Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

05
Jan 17

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Era mais que expectável a escolha de "Geringonça" para a palavra do ano de 2016, no inquérito promovido pela Porto Editora.

Num total de cerca de 28000 votos, perto de 9800 portugueses (representando cerca de 35% dos votos) escolheu a palavra, que entrou no léxico comum português pela mão de Paulo Portas de de Vasco Pulido Valente, tendo definido e marcado o discurso político nacional durante 2016.

Pessoalmente e espelhando o que foi um sentimento generalizado em relação ao ano de 2016 a palavra que melhor espelha o ano que terminou teria sido a expressão anglo-saxónica "RIP" (Rest in Peace - Descansa em Paz).

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publicado por mparaujo às 14:33

02
Dez 16

A Porto Editora volta a colocar à votação uma lista de 10 palavras para a escolha final da "Palavra do Ano".

A lista afigura-se equilibrada embora haja o evidente destaque para uma das expressões mais comummente usada ao longo desta ano, pelos eu impacto político e social: "geringonça".

As 10 palavras são: "brexit", "campeão", "empoderamento", "gerigonça", "humanista", "microcefalia", "parentalidade", "presidente", "turismo" e "racismo".

Pessoalmente, lamento a falta de uma palavra que resume, em várias áreas (nomeadamente a pessoal), o que foi este cinzento ano de 2016: "morte". Ou se preferível "RIP" (descansa em paz). Esta, sim, a palavra que mais marcou 2016.

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publicado por mparaujo às 11:05

04
Jan 16

palavra do ano 2015 - refugiado.pngHá uma certeza em relação à problemática dos Refugiados e à tragédia humanitária que é esta triste actual realidade: ninguém, seja qual for o critério, fundamento ou análise, consegue ficar indiferente.

Por isso não é de estranhar que a escolha da palavra do ano de 2015 tenha sido "REFUGIADO". Esta foi a realidade mais marcante no ano passado e que mais impacto teve nas sensibilidades de todos, nas vivências comunitárias  e nas políticas (ou nas suas ausências) de muitos países da Europa.

A iniciativa tem o "carimbo" da Porto Editora e iniciou-se no ano de 2009. Nesse ano a palavra escolhida pelos portugueses foi "Esmiuçar". Nos anos seguintes as escolham recaíram sobre as palavras "Vuvuzela" (2010), "Austeridade" (2011 - crise portuguesa), "Entroikado" (2012 - chegada da Troika), "Bombeiro" (2013) e "Corrupção" (2014).

A escolha de "Refugiado" como palavra do ano obteve 31% dos votos dos portugueses que participaram na iniciativa, tendo deixado a segunda palavra mais votada - "Terrorismo" a uma distância considerável (17% das preferências).

Curiosamente as três primeiras palavras retratam aspectos relacionados, complementares ou paralelos, da mesma realidade: Refugiado; Terrorismo; e Acolhimento.

Mas há coincidências "curiosas". Na mesma altura em que surgiam as notícias da escolha da palavra do ano de 2015, a comunicação social difundia mais um "lado negro" da guerra e de quem dela foge para encontrar uma esperança de vida, muitas vezes não alcançada: no sábado (2 de janeiro), nas primeiras horas de um novo ano, que na gíria tanta vezes se associa "nova ano a vida nova", o Mediterrâneo fazia a sua primeira vítima mortal nas já tão constantes tentativas de entrada na Europa por parte dos barcos com migrantes ilegais e Refugiados. Não é, para já, conhecida a identidade. Apenas que tinha 2 anos e viaja com a mãe da Turquia para a Grécia à procura de uma vida melhor.

publicado por mparaujo às 16:00

03
Jan 14

Desde 2009 (ano da primeira iniciativa) que a Porto Editora tem colocado à votação, durante o mês de dezembro de cada ano, uma lista de palavras para a escolha, pelos leitores/cidadãos, da palavra do ano.
Em 2009 foi escolhida a palavra escolhida pelos portugueses foi “esmiuçar”; em 2010 foi “vuvuzela” (aquando da realização do mundial de futebol na África do Sul); em 2011 foi escolhida a palavra “austeridade”; e no ano passado (2012) foi escolhida a expressão “entroikado”.
Para o ano de 2013, quando, pela lógica da relação do dia-a-dia dos portugueses com a política e a governação, se esperava que a palavra “irrevogável” fosse a mais escolhida, eis que surge em primeiro lugar (com 48% dos votos, contra 17% para a “irrevogável”) a palavra “bombeiro”.
Pela justificação da Porto Editora, ficou a saber-se que a escolha deveu-se ao facto de, "neste Verão, os bombeiros portugueses terem demonstrado uma enorme coragem no combate aos violentos incêndios que destruíram florestas e roubaram vidas".
Mas algumas dúvidas surgiram já no pensamento de muitos portugueses (como expressou a Marina Pimental, no facebook). Terá sido pelos acontecimentos do Verão ou pelo calendário dos Bombeiros de Setúbal (até porque a votação é realizada em dezembro, precisamente em “cima” do acontecimento mediático)?
Pessoalmente, é-me indiferente a fundamentação. A verdade é mais que justificado o mérito e a vitória na escolha que os portugueses fizeram, como por várias vezes aqui o expressei ("Há tributos e tributos…" - "Dose dupla…" - "Uma mão cheia... de demasiado vazio." - "Mortes sem rosto?" - "Das duas, uma…" - "Sem papas na língua... (Vida por Vida)" - "“Vida por Vida”… levado à ‘letra’").

publicado por mparaujo às 12:03

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