Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

26
Mar 15

Luis Miguel Rocha.jpgQuando morre alguém ligado às artes, literatura, cinema, teatro, etc, há uma tendência para inundar as redes sociais de lamentos, mensagens, extractos de poemas, frases, livros ou pinturas de quem faleceu.

Sem qualquer tipo de constrangimentos ou sem qualquer tipo de pudor ou do "politicamente correcto", muitos dos comentários e post (aconteceu recentemente com o poeta, que nunca li, Herberto Helder) têm a "assinatura" google ou wikipédia. Há quem lamenta e chore lágrimas de crocodilo sobre quem nunca leram ou viram (arte) mas que fica bem falar.

Orgulho-me de ser do contra. Não tenho o condão, nem as capacidades (sejam elas quais forem) de ler tudo, nem ver tudo, mesmo que já tenha ido ao Louvre. Não embarco nessas ondas.

Hoje, não é o caso. Há quatro espaços preenchidos (acho que falta lugar para mais dois), e agora mais que lembrados, na "biblioteca doméstica": O Último Papa - A Bala Santa - Mentira Sagrada - A Filha do Papa.

Fiquei chocado quando vi a informação da Agência Lusa que reproduzo através da notícia da revista Visão.

Abruptamente ficou muito por percorrer de uma promissora carreira literária, ficou muito para viver para quem apenas tinha 39 anos.

Lá em casa ficará sempre. R.I.P. Luís Miguel Rocha.

«Lisboa, 26 mar (Lusa) - O escritor Luís Miguel Rocha, 39 anos, autor de obras como "O Último Papa", morreu hoje em Mazarefes, distrito de Viana do Castelo, vítima de doença prolongada, disse à agência Lusa fonte próxima da família.
De acordo com a mesma fonte, o escritor encontrava-se doente há algum tempo, esteve internado no Hospital de Viana do Castelo e nos últimos dias estava em casa da família, em Mazarefes.
Nascido no Porto, em fevereiro de 1976, o autor português escreveu vários livros com sucesso internacional, como o "O Último Papa" (2006, editora Saída de Emergência), que expõe uma teoria sobre a misteriosa morte de Albino Luciani, o Papa João Paulo I, envolvendo a maçonaria italiana, e "A Filha do Papa" (2013, Porto Editora), sobre segredos do Vaticano.» (in, revista Visão)

publicado por mparaujo às 11:10

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