Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

25
Set 11
Os britânicos Pink Floyd – uma das bandas mais influentes do rock, fundada em 1964 - e a editora EMI vão lançar a reedição mais completa de toda a obra do grupo, cujo primeiro lançamento se regista nas bancas já amanhã, dia 26 de Setembro. Estará disponível em todos os formatos digitais (CD, DVD, Blu-Ray e Super Audio CD) e também para iPhone.
A série de lançamentos, que sairá com o título "Why Pink Floyd?", trará edições para coleccionadores com músicas não editadas anteriormente, filmes de concertos e uma gravação da emblemática actuação do "The dark side of the moon", em Wembley no ano de 1974.
O objectivo é agradar a todo o tipo de público, desde aqueles que querem conhecer a banda , até aos fãs mais dedicados, com boxes de luxo, com takes alternativos acompanhando as gravações originais.
O primeiro lançamento estará disponível já amanhã, 26 de setembro de 2011, e no dia 7 de novembro começará a segunda fase do projecto centrado no álbum "Wish you were here".
O grupo já vendeu ao longo da carreira (contando com as diversas formações) mais de 200 milhões de discos no mundo todo.

O calendário de lançamentos:
26 de Setembro:
Todos os 14 álbuns remasterizados em versões ‘Discovery’
Box-set com os 14 álbuns com livro de fotografias
Downloads de áudio dos álbuns em formato ‘Discovery’ e do box-set
The Dark Side of The Moon – Edições ‘Immersion’ e ‘Experience’, Vinil, e edições digitais.

7 de Novembro:
A Foot In The Door -The Best of Pink Floyd
Wish You Were Here – ‘Edições ‘Immersion’ e ‘Experience’, Vinil, e edições digitais.

27 de Fevereiro de 2012:

The Wall – ‘Edições ‘Immersion’ e ‘Experience’, Vinil, e edições digitais.

No dia 21 de Março de 2011 eu estive aqui: e delirei, claro!



publicado por mparaujo às 22:57

Ainda hoje,no Dia Municipal do Imigrante, aquando da participação do Grupo Sensason (Associação de Estudantes de Cabo Verde da Universidade, Aveiro recordou Cesária Évora.
Uma das vozes mais populares de África, e, concretamente, de Cabo Verde, aquela a quem o "mundo" apelidou de "embaixadora da morna" tinha anunciado, no passado dia 23 de Setembro, o fim da sua carreira musical, mais por imposição médica do que por vontade própria.
Infelizmente os médicos tinham razão... Cesária Évora, com 70 anos de idade, na passada sexta-feira foi internada em Paris, após ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral- AVC, encontrando-se com diagnóstico clínico reservado.
Cesária Évora nasceu no Mindelo, Cabo Verde, a 27 de Agosto de 1941 e editou 24 discos, entre originais, espectáculos ao vivo e parcerias com outros artistas de vários países.
Para sempre...  Sodade!
publicado por mparaujo às 22:24

Publicado na edição de hoje, 25 de Setembro, do Diário de Aveiro.

