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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

20.Jan.21

Hoje foi dia de... tornar o mundo mais "respirável"

mparaujo
Entre a pressão e a realidade dos números da pandemia, o mundo reserva-nos, felizmente, momentos de regozijo. Acredito que, se eles quiserem, podem tornar a América novamente grande, democrática, livre, pacífica e respeitada. E o Mundo respirará muito melhor. Yes You Can, again. Get democracy great again. (créditos da imagem: Getty Images, via Expresso)
17.Jan.21

24 de janeiro: Eu VOTO!

Nem o estado de Emergência ou de Sítio podem condicionar a democracia, a política e os mais elementa

mparaujo
No dia em que, surpreendentemente, cerca de 250 mil cidadãos eleitores exerceram o seu legítimo direito de voto (antecipado), mesmo que isso signifique apenas pouco mais de 2,3%, importa uma reflexão de cidadania. No contexto em que vivemos, de total e perfeita "anormalidade" das rotinas e das dinâmicas sociais, ao qual acresce o confinamento aplicado em pleno estado de Emergência, poderia ser adiado o processo eleitoral para a Presidência da República? Podia... a data das (...)
09.Jan.21

Sacudir a água do capote

em Portugal, à boa maneira lusa, a tradição ainda é o que era: o habitual passa-culpas.

mparaujo
(créditos da foto: Pedro Granadeiro / Global Imagens, in Dinheiro Vivo) Tal como se esperava - e não colhe o argumento "surpresa" porque era, por quase todos, esperado - a coisa está a correr mal e tinha tudo para correr mal. E não é apenas por causa do Natal... já vem de trás, foi no período das festividades natalícias e é-o, também, agora. Responsáveis?! Dizem alguns que a culpa é de muitos portugueses porque não se comportaram (e comportam) todos da mesma forma, nem lidam (...)
04.Jan.21

O padrão político governativo

A bitola do governo face a pressões ministeriais

mparaujo
Ultimamente, sempre que um Ministro do actual Governo vem a público e emerge no espaço público por razões negativas ou assuntos polémicos tem surgido, como resultado prático, um determinado padrão político, no mínimo, estranho. E não se afigura que sejam "lapsos". No chamado caso SEF (a morte do cidadão ucraniano Ihor Homeniúk), após a polémica pública e as diversas explicações (ou tentativas) do Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, o primeiro resultado (...)
03.Jan.21

da birrinha à infantilidade política

porque é que, pela primeira vez, uma sondagem não me espanta?

mparaujo
As sondagens são exercícios estatísticos e matemáticos que tentam espelhar os sentidos de voto ou as opções/opiniões de uma amostragem (de um determinado universo), trabalhados "laboratorialmente". Valem o que valem... umas vezes muito, outras vezes desvalorizadas. Normalmente, são relevadas em função de interesses. Se favoráveis são 99,99% correctas e fiáveis... se desfavoráveis são, na maioria dos casos e para além de desvalorizadas, consideradas exercícios de (...)
02.Jan.21

as últimas badaladas de 2020... a revelação de 2021

nestes primeiros dias do novo ano... os desejos, mais ou menos simples, mais ou menos concretizáveis

mparaujo
Contaram-se as 12 Badaladas... mesmo sem as tradicionais passas (que nem gosto), com muitos foguetes "domésticos/caseiros" no horizonte das janelas, sem o brinde, sem grande alarido, a fazer jus a toda a "anormalidade" que se viveu e vive. Seja como for, fechou-se a porta ao ano de 2020 e entrou-se em 2021 com desejos renovados e novos, projectos a retomar, novas inquietudes e esperanças. Ficam partilhados para memória futura. 1. Família À minha, a mais directa e próxima, e a todos (...)
01.Jan.21

Não começamos bem...

entrada (nacional) com o pé esquerdo.

mparaujo
(fonte da foto: sapo mag) Não sou adepto, nem apreciador de Fado. Não tenho, sem querer levantar qualquer tipo de conflitualidade ou desrespeitar o que quer que seja, a Amália Rodrigues como referência, embora admita que possa dizer e significar algo a uma boa parte dos portugueses. Quanto muito, pela tradição académica, ouço algum "fado de Coimbra". Mas tenho que reconhecer que o Fado tem o mérito de traduzir muito da identidade portuguesa, de ter extravasado as fronteiras (...)
31.Dez.20

Na hora do adeus... a 2020

Um ano que não deixa saudades, mas que deixa marcas e muitas memórias

mparaujo
Chegados ao fim de mais um ano (e antes de abrirmos a porta ao que aí vem) surge o habitual balanço, não por razões introspectivas mas pela preservação da memória num ano que, por várias razões, não será para esquecer. Pessoalmente, não foi um ano distinto de muitos outros: nem pior, nem melhor... claramente, sem ser excepcional, foi atipicamente diferente. Profissional e particularmente, entre suores e lágrimas, entre tristezas e alegrias, entre altos e baixos, os 365 dias (...)
29.Dez.20

27 dias até Belém...

os primeiros apontamentos das Presidenciais de 24 de janeiro de 2021

mparaujo
Estamos a pouco menos de um mês (27 dias) das próximas eleições Presidenciais, agendadas para 24 de janeiro. Entregues as respectivas assinaturas e formalizados os processos de candidatura junto do Tribunal Constitucional, validados (a priori) 7 dos 8 candidatos (é surreal que alguém ache que entregar 11 das 7.500 assinaturas necessárias é um acto de democracia e liberdade... enfim), realizadas já algumas acções de campanha e entrevistas televisivas, aproxima-se o arranque (...)
27.Dez.20

