Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

04
Set 17

A propósito da notícia do Diário de Aveiro a página oficial do filme "O Reencontro" pergunta «Foi um dos que encheu o Centro Cultural e de Congressos de Aveiro?» no passado sábado. A resposta é pronta e clara: Sim... eu estive lá.

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O propósito era o de presenciar a estreia da jovem aveirense, assistente de informação na RTP, como realizadora e assistir à estreia absoluta do seu primeiro trabalho cinematográfico "O Reencontro".

A escolha de Aveiro, terra natal, para esta primeira revelação resultou numa interessante aposta. O risco inerente a uma estreia, o nervosismo óbvio de quem desconhece, de todo, o que serão a reacção e as expectativas do público (consideravelmente heterogéneo, geograficamente distinto) rapidamente se transformou numa ambiência geral informal, descontraída, à imagem da personalidade da realizadora, muito por força da apresentação desinibida e descontraída do jornalista e pivot da RTP, João Fernando Ramos, também ele com ligações pessoais a Aveiro.

Aliás, Aveiro foi referência inicial nesta estreia desde o apresentador, à mensagem de boas-vindas e de felicitações do Presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Eng. Ribau Esteves, passando por um conjunto de parceiros/patrocinadores da região, até à própria Daniela Guerreiro que não esqueceu uma das identidades culturais de Aveiro - a cerâmico - apresentado-se no Centro Cultural de Congressos com um fantástico vestido estampado de azulejos.

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O filme, que espelhou a capacidade e a coragem da Daniela Guerreiro em concretizar e tornar realidade o seu sonho de realização (que não será, garantidamente, passo único) apresenta-nos um enredo que se descobre bem perto do final mas que se reconhece consistente e coerente com o desenrolar dos vários contextos que nos são apresentados desde o início. E é, igualmente, coerente com o título e a mensagem de apresentação: um jovem que, por razões e vivências familiares, se vê na "obrigação moral" de percorrer o Caminho de Santiago (entre Viana do Castelo e Santiago de Compostela) de forma solitária, encontrando-se a cada passo, em cada etapa, terminando por Reencontrar a sua própria história de vida e interioridade.

Não é, nem parece que tenha sido esse o propósito, um filme sobre os Caminhos de Santiago (mesmo que se tenha baseado em duas obras literárias daquele que é considerado o maior escritor português sobre o Caminho de Santiago, Luís Ferreira, presente na estreia). Mas mesmo para aqueles que já foram peregrinos (mesmo que pelas mais diversas razões e meios) o filme  não deturpa a essência da peregrinação a Santiago de Compostela: momentos de interioridade e de reencontro pessoal. A simplicidade da história e das paisagens (muito bom no que respeita à imagem e fotografia), a aposta na inexperiência de representação, tornam o filme mais próximo e mais realista e verdadeiro.

Os cerca de 60 minutos que prenderam tantos que encheram as cadeiras do Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos de Aveiro foram bem despendidos, o que só pode ter como resultado final a motivação da Daniela e de toda a equipa (actores, técnicos, produção) para continuarem a promover este interessante projecto e a concretizarem outros sonhos futuros com novos projectos. Com a mesma ambição, a mesma dedicação, o mesmo empenho e a mesma coragem.

Que venham mais Reencontros.

publicado por mparaujo às 22:14

29
Ago 17

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"O Reencontro" é o primeiro filme da Daniela Guerreiro e projecta na tela a aventura de um jovem que percorre o Caminho de Santiago, por trilhos portugueses e espanhóis, ao (re)Encontro com vivências intensas, com descobertas que transformam, com o presente e as memórias vivas de outras gerações, que permitem construir uma forte interioridade e que permitem um Reencontro consigo. Um caminho difícil, tortuoso, solitário, mas rico de experiências.

Este é o seu primeiro sonho tornado realidade. O seu primeiro filme como realizadora e argumentista, com estreia marcada para o dia 2 de setembro, às 21:00 horas, no Centro Cultural e de Congresso de Aveiro, não é mais do que o primeiro passo para trilhar futuros caminhos e muitos mais e excelentes "Reencontros".

Quisemos saber o porquê, o como e o futuro. A Daniela Guerreiro revelou-nos tudo... sem esconder nada.

