Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

21
Set 11

O Conselho da União Europeia instituiu 2011 como o "Ano Europeu das Actividades de Voluntariado Que Promovam Uma Cidadania Activa" (AEV-2011).
Neste sentido, as Plataformas Supraconcelhias da Rede Social do Baixo Vouga e do Entre Douro e Vouga e as 16 Redes Sociais concelhias, promovem o Encontro intitulado "Voluntariado: Contextos e Práticas de Cidadania", que terá lugar no próximo dia 24 de Setembro, das 9.30 às 17.00 horas, no Centro Cultural e de Congressos em Aveiro.

Os objectivos desta iniciativa prendem-se com a divulgação do AEV 2011 - Ano Europeu das Actividades Voluntárias que Promovam uma Cidadania Activa; com a promoção e a sensibilização para o debate junto da sociedade em geral e das organizações dos seus diversos sectores, em específico, sobre a importância e o valor do voluntariado no desenvolvimento social; e com a importância da visibilidade que importa dar às experiências e oportunidades de voluntariado, através da divulgação e do debate de projectos existentes no território nacional.

O encontro tem como destinatários:
Entidades públicas e particulares, com e sem fins lucrativos, voluntários e destinatários das actividades de voluntariado;
Membros da Direcção e Órgãos Sociais, das instituições Particulares de Solidariedade Social; Santas Casas da Misericórdia; União das Mutualidades e ONG`S - Organizações não governamentais;
Técnicos Superiores, das Entidades da Economia Social;
Estudantes, comunidade e público em geral, com vocação e disponibilidade para actividades de voluntariado

O programa pode ser consultado aqui
publicado por mparaujo às 02:10

Publicado na edição de hoje, 21 de Setembro, do Diário de Aveiro.

Preia-Mar
Os fins nem sempre justificam os meios


Este era um fim inesperado para a carreira política de Alberto João Jardim, nesta “recta” final da sua liderança à frente do governo regional da Madeira e dos destinos da ilha.
Mas a verdade é que os factos apurados (o encobrimento de dívida pública) são graves, prejudicam a recuperação e as medidas de combate ao défice das contas públicas, destorcem e criam dúvidas sobre a imagem do país no exterior e nossa capacidade de sair deste “buraco” financeiro.
As razões percebem-se, mesmo que não justifiquem os actos.
A insularidade, o isolamento, a falta de oportunidades, a necessidade de progresso e desenvolvimento, o bem-estar dos madeirenses, as particularidades da ilha (seja do ponto de vista geográfico, social, cultural).
Mas muitas destas questões e realidades são também vividas e sentidas em muitas outras regiões: no interior isolado, num Alentejo cada vez mais desertificado, por exemplo. Isto justificaria que cada autarca, cada comunidade intermunicipal, cada governo pudesse usar todas as artimanhas da engenharia financeira para “esconder” os encargos realizados com os dinheiros públicos? Como se ousa dizer: “os meios não justificam os fins”.
Mas este não é apenas um problema da Madeira, apesar dos números em causa.
É um problema geral das contas públicas, da gestão do erário público, da ética política. É uma questão de prioridades de investimentos e de políticas. Da necessidade de sobrevivência política à custa do “betão”, da obra feita e visível (física). Uma questão de controlo e fiscalização, nomeadamente da necessidade de uma redefinição das funções e do exercício da actividade fiscalizadora do Tribunal de Contas, cada vez mais desvalorizado pelo poder político e pela legislação. Até porque, em relação à questão do “buraco” da Madeira, já há alguns anos que o Tribunal de Contas vinha alertando para desvios e excessos nas contas públicas e nos investimentos da gestão de Alberto João Jardim. Mas tal como na ilha, também por cá tudo o que vem do lado do Tribunal de Contas é sempre muito relativo: se favorável aplaudido e aclamado de pé, mas se desfavorável trata-se de um bloqueio ao desenvolvimento, ao exercício da gestão pública, a meras questões de politiquice.
O que resta é a ausência total de respeito pela coisa pública, pelo esforço e sacrifício dos cidadãos, por uma ausência de sentido de prioridades, mas, acima de tudo, uma gritante ausência de ética política e de responsabilidade criminal que vá para além da justiça eleitoral.
Enquanto assim não for, enquanto não nos servir como exemplo a conduta nórdica da responsabilização criminal da gestão política e pública (por mais que nos custe, veja-se o caso finlandês) o país, a administração central, as entidades públicas, as regiões, as autarquias, as freguesias, as autonomias, viverão sempre no velho e lamentável princípio do “quem vier atrás que feche a porta”.
Sejam quais forem o fins… há meios e meios.

