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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

24 de setembro... dia da imprensa.

Hoje é, claramente, o dia de comprar jornais. Sim... jornais, no plural.

Hoje celebra-se o Dia Internacional da Imprensa.
É certo que o exagero de “dias mundiais”, “dias internacionais”, “dias de tudo e mais alguma coisa” tem o condão de desvalorizar o essencial, de esvaziar o relevante e colocar, no mesmo patamar de importância, o fundamental e o supérfluo.
Por outro lado, tal como diz a sabedoria popular, “o que é de mais cheira mal” e acaba por deixar de ter impacto na sociedade, nas comunidades e nas pessoas.
No entanto, numa altura em que tanto se “assobia para o ar” em relação ao jornalismo, e, neste caso concreto, à imprensa escrita, numa fase em que as pressões económicas (ou economicistas) são imensas sobre os jornais, com o “falhanço”(?) do online (fora dos títulos impressos) em Portugal, é bom lembrar que ainda há jornais a cheirar a tinta, ainda há pessoas que se deslocam (diariamente ou não) ao quiosque/tabacaria mais próximos para comprar o jornal do dia.
E neste Dia Internacional da Imprensa (24 de setembro) faz sentido lembrar (já que o próprio Sindicato dos Jornalistas o “esqueceu”) as minhas referências pessoais. Valem o que valem, são as minhas.
Sem qualquer tipo de ordenação lógica: Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Público, Expresso, Jornal i, Jornal de Negócios, Diário Económico.
E correndo todos os riscos e mais alguns de me esquecer de alguém (desde já as minhas desculpas, mas ficam personificados nos que me lembrei), ainda e sempre: João Marcelino, Fernanda Câncio, Miguel Marujo, André Macedo, Ferreira Fernandes, Carla Hilário Quevedo, Inês Pedrosa (sim… a escritora também), Pedro Santos Guerreiro, José Manuel Fernandes, Henrique Monteiro, Ricardo Costa, Helena Garrido, Helena Matos, Carlos Rodrigues Lima, Manuel Carvalho, Luciano Alvarez, Leonete Botelho, António Marujo. Ah... e a Maria José Oliveira (por tudo e por todos os que foram, e são, pressionados e censurados, mas não pressionáveis nem acomodados).
Ou
Diário de Coimbra (o grande amigo Arménio Travassos, Margarida Alvarinhas), Diário de Aveiro (Ivan Silva, Cristina Paredes, Ana Sofia Pinheiro, Maria José Santa, Rui Cunha, Luis Ventura, João Peixinho, Margarida Malaquias, Sandra Simões, Paulo Ramos, Carla Real, Hugo Santos, Ivo Almeida, Hélder Monteiro), As Beiras (Patrícia Almeida), Notícias de Aveiro/DN/RR (Júlio Almeida), Lusa (Miguel Souto, José Neves), JN-Aveiro (Salomé Filipe, João Paulo Costa), Jornal da Bairrada (Pedro Costa).

Os que deixam saudades...
José Manuel Silva, Jesus Zing, José Carlos Maximino, Carlos Naia, …

E os que deixam, ainda (pela ausência) mais saudades. In Memorium... Cáceres Monteiro, Manuel António Pina, Daniel Rodrigues, Adriano Lucas, entre tantos outros.

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