Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

04
Jan 14

A “polémica” tem a data do dia 20 de Dezembro de 2013. Polémica gerada mais pelos comentários, pela diversidade dos comentários, pelo aversão, pelo mau estar e pela estupefacção que a situação gerou, do que pelo acontecimento em si. Os factos (e não só)…
A jornalista Rita Marrafa de Carvalho, no dia 20 de dezembro (sendo este um período de férias escolares) ia levar a sua filha de 7 anos de idade para um ATL da RTP quando foi destacada para a cobertura da chegada da Ministra da Justiça, Paula Teixeira, ao Palácio de Belém, com os indultos para serem despachados pelo Presidente da República. Morando a cerca de 100 metros do local, evitando o constrangimento de ter de fazer cerca de 28 km (acrescido do transtorno do tempo de deslocação), não tendo com quem deixar, mesmo que temporariamente, a sua filha, decidiu ir a pé com ela, até à residência oficial da Presidência da República. Ao chegar lá foi confrontada pelos serviços de segurança com o facto de não poder entrar com a filha. Nos vinte minutos que durou a cobertura noticiosa, a Mariana ficou à responsabilidade de um agente da PSP que se dispôs a tomar conta da criança. Até aqui nada de especial não fora o facto da Rita Marrafa ter sentido, com toda a legitimidade, algum constrangimento e revolta pela posição da Presidência da República. Isto quando é sabido que em datas “solenes” o Palácio de Belém é “assaltado” por centenas de visitantes e ranchos folclóricos. Mas claro, a pequena Mariana (7 anos) seria um grave problema de segurança de Estado ou de “limpeza dos tapetes” de Belém, ou ainda, quem sabe, seria portadora de algum cartaz menos próprio para mostrar perante as câmaras (e não se pode perturbar o sossego do Sr. Presidente Cavaco Silva). No seguimento da polémica houve a exposição de casos em que foi permitida a entrada de crianças a acompanhar pais jornalistas. Enfim, critérios…
Apesar dos factos terem acontecido em contexto profissional, a realidade é inteiramente pessoal e familiar, numa conflitualidade de mãe-profissional que a sociedade ainda não consegue, infelizmente, clarificar, promover e apoiar. Seja mãe ou pai… quem nunca em criança passou horas a fio nos locais de trabalhos dos seus pais, ou quem nunca levou por alguns momentos os filhos para o seu local de trabalho (seja ele qual for)? Aliás, sobre esta realidade das mães e pais e a profissão, é importante recordar a acção da eurodeputada italiana Licia Runzulli ao levar, durante vários anos, a sua filha para o Parlamento Europeu.
Com toda a legitimidade de um Estado de direito, democrático e constitucional, a Rita Marrafa de Carvalho sentiu-se no direito de expressar o seu descontentamento, de forma muito simples, pela situação gerada, num espaço que é seu, pessoal, particular, mesmo que público e de acesso “aberto” (numa das suas duas páginas do facebook). Nada que qualquer cidadão não o faça, usando o direito fundamental da liberdade de expressão e de opinião. Para além disso, esta questão de que os jornalistas têm que assumir a sua profissão 24 horas por dia, 365 dias por ano, independentemente de se encontrar ou não em serviço, é de uma visão tão primitiva e redutora daquilo que é a realidade pessoal, a vida de cada um, a particularidade do ser humano, o seu universos individual, fora do seu contexto e da sua profissão.
Só que, desta feita, começaram a surgir os primeiros “confrontos” de opiniões. Mas mesmo assim, nada que não seja natural quando expomos a nossa opinião e a assumimos publicamente. A pluralidade de opiniões só favorece o sentido crítico e o confronto de ideias. Só que, nestas coisas há sempre um mas… E o “mas” surgiu quando a simples e legitima opinião contrário deu origem ao mais surreal, incrédulo e ofensivo comentário de um “famoso” jornalista/operador de câmara português residente nos Estados Unidos (Mário Rui de Carvalho), numa partilha feita pela jornalista Joana Latino (tal como muitas outras partilhas de que quis dar o seu apoio à Rita Marrafa).
Quatro notas: 1. O comentário é de um chauvinismo inqualificável, de um sexismo deplorável e de uma visão machista sobre a sociedade e o exercício laboral; 2. O Sr. não tem a mínima noção da realidade laboral em Portugal, seja qual for a profissão. E não o sabendo deveria ter-se inteirado antes de comentar, já que a realidade laboral portuguesa e norte-americana não são comparáveis; 3. É qualquer coisa surreal, ridícula, sem qualquer sentido, a observação sobre um eventual processo disciplinar a instaurar pela RTP à Rita Marrafa de Carvalho; 4. O facto do Sr. Mário Rui ser um famoso operador de imagem, com vários prémios nos estados Unidos, com inúmeras reportagens de guerra, não lhe dá o mínimo direito de dar lições de moral e de escolhas profissionais sobre algo que não tem a ver com o jornalismo, mas sim com a vida pessoal e familiar de uma jornalista (que são coisas diferentes).
