Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

09
Mai 12

Publicado na edição de hoje, 9.05.2012, do Diário de Aveiro.

Debaixo dos Arcos
Debaixo de um ataque de nervos.
A Europa, mais concretamente a União Europeia e ainda mais especificamente a Zona Euro, entrou num ciclo preocupantemente incerto e inquieto, para não dizer incerto e controverso. As recentes eleições em França e na Grécia, mesmo que distintos nos impactos e nos resultados, deixam antever um futuro imediato de alguma agitação e alguma preocupação quanto ao rumo da União Europeia e da sua zona euro.
No caso francês, a viragem à esquerda nas opções eleitorais e a proposta apresentada a sufrágio por François Hollande poderá ter duas leituras diferenciadas: ou a França consegue iniciar o debate e a discussão com vista um novo rumo para a Europa (onde a austeridade se submete a planos alternativos de crescimento – nomeadamente com o combate ao galopante aumento da taxa de desemprego), tendo sempre presente a pressão e o domínio económicos da Alemanha; ou, face a uma Europa que não sobrevive sem o papel e preponderância alemãs, manterá a sua subjugação aos critérios económico-financeiras da Sra. Merkel, enquanto esta estiver à frente dos destinos da Baviera, o que representará, a muito curto espaço de tempo, um rasgar das propostas do novo inquilino do Palais de l'Élysée.
E este braço-de-ferro entre uma nova visão para a Europa em crise a as actuais medidas e projectos europeus delineados ou em discussão, com a forte subscrição alemã, irá colocar um evidente ponto de interrogação sobre o futuro da Europa, com evidentes repercussões nos planos de resgate em curso nalguns países membros.
Noutro âmbito, as eleições gregas, com os fracos resultados da Nova Democracia e do PASOK, mais do que criarem um grave problema político interno, vêm trazer um desafio acrescido à Zona Euro.
Tal como aconteceu em Itália, Portugal, Espanha, França (e as pressões políticas na Bélgica e na Holanda), o que o povo grego expressou em voto foi um notório “não” às políticas impostas pelo memorando de resgate e a forma como foram aplicadas, o que significa, por extensão, um redondo “não” à forma como a União Europeia tem lidado com a crise e com a falta de solidariedade e de “união” entre os estados membros.
A incapacidade de formação de governo, com a ausência de consenso entre os partidos gregos, vai ter repercussões ao nível do resgate financeiro e da própria sobrevivência grega no seio da Zona Euro e, eventualmente, na própria União Europeia. O que ainda estará por apurar é se esta realidade da Grécia não terá impacto nos países do sul: Irlanda, Itália, Espanha e, obviamente, Portugal.
Uma última nota para um outro dado resultante das eleições em França e na Grécia, que não deixa de ser curioso e, eventualmente, preocupante: o aumento e crescimento eleitoral de partidos radicais, sejam eles de extrema-direita ou extrema-esquerda. São os exemplos da extrema-direita nacionalista de Le Pen, o partido da Frente Nacional (agora liderado pela sua filha); a extrema-esquerda grega que foi a segunda força eleitoral nestas eleições; a eleição de vinte deputados do partido neo-nazi grego; ou até mesmo o aumento do partido “pirata” nas recentes eleições locais alemãs. Há leituras que não devem deixar de ser feitas quer ao nível da importância e relevância do papel dos partidos, dos políticos e das políticas de quem tem governado a Europa, recentemente.

publicado por mparaujo às 05:24

23
Fev 12
até pode ser falta de memória... mas inclino-me mais para um discurso de pura retórica e demagogia política. Quando não se tem um rumo concreto, quando não se tem uma argumentação consistente e clara, quando não se sabe ser oposição (para mal do PS e do país) só há lugar a banalidade e lugares comuns, para além de uma ausência gritante de propostas concretas.
A propósito desta afirmação pública (difundida pela maioria dos órgãos de comunicação social) de António José Seguro - "Seguro acusa Passos de ser seguidista face à Alemanha (acusando ainda o primeiro-Ministro de estar inactivo e de ser meramente seguidista face à Alemanha)" - convém recordar um período muito recente onde o ex-primeiro-Ministro, José Sócrates, corria para a Alemanha para regressar com um anúncio de mais um PEC. Curiosamente, um governo sustentado por António José Seguro.



