Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

04
Dez 16

ou como manter o sonho de também poder vir a ser Presidente.

Globalização é isto...

Somos capazes de bramir raios e coriscos sobre as lojas chinesas que, cada vez mais, proliferam pelas nossas cidades e vilas.

Ahhh e tal e coiso e cum catano.... não têm qualidade nenhuma, é tudo falsificado, não pagam impostos, têm uma data de isenções.

Mas num abrir e fechar de olhos compramos roupa na Bershka, Salsa, Mango, Lacoste ou sapatilhas da Nike, Adidas ou Puma, com a respectiva etiqueta "Made in China".

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publicado por mparaujo às 13:52

17
Abr 15

fernando ulrich - bpi.jpgDo paradoxo "economicês"...

É mais que enorme a discussão em torno da falta (e das razões) de investimento em Portugal (seja interno ou externo, seja privado ou público) com consequentes impactos na economia e na saída da crise nacional.

Há ainda a percepção generalizada de uma incapacidade do tecido económico nacional para o investimento, onde se insere a banca portuguesa. Banca essa, hoje em dia, claramente manchada e com uma péssima imagem junto da sociedade (casos BPP, BPN e BES, a que se acresce a actuação do Banco de Portugal).

Há também a percepção, seja por questões ideológicas, seja por razões pragmáticas como a falta de recursos e estrutura, que o Estado não consegue, nem pode, nem deve, gerir tudo, mesmo que isso fosse para bem de todos. Não consegue, não deve, não pode, não tem dinheiro, nem recursos para tal. Isto pode implicar, e implica, a cedência de alguns sectores ditos (ou chamados) estratégicos, como é o caso da energia, transportes, águas, combustíveis, etc.

Mas mesmo assim ainda há quem, perante a nossa incapacidade de investir, perante a débil capacidade de intervenção da nossa banca (BPI, por exemplo) para investir e participar na criação de riqueza nacional, perante estas incapacidades, ache mal que os outros, tendo os recursos, invistam em Portugal, mesmo nos sectores estratégicos.

Tudo isto cheira a "mau perder"...

Pessoalmente, Sr. Presidente do BPI, Fernando Ulrich, tenho que lamentar a nossa incapacidade e falta de competitividade financeira para competir com o investimento estrangeiro, seja ele chinês, alemão, angolano ou marciano.

Só não lhe fica nada bem, perante a perspectiva de perder a corrida ao Novo Banco, que venha dizer mal do investimento chinês sem apontar qualquer argumentação válida (apenas a comparação a Angola, sem senso nenhum).

Como uma vez não teve pejo nenhum em dizê-lo, devolvo-lhe a afirmação: "Ai aguenta, aguenta..."

publicado por mparaujo às 17:19

06
Nov 10
Análise resumo (por dificuldades linguísticas) do primeiro dia da visita do Presidente da República Popular da China, Hu Jintao, a terras lusas (pelo menos a uma parte delas).
Contexto:
Portugal enfrenta com dificuldades uma das maiores crises financeiras da sua história, com os juros da dívida pública a subirem a um nível histórico (cerca de 6,4%) e com alguns nós financeiros por desatar, como por exemplo o incompreensível investimento no BPN.
Os portugueses,  face às medidas e políticas de austeridade implementadas, vão ter de fazer muitos sacrifícios, nomeadamente nas suas opções de compra (mais barato, mesmo que pior).
Factos:
Presidente da China visita Portugal e dispõe-se a aumentar as relações comerciais, bem como adquirir divida pública e investir no capital do BCP.
Consequências:
Portugueses trocam MacDonald's por restaurantes chineses.
Portugueses deixam de ir aos hipermercados (mesmo ao do Tio Belmiro). Lojas chineses proliferam e tornam-se roteiro obrigatório.
Portugueses abandonam banca nacional ou estrangeira, até agora a operar em Portugal. Transferem os seus depósitos para sistema bancário chinês = BCP. Os juros são mais baixos mas as taxas bancárias, os spreads, as comissões compensam...
Com o aumento exponencial da presença chinesa em Portugal, chinês torna-se terceira língua oficial portuguesa, ultrapassando o mirandês no ensino obrigatório nacional.
Os sete castelos da bandeira portuguesa podem, salvaguardando-se as cerimónias oficiais, ser substituídos por pagodes, perpetuando-se e reutilizando-se a maioria das bandeiras do Euro2004.
No que respeita aos direitos fundamentais, basta dar um saltinho à vizinha Espanha para respirar um pouco de "ar puro" e depois regressar.
As crianças vão trocar as Barbies e as PSP pelos Pokemon's e Tomagochi's. Acaba-se o imperialismo capitalista americano.
Em termos de desenvolvimento da economia portuguesa, vamos ver surgir a implantação de fábricas como a Nike, Adidas, Puma, Nikon, etc, que para além do claro combate ao desemprego, serão instaladas junto a centros educativos/escolas para servirem de prolongamento das actividades escolares/curriculares.

E acho que já chega de "chinesices"... porque já estou com os olhos em bico!!!
publicado por mparaujo às 23:21

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