38 comentários:
Direito de Resposta, no DN / TV&Media
Carta de resposta da Rita Marrafa de Carvalho
http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=3648887&page=-1
mparaujo a 26 de Janeiro de 2014 às 22:22

iá, um carácter umbiguista manifestado em todo o seu esplendor a manifesta incapacidade de RMC para deixar de espalhar complexos de superioridade. A insistência da estrela em diminuir o câmara- repórter de guerra, o mitra cristiando ronaldo, a diminuição e espezinhamento das habilitações de OM.

a manifesta incapacidade para perceber que os comentários do provedor no dn não estão activados, a incapacidade para ler a justificação por ele dada ao facto de não lhe citar o nome, a manifesta incapacidade para perceber que se a página é assim tão privada não se percebe a obsessão com os seguidores, fascinada que está com o estrelato televisivo.

o facebook dá-lhe para ter um milhar seguidores, que julga que a legitimam, mas depois já se trata de uma página privada - mas que eu leio sem sequer ter conta.

raciocínios embotados dos seguidores incapazes de perceber o ridículo da queixa e da perseguição à liberdade de expressão de OM e à coragem para enfrentar a matilha corporativa que se compraz em denuncair os defeitos dos outros mas que tanto chora quando lhe desnudam os próprios. Fosse ela outra pessoa pública a atrever-se a pedir à PSP para lhe guardar a criança e a RMC caia-lhe em cima enquanto jornalista. Fosse outra figura pública a usar o facebook para desanuviar destilando fel sobre um "mero câmara" ou sobre o mitra Ronaldo a ver se a RMC não dava a notícia.
nuno a 27 de Janeiro de 2014 às 00:18

E mais divertido é haver aqui tanta gente a achar que a Presidência da República é o local de trabalho da RMC.

Assim como se o agente imobiliário que aí anda, levasse a filha para as reuniões com os clientes à espera de arranjar um polícia lhe tomasse conta dela.

Tretas e confusões mentais de quem nada faz pela defesa da maternidade, mas se enxofra muito e misturar alhos com bogalhos nõ percebendo que o que está em causa é a tentativa de abuso de uma situação de privilégio. Tem a presidência da república alguma obrigação de fornecer infantário a quem esporadicamente lá se desloque em trabalho? Seja a jornalista estrela de tv, seja o homem das entregas do leite?

Se RMC tem dificuldades com a maternidade/paternidade lute na RTP para ter infantário para os seus trabalhadores. Alternativamente tivesse deixado a miúda com um colega na redacção, ou da próxima vez que for reportajar ao Bairro da Lata também vai querer deixar a cria com o Corpo de Intervenção?


nuno a 26 de Janeiro de 2014 às 15:51

Fez mais que bem o provedor. E tem toda a razão do mundo.

Está nos seus estatutos - basta saber ler - que lhe assiste expressar-se latamente sobre a comunicação social e fenómenos comunicacionais.

Compete-lhe alertar leitores para esses fenómenos e perversões, ou cuidam que os leitores do DN só acedem ao DN, os do Público ao Público e que por isso, tudo que llhes é exterior deve ficar vedado, como se não pudesse por exemplo existir crítica televisiva ou crítica jornalístic?

A jornalista justifica-se e legitima-se com o ter seguidores, mas por outro lado tem seguiodres numa coisa que afirma ser privada, mas que se chama facebook.

A rede social é tão privada que eu que não tenho conta, mesmo assim pude aceder-lhe à conta e ler-lhe os textos em causa.

Por lá maltrata repórteres de guerra com a desfaçatez de quem se julga superior, destrata Cristiano Ronaldo com presunções de superioridade e chama hipócrita a quem não lhe acompanha o tom e o estilo.

Quanto ao caso da filha, obviamente que se eu os tivesse nenhum psp mos iria guardar enquanto eu ia fazer um qq serviço. Quer o quê a moça? Uma simpatiazinha, por ser figura pública e conhecida e qual estrela com seguidores em espaço privado?

