Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

17
Mar 13

Já não há mais justificação para o injustificável...

Já não há, politicamente, qualquer razão para não aceitar a realidade...

Por menos e sem qualquer responsabilidade governativa, Pedro Passos Coelho, enquanto líder do PSD ainda na oposição (ao Governo de José Sócrates) pediu desculpa aos portugueses...

Agora não só não reconhece que o Governo falhou em TUDO, como não é capaz de implementar políticas alternativas tão simples quanto as promessas feitas em campanha eleitoral e que apenas serviram para enganar muitos portugueses (já que tudo foi feito ao contrário) e angariar votos. Há, no entanto, algo que o Governo conseguiu, infelizmente: desacreditar a política, os partidos e a democracia; afundar o país e empobrecer os portugueses; descaracterizar e desagregar o PSD; destruir a social-democracia.

Tudo isto em dez pontos, fruto da sétima avaliação da Troika (a mais demorada) e dos desastrosos indicadores/dados, da execução orçamental de 2012, da falha de todas as previsões que sustentam o Orçamento do Estado para este ano (que necessitará, ao fim de dois meses, de correcção). Afinal, a suspensão do país, durante cerca de 15 dias, continha o pior dos cenários...

Os 10 pontos essenciais da sétima avaliação da ‘troika’ (fonte: Diário Económico)

1. Governo estima recessão de 2,3% e desemprego de 18,2%

2. Défice fica em 5,5% do PIB este ano

3. Reforma do Estado fica-se por 500 milhões este ano

4. Nova meta de défice ameaçada pelo Tribunal Constitucional

5. Eurostat chumba ANA e aumento de capital da CGD

6. Exportações travam a fundo em 2013

7. Rescisões na Função Pública avançam já este ano

8. 10 áreas-chave da reforma do IRC

9. Gaspar admite emissão a 10 anos "nas próximas semanas" (na próxima quarta-feira, dia 20 de março)

10. As novas metas económicas do Governo (e que traduzam os falhanços de todas as medidas e previsões)

No mínimo, se o Governo não cai, que caia o ministro das Finanças (e quem o 'segura': Miguel Relvas e António Borges).

publicado por mparaujo às 23:02

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