publicado por mparaujo às 01:39

Enquanto a RTP lançava, nesta segunda-feira, a renovada RTPN com o surgimento da RTP I(nformação) lia este excelente texto da Estrela Serrano "A televisão pública não existe para “derrotar” as privadas", e assolava-me apenas um pensamento: a RTP afundou-se, perdeu uma oportunidade única de marcar a diferença, de se afirmar como verdadeiro serviço público, algo que vai descurando e desvirtuando. Aliás, sobre as propostas (e o próprio comentário de Nuno Santos - pena que a Estrela Serrano tenha sido "politicamente correcta") apraz-me referir: gosto muito de humor, tenho razoável sentido de humor, mas entendo que há coisas que devem ser tratadas com seriedade (pelo menos a possível) e que não basta o mediatismo da figura pública para garantir qualidade (quando muito o sucesso de ganhar audiências)... infelizmente é disto que vai vivendo muita da comunicação social portuguesa, bem como com a mistura perigosa entre informação e programação.

Já aqui o afirmei, a RTP perdeu uma preciosa oportunidade, no âmbito do tão badalado processo de reestruturação (que me parece mais exclusivamente economicista que estrutural), de dar dimensão, qualidade "competitiva", verdadeira concepção de serviço público, ao relançar e renovar a RTP N com o lançamento, nesta segunda-feira, da RTP I. É que teria sido muito mais vantajoso,a todos os níveis (informativos, formativos, sociais e culturais, de recursos financeiros, técnicos e humanos), se tivesse havido uma fusão entre a RTP 2 e a nova RTP I.
É que tirando o processo de naming, alteração de cenários e logotipagens ou grafismos, e uns esforçados (mesmo que bem conseguidos) "mais-valias" ou "Justiça Cega", que se espera não caia num banal "casos de polícia" ou no "crime" ou mediatismo fácil de muita imprensa actual, não se nota qualquer inovação, redimensão, para além de ser dúbia a capacidade para competir com a SIC N ou mesmo a ainda "criança" TVI24.
E mais se lamenta a oportunidade perdida porque, diga-se em abona da verdade, é notória a capacidade profissional da globalidade dos seus jornalistas (só, pura e simplesmente, a título de exemplo: Alberta Marques Fernandes, Sandra Pereira, Estela Machado, Cristina Esteves, Daniel Catalão, Fátima Araújo, Carla Trafaria, Maria Flor Pedroso, Carlos Daniel, Sandra Felgueiras, Cecília Carmo, Inês Gonçalves e Luís Castro, entre outros).
publicado por mparaujo às 01:27

Depois da "transferência" de Judite de Sousa para a TVI alguns nomes estavam apontados para a condução de um dos programas com maior relevo e peso na programação informativa da RTP: a "Grande Entrevista". Por aqui já passaram apresentadores como Miguel Sousa Tavares, Margarida Marante, Maria Elisa ou, por último, Judite de Sousa.
Um dos nomes "soado" (especulado) para substituir Judite de Sousa era o de Fátima Campos Ferreira que, afinal, se mantém à frente do Prós e Contras.
A RTP escolheu para retomar a Grande Entrevista, já no dia 22 de Setembro (sem se conhecer publicamente o entrevistado), a jornalista Sandra Sousa.
Segundo o "ainda canal público" «todos os protagonistas da sociedade, da política ao desporto, da economia às artes, vão passar pela Grande Entrevista».



publicado por mparaujo às 00:16

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