Cambar a Estibordo...
A Madeira já não é um “Jardim”.
A semana em resumo…


A semana foi, quase exclusivamente, marcada pelo “buraco” financeiro detectado nas contas públicas da Região Autónoma da Madeira.
Mesmo que a semana tenha contemplado a primeira grande entrevista do Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, após ter sido eleito e tomado posse governativa. Sem grandes questões polémicas ou perturbantes, Pedro Passos Coelho mostrou-se seguro, claro nas respostas, sem deixar de responder a todas as perguntas feitas, e, independentemente de se gostar ou não das opções e das políticas governativas, soube explicar e referir quais as medidas adoptadas e a adoptar no futuro próximo. Além disso, face à ‘agenda’ da semana afirmou, peremptoriamente qual a sua posição e reacção face ao deficit das contas públicas da Madeira.
O caso das contas públicas da gestão de Alberto João Jardim à frente dos destinos da ilha não revela apenas um caso grave de ocultação de informação, de falta de transparência e, eventualmente, de abuso de poder.
Há muitas outras questões para além dos números, mesmo que estes se revelem, cada vez mais, preocupantes e em nada benéficos para o esforço que o país e os portugueses têm prestado para que Portugal consiga ultrapassar estes tempos difíceis.
Uma questão que se coloca é como é que o Estado não tem capacidade, nem processos, de fiscalização mais apurados, mais eficazes. É que não se pode estranhar, neste caso, a ausência de controlo e fiscalização, quando a Troika, numa semana e através da avaliação do sistema bancário, detectou o que as entidades fiscalizadoras nacionais não conseguiram fazer, pelo menos, desde 2003… há oito anos. Até porque, em relação à questão do “buraco” da Madeira, já há alguns anos que o Tribunal de Contas vinha alertando para desvios e excessos nas contas públicas e nos investimentos da gestão de Alberto João Jardim. Mas tal como na ilha, também por cá tudo o que vem do lado do Tribunal de Contas é sempre muito relativo: se favorável aplaudido e aclamado de pé, mas se desfavorável trata-se de um bloqueio ao desenvolvimento, ao exercício da gestão pública, a meras questões de politiquice.
Por outro lado, é perfeitamente inconcebível, e foi preciso chegar-se a este ponto para que se reflicta sobre a questão, que os autarcas tenham limitação ao número de mandatos, que o Presidente da República tenha limitação no número de mandatos, entre outras figuras do Estado, e no caso do Presidente da Região Autónoma da Madeira ou dos Açores não haja qualquer limitação ao número de mandatos possíveis. O excesso de tempo no poder pode levar a algumas situações menos claras na governação, a um descuido e desvalorização das regras, normas, da própria ética política e de gestão da “coisa pública”.
Mas neste caso, Alberto João Jardim acaba por ser vítima dele mesmo… da sua teimosia, da sede de poder. Porque, se é previsível a sua vitória nas eleições de 9 de Outubro (embora com algumas dúvidas quanto a conseguir a maioria), este parece ser um fim para um “reinado” que nada fazia prever uma saída da política pela porta mais pequena.
Mesmo que Alberto João Jardim ganhe com maioria o próximo período legislativo na Madeira não vai ser nada fácil, nem nada gratificante. No caso do PSD/Madeira não alcançar uma vitória confortável não restará a Jardim se não a despedida antecipada porque, face aos acontecimentos, não terá o apoio de nenhum partido (nem mesmo o CDS-PP) para uma eventual coligação pós-eleitoral. Primeiro porque esse facto foi já excluído pelos partidos e, segundo, porque não é essa a tradição política na ilha madeirense. O PSD sempre foi poder isolado e exclusivo, enquanto todos os outros partidos sempre foram oposição muito desprezada e menosprezada pelo Presidente do Governo Regional.
Por fim, Alberto João Jardim tem de assumir a responsabilidade dos factos que, apesar de todas as justificações e argumentos, a realidade demonstra que os actos são graves e merecem uma reflexão muito profunda por parte de todos: Governo e Entidades Fiscalizadores, para além do “julgamento” político que os madeirenses podem fazer nas urnas, através do voto livremente expresso.
Porque este não é um caso isolado… É um problema geral das contas públicas, da gestão do erário público, da ética política. É uma questão de prioridades de investimentos e de políticas. Da necessidade de sobrevivência política à custa do “betão”, da obra feita e visível (física).
O país, a administração central, as entidades públicas, as regiões, as autarquias, as freguesias, as autonomias, não podem continuar a viver sempre no velho e lamentável princípio do “quem vier atrás que feche a porta”.
Uma boa semana…
publicado por mparaujo às 07:43

A propósito do post anterior, com referência muito ligeira ao debate parlamentar sobre o enriquecimento ilícito, nada melhor que uma leitura atenta a este interessante artigo de opinião do Director do Diário de Notícias, João Marcelino, na edição de 24.09.2011.