(Debaixo dos Arcos) É perceptível que este filme resulta de um sonho bem claro de abraçares a projectos cinematográficos e a realização. Está concretizado o sonho... Mas porquê um filme sobre o percurso dos Caminhos de Santiago? O que levou à escolha deste tema? Poderia ser sobre a emigração jovem, sobre um Reencontro mas numa ida a Fátima, sobre tanta outra coisa... mas foi sobre algo que ainda é, apesar de secular, muito restrito e obscuro aos olhos da maioria dos portugueses.
(Daniela Guerreiro) É difícil escolher o tema de um filme, confesso. Eu tinha vontade de fazer um projeto cinematográfico e passei muito tempo a pensar sobre o que deveria retratar. Conversei e partilhei essa minha vontade com pessoas de confiança e acabou por suscitar essa ideia dos Caminhos de Santiago. Depois foi preciso tempo para a desenvolver. O tema em si tem muita história e há cada vez mais pessoas, de várias idades, a querer passar por essa experiência. Achei que poderia ser interessante retratar essa realidade. Os peregrinos têm um espírito e entrega incríveis – quem por lá passa é que o sabe bem! Por outro lado, a nível de produção, como implicaria viagens e uma logística maior porque a cada dia estávamos mais longe de casa – também seria um desafio maior para mim.

(DB) Como é que surgiu a selecção do elenco, da equipa técnica? Como é que conseguiste reunir à tua volta este interesse por um filme com esta temática?
(DG) Posso dizer que sempre que apresentava o projeto a alguém tinha imensa recetividade. Apesar de tudo, o que estava a proporcionar era uma experiência única, intensa e desafiadora. O Gabriel [actor principal] eu já conhecia e foi das primeiras pessoas com quem falei sobre a ideia – ainda nem nome tinha. Em relação ao elenco, procurei referências junto de pessoas que já estivessem no meio e pesquisei muito – dentro daquilo que precisava e das personagens que tinha idealizado. Relativamente à equipa técnica, tentei arranjar pessoas com experiência para cada um dos cargos que tinha. Alguns acabaram por ser pessoas que tinham estudado na minha faculdade, nem todas no meu ano.

(DB) Acredito que o que te tenha dado mais prazer, onde te terás sentido mais feliz, foi teres um resultado final, chegares ao fim do projecto, fazer (agora) a sua apresentação pública. Mas o percurso adivinho que não terá sido fácil.
(DG) O percurso não foi nada fácil. Pelo contrário… Até partir em viagem, pensei em ligar para toda a gente a dizer “Não venham!”. Deu muito trabalho preparar tudo ainda para mais quando tinha 14 pessoas (contando comigo) à minha responsabilidade. Mas foi muito bom! Aprendi a lidar com imprevistos, com pessoas diferentes, a sair dum ambiente em que me sentia confortável. Esta experiência mostrou-me que não há impossíveis. Foi uma grande lição! Perceber que me superei a mim mesma, com tantas adversidades, faz-me sentir orgulhosa deste projeto, de quem participou e de quem o apoiou.

(DB) Em recente notícia do Diário de Aveiro afirmaste que uma das maiores dificuldades foi a vertente dos apoios. Sentiste esta dificuldade porque as várias entidades e empresas não apostam no cinema ou foi por algum cepticismo em relação ao projecto?
(DG) A maior parte das empresas fecham-se a patrocínios e apoios, fogem só de ouvir falar. E comparando com outros países, em Portugal a cultura não é uma área onde por si hajam muitos apoios. Muito menos quando se fala no nome de alguém desconhecido. Eu tinha uma folha – frente e verso – com nomes de empresas a quem pedi apoios - monetários e em produtos… Apresentei o projeto via email, pessoalmente ou por telefone de acordo com aquilo que conseguia. Perdi muitas horas em frente ao computador e ainda mais ao telefone. A minha lista resumiu-se a poucas entidades. Era a realidade que tinha e tive de me adaptar a isso. Como se costuma dizer – poucos e bons! Estou muito grata… a quem apostou no meu filme e confiou em mim. Procuro não os desiludir. Até para não fechar portas de outras pessoas que sonham como eu.

