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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Porque a História nunca pode (deve) ser travada...

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É um marco incontornável da realidade e história contemporânea: a II Guerra Mundial e o extermínio étnico - Holocausto - que vitimou um número estimado superior a 11 milhões de cidadãos, 6 dos quais homens (3 milhões), mulheres (2 milhões) e crianças (1 milhão) judeus.
Sob o desígnio político-nacionalista Endlösung der Judenfrage (Solução Final), com a ignóbil desculpa/justificação dos lebensunwertes Leben (indignos da vida), foram condenados à morte, morreram pela exaustão do trabalho escravo (o tal que "libertaria") ou pelas condições deploráveis, nos 48 campos de concentração nazi, milhares e milhares de judeus, ciganos, eslavos, polacos, comunistas, homossexuais, maçons, prisioneiros de guerra, deficientes físicos e mentais.

No total,  foram erguidos cerca 48 Campos de Concentração nazis (os mais relevantes) distribuídos por países como a Alemanha, Polónia, Áustria, Noruega, Itália, França, Países Baixos, Croácia, Lituânia, Estónia, Ucrânia, Bielorrúsia, Letónia e República Checa, dos quais 13 eram marcadamente campos de extermínio étnico.

De todos eles o que ganhou uma maior dimensão histórica e social foi o de Auschwitz-Bikernau (que, na verdade, era uma rede de 3 campos no sul da Polónia: Stammlager Auschwitz (administrativo); Auschwitz-Bikernau (extermínio) e Auschwitz-Monowitz (trabalho forçado), e ainda mais 45 pequenos campos satélites) pelo seu peso, pela sua dimensão e relevância no terrível genocídio.

A 27 de janeiro de 1945, no final da II Grande Guerra, as tropas soviéticas iniciaram o processo de libertação dos prisioneiros dos Campos de Concentração de Auschwitz.
São 75 anos de muitas histórias de sobrevivência, de clamor pemanente por justiça, de intensas memórias...

Porque a história nunca pode ser travada...
Para que a MEMÓRIA «Nunca esqueça que, na história e na vida de milhões de pessoas, existiu um lugar chamado Auschwitz»...
Pelos 'auschwitz' e 'holocaustos' que vivemos, promovemos e assistimos HOJE!

Auschwitz (2020)(créditos das fotos: Memorial Museum Auschwitz e ONU)

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