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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

RTP, uma matemática que não entendo!

Antes de entrar propriamente numa análise/opinião sobre o processo anunciado (embora ainda não confirmado ou desmentido) de concessão da RTP e encerramento da RTP2: a vertente comunicacional e a vertente política.

No entanto, há um aspecto, aparentemente, simples mas que me provoca uma angustiante dúvida e dificuldade de percepção.

O director-geral da RTP, Luís Marinho apresentou ontem os seguintes valores orçamentais da televisão pública, afirmando que quem ganhar o processo de concessão anunciado lucra, por ano, 20 milhões de euros.

Os valores eram: receitas de 150 milhões de euros da taxa (paga pelos cidadãos e cemitérios) e 50 milhões em publicidade; despesas operacionais de 180 milhões de euros (pornograficamente excessivo para uma empresa pública). Fazendo as contas, de facto, entre 200 milhões de euros de receitas contra 180 milhões de euros de despesas, resta um lucro de 20 milhões de euros.

É algo que não percebo.

Alguém está enganado ou anda a enganar o país. Sempre se ouviu dizer que a RTP era um desperdício de dinheiro para o Estado, mas afinal o Estado, eventualmente, vai entregar a alguém uma receita de 20 milhões de euros.

Se dá lucro de 20 milhões de euros para quê e porquê privatizar/concessionar?

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