Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

16
Set 12

A questão é, naturalmente, pertinente face às declarações do Primeiro-ministro na passada quinta-feira ("Comunicação governativa péssima") e à posição do CDS resultante da reunião da comissão politca nacional de ontem.

Há ou não crise na coligação governativa?

Aparentemente, apesar ou mesmo com as divergências, não há rutpura da coligação.

Mas a verdade é que é evidente que "estalou o verniz" entre Paulo Portas e Pedro Passos Coelho, entre o PSD e o CDS.

A coligação governtiva não caiu, mas está claramente "ferida de morte". Basta ter como referência as imediatas reacções do PSD ("PSD considera 'inacreditável' intervenção de Paulo Portas"  -  "PSD vai analisar declarações de Paulo Portas") em relação à declaração deste manhã de Paulo Portas (clicar na imagem para aceder ao vídeo).

Resta saber até quando durará esta fragilidade...

Pessoalmente, as eleições autárquicas serão novo marco de eferição do estado de saúde do governo, não enquanto responsável pelos destinos do pais, mas na consolidação da coligação.

 

publicado por mparaujo às 21:22

2 comentários:
Bom, creio que não cabe na cabeça de ninguém, numa coligação, um partido impor unilateralmente algo deste teor ao outro. Especialmente não sendo a única solução - segundo o proprio FMI foi algo proposto pelo "governo" (pelo PSD leia-se).
Creio que só há uma saída para o CDS. Ou acata e subscreve - abrindo a porta que isto volte a acontecer de novo. Ou impõe-se e sai (mesmo que mantenha o apoio ao governo na Assembleia na República).
Joel Ginga a 16 de Setembro de 2012 às 23:07

Joel
Como bem sabes, infelizmente, a vida e as opções que se tomam (seja a que nível for) não é assim tão linear.
Linear só mesmo a publicidade da Zon ("Há uma linha que separa...").
Aliás tal como a própria posição do PS. Não faz sentido dizer que se vota contra algo que ainda não se conhece de todo, referir que se apresenta uma moção de censura e depois vir sublinhar o sentido patriótico e o não querer "rasgar" compromissos, ou ainda, dizer-se que se pretende manter a estabilidade.
Mas é bem verdade que algo vai muito instável na governação. E quer a posição de Passos Coelho na entrevista em relação a Paulo Portas, quer as declarações públicas de Nuno Melo e do líder centrista eram escusadas se não houvesse alguma clivagem.
E não me admira que esta situação tenha implicações no número de eventuais coligações autárquicas ou até alguma ruptura após a aprovação do OE 2013.
Abraço, meu caro.
mparaujo a 17 de Setembro de 2012 às 19:49

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