Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

04
Dez 16

ou como manter o sonho de também poder vir a ser Presidente.

Globalização é isto...

Somos capazes de bramir raios e coriscos sobre as lojas chinesas que, cada vez mais, proliferam pelas nossas cidades e vilas.

Ahhh e tal e coiso e cum catano.... não têm qualidade nenhuma, é tudo falsificado, não pagam impostos, têm uma data de isenções.

Mas num abrir e fechar de olhos compramos roupa na Bershka, Salsa, Mango, Lacoste ou sapatilhas da Nike, Adidas ou Puma, com a respectiva etiqueta "Made in China".

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publicado por mparaujo às 13:52

25
Mar 12
Na próxima quinta-feira, dia 29 de março, entre as 15.30 e as 17.30 terá lugar o projecto “Conversa Aberta: Conflito Cultural. Diálogo Global”.

Esta iniciativa da Câmara Municipal de Aveiro, da Escola Profissional de Aveiro e do Centro Social e Paroquial da Vera Cruz tem como objectivo abordar os desafios existentes nos múltiplos estereótipos culturais, através de momentos de debate e reflexão conjunta sobre a diversidade cultural existente na nossa sociedade e da sua valorização no contexto da intervenção ao nível da comunidade internacional.

O projecto “Conversa Aberta: Conflito Cultural. Diálogo Global”, integra 3 eventos, sendo que o 1º “Culturas de Resistência”, terá lugar no dia 29 de Março, das 15.30 às 17.30 Horas na Sala de Plenário do Edifício Sede da Assembleia Municipal de Aveiro.

publicado por mparaujo às 22:38

08
Jul 07
Ontem à noite (07.07.2007), em Lisboa (Estádio da Luz), foram anunciadas as novas 7 Maravilhas do Mundo, eleitas por cerca de 100 milhões de pessoas.
A primeira a ser anunciada foi a A Grande Muralha da China.
As outras seis maravilhas terretres são o Taj Mahal (Índia) - o Cristo Redentor (Brasil) - Petra (Jordânia) - a cidade inca Machu Picchu (Perú) - o Coliseu de Roma (Itália) e a pirâmide de Chichén Itzá, localizada na península de Yucatán (México).

Sem votação ou direito a gastos logísticos no valor de 12 milhões de euros, mas infelizmente com direito a mediatismo, mantêm-se as outras sete antigas: Iraque - Afeganistão - Libano - Somália - Dafur - A fome nos continentes Africano e Sul Americano (salvo as mínimas excepções) - o Terrorismo e a Ameaça Nuclear.

publicado por mparaujo às 12:14

09
Mar 07
Publicado na edição de hoje (9.03.07) do Diário de Aveiro.
Post-its e Retratos
Os senhores do mundo…


É uma das temáticas académicas deste início do segundo semestre a questão da globalização.
O extremar de posicionamentos face a esta realidade retira a capacidade de análise racional sobre a problemática. Não se tem que ser a favor ou contra a globalização, já que esta não é fruto da actualidade e muito menos, conforme se quer mistificar, resultado de uma americanização do mundo.
A globalização é um fenómeno que é histórico e longínquo, dinâmico e mutável ao longo dos tempos. Para além de ser um fenómeno perfeitamente transversal na sociedade, completamente abrangente. Não se reduz apenas à vertente económica ou comercial. A globalização é social, política, histórica e cultural.
Ela surgiu quando nasceram as primeiras intercomunicabilidades entre pessoas e povos, gerando interacções. E estas mudaram e condicionaram as pessoas, as sociedades, os povos e as nações.
Para não recuar demasiado no tempo, pode-se afirmar que a globalização nasceu com o início da época dos descobrimentos e com as interacções daí resultantes, tenham sido elas do ponto de vista social, cultural, político ou económico.
Portanto, convém desmistificar esta problemática de que a globalização corresponde, mais ou menos, a esta recente invasão do Tio Sam.
No entanto, também não deixa de ser uma realidade que a presença americana no mundo tem condicionado, para o bem e para o mal, as relações entre os povos, a todos os níveis.
Esta nova unipolaridade da hegemonia americana conduz a uma visão muito restrita da política internacional. Ao ponto de esta hegemonia resultar num evidente complexo de superioridade que transforma o americano no “senhor do mundo”.
Esta visão é de tal forma marcante que as suas acções chegam ao ponto de serem desencadeadas à margem ou paralelamente ás instituições e normas internacionais. Temos sempre presente o caso Iraque.
Mas a ingerência norte-americana nas soberanias nacionais não se fica por aqui.
Foi notícia esta semana o relatório que o Departamento de Estado dos EUA produziu sobre violações dos direitos humanos em vários países, nomeadamente Portugal.
Neste campo particular (e eventualmente noutros) a necessidade que os EUA têm de se imiscuírem nas soberanias dos outros povos, começa a ter contornos pueris.
Em primeiro lugar porque não existiu qualquer determinação internacional para legitimar tal relatório.
Segundo, é interessante verificar alguns aspectos desse mesmo relatório, incluindo os pontos referentes ao nosso país, já que muitos espelham a própria realidade norte-americana.
Que legitimidade, autoridade ou isenção têm os EUA para virem criticar países que, por força de uma cultura social ainda muito enraizada em princípios ancestrais, fazem da morte um regra de justiça, quando, em pleno século XXI há estados Norte-Americanos que ainda não aboliram a pena de morte?!
Onde está a condenação americana à violação dos direitos dos homens no processo do enforcamento de Sadam Hussein?!
Como pode um relatório por em causa acções das forças polícias de outros países, quando são mais que sobejamente conhecidos os abusos de autoridade cometidos pela polícia americana?!
Desde quando é que os EUA são o poço de virtudes na questão dos direitos raciais e étnicos, na exploração sexual, na pedofilia e nos crimes e violência domésticos, para porem em causa as realidades dos outros países?!
Desde quando é que os EUA têm já controlada a problemática da clandestinidade e da sua relação com a exploração da mão-de-obra?!
Ontem comemorou-se o Dia Internacional da Mulher. Um dos aspectos focados no caso português, respeita ao aumento do número de casos de violência doméstica. Se por um lado, é uma triste realidade social que urge combater, também não deixa de ser verdade que o aumento numérico dos casos resulta numa maior predisposição para a acusação e no aumento estatístico na identificação de casos.
E mesmo aqui, não é exemplo a realidade americana.
Os EUA não têm, por si só, que publicamente teorizar sobre as realidades dos outros países.
Esta é uma forma de esconder a sua triste realidade social e cultural no que respeita à violação dos direitos humanos.
Seria bom que o governo Norte Americano olhasse primeiro para o seu espelho e “arrumasse” a sua própria casa.
Para este papel fiscalizador já existe a isenção, a credibilidade e a legitimidade de instituições como os organismos não-governamentais como a Amnistia Internacional, assim como o Conselho da Europa e as Nações Unidas.
publicado por mparaujo às 13:45

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