Das (grandes) vitórias dos Direitos Humanos em 2023
e da liberdade e da dignidade humana
Numa altura em que é óbvia a influência, na conflitualidade no Médio Oriente, de um dos Estados mais ditatoriais, autocráticos e teocráticos do mundo, a libertação (em fevereiro) de Yasaman Aryani e da sua mãe, Monireh Arabshahi, após quatro anos prisioneiras por defenderem os direitos das mulheres no Irão, é uma das marcas deste ano de 2023.
No mesmo ano em que, a 6 de outubro, a Academia Nobel decidiu atribuir o Prémio Nobel da Paz 2023 a Narges Mohammadi, jornalista e ativista iraniana, reconhecendo publicamente o seu trabalho na luta contra a discriminação e contra a opressão das mulheres, e pelo direito a viver de forma digna.
Ainda há (alguma) esperança na humanidade.
A história (resumida) aqui. (fonte: aministia internacional portugual)

Yasaman Aryani