O resto é balelas. RMC não tem razão em sítio nenhum, nem ela nem os seguidores e amigos do espaço privado na rede social mais usada do mundo.




nuno a 26 de Janeiro de 2014 às 15:39

O que é que esta estória contribui para a nossa felicidade? Com tanto desgraçado que há por aí, na rua, a passar fome, ninguém faz um post digno de destaque!
Jorge a 15 de Janeiro de 2014 às 13:55

Vê-se bem que não acompanha o blogue...
Fica ao seu critério.
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 17:34

Esta "estória" da jornalista da RTP fica logo sem credibilidade devido ao facto de nem a jornalista ir levar a criança a nenhum ATL da RTP, nem a escola da filha da mesma estar fechada no dia referido.

A jornalista da RTP (caso tenha sido ela a dizer que a escola estava de "ferias") sabe perfeitamente que a escola da sua filha só fechou dia 24 de dezembro (além dos feriados) e que a mesma escola que a criança frequenta tem o seu próprio ATL. Além de que recebe as crianças a partir das 8h da manhã.

Em relação à presidencia da républica... acho que tal atitude já era de esperar de quem ocupa o palácio de belém.

Acho que mesmo assim o autor do blog devia se informar bem antes de escrever "estórias" que não são verdadeiras e apesar de não ser aceitavel a atitude da presidencia (apesar de justificavel) o facto de parte do que aqui está escrito (será que a jornalista da RTP contou assim o episodio?) ser mentira não ajuda em nada a credibelidade do autor e da jornalista em questão.

Só mais uma questão: Onde estava o outro filho da jornalista? Esse ficou sozinho em casa!?
Será? a 15 de Janeiro de 2014 às 13:46

Só para completar o comentário anterior quero acrescentar que a escola dos filhos da jornalista (sim a senhora tem 2 filhos) situa-se na mesma freguesia onde a mesma habita, logo a conversa dos 28 km também é mentira.

Será? a 15 de Janeiro de 2014 às 14:03

(repetindo...)
Meu caro...
O autor do texto (eu) foi informado tal e qual foi relatada a história. Acontece que o que está aqui em causa, como pode ler bem, nos dois textos, não é a história em si. Essa já tinha sido mais que comentada e badalada no posto da página do facebook da jornalista. Com a clara aceitação dela de todos os comentários pós e contra. Aliás, a discussão estava perfeitamente pacífica e saudável em torno da questão laboral e dos filhos nos empregos dos pais (de forma genérica).
O que está em causa e despoletou a polémica foram as declaração de Mário Rui e os dois textos do Provedor do Leitor do DN. Apenas isso.
Não me viu tecer quaisquer comentários, porque isto surge em função da polémica nas redes sociais, sobre a veracidade ou não dos factos. Aliás, essa nunca foi a questão nem nos meus textos, nem nos comentários no facebook, nem muito menos nos dois textos do Provedor do DN.
OK?!
Abraço
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 17:36

Só não compreendo então o porquê do "preambulo" neste post, já que o mesmo apenas serve para desviar do tema que devia ser discutido. Que é o facto da jornalista ter querido levar a filha para a presidência da républica e não a terem deixado entrar.

Note que apesar de não achar estranha a presença da petiz no palácio de belém, não comparo esse local com o local de trabalho da senhora jornalista. Calculo que das muitas vezes que a dita levou a petiz à RTP nunca lhe foi negada a entrada.

Já agora o que fez a senhora em questão com o outro filho? É que, contado da maneira como o carrissimo contou esta "estória", parece que o outro filho teve lugar onde ficar e se foi na escola porque não deixou a senhora a filha lá também (já que andam os dois na mesma escola)? Se foi com um familiar porque não deixou a filha lá? Será que deixou o rebento mais novo sozinho em casa!?!? Não acha estranho isto tudo? Se calhar a senhora queria mostrar à filha o palácio de belem, ou talvez tirar umas fotos à criança nos jardins do mesmo e a coisa correu-lhe mal... ou então nem se passou nada e apenas lhe deu para isto.... apeteceu-lhe aparecer...

Nisto tudo também não perceboi porque raio o provedor do DN faz um crónica em que refere este tema (falo da primeira vez que escreveu sobre ele). Mas certamente que o carissimo sabe, mas se não souber devia perguntar à dona Marrafa o porquê dessa referencia, ela com toda a certeza que o elucida.