A polémica tinha sido “enterrada” com o Ano Novo e permanecido nos anais de 2013 da vida pessoal da Rita Marrafa, quando inesperadamente é reacendido o tema de uma forma completamente atípica, sobrenatural e inqualificável. Eis que hoje, a coluna do Provedor do jornal Diário de Notícias é preenchida, com a assinatura do Provedor do Leitor, com a repescagem da controvérsia, sob o título “Três significativos episódios da sobranceria de arrivistas e da deplorável falta de chá”. E esta foi pior a emenda que o soneto. Isto ultrapassa todos os limites do bom-senso, do aceitável, do ético e da deontologia. Aliás algo tão assumido pelo Sr. Provedor do Leitor do DN, que acaba por se “virar o feitiço contra o feiticeiro”. De forma telegráfica porque a única coisa que me merece é o respeito, a defesa, a consideração e a admiração pela Rita Marrafa de Carvalho.
1. É condenável (muito mais que criticável) que Óscar Mascarenhas use a sua qualidade de Provedor do Leitor do DN, aquela coluna específica e com especificidades concretas e particulares, para criticar um profissional que não pertence ao Diário de Notícias. Muito menos sem qualquer solicitação por parte dos leitores. Não seria igualmente aceitável que o Provedor do Leitor do Público, do Telespectador ou do Ouvinte da RTP, viessem tecer considerações sobre o Provedor do Leitor do Diário de Notícias.
2. Nada do que aconteceu tem qualquer relevância do ponto de vista jornalístico. Apenas uma situação pessoal, privada e familiar (mesmo que em contexto profissional). A situação é ainda mais criticável quando o Provedor do Leitor do DN recorre a factos da vida privada e pessoal da jornalista Rita Marrafa de Carvalho (posts colocados nas suas páginas do facebook) para tecer as suas considerações.
3. É curioso que quem fala de ética, deontologia e lealdade nem se atreve, numa única linha do texto, a proferir o nome da Rita Marrafa. Mais ainda, para um Provedor do Leitor (já nem me refiro à sua condição de jornalista e de professor universitário) é de uma baixeza e de uma falta de carácter que se tenha refira à Rita Marrafa como: “certa famosa jornalista de televisão”; “a madame jornalista”; “em defesa da vedeta de televisão incomodada em Belém”; “a mesma jornalista e um pedante e decadente humorista televisivo”; “a vedeta televisiva”; “a distinta jornalista televisiva” (sendo óbvio o sentido pejorativo de ‘distinta’).
4. Por último, “o feitiço contra o feiticeiro”. O Provedor do Leitor do DN não tem qualquer moral, ética ou legitimidade para proferir tais “discursos”. E muito menos tem o direito de reclamar, nos outros, a falta de chá (que não deve ter tomada em pequenino). Para além de ter usado, em anteriores textos, termos como “paulada nos jornalistas” ou condenado a liberdade de expressão de cidadãos (que são, profissionalmente, jornalista), de igual forma como o fez hoje, é bom recordar (já que gosta tanto de redes sociais) a pressão que exerceu num grupo do facebook (jornalistas) para “silenciar” a polémica em torno da “mala da Pepa”, só porque a pessoa em causa era amiga da filha, só demonstra a qualidade moral, ética, deontológica e profissional do actual Provedor do Leitor do DN. (informação prestada pelo jornalista João de Sousa).
A Rita Marrafa de Carvalho devo este desfilar de caracteres como forma de expressar a minha solidariedade, consideração, admiração e respeito.
Bem como para com todos os camaradas (apesar do não exercício profissional porque a vida assim não o permitiu ou não o quis, e as incompatibilidades legais não deixam) que, por força das circunstâncias da vida, têm de levar os filhos para as suas actividades profissionais (e não são assim tão poucos quanto isso, como foi demonstrado). Aliás, não só em relação aos jornalistas, mas a todos os que trabalham e, pelos mais diversificados contextos, passam pelas mesmas preocupações (infelizmente a sociedade não cuida destes pormenores, nem a escola pública, nem o Estado, nem todos têm avós à “mão de semear”).
Ainda uma nota para a Joana Latino que "encarnou" a situação da Rita Marrafa como ninguém.

