Da reivindicação das 8:00 de trabalho diário, para a celebração internacional de um dia cheio de “chavões”, demagogias e cada vez mais um simples feriado histórico.
O dia dos sindicalismo cada vez mais partidário e menos abrangente para trabalhadores.
A realidade do dia-a-dia mostra-nos cada vez mais desemprego, códigos do trabalho irreais, irracionalidade e falta de flexibilidade de funções, de actividades, de objectivos das empresas e seus colaboradores.
“Do justo pelo pecador”!
Salários abaixo da média europeia…
Trabalho infantil por combater…
Iletracia na maioria da população e uma excessiva média de abandono escolar…
Empresas a fechar, quase que diariamente, criando uma realidade familiar e social, muito aquém do “propagandex” governamental.
Um país assimétrico, cada vez mais "litoralizado" e desertificado no seu interior.
Portugal tem graves problemas na saúde, na segurança social, na educação, na justiça e na economia.
Interessante a edição deste fim-de-semana do Expresso, que retrata na sua revista o espelho de uma classe média (onde me incluo - 1500 €/mês) cada vez mais frustrada, sem recursos, a lutar pela sua sobrevivência mensal e responsável por manter um país vivo e a “mexer”.
Este é o 1º de Maio de 2006.
Com muito “choque tecnológico”, sem muito choque social, económico e cultural.
Em vez de gestão do país… vamos tendo uma congestão governativa!