Bem haja.
Será? a 15 de Janeiro de 2014 às 17:53

Como nos telegramas (simples e directo)...:
- A RMC é uma jornalista;
- Ser jornalista não confere mais (nem menos) direitos do que a um comum mortal;
- A RMC tem todo o direito de tentar a filha para o seu local de trabalho;
- Mas, a RMC tem de aceitar que essa situação não seja aceite por terceiros;
- A RMC pode ou não ter consequencias disciplinares daquilo que faz durante o seu periodo de trabalho, como qualquer trabalhador.
- A RMC pode manifestar a sua opinião sobre a situação mas tem de aceitar que os outros tenham os mesmos direitos;

End of story. :P
Davide a 15 de Janeiro de 2014 às 12:28

retomando a "story".
Todos os primeiros cinco pontos que refere não merecem qualquer contestação. Simples. É o óbvio e são os factos.
Mas mesmo pegando no quinto, que deu origem à primeira polémica, não vejo que levar a filha merecesse lugar a consequências disciplinares. O que originou a primeira polémica foi o facto de alguém o sugerir à RTP.
Em relação ao último ponto, se puder dar uma vista de olhos nos comentários que circularam na página da jornalista no facebook, todas as opiniões foram aceites, discutidas, aplaudidas umas e contrariadas outras, quando simplesmente tudo se circunscrevia à questão precisamente dos filhos e dos empregos.
Até que uma opinião NUM ESPAÇO com claros e determinados objectivos e funções e que nada tem a ver com a opinião proferida, deu lugar à segunda polémica.
E foi apenas pela estupefacção de ver a coluna do Provedor do Leitor do DN andar a cuscar nas redes sociais e a opinar sobre a vida privada e factos da privacidade de uma jornalista que, aliás, nem é do DN.
Abraço
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 17:42

Se fosse com uma operária de uma qualquer fábrica ou de um qualquer hipermercado os jornalistas não se indignavam tanto. Até eram bem capazes de passar mais uma vez a mensagem dos "grandes" de que o problema é que as pessoas são malandras e não querem trabalhar. Querem ter "direitos adquiridos" e outros luxos que tais. Enfim, viver acima das possibilidades... É bom que de vez em quando tenham um banho de "realidade" que é para aprenderem a não papaguear o discurso único do Poder! Querem ter direitos, cumpram a vossa missão de jornalistas e deixem-se de ser meros propagandistas reaccionários!
DS a 15 de Janeiro de 2014 às 12:08

Completamente a despropósito.
O que refere não é verdade.
A discussão sobre a questão dos filhos nos locais de trabalhos dos pais (mãe ou pai, já agora) foi discutida e debatida, com toda a legitimidade dos prós e contras, noutro espaço.
O que está em causa e gerou a polémica foram outras questões que surgiram já o debate ia longo ou quase a terminar.
A sugestão de processo disciplinar proferida pelo Mário Rui ou o uso da coluna do Provedor do Leitor do DN para opinar sobre algo que nada tem a ver com o jornalismo e muito menos com algo ligado ao DN.
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 17:46

Se trabalhassem na peixaria do Continente a ganhar 3€/h, não teriam este tipo de problemas. Se o ridídulo matasse, metade de Portugal desaparecia.
jcvan a 15 de Janeiro de 2014 às 11:17

Com todo o respeito pela sua situação e por todos os trabalhadores que trabalham precariamente...
O assunto em questão não tem a ver com salários.
Abraço
mparaujo a 15 de Janeiro de 2014 às 12:06

estou solidario com a Sra. Rita, pois sou filho de mãe-trabalhadora, e eu e o meu irmão ás vezes vamos para o seu local de trabalho e isso nunca prejudicou o trabalho da minha mãe. E isto pode acontecer porque o nosso governo não possibilita essa ajuda e muitas vezes as despesas de um infantario, atl são elevadas para os ordenados que um trabalhador recebe a ainda com or cortes que o PM quer levar a efeito.

Boa Sorte para Sra. Rita
Nuno Fontes a 15 de Janeiro de 2014 às 10:52

O meu grande apoio à Rita, como mãe trabalhadora (trab. autarquica) que ás vezes os filhos veem para o meu local de trabalho. A sua vinda não atrapalha o meu trabalho.
Se a sociedade ajudasse e protegesse todos os trabalhadores-pais talvez tivessemos uma melhor sociedade.

Felecidades para a Rita
Paula Rodrigues a 15 de Janeiro de 2014 às 10:39