publicado por mparaujo às 23:14

38 comentários:
Direito de Resposta, no DN / TV&Media
Carta de resposta da Rita Marrafa de Carvalho
http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=3648887&page=-1
mparaujo a 26 de Janeiro de 2014 às 22:22

iá, um carácter umbiguista manifestado em todo o seu esplendor a manifesta incapacidade de RMC para deixar de espalhar complexos de superioridade. A insistência da estrela em diminuir o câmara- repórter de guerra, o mitra cristiando ronaldo, a diminuição e espezinhamento das habilitações de OM.

a manifesta incapacidade para perceber que os comentários do provedor no dn não estão activados, a incapacidade para ler a justificação por ele dada ao facto de não lhe citar o nome, a manifesta incapacidade para perceber que se a página é assim tão privada não se percebe a obsessão com os seguidores, fascinada que está com o estrelato televisivo.

o facebook dá-lhe para ter um milhar seguidores, que julga que a legitimam, mas depois já se trata de uma página privada - mas que eu leio sem sequer ter conta.

raciocínios embotados dos seguidores incapazes de perceber o ridículo da queixa e da perseguição à liberdade de expressão de OM e à coragem para enfrentar a matilha corporativa que se compraz em denuncair os defeitos dos outros mas que tanto chora quando lhe desnudam os próprios. Fosse ela outra pessoa pública a atrever-se a pedir à PSP para lhe guardar a criança e a RMC caia-lhe em cima enquanto jornalista. Fosse outra figura pública a usar o facebook para desanuviar destilando fel sobre um "mero câmara" ou sobre o mitra Ronaldo a ver se a RMC não dava a notícia.
nuno a 27 de Janeiro de 2014 às 00:18

E mais divertido é haver aqui tanta gente a achar que a Presidência da República é o local de trabalho da RMC.

Assim como se o agente imobiliário que aí anda, levasse a filha para as reuniões com os clientes à espera de arranjar um polícia lhe tomasse conta dela.

Tretas e confusões mentais de quem nada faz pela defesa da maternidade, mas se enxofra muito e misturar alhos com bogalhos nõ percebendo que o que está em causa é a tentativa de abuso de uma situação de privilégio. Tem a presidência da república alguma obrigação de fornecer infantário a quem esporadicamente lá se desloque em trabalho? Seja a jornalista estrela de tv, seja o homem das entregas do leite?

Se RMC tem dificuldades com a maternidade/paternidade lute na RTP para ter infantário para os seus trabalhadores. Alternativamente tivesse deixado a miúda com um colega na redacção, ou da próxima vez que for reportajar ao Bairro da Lata também vai querer deixar a cria com o Corpo de Intervenção?


nuno a 26 de Janeiro de 2014 às 15:51

Fez mais que bem o provedor. E tem toda a razão do mundo.

Está nos seus estatutos - basta saber ler - que lhe assiste expressar-se latamente sobre a comunicação social e fenómenos comunicacionais.

Compete-lhe alertar leitores para esses fenómenos e perversões, ou cuidam que os leitores do DN só acedem ao DN, os do Público ao Público e que por isso, tudo que llhes é exterior deve ficar vedado, como se não pudesse por exemplo existir crítica televisiva ou crítica jornalístic?

A jornalista justifica-se e legitima-se com o ter seguidores, mas por outro lado tem seguiodres numa coisa que afirma ser privada, mas que se chama facebook.

A rede social é tão privada que eu que não tenho conta, mesmo assim pude aceder-lhe à conta e ler-lhe os textos em causa.

Por lá maltrata repórteres de guerra com a desfaçatez de quem se julga superior, destrata Cristiano Ronaldo com presunções de superioridade e chama hipócrita a quem não lhe acompanha o tom e o estilo.

Quanto ao caso da filha, obviamente que se eu os tivesse nenhum psp mos iria guardar enquanto eu ia fazer um qq serviço. Quer o quê a moça? Uma simpatiazinha, por ser figura pública e conhecida e qual estrela com seguidores em espaço privado?