(DB) Aconteça o que acontecer (e vão acontecer coisas boas no próximo sábado, de certeza) o filme está pronto, a estreia vai realizar-se. O sonho está concretizado. E agora? Como é que vai ser daqui para a frente, no futuro, a tua faceta comunicacional? Não acredito que este vá ser "filho único".
(DG) Estou muito concentrada neste "filho" que também eu espero que não seja o único. Tenho várias ideias, mas tenho de dar a este o tempo que ele precisa. Quero encher o auditório do Centro Cultural de Congressos de Aveiro e viver esse dia na sua plenitude. É meu e ninguém mo vai tirar da memória. Depois quero chegar a várias localidades, mostrar o meu trabalho a Portugal inteiro e quem sabe, percorrer o mundo. A minha faceta comunicacional fica sempre, as imagens e histórias também falam...

Aveiro tem o privilégio de ser o primeiro local escolhido para a estreia deste "O Reencontro" que terá lugar no dia 2 de setembro, às 21:00 horas, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, com entrada livre. Uma estreia que promete mexer com Aveiro.

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publicado por mparaujo às 00:07

17
Ago 17

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Quem de nós nunca procurou ou quem nunca necessitou, como ar que respiramos, de um Reencontro consigo mesmo, com a sua interioridade, com a redefinição de um "Eu" mais consistente e mais fortalecido?

São inúmeros os meios que se podem descobrir para atingir esse objectivo... são vários os caminhos que podem ser percorridos até essa descoberta, até esse Reencontro.

Um desses caminhos que permite um intenso Reencontro é o "Caminho de Santiago" que a jovem aveirense Daniela Guerreiro soube, majestosamente, espelhar numa curta metragem.

"O Reencontro" é o primeiro filme da Daniela Guerreiro e projecta na tela a aventura de um jovem que percorre o Caminho de Santiago, por trilhos portugueses e espanhóis, ao (re)Encontro com vivências intensas, com descobertas que transformam, com o presente e as memórias vivas de outras gerações, que permitem construir uma forte interioridade e que permitem um Reencontro consigo. Um caminho difícil, tortuoso, solitário, mas rico de experiências.

Aveiro tem o privilégio de ser o primeiro local escolhido para a estreia deste "O Reencontro" que terá lugar no dia 2 de setembro, às 21:00 horas, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, com entrada livre. Uma estreia que promete mexer com Aveiro.

Cerca de 34 minutos vão deixar-nos, garantidamente, pregados ao ecran também à procura dos nossos "reencontros".

Um filme, uma viagem, uma aventura, um REENCONTRO que merecem ser descobertos.

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Daniela Guerreiro é uma jovem aveirense, com 23 anos, que após a conclusão da licenciatura em comunicação social e o estágio na RTP (Lisboa e Porto) lançou-se no seu próprio reencontro pessoal e profissional.

Este é o seu primeiro sonho tornado realidade. O seu primeiro filme como realizadora, argumentista e também produtora, com estreia marcada para o dia 2 de setembro, não é mais do que o primeiro passo para trilhar futuros caminhos e muitos mais e excelentes "Reencontros". Garantidamente...

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publicado por mparaujo às 22:45

12
Ago 14

Morreu Robin Williams. Não tem a mínima relevância se suicídio ou outra causa. Robin Williams foi encontrado sem vida em sua casa. Ponto.

Para sempre calou-se a voz que, em cenário de guerra, "acordava" os soldados americanos "perdidos" em terras do sudoeste asiático: "Good Morning Vietname". Ou que se perdeu a irreverência do ensino ou da paixão literária em "Oh Captain, my Captain...".

No fundo... fazia parte daquele grupo em que eram "todos uns bons rapazes".

Dos melhores filmes aos menos conseguidos, mas sempre de forma irrepreensível. Sempre exclente... sempre GRANDE.

Até sempre, Robin Williams. Carpe diem.

publicado por mparaujo às 09:24

02
Fev 14

O dia em que é divulgado o falecimento do actor (um dos que me prendia ao ecrã) Philip Seymour Hoffman, é "inundado" com a referência ao óscar de melhor actor principal, conquistado em 2005, pelo papel desempenhado em Capote.
Mas entre uma série de filmes que enaltecem o seu excelente desempenho como actor, fica-me para sempre na memória o seu papel no filme Doubt (A Dúvida - 2008), aliás, muito perto de conquistar o óscar de melhor actor secundário em 2009 (assim, como Meryl Streep esteve quase a conquistar a estatueta dourada pelo papel principal).

