Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

01
Mai 06
Foi há 120 anos…
Chicago não era só uma realidade cultural e musical. Transportava para o mundo, a realidade laboral.
Da reivindicação das 8:00 de trabalho diário, para a celebração internacional de um dia cheio de “chavões”, demagogias e cada vez mais um simples feriado histórico.
O dia dos sindicalismo cada vez mais partidário e menos abrangente para trabalhadores.

A realidade do dia-a-dia mostra-nos cada vez mais desemprego, códigos do trabalho irreais, irracionalidade e falta de flexibilidade de funções, de actividades, de objectivos das empresas e seus colaboradores.
“Do justo pelo pecador”!
Salários abaixo da média europeia…
Trabalho infantil por combater…
Iletracia na maioria da população e uma excessiva média de abandono escolar…
Empresas a fechar, quase que diariamente, criando uma realidade familiar e social, muito aquém do “propagandex” governamental.
Um país assimétrico, cada vez mais "litoralizado" e desertificado no seu interior.
Portugal tem graves problemas na saúde, na segurança social, na educação, na justiça e na economia.
Interessante a edição deste fim-de-semana do Expresso, que retrata na sua revista o espelho de uma classe média (onde me incluo - 1500 €/mês) cada vez mais frustrada, sem recursos, a lutar pela sua sobrevivência mensal e responsável por manter um país vivo e a “mexer”.

Este é o 1º de Maio de 2006.
Com muito “choque tecnológico”, sem muito choque social, económico e cultural.
Em vez de gestão do país… vamos tendo uma congestão governativa!
publicado por mparaujo às 14:57

8 comentários:
Meu caro e distinto Migas:

Antes de mais, os meus respeitosos cumprimentos.

Sobre a questão,na qual,verifico deposita algum interesse, contradições do pensamento político moderno,(Até parece um tratado), no momento que considerar oportuno, abordá-la-ei, e o meu amigo vai ser o leitor privilegiado, como é óbvio.

Entretanto, li com especial satisfação o texto que produziu em resposta ao nosso Pé de Salsa.


Pacíficas saudações do Maréchal Ney
Maréchal Ney a 3 de Maio de 2006 às 19:37

Ilustre Maréchal
Esteja à vontade para divagar sobre essa contradição do pensamento político contemporâneo.
E se o quiser enviar por e-mail, é com muito gosto que o coloco em post para todos.
migas (miguel araújo) a 2 de Maio de 2006 às 23:06

Caro Pé de Salsa
A minha ideologia política não me pode retirar um olhar concreto sobre a minha vida e sobre o que me rodeia.
Por outro lado, o afastamento da militância (e não das convicções) permitem, como também o saberá, alguma libertação de eventuais compromisso políticos contextuais.
Por outro lado, é essa mesma ideologia que me permite encarar a realidade com preocupações sociais, humanistas e, por formação familiar que aceitei e pratiquei por livre vontade, cristãs.
É óbvio que o mundo é feito de mudanças... e nada é definitivo, a começar pela nossa própria exeistência.
Nunca diga desta àgua não beberei!
Tem até o exemplo do meu ex-presidente Prof. Freitas do Amaral.
Abraços
migas (miguel araújo) a 2 de Maio de 2006 às 23:04

Viva Miguel:

O 1.º de Maio também se fez para ver se acabavam esses autênticos escândalos que são essas pensões milionárias ao lado de pensões que mal dão para matar a fome...ou não dão mesmo.

Mas neste país parece que a moralidade é uma qualidade em vias de extinção...como tantas outras.

...e cá vamos indo "com a cabeça entre as orelhas".

Continuaremos a ser um país adiado?
José Alberto Mostardinha a 2 de Maio de 2006 às 21:56

Sim, Pé da Salsa, essa questão algo subtil que levanta, é uma das grandes contradições do pensamento político moderno.


Cumprimentos do Ney
Maréchal Ney a 2 de Maio de 2006 às 18:07

Bem lembrado!
thesarcasticway a 2 de Maio de 2006 às 11:25

http://observatoriodajihad.blogspot.com
Sliver a 2 de Maio de 2006 às 10:00

Caro Migas

Concordo consigo e também por isso o 1.º de Maio está actualizado tal como há mais de uma centena de anos!

Os trabalhadores são aqueles que continuam a pagar a "factura" enquanto que os ricos se vão tornando cada vez mais ricos.

Admiro-o pelas muitas verdades que aqui expõe e, conhecendo a sua ideologia política, ainda não percebi o porquê de estar "desse lado".

Cumprimentos.

Pé de Salsa
Pé de Salsa a 1 de Maio de 2006 às 22:32

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