Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

10
Dez 17

Da AMIZADE...

Do RESPEITO...

Da CONSIDERAÇÃO...

Do EXEMPLO DE VIDA...

................................................. do coração.

Joana Latino, com e sem "cenas", no "Alta Definição" de ontem, dia 9 de dezembro.

(clicar na imagem para aceder ao programa completo)

Sem título.jpg

publicado por mparaujo às 15:17

26
Out 16

_UpvfQEy.jpgÀ comunicação social exige-se verdade e rigor, mais até que isenção (que serão outras núpcias). Aliás, é a própria comunicação social que autodetermina essa mesma necessidade (nos dispositivos legislativos, na ética, na deontologia).

Muito recentemente foi noticiada, a propósito de habilitações académicas, a demissão de um dos adjuntos do Primeiro-ministro António Costa: ao seu (agora ex) adjunto para os Assuntos Regionais, Rui Roque.

Neste processo informativo o jornal Público e a SIC falharam claramente no dever de informar com rigor e exactidão. E não é um pormenor.

Os títulos de duas notícias espelham essa falha lamentável e dispensável (pelo menos).

No jornal Público é noticiado que se demitiu adjunto de António Costa que tinha falsa licenciatura. Por seu lado, a SIC informa na sua plataforma online que o adjunto de António Costa demitiu-se mas cai no mesmo erro do jornal Público ao referir no lead da notícia que o mesmo terá declarado uma falsa licenciatura.

Apetece mesmo dizer que, face aos dois exemplos, o que é falso são as notícias do Público e da SIC.

Rui Roque cometeu o grave erro político e ético de declarar publicamente habilitações académicas que, de facto, se comprovaram não ter. É grave porque espelha uma imagem degradada dos políticos. É lamentável porque a sociedade portuguesa continua a olhar para as capacidades dos seus cidadãos em função do "canudo" ou do currículo académico (com todo o respeito pelas habilitações alheias, incluindo as minhas). Mas a verdade é que em pleno século XXI, em algo que a Europa já ultrapassou há décadas, não não for doutor, engenheiro ou afins, dificilmente tem uma oportunidade.

E é isto que está em causa. Grave e lamentável.

O que é igualmente grave e lamentável é que Público e SIC se refiram ao caso como falsa licenciatura. Não existe nenhuma licenciatura falsa. Isso implicaria a obtenção de falso diploma, o não cumprimento de regras académicas e do ensino superior e uma consequente investigação criminal. Não é nada disso que se trata. Não queiram fazer disto o espelho do caso Miguel relvas (e mesmo esse...).

Haja rigor.

publicado por mparaujo às 09:46

07
Mai 14

Um dos factores críticos, de censura, de afastamento, de desilusão, em relação ao Governo reside na diferença colossal, numa verdadeira espiral recessiva do discurso político, entre as posições assumidas por Pedro Passos Coelho (‘novo’ PSD) no período (1 ano) que antecederam o chumbo do PEC IV e a campanha eleitoral de 2011, e toda a governação exercida, onde se incluem todas as demagogias e enganos cometidos por este Governo. A ponto de perder a identificação com este PSD (por mais velas que apaguem neste 40º aniversário, longe dos princípios e fundamentos da social-democracia que esteve na sua génese e tão proclamada por Sá Carneiro); a ponto de reconhecer que se o arrependimento matasse o meu voto, em 2011, teria sido, claramente, outro (mesmo que não fosse noutro partido).
Mas o problema é que as alternativas existentes tornam difícil acreditar noutras soluções, acreditar noutros discursos, acreditar noutras realidades políticas.
Pedro Passos Coelho enquanto oposição, antes das eleições de 2011, tinha um discurso… Pedro Passos Coelho enquanto Primeiro-ministro teve outro completamente diferente.
O que os políticos têm de começar a perceber é que já não vale a pena tentarem fazer de parvo o eleitorado. Já estamos demasiado calejados.
E quando lemos declarações destas, “Seguro promete não aumentar impostos nem despedir funcionários públicos”, só nos podemos rir, no mínimo. Isto para não sermos malcriados e deselegantes.
E o líder socialista afirma isto sem o mínimo de um sorriso, sem qualquer tipo de vergonha e pudor. O mesmo líder que, em março, reconhecia a dificuldade na reposição do nível salarial, das pensões e das prestações sociais de 2011 num futuro próximo.

