12 comentários:
Cristina
Não é uma questão de pessimismo. É a realidade.
E concordo contigo. Há coisas muito boas para comemorar, ao longo do ano. Agora passagens, nã!
beijos
migas (miguel araújo) a 10 de Janeiro de 2007 às 00:20

xiiiiiiii...
caramba, a coisa tá feia.:p
já sabes que não tenho essa visão catastrofista da vida meu amigo! há coisas para comemorar sim, muitas. mas esquecemo-nos tantas vezes delas..

beijinhos
Cristina a 8 de Janeiro de 2007 às 22:08

Viva Miguel:

Para o meu amigo os votos de uma óptima semana

Um abraço,
José Alberto Mostardinha a 8 de Janeiro de 2007 às 00:50

Caro Miguel,
voltei embora nunca tivesse saído, passeei-me por aqui e já vim aqui muitas vezes como deve imaginar,os nossos posts são similares e realmente festejar e rir para quê?
Mas creia caro Miguel, teremos que repensar os nossos pontos de vista, porque senão somos apelidados de mal resolvidos, como eu o já fui, temos que pensar só em nós e nos nossos e quem quiser bolota que trepe. Mas o pior é conseguirmos fazer isso..!
Um abraço.
Arauto da Ria a 8 de Janeiro de 2007 às 00:39

Caro José Alberto
A responsabilidade da construção de um país desenvolvido e melhor cabe-nos a todos. mas cada um com a sua responsabilidade. E a responsabilidade de um governo é saber gerir cabalmente e criar oportunidades para que os seus cidadãos tenham os desempenhos que indicou, e bem.
Porque são necessárias renovações nas mentalidades e posicionamentos culturais de todos: cidadãos e governo.
Um abraço
migas (miguel araújo) a 7 de Janeiro de 2007 às 23:38

Caro Abel Cunha
Irónico e incisivo como sempre.
Para além da entrega de mão beijada é a questão da concorrência e do monopólio.
um abraço
migas (miguel araújo) a 7 de Janeiro de 2007 às 23:30

Caro Abel Cunha
Irónico e incisivo como sempre.
Para além da entrega de mão beijada é a questão da concorrência e do monopólio.
um abraço
migas (miguel araújo) a 7 de Janeiro de 2007 às 23:30

Amigo Carlos
Não vou discutir contigo questões relacionadas com economia, porque a minha capacidade argumentativa é do mais senso-comum que possas imaginar e resume-se a uma simples gestão doméstica do deve e do haver.
No entanto, acreditando no que afirmas em relação ao mercado de valores e às OPAs, a prática e a realidade dos factos ficam a dever em muito à teoria.
A OPA da Sonae sobre a PT está longe de ser um processo que não deixará de significar a olhos vistos muita publicidade, mediatismo e pouca realidade. Para além das questões políticas envolventes.
Quanto às taxas de juro, o problema é mesmo esse. A falta de incentivo de investimento e poupança às familias, em contraponto com a publicidade e o marketing terrorista efectuado pelas instituições bancárias.
O país está endividado. As famílias estão sobre-endividadas. Essa é que é a realidade. O custo de vida é elevado e o poder de compra diminuto.
Independentemente da questão das taxas serem da responsabilidade do Banco Central Europeu. A responsabilidade é deles, mas a gestão da vida económica e social do país é do governo.
E a inflaçõ poderá estar abaixo dos dois dígitos. O que não significa controlada e racional.
Um abraço companheiro
migas (miguel araújo) a 7 de Janeiro de 2007 às 23:28

Viva Miguel:

ah!ah!ah!... permita que solte uma gargalhada pelo comentário do inestimável Abel Cunha... não podia estar mais de acordo.

Gostei do seu artigo especialmente pela forma como termina:

"...A ilusão toma o lugar do dever cívico e de cidadania que deveria tornar-nos mais realistas e interventivos.
Mas gostamos é de festejar. Mesmo sem saber porquê e se vale a pena.
Sem saber porque rimos e sem ter a noção dos pés bem assentes na terra."...

Pois, mas não depende do governo, de nenhum governo, que todos os portugueses se apliquem mais no seu exercício profissional, que os estudantes se apliquem mais no estudo, que ... se apliquem mais ...., etc, etc,.

Salazar livrou Portugal da guerra... não o livrou da fome como disse... e isso foi fatal.
Gente mal habituda... com 10 réis na algibeira já pensa que é milionária... faz vida de milionária.

Cabecinhas completamente desprovidas de qualquer sentido da responsbilidade.

Como diz o "trolha"... é preciso "vergar a mola"... para depois ser possível distribuir a riqueza gerada.

Um abraço,
José Alberto Mostardinha a 6 de Janeiro de 2007 às 23:12

Caro Miguel,
um dia a casa vem abaixo. E já faltou mais. Agora chamar OPA à entrega, pouco mais que gratuita da PT ao merceeiro, em nome do interesse dos consumidores, é piada de arromba.

Cpts
AC a 5 de Janeiro de 2007 às 22:53