O enriquecimento ilícito
publicado por mparaujo às 01:39

O líder do Partido Socialista, António José Seguro, para esconder uma enorme falta de argumentação política, de propostas alternativas para o país, à frente de um partido totalmente isolado na oposição parlamentar (veja-se o mais recente caso da proposta sobre o enriquecimento ilícito e o vínculo ao memorando da Troika), numa tentativa de marcar agenda e conquistar "palco mediático" dedica-se à demagogia balofa no caso do deficit da Madeira.
Já aqui foi referido que é criticável a atitude de Alberto João Jardim (aqui e aqui e aqui, para além do post que republica o artigo da edição de hoje do Diário de Aveiro). No entanto há mais questões importantes para além dos números da Madeira.
Andar com uma questão menor da confiança política é não saber o que dizer, nem como dizer.
Primeiro, tal como acontece no seu partido, os partidos das regiões autónomas gozam de autonomia (passe a redundância) em relação aos partidos nacionais.
Segundo, retirar a confiança política a Alberto João Jardim não significaria (antes pelo contrário) que o mesmo não ganhe as eleições, tal como se prevê.
Terceiro, Pedro Passo Coelho, após as criticas já proferidas, não tem, como Primeiro-ministro de se envolver em campanhas eleitorais, e, como tal, não tem que ir à Madeira.
Quarto, quando António José Seguro afirma que "em Portugal, num estado de direito democrático, não pode haver regiões acima da lei e não pode haver um homem que manda mais do que as leis do país". Pena que não tenha tido a mesma atitude e posição em relação ao que se passou, ao longo de seis anos, nas contas públicas do Estado, nas nomeações para a Administração central, nas empresas e institutos públicos. Se é um facto que se deve criticar a atitude de Alberto João Jardim, não deixa de ser verdade que, apesar de tudo, sabe-se onde foi empregue o dinheiro (por exemplo, na falta de cumprimento do compromisso do governo socialista em relação à catástrofe de 2009, tendo sido entregue apenas cerca de 30% do valor celebrado), ao passo que no continente, ao longo dos últimos seis anos, muito dinheiro foi utilizado sem se saber onde, nem como.
Por último, António José Seguro tem um grave problema de memória já que muito facilmente, ao fim de três ou quatro meses, esqueceu uma herança e um passado socialista. Dizer que "a maneira como Portugal, como as instituições do Estado de direito democrático e os órgãos de soberania lidarem com a situação na Madeira, revelará muito da natureza e da qualidade das nossas instituições e das pessoas que as ocupam" é muito fácil. Tão fácil como "choverem pedras nos telhados de vidro socialistas". Onde esteve a preocupação e o combate de José Sócrates em relação à Madeira? Onde esteve a fiscalização e a regulação das contas públicas? E não colhe o argumento de que nada se sabia ou nada se podia fazer porque a informação foi ocultada... Tretas!!! Porque a Troika numa "simples" abordagem à banca descobriu tudo numa semana. Assim como ninguém ligou, desde 2003, a algumas suspeitas tornadas públicas pelo Tribunal de Contas (aliás como sempre).
Andar nestas demagogias da treta é pura e simplesmente "cuspir para o ar"!
publicado por mparaujo às 01:31

A capa do semanário "Sol" da sua edição de 23 de Setembro comporta, em destaque, uma foto do corpo de Rosalina Ribeiro, no caso em investigação no Brasil e que envolve o advogado português Duarte Lima.
Em si mesma a foto não é das mais chocantes do ponto de vista da sensibilidade e da emotividade. Mesmo que entenda que a morte deve ter a mesma dignidade que a vida.
Mas é sobre este ponto, o da preservação da dignidade da pessoa humana, que incide a crítica e a contestação a uma falha deontológica, editorial, significativas, já que a tentativa de mediatismo e de sensacionalismo em nada beneficia o jornalismo. Para além da foto em destaque não trazer nada de relevante ou acrescentar informação à notícia.
Lamenta-se...

Atenta esteve a Entidade Reguladora ao abrir um processo de averiguações.  A questão é que os resultados da ERC são pouco penalizadores face a tantos atropelos editoriais da Comunicação Social em Portugal. 
As sanções são muito benevolentes, os "delitos" justificam o risco face às penalizações.  A ver vamos.
publicado por mparaujo às 00:34

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