António José Seguro, ao mesmíssimo canal de televisão (SIC Notícias) afirmava, questionado sobre o tema: "A resposta séria é não. Nem os portugueses imaginariam, nem nunca ouviram do líder do PS nenhuma proposta demagógica para voltarmos a 2011 porque não é possível. As contas públicas portuguesas não o permitem."
Voltamos a 2011… se isto é assim na oposição e em períodos eleitorais, já se imaginará o “filme” se, eventualmente, na “cadeira do poder”.

publicado por mparaujo às 14:32

16
Abr 14
Pedro Passos Coelho

Ainda no rescaldo da entrevista a Pedro Passos Coelho, ontem, na SIC ("Uma entrevista cheia de nada").

Excluindo a prestação do ponto de vista jornalístico (basta recordar a polémica do passado dia 6 de Abril entre o jornalista José Rodrigues dos Santos e José Sócrates, na RTP: o que supostamente deveria ser um espaço de comentário político, resulta em entrevista e em contraditório cheio de 'arquivos'; o que deveria ser uma entrevista, com arquivos e contraditório, mais não foi que a moderação de um espaço de comentário político do actual Primeiro-ministro), a entrevista ao Primeiro-ministro revela questões importantes do ponto de vista da ética política e da coerência.

Não estão em causa opções partidárias ou ideológicas... está em causa a questão da "verdade política" e a forma como, de modo transparente, um político (com responsabilidades acrescidas) se dirige aos portugueses.
E é tempo de dizer: "Basta. Em política não pode valer tudo".

Começa a ter contornos de eficácia discursiva a insistência da oposição, nomeadamente a do Partido Socialista, numa "agenda escondida" por parte do Governo. É que da entrevista de ontem não surgiu nenhuma novidade, nenhum dado concreto, nenhuma proposta para o futuro, nenhuma referência à Europa, à Troika, ao fim do programa de ajustamento e ao tipo de "saída do resgate", quais as "gorduras do Estado" e onde irá diminuir a despesa pública em cerca de 1,4 milhões de euros. Nada, rigorosamente, nada. E das duas, três. Ou, de facto, não há nada para dizer e não faz qualquer sentido 90 minutos de banalidades e de demagogias, ou então, de facto, o Governo não quer revelar políticas e medidas futuras e, obviamente, esconde a sua "agenda" dos portugueses.

Mas há uma terceira nota. Mentir é feio... mesmo que politicamente.

O INE ainda recentemente publicou um relatório onde afirma que são cerca de 2 milhões de portugueses em risco de pobreza. Valor que aumentou em cerca de 1% comparado com dados de 2011. A taxa de desemprego, embora estabilizada, é elevadíssima (ronda os 16%).  Afirmar que "não foram as medidas do governo que aumentaram o risco de pobreza" é, pura e simplesmente, desvirtuar a realidade do país, é não ter o mínimo de respeito pelo sacrifício e esforço dos portugueses, das famílias e das empresas, é uma desvalorização do papel e do trabalho (cada vez mais crescente, infelizmente) das instituições de solidariedade. É, no mínimo, a desresponsabilização governativa, a não assunção do seu papel enquanto Primeiro-ministro.

Mas o descaramento político não fica por aqui. Ainda na mesma entrevista, Pedro Passos Coelho afirmou que "não haverá lugar a mais cortes salariais, nem nas pensões". O Primeiro-ministro faltou à verdade. Não repondo os valores salariais, nem os valores das reformas, o Governo torna uma medida temporária (anual) numa medida definitiva, mesmo que não sofram nova desvalorização. Manter o valor do rendimento sofrido com o corte temporário, é o mesmo que prolongar o corte no tempo, deixando de ser provisório.

Mais ainda... Passos Coelho voltou à autocruxificação (agora que estamos na Páscoa/Quaresma) ao reafirmar que "não está minimamente preocupado com as eleições, mas sim em salvar o país". Uma 'salvação' que terá como alicerce eleitoralista a retoma salarial em tempos de eleições.

Isto não é política séria, nem ética democrática.

(créditos da foto: Diana Quintela, in Dinheiro Vivo)

publicado por mparaujo às 11:31

15
Abr 14
O minuto a minuto da entrevista a Passos Coelho

José Gomes Ferreira acabou de entrevistar (ou mais do género retrato biográfico - 90 minutos de tempo de antena) o Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, na SIC.

Muito fracos vão os tempos políticos, comunicacionais e propagandistas do Governo. Já nem aí Passos Coelho se consegue revelar e surpreender. Curiosamente um dos pontos de referência da entrevista foi a relação entre Passos e Portas na coligação. Curiosamente, Passos teria sido muito mais revelador e demagogo. Ao menos isso...