E a propósito das frequentes acusações de que a acção do Governo está desenquadrada com o que foi assinado em maio de 2011 com a Troika, é interessante este trabalho produzido pelo Blogue "31 da Armada".
A ver...

publicado por mparaujo às 22:51

06
Nov 11

Face aos mais recentes acontecimentos que já extravasam a “targédia grega” parece relevante e preocupante que, ao fim de cerca de dez anos, a Europa tenha dado um enorme passo atrás na sua consolidação como um projecto de união solidária entre povos.
A verdade é que não é apenas o euro que está em causa. Esse será o reflexo de uma Europa que não se solidificou, não se democratizou, não soube respeitar a diversidade na unidade. Uma Europa cada vez mais a dois e retalhada, cada vez mais dividida e assimétrica, sem rumo, sem capacidade de resposta, sem solidez… cada vez mais questionável.
E as surpresas são constantes…
Primeiro a Grécia e as constantes peripécias e jogos estratégicos que ninguém percebe nem se justificam…
Depois surge a surpresa da Irlanda com o colapso bancário.
A seguir começava o ciclo das economias mais frágeis e, após tantos disfarces da realidade e tanto adiar o inevitável, surge a crise portuguesa.
E quando todos esperavam pelo afunda espanhol, eis que a “tragédia” e a factura da irresponsabilidade governativa bate à porta da terceira maior economia da zona euro: a Itália de Berlusconi.
Que mais falta acontecer a esta Europa?! 







publicado por mparaujo às 01:13

03
Mar 11
Nem sempre reparo nos artigos de opinião de Ferreira Fernandes no Diário de Notícias (embora leia regularmente o jornal).
E quando reparo nos seus artigos, nem sempre estou de acordo com as suas fundamentações, temáticas ou conteúdos.
No entanto, o "Um ponto é tudo" publicado hoje (3.03.2011) sob o título de "Obrigadinho pela vergonha" é um daqueles textos que, depois de lido e repensado, eu gostaria de ter escrito.
Um texto ao qual a sabedoria popular adjectivaria de "curto e grosso".
No fundo... brutal e espectacular.
publicado por mparaujo às 22:57

01
Mar 11
... à segunda só cai quem quer!!!!

Já ninguém acredita neste Governo… se calhar já nem o próprio Governo acredita em si mesmo.

As incoerências e incongruências das medidas e políticas governativas no combate à crise e na necessidade de estancar o défice das contas públicas são por demais evidentes. Infelizmente, para a maioria dos cidadãos que se vêem privados de parte dos seus salários, de direitos sociais, de melhor qualidade de vida, de mais desenvolvimento económico e social, os sacrifícios são muitos e não vão parar por aqui.
 
Mas tal como em Portugal, onde a confiança em José Sócrates roça o limiar do ponto zero, são imensas as dúvidas de que as instâncias europeias e internacionais ainda acreditem no sucesso orçamental deste governo.
 
Daí que a “visita” de Sócrates e de Teixeira dos Santos à Sra. Merkle mais não seja do que a confirmação do desaire da gestão do país e a confirmação da entrada da ajuda externa que, para o comum do cidadão, já tanto faz que seja o Fundo Europeu ou o FMI.
Mesmo que para as hostes socialistas seja conveniente que se entenda e se classifique o encontro como o garante do futuro europeu ou da sustentabilidade da Alemanha… como se Portugal tivesse um peso europeu de relevo ao ponto de servir como referência.