R.I.P.
O cinema ficou mais pobre.

publicado por mparaujo às 22:50

18
Fev 12
Dois cineastas portugueses...
Dois filmes...
Três prémios que honram e dignificam o esforço do cinema português, concedendo-lhe visibilidade e dignidade.

O filme "Rafa", de João Salaviza, conquistou (hoje, dia 18.02.2012) o Urso de Ouro de Melhor Curta-Metragem, no Festival de Cinema de Berlim. (já tinha ganho a Palma de Ouro das curtas-metragens em Cannes, com "Arena", em 2009).
A curta tem nos papéis principais Joana de Verona e Rodrigo Perdigão, e a sua história centra-se num rapaz de 13 anos, residente na margem sul, que vai para Lisboa à procura da mãe.




Já na sexta-feira (ontem, 17.02.2012) o filme “Tabu” de Miguel Gomes, em competição no Festival de Cinema de Berlim na categoria das longas-metragens, venceu o prémio da crítica internacional atribuído pela Fipresci (Federação Internacional da Imprensa de Cinema).
O filme apresentou-se como um dos fortes candidatos ao prémio final que acabou por ser conquistado pelo filme "Cesar Must Die", dos irmãos italianos Paolo e Vittoo Taviani.
"Tabu", é uma saga a preto e branco sobre um amor louco passado em África. A estreia, que deverá acontecer em Portugal em Abril, conta no elenco com Ana Moreira, Carlotto Cota, Teresa Madruga, entre outros.


Além disso, ainda "Tabu", o filme de Miguel Gomes, ganhou o Prémio Alfred Bauer do Festival de Cinema de Berlim, galardão que distingue o carácter inovador do filme, anunciou hoje o júri do certame, na gala de atribuição dos prémios.
publicado por mparaujo às 22:24

02
Jan 12
Os meses de Janeiro e Fevereiro deste no ano estão recheados de surpresas interessantes e oportunidades únicas.
Mesmo com os sinais dos tempos, é possível manter e oferecer Cultura no Teatro Aveirense...
O resto da responsabilidade de manter viva a sala nobre cultural de Aveiro caberá a cada um dos aveirenses (e "vizinhos").
A cultura também desenvolvimento social e económico.

Destaques da programação do Teatro Aveirense para Janeiro de 2012

Dia 4 de Janeiro, quarta-feira, 21.30 horas
Concerto dos Reis da Orquestra Filarmonia das Beiras + Vitorino

Para a Orquestra Filarmonia da Beiras - OFB faz todo o sentido começar o novo ano com música. O tradicional Concerto de Ano Novo e Reis constitui um dos momentos marcantes da temporada musical da Orquestra, não só pelo extraordinário clima festivo que rodeia este espectacular programa, mas também pela habitual participação de um público que, ano após ano, atende com entusiasmo ao concerto para festejar a chegada do Ano Novo. 
Para o início deste ano, a OFB, sob a direcção do Maestro António Vassalo Lourenço, apresentará um programa onde exibirá, na primeira parte, as habituais valsas e polcas de Strauss, tão características e apropriadas para esta quadra. Na segunda parte, a OFB terá um convidado especial: o cantor Vitorino. Depois de ter enchido os coliseus para comemorar 35 anos de carreira, volta aos palcos para um espectáculo que trará calor e alegria ao público e ao novo ano.
Preço único: 5 Euros  -  Sala Principal  -  Duração: 90m


8 de Janeiro de 2012, Domingo, 11.00 horas
Concerto Promenade - Conservatório Música Aveiro

O Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian associa-se ao Teatro Aveirense para a criação de concertos Promenade. Uma oportunidade de ouro para quem procura uma introdução à música erudita ou apenas momentos musicais de uma qualidade incontestável.
Programa 
O. Respighi - Ancient Airs and Dances  /  Balleto  /  Gagliarda  /  Villanella  /  Passo Mezzo e Mascherada  /  Ney Rosauro - Concerto para Marimba e Orquestra  /  3º Andamento (Dança)  /  Jules Massenet - Meditation from “Thais”  /  George Bizet - Scenes From Carmen – suite nº 1  Prélude  /  Aragonaise  Intermezzo  /  Les Toreadors  /  Edward Elgar - Pomp And Circumstance – March nº1
Fernando Lapa - Para um Natal Português 
Caminhando vai José, caminhando vai Maria  /  Pastores que andais na serra  /  Ó meu menino Jesus  /  Alegrem-se os Céus e a terra   (Preço único: 2 Euro)