1. Passos Coelho não teve a mínima reflexão sobre o futuro do país após o fim do período da ajuda externa, o pós-Troika.

2. Passos Coelho não fez uma única referência às eleições europeias e à Europa.

3. O Governo (e Passos Coelho) continua a enganar o país e os portugueses. "Não haverá mais cortes em 2015" é a maior demagogia e falácia política alguma vez proferida. A verdade é que transformando os cortes temporários em permanentes é o mesmo que privar os portugueses, em 2015, de recuperar o que lhe foi reduzido. Por outro lado, a revisão da tabela salarial da função pública mais não é do que um corte salarial para a maioria dos funcionários da administração central, regional e local.

4. Passos Coelho não concretizou quais as medidas de austeridade que irão ser implementadas para fazer face às denominadas gorduras do Estado, sendo que estas também não forma identificadas. pelo histórico governativo o equilibrio das contas públicas manter-se-á por força da redução das prestações sociais do Estado nas áreas da sua responsabilidade social: educação, segurança social, saúde e justiça.

5. Para Passos Coelho a responsabilidade do aumento das desigualdades sociais, o aumento da pobreza não é resultado destes três anos de governação... vem do tempo do pré-2011 ou, porventura, do tempo do D. Afonso Henriques.

6. Passos Coelho já não consegue (como o fez e bem na campanah eleitoral de 2011, "enganando" um significativo número de eleitores, no qual, assumidamente, me incluo... infelizmente) convencer os portugueses com o seu sentido patriótico e de Madre Tersa de Calcutá ou de Joana d'Arc. As eleições estarão sempre primeiro, porque só dessa forma conseguirá tentar manter o poder. O país não estará melhor em 2015, mesmo que o Governo queira convencer o país do contrário. E a razão para alguma reposição salarial, alguns benefícios sociais só têm fundamentação eleitoralista.

7. Passos Coelho terá sempre como sombra a presença de Paulo Portas, algo que lhe tem trazido mais desconforto do que confiança política.
8. Passos Coelho, após ter anunciado no XXV congresso do PSD o perfil do candidato social-democrata à Presidência da República, já escolheu o seu preferido/eleito: Durão Barroso. Tornou-se o mais óbvio, depois da conferência promovida por Durão e depois da entrevista de hoje. Só Marcelo Rebelo de Sousa ou a derrota eleitoral em 2105 poderão contraria este desejo de Pedro Passos Coelho (e, qui ça, de Durão Barroso).

9. Sobre a condução da entrevista pelo jornalista José Gomes Ferreira: enfim...

(créditos da foto: Alberto Frias - Expresso online)

publicado por mparaujo às 21:58

12
Mar 14
Televisões recusam cobrir campanha e fazer debates

Já tinha acontecido nas útlimas eleições autárquicas, em setembro de 2013.

Volta a ser tema polémico e controverso.
Maioria e PS preparam-se para alterar a legislação que regula a cobertura jornalística das campanhas eleitorais. Isto a apenas dois meses de distância do próximo acto eleitoral: eleições europeias.

Em causa estão eventuais princípios constitucionais de equidade em confronto com a liberdade de informação e a independência editorial, embora com algumas diferenças de aplicação entre a proposta do PSD-CDS e a do PS, nomeadamente no que diz respeito a distinções entre períodos de pré-campanha e campanha leitorais.

De qualquer forma, as três direcções de informação - RTP, SIC e TVI já vieram denunciar a eventual alteração à lei e a sua não exequibilidade ou a sua inviabilidade operacional e jornalística. Isto expresso num comunicado conjunto que levará a procedimentos jornalísitcos idênticos aos das eleições autárquicas de 2013.

publicado por mparaujo às 16:34

28
Dez 12

O “caso” Artur Batista da Silva, o dito “burlão” da ONU, marca a agenda deste final de ano, principalmente pelo impacto que teve na comunicação social e na opinião pública (com alguma estupefacção à mistura, até pelo recurso ficcionado à ONU).

No excelente artigo de Fernanda Câncio na edição de hoje (28.12.2012) do Diário de Notícias, sob o título “Artur e os outros burlões”, a jornalista sénior aborda o caso, de forma bem interessante, do ponto de vista político.

Sem qualquer veleidade ou presunção, correndo todos os riscos e mais alguns (mesmo o de burlão, que está na moda) acrescentaria uma nota final ao texto da Fernanda Câncio, do ponto de vista da comunicação social (seja a rádio, os jornais ou a televisão).

