8 comentários:
Meu Caro amigo Terra&Sal
Cá estou de volta.
Foi uma semana que eu já não vivia desta forma a alguns anos.
Apesar de tudo, foi gratificante e motivadora.
E cá estou de novo.
Resistente como diz.
Um abraço
migas (miguel araújo) a 21 de Janeiro de 2007 às 19:21

Meus caros
Esta foi uma pequena amostra de um trabalho que tive que apresentar à Unidade Curricular - Teoria da Comunicação e dos Media.
De facto são interessantes os estudos que já forma realizados, os que foram revistos e os que ainda estão a ser realizados sobre os efeitos da comunicação nas pessoas e nas sociedades.
Abraços
migas (miguel araújo) a 21 de Janeiro de 2007 às 19:19

Hummmm!
Um post do Migas há tanto tempo por aqui?
Cheira-me a esturro!
São os americanos...
Só pode ser!
Cá para mim estão a passar o Blog a pente fino, que esta coisa de mandar "bocas" desgarradamente hoje em dia, pia fino.
Eles andam por tudo o que é sítio a levar no "lombo" e têm de saber de onde sai a "acção psicológica" que dá força aos opositores...
Ora o Migas é da Resistência aos seus atropelos,e embora eles saibam, querem saber até onde...
Vamos ao trabalho amigo Migas, e se quiser mando-lhe um código que foge do controle dos ianques.
Bom fsm e um abraço
Terra & Sal a 20 de Janeiro de 2007 às 21:22

Viva Miguel:

Pertinente e a merecer séria reflexão.
Os meus votos de que passe um óptimo fim de semana.


Um abraço,
José Alberto Mostardinha a 20 de Janeiro de 2007 às 00:41

Gosto de chegar ao serviço de manhã e ler o "Debaixo dos Arcos", mas ando muito triste, porque o Sr. Dr. Miguel Araujo já não escreve com a periocidade que escrevia. :(
Por favor, empenhe-se mais um bocadinho.
Quero um post novo todos os dias!!!!!
maria papoila a 17 de Janeiro de 2007 às 10:03

Caro Miguel,
Grande artigo, toca em feridas demasiado vivas para não se sentirem, mas os analgésicos ás vezes resultam mesmo assim.
Um abraço e bfs.
Arauto da Ria a 13 de Janeiro de 2007 às 19:02

Primeiro poder seguramente e cada vez mais.
Anónimo a 12 de Janeiro de 2007 às 23:18

Olá meu Caro Migas:

Tenho andado por aí a vaguear cheio de boa vontade a olhar pelo nosso Aveiro que tão depauperado está a ficar de ideias e de obras. Anda tudo à nossa volta muito desalinhado, e esse desalinho vem daqueles que deviam dar o exemplo aos outros de aprumo.
É certo que andarmos a discutir, protestar e reclamar junto de cabeças vazias, não nos serve de nada.
Mas nem por isso devemos desistir nem que seja para estarmos de bem connosco próprios.
Bem sei que o meu amigo não perde tempo com as lides domésticas, e procura temas bem mais abrangentes.

Interessante este seu artigo sobre “O Poder dos Efeitos...”
Também não ficaria mal se o título fosse: “Os efeitos do Poder”
Sabemos efectivamente que em pleno século XXI os meios de comunicação é uma das coisas mais importantes senão a mais importante mesmo, para o nosso desenvolvimento colectivo.
E o desenvolvimento nas suas várias áreas e vertentes, nem sempre é sinónimo de evolução, embora seja sempre muito abrangente em todos os seus domínios e áreas, no bem mas no mal do mesmo modo.
A comunicação é como as invenções. A maioria delas foram dedicadas à preservação e bem-estar do homem, e vêm todas ou quase todas a acabar na sua destruição.

Depois, sabemos que, salvo raras excepções nos profissionais de hoje, sejam da comunicação social, ou outro mister qualquer, não têm os mesmos padrões de comportamento, seja ele social, cívico ou profissional que tinham há 50 anos atrás.
Quem quer impor-se num país, seja ele qual for, compra um meio de comunicação social, seja ele visual ou escrito.
De posse do “barco” “dita” as regras ao remador
Quantos e quantos se servem desses meios para atingirem objectivos de que de outro modo não conseguiria.

O poder do dinheiro geralmente anda associado ao tráfico de influências, Quando vêm o lucro a espreitar à porta, sempre muito diversificado, são capazes de elevar aos céus um pobre diabo, e metem no inferno, o maior anjo à superfície da terra.
O mundo de hoje está cheio de doutrinas e organizações que apregoam aos 4 ventos a honestidade e a solidariedade, a paz e o amor.
Mas tudo é ao “faz de conta”...
Se os seus pregões afectam uma qualquer “máquina complicada e bem oleada”, é certo e sabido que há a curto ou longo prazo, a aniquilação de cabeças, que rolam injustamente.

A televisão de uma forma geral apregoa a “incultura”...
Não nos deixa raciocinar por nós próprios, nem meditar nos problemas. Brincam connosco e fazem-no com “seriedade”, impingem-nos o que querem que aceitemos como bom, quando afinal as coisas são ao contrário daquilo que nos mostram.
Vão lentamente ou quiçá, aceleradamente, tornando-nos em robots, ou marionetas comandadas à distância, e ficamos convencidos de que somos livres, e temos opinião.
Gostei do artigo.
Um abraço
Terra & Sal a 12 de Janeiro de 2007 às 19:58