13 de Janeiro de 2012, sexta-feira, 21.30 horas
Lago dos Cisnes - Ballet do Teatro Nacional Russo de Moscovo

Esta obra prima do ballet clássico envolve-nos através de uma impressionante coreografia, num inesquecível conto de fadas. 
O Ballet do Teatro Nacional Russo de Moscovo representa esta obra única, captando a essência, a beleza da história e a harmonia da música de Tchaikovsky. Mais de 40 bailarinos pisam o cenário nesta versão da obra coreografada pelo famoso bailarino Alexei Fadeechev e apresentada pelo famoso Ballet do Teatro Nacional Russo de Moscovo. 
O Lago dos Cisnes converteu-se num símbolo do Ballet, nesse tipo de espectáculos que vale a pena ver pelo menos uma vez na vida, e que uma vez que o fazemos é impossível não repetir.


20, 21 e 22 de Janeiro de 2012, sexta-feira, sábado e domingo, 21.30 horas
Ciclo Edgar Pêra - Cine Diário Regional /
Diários e Retratos (Concentrado de Filmes Pêra) - A Janela (Maryalva Remix) - Movimentos Perpétuos: Tributo a Carlos Paredes

No contexto da Rede Recentar que reúne o Teatro Aveirense (Aveiro), Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), Teatro-Cine de Torres Vedras, Teatro José Lúcio (Leiria) e o Teatro Virgínia (Torres Novas), o realizador Edgar Pêra foi convidado a criar pequenos diários visuais sobre cada uma das regiões onde estes teatros se encontram, apontando diferenças e encontros entre os territórios.
Os Cine-Diários Regionais são actualidades e lembranças, memórias do passado e para o futuro.
Preço: 5€


28 de Janeiro de 2012, sábado, 21.30 horas
The Gift -“Primavera e Explode – mil cores possíveis”

Canções inspiradas na primavera, escritas no verão, gravadas no outono e ouvidas em pleno inverno... 
Era isto. Canções simples, inspiradas em melodias que a mão direita insistia tocar no piano. A mão esquerda segurava o banco ou o copo de água fria que combatia o calor de fora ou pegava na filha que ainda bébé inspirava a mão direita... Esquerda, Direita. Harmonia. Melodia... Coisas simples que ditas de uma forma ainda mais simples se possam traduzir de várias maneiras. Cada um tem a sua Primavera. Um sitio onde se descobrem segredos, ínfimas histórias de cada um de nós. Primavera é um hino ao nosso. Apenas e só nosso, coisas nossas, suas. Canções que sempre aqui estiveram a percorrer as minhas duas mãos. Direita, Esquerda. 14 mãos. Sete pessoas, sete historias de vida, sete personalidades artísticas. Primavera é junção. Vozes. Uma só voz, calma, sussurrada, descontraída, naturalmente emotiva. Primavera é cantada ao ouvido. Em palco Primavera e Explode são mil cores possíveis, a historia é a nossa. Posso contudo adiantar que depois deste palco será também vossa.                                                                                            (Nuno Gonçalves - The Gift)

The Gift: Sónia Tavares (voz), Nuno Gonçalves (teclas), Miguel Ribeiro (guitarras e baixo), John Gonçalves (teclas e baixo).
As membros fundadores dos "The Gift" vão juntar-se Mário Barreiros, Israel Pereira e Paulo Praça.

Preços:  1ª Plateia - 20 Euros  2ª Plateia - 18 Euros  Balcão - 15 Euros






publicado por mparaujo às 15:26

10
Set 11

O documentário "José e Pilar", da autoria de Miguel Gonçalves Mendes, é o filme escolhido para representar Portugal na próxima gala dos Óscares, tentando a nomeação para a categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeiro.

"José e Pilar" acompanha a vida familiar do escritor e Nobel da literatura José Saramago e da sua mulher Pilar del Río.