A verdade é que esta questão das fontes sempre foi, ainda o é e dificilmente deixará de ser um total e complexo risco. Por mais que se averigue, investigue, “vasculhe”, nunca se terá a total certeza, em muitos casos, da veracidade, da integridade e da credibilidade de uma fonte. E mais… por mais que a experiência, os livros, as regras, o código ou a deontologia, refira a importância da “certeza” de uma fonte jornalística, há factos e acontecimentos que encobrem e distorcem a realidade. Por isso é que há os “bons” burlões e aqueles que mais facilmente serão desmascarados. Com isto, não pretendo dizer que não houve por parte do Expresso e do seu director-adjunto Nicolau Santos alguma ânsia de dar voz a quem contrarie a política de austeridade deste governo. Mas isso, tal como refere e muito bem a Fernanda Câncio, é o que todo o debate político e a opinião pública têm feito desde as eleições de 2011. E não foi pelo que o cidadão Artur Batista Silva referiu no programa da SIC (expresso da meia-noite) que se descobriu toda a falsidade. Aliás, os que bradaram e se insurgiram a todos os níveis contra o semanário e o seu director-adjunto, foram os mesmos que, na altura, mesmo não concordando com o que o “burlão” dizia, de nada desconfiaram. Nem os que assistiram (e eventualmente aplaudiram) a sua palestra/debate recente no International Club de Portugal sobre a crise europeia. Depois de descoberto o “gato escondido com o rabo de fora” é fácil bramir argumentos e opiniões.

E os mesmos que se regozijam com o erro (mesmo que tenha sido a partir do mesmo que se descobriu toda a farsa) são aqueles que não têm qualquer pudor, nem qualquer veleidade, em dizer “Dr. Relvas”, em vez de “Sr. Relvas”.

Por fim, mesmo depois de publicamente, e de forma corajosa e profissional, Nicolau Santos ter assumido o erro (algo raro em muitas profissões), é incompreensível a forma como muitos se atiraram de “unhas e dentes” à imagem do jornalismo. Como se estes casos não fossem o risco de uma profissão, como se os mesmos não são, também, o dia-a-dia da economia/finanças, dos negócios, da ciência, da investigação, do ensino, da saúde (quantos casos são conhecidos de pseudo-médicos, com direito a vinheta e tudo, e sem habilitações para tal), na justiça, etc.

E o mais grave de tudo, infelizmente, foi a verificação da falta de solidariedade, cada vez mais visível, entre camaradas profissionais. Quem não tem telhados de vidro…

publicado por mparaujo às 15:43

29
Set 12

Um canal televisivo: Sic.

Programa: Alta definição – Hoje – 14.10 horas

Entrevistado/convidado: Maria João Ruela

 

(créditos da foto: blogue Sic 20 anos)

O programa “Alta Definição” de hoje, 29 de Setembro, na Sic, conduzido pelo Daniel Oliveira, teve como convidada a jornalista da Sic, Maria João Ruela. Visto, deliciosamente, do princípio ao fim.

Só me surge esta nota mental: é por estas pessoas, por estas causas, que vale a pena defender a Comunicação Social (com unhas e dentes). Uma excelente lição do ponto de vista profissional e pessoal. Uma história de vida fantástica.

Ainda bem que existe outro mundo na estação de Carnaxide, um mundo profissional muito melhor, bem melhor que o do Mário Crespo.

 

Felizmente o fim-de-semana até ficou com outro brilho…

Felizmente passou mais uma semana e o Mário Crespo continua sem ser correspondente da RTP em Washington.

publicado por mparaujo às 17:46

05
Jun 12
O Prémio Jornalismo Contra a Indiferença, promovido pela AMI destina-se a destacar um trabalho jornalístico que represente um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença dos poderes de opinião pública não permitam cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo (fonte... site oficial da AMI).
A XIV edição do Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença já tem vencedores (dois):
“Nas Asas do Desejo” (TVI) de Alexandra Borges, com imagem de João Franco, edição de Miguel Freitas e grafismo de Ricardo Rodrigues (o direito à sexualidade na deficiência)
e
“Os Novos Portugueses” (Público) de Susana Moreira Marques (retrato da multiculturalidade da segunda geração de imigrantes em Portugal).

O Júri do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença premiou ainda, com menções honrosas, os trabalhos:
“Da Minha Ilha Não se Vê o Mar” (SIC) de Carlos Rico, com imagem de José Caldelas, edição de António Soares e grafismo de Isabel Cruz;
“Vermelho da Cor do Céu” (TSF) de Ana Catarina Santos, com sonoplastia de Luís Borges;
“Os Novos, os Velhos, os Problemas Deles e uma Boa Ideia” (SIC) de Miriam Alves, com imagem de José Eduardo Zuzarte, edição de Ricardo Tenreiro e grafismo de Patrícia Reis.
publicado por mparaujo às 23:04

25
Dez 11
Nestes tempos que se avizinham não faz sentido as demagogias e as retóricas da "treta".

A crise toca a todos, mesmo que diferenciadamente, e é com todos (governo, privados e cidadãos) que Portugal tem de contar. Não apenas com alguns (os mais sacrificados) ou com a responsabilidade de poucos (os políticos).
É importante que também os portugueses se sintam envolvidos, responsabilizados e motivados para ultrapassar todos os obstáculos (duros e difíceis). O esforço tem e deve ser cada vez mais participado e colectivo.
Portugal tem de ser de todos e para todos.

