Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

30
Set 17

Portugal, depois de ter feito (re)nascer a liberdade, a democracia, as garantias fundamentais, o direito ao voto, a meio deste percurso de crescimento democrático inventou esta rolha censuratória, castradora da liberdade de expressão e opinião, que é o velório eleitoral em véspera de eleições e que se convencionou chamar de "Dia da Reflexão" (já havia poucos "dia de...", é só mais um).

Como felizmente a minha cabeça ainda vai tendo algumas capacidades de assimilar e tomar opções próprias, a reflexão está há muito tempo feita e a respectiva consequência assumida.

Como as eleições alemãs já tiveram o seu "palco analítico" e sobre as "...." não se pode falar, resta olhar para o lado de lá da fronteira.

Não será, de todo, pacífica a resolução do conflito (para já) político entre Madrid (Espanha) e a Catalunha. O processo começou torto no parlamento catalão e tornou-se ainda mais complexo com as posições e opções intempestivas tomadas pelo governo de Mariano Rajoy. E, agora, é o que a sabedoria popular portuguesa costuma (e bem) dizer nestes casos: está o caldo entornado.

Pessoalmente, acho que Madrid e o Palácio da Zarzuela deviam repensar as suas posições (mesmo que constitucionais): deixavam ir a Catalunha e anexavam Portugal no lugar dos catalães.
Não era mais do que reviver a história já que os castelhanos voltaram a ter, no trono, um Filipe.

macaco-pensativo-2.jpg

publicado por mparaujo às 21:50

3 comentários:
Franco, desculpem, Mariano Rajoy... deu um tiro no próprio pé, antes da reacção à lá Coreia do Norte o "Não" na Catalunha tinha uma grande vantagem sobre o "Sim". Agora, todos os catalães querem a independência (e não só).
Qualquer português, tem de sentir pelo menos "simpatia" com a posição da Catalunha... hoje, podíamos ter sido nós .
P.R. a 2 de Outubro de 2017 às 10:11

Veio o grunho que comanda o referendo na Catalunha dizer, entre outros disparates, que o que lá se passa hoje, declarar a independência devidamente acompanhada de porrada e água à jarra, não é um problema de Espanha, é um problema da União Europeia. Da minha parte quero dizer a esse grunho que me estou a cagar para a Catalunha. E eu faço parte da União Europeia, contrariamente a esse grunho que, se se tornasse independente, estava automaticamente fora da União Europeia.
Cojones, cunho. a 1 de Outubro de 2017 às 17:17

E eu estou-me a cagar para Espanha, para o novo franquismo e para portugueses sem consciência como tu.
Catalunha independente já! E viva Portugal.
P.R. a 2 de Outubro de 2017 às 09:52

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