Esta decisão foi comunicada, hoje, pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual, e previamente submetida à aprovação da Academia Americana de Artes e Ciências Cinematográficas

O documentário, já estreado em Portugal, Espanha e Brasil, vai também passar nos Estados Unidos.
publicado por mparaujo às 00:37

25
Dez 10
Dia 25 de Dezembro de 1977 (há 33 anos) o cinema perdia um dos seus maiores ídolos e símbolos de todos os tempos, principalmente na chamada "era de ouro" do cinema norte-americano.
Charlie Chaplin falecia na Suiça, aos 88 anos de idade.

Há 27 anos - 25 de Dezembro de 1983, falecia em Palma de Maiorca um dos vultos da arte surrealista: o catalão Joan Miró.
A título de exemplo, ficam para a história obras como "O Carnaval de Arlequim", "Maternidade",  "Mulher e pássaro à luz da lua", e "El Gallo", sem esquecer a sua obra mais emblemática (ou mediática): "Números e constelações em amor com uma mulher".
Já perto do final da sua vida, Miró reduziu os elementos da sua linguagem artística a pontos, linhas, alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o branco e o preto, acentuando mais a vertente naïf.



I feel good, I knew that I would now
I feel good, I knew that I would now
So good, so good, I got you



25 de Dezembro de 2006 (aos 73 anos) - Atlanta (Augusta), Geórgia
publicado por mparaujo às 23:53

03
Out 10
Meu filho, Olha o que fizeste!
4 de Outubro, no Teatro Aveirense, às 22:00 Hm - CineClube de Aveiro

Um filme de Werner Herzog produzido por David Lynch, com Michael Shannon, Willem Dafoe, Chloë Sevigny e Grace Zabriskie.

Um filme com o toque de David Lynch (produtor-executivo), a partir do drama real de Mark Yavorsky que, em 1979, matou a mãe, inspirando-se numa tragédia grega. Werner Herzog ("Grizzly Man", "Encounters at the End of the World", "Polícia Sem Lei") assina argumento e realização.
Título original: My Son, My Son, What Have Ye DoneAno: 2009Realização: Werner Herzog Interpretação: Michael Shannon, Willem Dafoe, Chloë Sevigny, Grace ZabriskieOrigem: EUA, AlemanhaDuração: 91 minClassificação: M/16 (Qualidade)
Sinopse
Após uma longa viagem ao Peru, Brad McCullum (Michael Shannon) sente uma espécie de chamamento divino que altera a sua forma de ver o mundo. Um ano após o regresso a casa, inspirado pela peça de Sófocles que andara a ensaiar com o seu grupo de teatro amador, mata a sua própria mãe com uma espada e barrica-se com dois reféns. Caberá ao detective Hank Havenhurst (Willem Dafoe), através de entrevistas à sua noiva (Chloë Sevigny), aos vizinhos e conhecidos, recriar o percurso lento e esquizofrénico deste homem e contextualizar o seu acto inesperado.
publicado por mparaujo às 20:02

09
Set 10
As Aventuras de Príncipe Achmed
filme musicado ao vivo pelo Space Ensemble
 
Sábado 11 Setembro
17h e 21h45 no Teatro Aveirense. Sala Principal. Para todas as idades. (bilhete: 4 euros)
Filme mudo, com banda sonora original de Wolfgang Zeller, é aqui musicado ao vivo pelo excelente SPACE ENSEMBLE, uma "formação orgânica e mutante" que se tem destacado em projectos especiais a que se adapta de modo por vezes surpreendente.
Uma oportunidade rara para ver um filme-concerto que é simultaneamente um agradável lição de cinema e um momento musical sedutor.

"As Aventuras de Príncipe Achmed" (1926), de Lotte Reiniger, é o mais antigo filme de animação mas, mais do que essa curiosidade, pesa o facto consensual de ser uma obra-prima da história do cinema. Filme raro e desconhecido por muitos, torna-se inesquecível para quem o vê, dada a sua beleza e a sua atmosfera única, entusiasmando com igual facilidade crianças de qualquer idade e adultos.

Os Space Ensemble são: João Martins (sax, contra-tear, mesa, flauta), Nuno Alves (ferros, electrónica), José Miguel Pinto (guitarra, bixo, clarinete, theremin), Eleonor Picas (harpa), Henrique Fernandes (baixo duplo, brinquedos), Sérgio Bastos (piano), João Tiago Fernandes (bateria, percussão, trombone), Jorge Queijo (percussão) e Samuel Coelho (violino, guitarra).
publicado por mparaujo às 13:35

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