E há que ter coragem, esperança e saber acreditar no nosso valor.
Alguns profissionais da SIC já o tinham, de forma excelente, apresentado e divulgado, neste vídeo -->; aqui.

Apesar da vertente comercial e publicitária, também a Coca-Cola vem alertar para esse sentimento de valorização do que é nosso, da nossa capacidade de lutar e de conquistar.
Muito bom...

publicado por mparaujo às 22:09

16
Jun 11
Numa altura em que o país enfrenta grandes desafios...
Numa altura em que está prestes a apresentação do governo, após a celebração do acordo de coligação entre o PSD e o CDS...
Numa altura em que muitas vozes conceituadas (ditas de peso) na área da política e da economia desafiam o poder político a exercer as suas funções com rigor, verdade, transparência e mudança...
é importante que também os portugueses se sintam envolvidos, responsabilizados e motivados para ultrapassar todos os obstáculos (duros e difíceis). O esforço tem e deve ser cada vez mais participado e colectivo.
Portugal tem de ser de todos e para todos.

Deste modo, foi com muito interesse que dei com este vídeo de uma equipa da SIC que tem como único objectivo promover o orgulho nacional (não nacionalista) e a vontade de ver Portugal ganhar.


Contextualização dos autores:
("Este vídeo é o resultado do empenho de uma equipa da Sic e de alguns anónimos que se prontificaram a dar a cara por esta mensagem "Não Desistas" ... Portugal precisa de ganhar o entusiasmo e a motivação, precisa de levantar o ânimo precisa de pessoas empenhadas no seu trabalho, na sua missão e no futuro!
Precisamos de pessoas que mesmo perante as adversidades do dia-a-dia continuem a lutar e a sorrir por um Futuro Melhor!
Esta Promo começou a passar no dia 10 de Junho, dia de Portugal.
Foi colocado na net, no dia 10 de Junho dia de Portugal.

Todas as pessoas que participam, são anónimas, os locais não são identificáveis. Os únicos símbolos facilmente identificáveis são, o Padrão dos Descobrimentos e a Bandeira Nacional.
Pode-se gostar ou não desta Promo, mas por favor, não façam ligações, que de todo não existem.
A única coisa que aqui se quer "vender" é Portugal e os Portugueses."
José Pires Dias - da SIC)
publicado por mparaujo às 22:05

28
Set 07
A propósito do post anterior, leia-se (no canal oficial da SIC) a explicação e justificação para o sucedido.
É no mínimo inconsistente e despropositada, para além de revelar uma completa falta de respeito e de humildade.

Desculpas perfeitamente esfarrapadas.
publicado por mparaujo às 00:21

27
Set 07
É o que temos, mesmo sem o merecermos.
A Informação e a Comunicação Social deste país é uma lástima, é deplorável, triste, enfadonha e do pior que existe. Razão têm, neste aspecto, os ingleses.
Não há critérios rigorosos, prioridades válidas, conceitos jornalísticos e informativos com qualidade.
A INFORMAÇÃO portuguesa não presta.
Espero daqui a dois anos poder contribuir para mudar (e muito) o estado triste da "coisa".
Nunca gostei de Pedro Santana Lopes. Acho-o arrogante, sem perfil político e responsável pela queda (e grave) do CDS.PP após a sua fraca prestação governativa.
Mas tenho de reconhecer publicamente. Ontem ADOREI Pedro Santana Lopes.
Triste serviço comunicacional e informativo prestado pela SIC-Notícias. Bateu claramente no fundo, entrou para o Guiness pela porta mais pequenina e pela negativa no que diz respeito à qualidade de informação.
Como é que é possível que se interrompa a entrevista que estava a ser transmitida em directo com Pedro Santana Lopes para transmitir a chegada a Portugal de José Mourinho, como se jornalisticamente e mesmo para a maioria dos espectadores isso tivesse alguma relevância ou constituísse uma fonte de informação preciosa (e eu até gosto do Mourinho).
Parabéns pela atitude de Pedro Santana Lopes em abandonar a entrevista e a estação.
Haja respeito. Haja qualidade e verdadeiro jornalismo.
publicado por mparaujo às 18:49

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