Do essencial... sem ilusões ou cenários hollywoodescos
Enquanto uns se deslumbrem com as aparências ou com fugazes efeitos cénicos, Aveiro viveu, hoje (no encerramento de mais um mês), o verdadeiro espírito da social democracia. A verdadeira, a real, a paradigmática... sem populismos, sem demagogias.
A social democracia que importa para o PSD, para os portugueses e para o país.
O auditório do Parque de Feiras e Exposições de Aveiro encheu, de forma simples mas muito real, para ouvir Rui Rio afirmar-se como um verdadeiro líder: frontalidade, transparência, saber, experiência e, principalmente, um inequívoco sentido de Estado bem cimentado no que são os verdadeiros pilares da social-democracia - igualdade de oportunidades, solidariedade e justiça social.
Rui Rio foi mais uma vez, para além de igual a si mesmo, muito realista, directo e concreto: «Candidato-me a presidente do PSD por Portugal». O PSD é o contexto instrumental, o meio para atingir o sublime sentido da política: servir o país e os portugueses, com o olhar e pensar ideológico e político da social-democracia (bem ao centro, sem desvios dos princípios, dos valores e da génese que nortearam o partido). Com o objectivo de alcançar 'Melhores empregos, melhores salários, melhores serviços públicos, melhor qualidade de vida para os portugueses'.
Só com Rui Rio será possível um PSD em condições de servir melhor Portugal, de ser alternativa governativa, de reconquistar o centro e honrar a história do partido e dos seus fundadores.
Um PSD dos sociais-democratas, das bases do partido, (re)implantado e de novo enraizado no poder local, aberto à e com a sociedade, focado no país e nos portugueses.
Com RUI RIO: PORTUGAL AO CENTRO.
