a canção. (4 estrelas)" João Bonifácio (Ípsilon in Público)
Sala principal (bilhetes a 10 euros - 8 c/descontos)
reservas: bilheteira@teatroaveirense.pt ou 234 400 920
publicado por mparaujo às 20:12

O final do mês de Setembro, no Teatro Aveirense, revela-se enérgico com um conjunto de propostas interessantes...
"SO SOLO" - Clara Andermatt

Uma grande obra da dança portuguesa...
Sexta-feira, 24 de Setembro - 21:30 Hm
 
Considerada pela crítica como uma das melhores peças de dança estreadas em 2009 em Portugal, "So Solo" é também uma das mais conseguidas criações de Clara Andermatt, um dos principais nomes da dança contemporânea nacional, que aqui interpreta um solo de grande entrega. No decurso de uma carreira produtiva e multifacetada abarcando várias escalas, vários espaços e vários elencos – da grande produção às criações intimistas, do teatro convencional ao espectáculo de rua, dos profissionais de várias disciplinas aos trabalhos com a comunidade – Clara Andermatt surge agora como autora e intérprete do seu primeiro solo.
"Ao longo dos anos, Clara trabalhou sempre "numa linha mais abstracta" e agora teve "que dar um sentido às coisas". Esta simplificação, grosseira certamente, é, contudo, reveladora da sensação de estranheza que a peça nos provoca de tão estruturada que é, de tão livre que parece ser." Tiago Bartolomeu Costa (Ípsilon in Público)
Sala principal (bilhetes a 10 euros - 8 c/descontos)
reservas: bilheteira@teatroaveirense.pt ou 234 400 920
publicado por mparaujo às 19:49

Capas dos jornais diários de hoje, 19.09.2010

publicado por mparaujo às 19:09
Tags:

pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
arquivos
2017:

 J F M A M J J A S O N D


2016:

 J F M A M J J A S O N D


2015:

 J F M A M J J A S O N D


2014:

 J F M A M J J A S O N D


2013:

 J F M A M J J A S O N D


2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


2009:

 J F M A M J J A S O N D


2008:

 J F M A M J J A S O N D


2007:

 J F M A M J J A S O N D


2006:

 J F M A M J J A S O N D


2005:

 J F M A M J J A S O N D


mais sobre mim

ver perfil

seguir perfil

27 seguidores

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Setembro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9



28
29


Visitas aos Arcos
Siga-me
links