Da série... os inconseguimentos #09

Um CDS manifestamente perdido, sem rumo e a cair, tão fácil e ingenuamente, nas malhas da tragédia d

mparaujo
(créditos da foto: Tiago Petinga / Lusa) Vamos aos factos. O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, condenou, hoje, aquilo que considerou o espectáculo mediático do arranque do plano de vacinação contra o SARS-CoV2. No comunicado oficial do partido, o líder centrista destacava, como fundamento da sua crítica, a prestação da ministra da Saúde, Marta Temido, e, pasme-se, a SMS enviada pela Protecção Civil aos portugueses. Mas não só... a ânsia política foi (...)
27.Dez.20

Um enorme passo para a ciência... num longo caminho da humanidade

como a vacina da COVID-19 precisa de trazer às nossas vidas e à sociedade mais do que a imunidade

mparaujo
Está dado o segundo enorme passo, deste importante marco para a ciência e a investigação. Depois de descoberta e validada a vacina da COVID-19, chega agora o momento da vacinação colectiva. Não é, em si mesmo, o derradeiro passo. Durante bastante tempo o nosso quotidiano e as nossas rotinas terão de continuar a garantir os cuidados, as medidas e as precauções até agora implementadas, sob pena de se deitar tudo a perder. O grande risco da vacina não é o eventual e hipotético (...)
25.Dez.20

Um Natal pandémico... "the dark side"

ou outros números e realidades esquecidas da COVID-19

mparaujo
É tido como facto. O SARS-Cov2 enquanto problema grave de saúde pública e a sua propagação pandémica (as infecções e os contágios, os internamentos e, infelizmente, os demasiados óbitos); a ciência e o esforço recorde para a descoberta e validação de uma vacina(s); a saturação do SNS e o esforço heróico, ininterrupto, dos profissionais de saúde (entre outras profissões que mantiveram alguma normalidade nas nossas vidas, nas nossas rotinas e na sociedade: segurança (...)
20.Dez.20

Je Suis SEF...

ou melhor, para afastar, desde já, qualquer mal-entendido: Je Ne Suis Pas, Eduardo Cabrita!

mparaujo
A morte é, por si só, motivo de pesar, respeito e lamento. Agrava-se o sentimento quando essa morte não representa um normal fim do ciclo da vida. É, por isso, difícil de adjectivar e encontrar qualquer ponta de justificação racional quando uma pessoa morre vítima de tortura ou de um ignóbil atentado à dignidade humana. Não sendo, infelizmente, caso inédito na sociedade portuguesa (nos mais diversos contextos e múltiplas realidades), a morte, em março deste ano (sim... já (...)
19.Dez.20

O Natal quando nasce não é para todos...

mas, por tradição, ao menos que seja para TODAS as Crianças.

mparaujo
É um facto que, por força do exercício de determinadas profissões, há quem não tenha um Natal em família, privando, por exemplo, crianças da companhia da mãe ou do pai, quando a maioria se senta à mesa, faz a festa e desembrulha os presentes (em situações de normalidade, entenda-se). Até mesmo o Governo entende (de forma completamente surreal, displicente, incoerente e NEGLIGENTE, diga-se) que o vírus SARS-CoV2 tem uma maior "compaixão humana" no Natal do que no virar do ano. Al (...)
18.Dez.20

Em política as palavras contam e têm peso

os riscos (demasiado elevados) do trumpismo da comunicação política

mparaujo
(créditos da foto: mário cruz / lusa, in expresso) As palavras têm uma força considerável e, muitas vezes, imensurável, capazes de mobilizar causas e movimentos, tão fortes que geram revoluções e dinâmicas sociais. Ganham esta dimensão de forma ainda mais relevante quando as palavras são enquadradas nos princípios e na ética política, que devem (ou deveriam) estar permanentemente preservados na função e no exercício dessa mesma política. Ganham dimensão ou mesmo tempo (...)
16.Dez.20

Casualidades à esquerda...

distracção? lapso? irreflexão? ou nem por isso...

mparaujo
A candidatura, mais concretamente a própria candidata Marisa Matias às eleições presidenciais de 2021 (já em janeiro) faz bandeira eleitoral (e bem) de um conjunto de cerca de 600 mulheres que declaram o seu apoio à bloquista eurodeputada e candidata a Belém. É uma lista que atravessa toda a sociedade portuguesa no feminino, contemplando um considerável número de sectores de actividade, incluindo desempregadas, activistas, profissionais de limpeza, comércio, empresárias, até (...)
05.Dez.20

De Emergência em Emergência... a mesma confusão e incoerência.

ao fim de tantos meses, com tantos dados e informação, com tantos alertas dos especialistas é, no mí

mparaujo
Está comprovado... o vírus COVID-19 hiberna no Natal. Deve ser muito religioso. O anúncio e as opções políticas do Governo para este prolongamento do Estado de Emergência que abrange o Natal são algo surreal, não surpreendem porque é mais do mesmo... não é novidade. Já não se trata de uma questão de comunicação, de percepção do que é regra ou do que é excepção. Trata-se de uma incoerência e de uma falta de respeito enorme para com os profissionais da saúde e o (...)
01.Dez.20

Reflexões da Semana... #09

conceito/ideia em destaque durante esta semana, no Debaixo dos Arcos

mparaujo
(de 1 a 12 de dezembro) In memoriam de Eduardo Lourenço "O desejo de conhecimento é o que define o homem, desde Aristóteles. Somos aquele que deseja conhecer, deseja conhecer tudo, deseja conhecer sem fim." Eduardo Lourenço, 2003