6 comentários:
O Obama falou muito... deixou cair 50% do Iraque e 40% da Síria, ao mesmo tempo que perdeu 50000 milhões de dólares investidos em 3 anos por ele, nesse locais. E porquê? Porque ficava mal usar a força e os meios de comunicação social criticá-lo. O que fez a seguir? Enviou mais de 125000 soldados, distribuidos em forças especiais ou de formação, para poder dizer que não tinham qualquer missão. No Afeganistão estava a acontecer o mesmo. Quase metade do país já estava a cair de volta para os Talibans. Na Síria o Daesh não conquistou Damasco, porque a Rússia entrou a doer atingido o suporte financeiro do Daesh... enquanto o Obama mandava atacar os líderes.
O equilíbrio é pequeno mas, com radicais, ou se mostra força ou as negociações não passam de nevoeiro enquanto eles conseguem tudo o que querem.
Já agora, o ataque não visou só a base aérea. Metade dos misseis tiveram outro destino que permitiu a conquista de 3 aldeias na entrada de Raqqa.
Manuel a 8 de Abril de 2017 às 10:16

Mesmo que concordando com a maioria dos pressupostos nada legitima que tenha havido uma posição unilateral, sem o apoio ou a legitimidade prévias da comunidade internacional (ONU/Cons.Segurança).
Colocar nas mãos do livre arbítrio político-militar de um país (QUALQUER QUE ELE SEJA) a função/missão de justiceiro é demasiado perigoso para um mundo que vive, hoje, em pleno sobressalto e conflitualidade.
E a Rússia, neste caso concreto, não se pode colocar na imagem de inocente, porque o não é.
mparaujo a 8 de Abril de 2017 às 22:14

Concordo inteiramente que o mundo está mais perigoso.
Acredito que este tenha sido apenas o primeiro acto de maior gravidade que o Trup cometeu. Não duvido que mais se iram seguir
marrocoseodestino a 8 de Abril de 2017 às 08:27

Só receio que essas (também minhas) dúvidas se tornem certezas.
mparaujo a 8 de Abril de 2017 às 22:10

" Vivemos num barril de pólvora com o rastilho "à mão de semear".

Mundo frágil este, e nas mãos de loucos.
O que Trump disse, em 2103,está esquecido naquela cabeça oca e ávida de poder, e de quem o rodeia.


Maria Araújo a 7 de Abril de 2017 às 18:51

Só espero que isto não seja o princípio de uma escalada de confrontos e conflitos onde as armas terão mais força que a política e a diplomacia.
mparaujo a 8 de Abril de 2017 às 22:09