Resta saber até que ponto os portugueses conseguirão resistir mais, conseguirão suportar mais esforços e sacrifícios, conseguirão conter o descontentamento.
publicado por mparaujo às 22:34

07
Dez 10
Como diz a tradição popular: "contra factos não há argumentos!"
E os factos só demonstram que a nossa situação, em parte, é o reflexo da política do governo...
Entre 19 economias europeias e respectivos responsáveis governativos, "Teixeira dos Santos é o 4.º pior ministro entre 19". (fonte: DN on-line)
publicado por mparaujo às 21:45

17
Jun 10
José Sócrates acusa Pedro Passo Coelho de prejudicar a imagem externa de Portugal com a sugestão do recurso imediato ao fundo de ajuda europeu. (fonte: TSF on-line)

O que é mais importante?! O que interessa verdadeiramente nos dias de hoje?! Combater a crise ou esconder a realidade?! Enganar os portugueses e a Europa, como fez a Grécia e esperar pela hecatombe final, ou ter a coragem de assumir os factos e querer vence-los?!

É mais importante a imagem ou a realidade e o esforço pedido aos portugueses, mesmo que estes já pouco tenham para poderem ajudar e contribuir?!

É mais cómoda a posição da avestruz... cabecinha na areia e quem vier a seguir que feche a porta.
publicado por mparaujo às 23:09

12
Jun 10
Mosteiro dos Jerónimos - dia 12 de Junho de 1986.
Portugal aderia à (então) CEE - Comunidade Económica Europeia.

Hoje celebram-se os 25 anos de adesão.
Motivos para comemorar?! Não são muitos... antes pelo contrário.
Mas há 25 anos atrás que alternativas tínhamos?!
Era estar "dentro" ou "fora"... e a opção era mais que óbvia... longe vão os tempos do "orgulhosamente sós".
publicado por mparaujo às 00:19

09
Nov 09
Lembro-me perfeitamente... tinha 23 anos, ainda estava embrenhado activamente na política.
1949 marcava uma nova era geopolítica (europeia e internacional), com o fim da segunda grande guerra.
Em 1961, Berlim, a Alemanha, a Europa, o Mundo, via, estupefacto, a construção de um muro e de uma cortina de ferro que, mais que envergonhar, fracturava as nações, criava mitos, ideologias opostas, conceitos distintos.
Durante muitas décadas, o Mundo e a Europa viveu suspenso numa guerra fria (ideológica, política, económica, militar, cultural e científica).
Mas o mundo foi acordando para novas realidades...
A aspiração legítima dos povos de sentir a liberdade, a independência, a oportunidade, a união, foi abalando sistemas e "muros".
9 de Novembro de 1989 foi um marco histórico na vida de milhares e milhares de berlinenses e alemães. Mas 9.11.89 foi também um marco histórico para a Europa e o Mundo.
O arame farpado da cortina de ferro foi sendo recolhido na Hungria.
Os militares e tanques soviéticos deixavam Praga, Afeganistão e outros países.
Em Berlim oriental abriam-se as portas e o MURO veio abaixo, sem sangue, sem armas, só com a vontade do povo e o seu sentimento de liberdade e união.
Por outro lado, Gorbachov alterava o curso da história económica e política da ex-URSS.
Se para muitos europeístas, o centro político e estratégico está confinado à França, eu entendo que a Alemanha (e Berlim) pelo seu passado histórico (duas guerras mundiais) e o epicentro de uma viragem política mundial (a queda do muro de Berlim) é, mais do que a vertente económica, inigualável do ponto de vista geopolítico.
As Berlinenses e aos Alemães, obrigado e Parabéns.
publicado por mparaujo às 21:33

03
Out 09
À segunda (a primeira foi em Junho de 2008), 67.1 por cento dos eleitores irlandeses votaram “sim”, em relação ao Tratado de Lisboa.
Segundo as notícias veiculadas pela Comunicação Social, houve muitos eleitores que mudaram de voto (do Não para o Sim) e muitos que se abstiveram no primeiro referendo, votaram agora a favor.
Face a este resultados, José Sócrates veio congratular-se (ao mesmo tempo que se sente aliviado), pela Europa e por ele próprio (modéstia à parte).
Só que José Sócrates esqueceu-se de dois pormenores, verdadeiramente relevantes:
1. Que se congratulou por um resultado derivado de um referendo (neste caso, dois). Algo que ele próprio tratou de "abolir" em Portugal.
2. Que a Irlanda iria votar sempre SIM, nem que para tal fosse necessário realizar centenas de referendos. Além disso, é conhecida a "chantagem" europeia e os condicionalismo que envolveram esta eleição (garantia de lugares e fundos comunitários). Ou seja, a UE "comprou" esta eleição.

