Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

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Jan 08
ou o oportunismo das certificações.

Não podia deixar passar em branco esta reflexão feita por Francisco José Viegas, no seu "Origem das Espécies" .

Para ler aqui. Importante!

Assim vai o nosso ensino e o país.
publicado por mparaujo às 23:53

2 comentários:
Caro Terra & Sal
Mesmo que a temática não seja novidade, a ela me hei-de sempre referir quando está em causa a credibilidade de um dos sectores mais vitais da sociedade: a educação, o ensino, a formação e a habilitação.
E é muito grave que, por motivos meramente estatíticos, sejam atropeladas as mais elementares regras da responsabilidade, do mérito, da qualidade, da formação e do sentido ético.
A uns exige-se o esforço de alcançar por mérito próprio o objectivo. A outros dá-se tudo de mão beijada.
Seja da forma descrita pelos comentários à notícia, seja por não se responsabilizar quem falta às aulas, seja pelo facilitismo que encontramos no actual ensino.
Podemos ter muito mérito estatístico, mas continuaremos a não valer nada como país, enquanto as coisas não mudarem.
A isto é das causas que mais me move.E acredito plenamente que não lhe serão também indifirentes.
Um abraço amigo
migas (miguel araújo) a 12 de Janeiro de 2008 às 16:52

Miguel o nosso amigo não vem dizer nada de novo.
Já muitas vezes aqui trocamos impressões de que, este país não vai a lado nenhum enquanto não tivermos um verdadeiro Ensino e Educação.
Éramos um país de analfabetos involuntários, porque a fome e a miséria não dava oportunidades à maioria, a não ser para trabalhar e lutar noite e dia, para não entisicarem com a fome.
Hoje, os tempos mudaram, saímos dos oito e entramos nos oitenta. Queremos ter cursos mas não queremos aprender. Queremos continuar a desenrascar-nos com habilidades, como afinal, sempre nos desenrascamos…
Somos um povo assim, como há outros que são assados.
Cada um tem a sua cultura e nós temos a nossa bem enraizada. Devíamos ser anexados não à Europa, porque não a entendemos, mas a África, que eu penso ser aí que temos as nossas raízes.
É que sempre vivemos aflitos sem fazermos nada para contrariar isso,contamos sempre e continuamos a contar,com a protecção da Senhora de Fátima e do S. Gonçalinho que devia ser bem português, porque me parece bem, que também ele vivia do desenrascanso.
Terra & Sal a 12 de Janeiro de 2008 às 01:50

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