O resto é balelas. RMC não tem razão em sítio nenhum, nem ela nem os seguidores e amigos do espaço privado na rede social mais usada do mundo.




nuno a 26 de Janeiro de 2014 às 15:39

O que é que esta estória contribui para a nossa felicidade? Com tanto desgraçado que há por aí, na rua, a passar fome, ninguém faz um post digno de destaque!
Jorge a 15 de Janeiro de 2014 às 13:55

Vê-se bem que não acompanha o blogue...
Fica ao seu critério.
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 17:34

Esta "estória" da jornalista da RTP fica logo sem credibilidade devido ao facto de nem a jornalista ir levar a criança a nenhum ATL da RTP, nem a escola da filha da mesma estar fechada no dia referido.

A jornalista da RTP (caso tenha sido ela a dizer que a escola estava de "ferias") sabe perfeitamente que a escola da sua filha só fechou dia 24 de dezembro (além dos feriados) e que a mesma escola que a criança frequenta tem o seu próprio ATL. Além de que recebe as crianças a partir das 8h da manhã.

Em relação à presidencia da républica... acho que tal atitude já era de esperar de quem ocupa o palácio de belém.

Acho que mesmo assim o autor do blog devia se informar bem antes de escrever "estórias" que não são verdadeiras e apesar de não ser aceitavel a atitude da presidencia (apesar de justificavel) o facto de parte do que aqui está escrito (será que a jornalista da RTP contou assim o episodio?) ser mentira não ajuda em nada a credibelidade do autor e da jornalista em questão.

Só mais uma questão: Onde estava o outro filho da jornalista? Esse ficou sozinho em casa!?
Será? a 15 de Janeiro de 2014 às 13:46

Só para completar o comentário anterior quero acrescentar que a escola dos filhos da jornalista (sim a senhora tem 2 filhos) situa-se na mesma freguesia onde a mesma habita, logo a conversa dos 28 km também é mentira.

Será? a 15 de Janeiro de 2014 às 14:03

(repetindo...)
Meu caro...
O autor do texto (eu) foi informado tal e qual foi relatada a história. Acontece que o que está aqui em causa, como pode ler bem, nos dois textos, não é a história em si. Essa já tinha sido mais que comentada e badalada no posto da página do facebook da jornalista. Com a clara aceitação dela de todos os comentários pós e contra. Aliás, a discussão estava perfeitamente pacífica e saudável em torno da questão laboral e dos filhos nos empregos dos pais (de forma genérica).
O que está em causa e despoletou a polémica foram as declaração de Mário Rui e os dois textos do Provedor do Leitor do DN. Apenas isso.
Não me viu tecer quaisquer comentários, porque isto surge em função da polémica nas redes sociais, sobre a veracidade ou não dos factos. Aliás, essa nunca foi a questão nem nos meus textos, nem nos comentários no facebook, nem muito menos nos dois textos do Provedor do DN.
OK?!
Abraço
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 17:36

Só não compreendo então o porquê do "preambulo" neste post, já que o mesmo apenas serve para desviar do tema que devia ser discutido. Que é o facto da jornalista ter querido levar a filha para a presidência da républica e não a terem deixado entrar.

Note que apesar de não achar estranha a presença da petiz no palácio de belém, não comparo esse local com o local de trabalho da senhora jornalista. Calculo que das muitas vezes que a dita levou a petiz à RTP nunca lhe foi negada a entrada.

Já agora o que fez a senhora em questão com o outro filho? É que, contado da maneira como o carrissimo contou esta "estória", parece que o outro filho teve lugar onde ficar e se foi na escola porque não deixou a senhora a filha lá também (já que andam os dois na mesma escola)? Se foi com um familiar porque não deixou a filha lá? Será que deixou o rebento mais novo sozinho em casa!?!? Não acha estranho isto tudo? Se calhar a senhora queria mostrar à filha o palácio de belem, ou talvez tirar umas fotos à criança nos jardins do mesmo e a coisa correu-lhe mal... ou então nem se passou nada e apenas lhe deu para isto.... apeteceu-lhe aparecer...

Nisto tudo também não perceboi porque raio o provedor do DN faz um crónica em que refere este tema (falo da primeira vez que escreveu sobre ele). Mas certamente que o carissimo sabe, mas se não souber devia perguntar à dona Marrafa o porquê dessa referencia, ela com toda a certeza que o elucida.