Congratulação de quê?!!

Actualização
Excelente este editorial de José Manuel Fernandes no Público de 04.10.2009
publicado por mparaujo às 21:56

10
Jan 08
Publicado na edição de hoje (10.01.2008) do Diário de Aveiro.

Crónicas dos Arcos
(já está) Tratado. Porreiro, pá!

O tabu referendo ao Tratado de Lisboa já está revelado.
A ratificação irá ser feita por via parlamentar. Algo que, apesar das vozes discordantes, já se antevia.
Primeiro pelas pressões da própria União Europeia (com receio de nova crise política no caso de se repetir os resultados no anterior processo). Segundo, como forma do Governo português manter a imagem de sucesso deixada como resultado da última presidência, onde o referido documento foi assinado.
Em terceiro lugar, porque em política (e por isso cada vez mais afastada dos cidadãos) o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira… e as promessas eleitorais raramente são cumpridas.
Mas há, igualmente, outras reflexões que merecem ser expostas.
A Constituição da República Portuguesa, no seu artigo Artigo 115.º (Referendo), ponto 3, define que “o referendo só pode ter por objecto questões de relevante interesse nacional que devam ser decididas pela Assembleia da República ou pelo Governo (…)”.
O que está então em causa? A soberania nacional? A nossa independência? A continuidade na comunidade europeia ou na zona euro?
O Tratado (e por isso denominado de “tratado” e não de “constituição”) é, independentemente da concordância ou não aos seus articulados, um acto administrativo de alteração de tratados já existentes ou de reestruturação organizacional.
Para isso, existem, eleitos democraticamente pelos cidadãos, as representações legislativas e governativas.
É o processo inerente e sustentável da democracia.
Porque não se levantaram, à data, as vozes anti-europeias, reclamando um referendo (esse sim, legitima e politicamente evidente) sobre a nossa adesão à Comunidade Europeia (na altura CEE)?!
Onde esteve o referendo ao tratado de Maastricht?!
Porque não ouvimos as mesmas vozes na adesão à zona euro?!
Porque não ouvimos a mesma reclamação quando Portugal foi “obrigado”, por imposição europeia, a reformular todo o seu ensino superior para o enquadramento com o Processo de Bolonha, descaracterizando (e em alguns casos, desacreditando) toda a formação superior?!
Nesses actos é que estava em causa a nossa soberania, cultural, política e económica. Nessa altura é que ficou, para o bem ou para o mal (e mais para este último), determinado o futuro de Portugal. Futuro cada vez menos independente. Dependente do Banco Europeu, das decisões administrativas de Bruxelas, do peso económico da Alemanha, do peso político de França, da aliança atlântica de Inglaterra.

Para continuar a ler AQUI
publicado por mparaujo às 13:37

09
Jan 08
publicado por mparaujo às 13:48

18
Dez 07
Determina a nossa constituição que é um direito de qualquer cidadão, como garante da consolidação da democracia, a participação directa na vida política.
Este direito do exercício dos valores de cidadania, tem várias formas e contextos.
Desde o direito de eleger e ser eleito, passando pelas petições ou representações, terminando nos referendos.
A mesma constituição determina que os referidos referendos devem ter como objecto questões de relevante interesse nacional.
Pode-se, deste modo, colocar a questão sobre a relevância ou não do Tratado de Lisboa. Da mesma forma que foi indiscutivelmente relevante e importante para o país a nossa adesão à Comunidade Europeia em 1986 ou até mesmo a assinatura do Tratado de Maastricht em 1991. E tais factos não foram referendados.
Parece-me, pois, que a questão do referendo ao Tratado de Lisboa é apenas um argumento ou arma política dos anti-europeístas que, à falta de outros argumentos, se esgrimam por um facto que, nesta data, não se avista de tão relevante.
Isto porque a própria história do processo europeu tem definidas regras mais ou menos sólidas e democráticas. Para tal é que se elegem os deputados ao parlamento europeu. Para tal é que se elegem os deputados à Assembleia da República. O que seria da nossa política se tudo o que fosse importante, fosse igualmente considerado relevante?! Deixaríamos, com certeza, de necessitar de deputados (o que nalguns casos seria o mesmo que poupar no erário público).
Por outro lado, basta sermos coerentes com a realidade do nosso país. Basta para tal fazermos um ligeiro exercício de memória e recordarmos o valor da abstenção na última eleição europeia.
A questão é que os portugueses ainda não se consciencializaram sobre o papel e o peso da União Europeia nos destinos do país. Para a grande maioria dos portugueses a Europa ainda continua a ser o paraíso dos subsídios e nada mais. É ainda uma verdadeira miragem e um sonho (ou pesadelo, conforme a opiniões).
Daí que referendar o que ninguém sabe, quer saber ou tem curiosidade em entender, é o mesmo que pedir a um jovem emigrante (da 3ª geração) que participe nas eleições presidenciais portuguesas.
Concordando com o Presidente Cavaco Silva, é altura para se efectuar, digna e profundamente, um debate sobre a realidade europeia e o contexto de Portugal nessa mesma realidade.
É altura de explicar e ensinar quem quiser aprender.
publicado por mparaujo às 23:43

02
Dez 07
fonte: Lirio da Fonseca/Reuters
Ramos Horta sempre teve a minha empatia, o meu reconhecimento pelas suas capacidades e o meu respeito pela importância e relevância que teve na "libertação" de Timor. Um lutador, um resistente, um Grande Homem!
Já aqui o afirmei...
É, por isso revoltante que uma personalidade como Ramos Horta tenha a humildade e a sinceridade de, publicamente, referir que Durão Barroso é o seu candidato a prémio nobel da paz, quando nunca se ouviu qualquer responsável do poder político, social e cultural deste país (de ingratos) defender a sua candidatura a Secretário Geral da ONU.
Somos mesmo um país de ingratidões..
publicado por mparaujo às 20:33

20
Jun 07
Aproveitando esta réstia de calor, mesmo na véspera do dia que marca o início do Verão (onde é que ele pára?), a minha cegonha Matilde teve a visita da sua prima de Paris - Claudette.
Cuscas… ninguém consegue imaginar pior que aquelas duas juntas.
Intrometidas em tudo o que não lhes diz respeito, é uma verdade. Mas nada de mentiras. Isso não… mentir é feio, mesmo para uma cegonha.
Vai daí que a Matilde veio logo a voar contar-me a última novidade lá da Europa.
Então não é que a prima Claudette ouviu dizer (ou melhor - ouviu grasnar) que os salários em Portugal deverão aumentar apenas 0,3% este ano e 0,2% no próximo ano, de acordo com as previsões da OCDE. Os mesmo dados apontam para que o emprego cresça apenas 0,7% este ano, 0,7 pontos percentuais abaixo da média dos 15 mais antigos Estados membros da EU.
A média dos aumentos entre os países da OCDE será, de acordo com o referido relatório 1,4 por cento em 2007 e de 1,7 por cento em 2008.
Ainda tentei argumentar, que não deveria ser bem assim, que não podia ser verdade, que se calhar a Matilde não percebeu bem o francês; mas qual quê. Ainda se virou a mim. Sim porque ela até tirou um curso intensivo de Verão, no ano passado.
publicado por mparaujo às 23:57

22
Nov 05
Após alguns dias de descanso (e suponho de reflexão) João Pedro Dias, in Politika Pura, regressa com um post muito interessante e com questões extremamente pertinentes sobre o futuro da europa, estruturado nos acontecimentos de França e com as recentes medidas salariais da nova chanceler alemã. Para consultar (obrigatoriamente) Aqui.
publicado por mparaujo às 10:36
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