Bem haja.
Será? a 15 de Janeiro de 2014 às 17:53

Como nos telegramas (simples e directo)...:
- A RMC é uma jornalista;
- Ser jornalista não confere mais (nem menos) direitos do que a um comum mortal;
- A RMC tem todo o direito de tentar a filha para o seu local de trabalho;
- Mas, a RMC tem de aceitar que essa situação não seja aceite por terceiros;
- A RMC pode ou não ter consequencias disciplinares daquilo que faz durante o seu periodo de trabalho, como qualquer trabalhador.
- A RMC pode manifestar a sua opinião sobre a situação mas tem de aceitar que os outros tenham os mesmos direitos;

End of story. :P
Davide a 15 de Janeiro de 2014 às 12:28

retomando a "story".
Todos os primeiros cinco pontos que refere não merecem qualquer contestação. Simples. É o óbvio e são os factos.
Mas mesmo pegando no quinto, que deu origem à primeira polémica, não vejo que levar a filha merecesse lugar a consequências disciplinares. O que originou a primeira polémica foi o facto de alguém o sugerir à RTP.
Em relação ao último ponto, se puder dar uma vista de olhos nos comentários que circularam na página da jornalista no facebook, todas as opiniões foram aceites, discutidas, aplaudidas umas e contrariadas outras, quando simplesmente tudo se circunscrevia à questão precisamente dos filhos e dos empregos.
Até que uma opinião NUM ESPAÇO com claros e determinados objectivos e funções e que nada tem a ver com a opinião proferida, deu lugar à segunda polémica.
E foi apenas pela estupefacção de ver a coluna do Provedor do Leitor do DN andar a cuscar nas redes sociais e a opinar sobre a vida privada e factos da privacidade de uma jornalista que, aliás, nem é do DN.
Abraço
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 17:42

Se fosse com uma operária de uma qualquer fábrica ou de um qualquer hipermercado os jornalistas não se indignavam tanto. Até eram bem capazes de passar mais uma vez a mensagem dos "grandes" de que o problema é que as pessoas são malandras e não querem trabalhar. Querem ter "direitos adquiridos" e outros luxos que tais. Enfim, viver acima das possibilidades... É bom que de vez em quando tenham um banho de "realidade" que é para aprenderem a não papaguear o discurso único do Poder! Querem ter direitos, cumpram a vossa missão de jornalistas e deixem-se de ser meros propagandistas reaccionários!
DS a 15 de Janeiro de 2014 às 12:08

Completamente a despropósito.
O que refere não é verdade.
A discussão sobre a questão dos filhos nos locais de trabalhos dos pais (mãe ou pai, já agora) foi discutida e debatida, com toda a legitimidade dos prós e contras, noutro espaço.
O que está em causa e gerou a polémica foram outras questões que surgiram já o debate ia longo ou quase a terminar.
A sugestão de processo disciplinar proferida pelo Mário Rui ou o uso da coluna do Provedor do Leitor do DN para opinar sobre algo que nada tem a ver com o jornalismo e muito menos com algo ligado ao DN.
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 17:46

Se trabalhassem na peixaria do Continente a ganhar 3€/h, não teriam este tipo de problemas. Se o ridídulo matasse, metade de Portugal desaparecia.
jcvan a 15 de Janeiro de 2014 às 11:17

Com todo o respeito pela sua situação e por todos os trabalhadores que trabalham precariamente...
O assunto em questão não tem a ver com salários.
Abraço
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 12:06

estou solidario com a Sra. Rita, pois sou filho de mãe-trabalhadora, e eu e o meu irmão ás vezes vamos para o seu local de trabalho e isso nunca prejudicou o trabalho da minha mãe. E isto pode acontecer porque o nosso governo não possibilita essa ajuda e muitas vezes as despesas de um infantario, atl são elevadas para os ordenados que um trabalhador recebe a ainda com or cortes que o PM quer levar a efeito.

Boa Sorte para Sra. Rita
Nuno Fontes a 15 de Janeiro de 2014 às 10:52

O meu grande apoio à Rita, como mãe trabalhadora (trab. autarquica) que ás vezes os filhos veem para o meu local de trabalho. A sua vinda não atrapalha o meu trabalho.
Se a sociedade ajudasse e protegesse todos os trabalhadores-pais talvez tivessemos uma melhor sociedade.

Felecidades para a Rita
Paula Rodrigues a 15 de Janeiro de 2014 às 10:39

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