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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Do rídiculo da cegueira política

ou como a pala ideológica turva a capacidade racional.

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(fonte da foto: Reuters)

A guerra, qualquer guerra, destrói e mata.
As bombas e os mísseis que arrasam territórios, destroem identidades comunitárias, retiram a vida e desfazem a vida das famílias, não conhecem ideologias. Apenas a destruição, o sofrimento e a morte.

Hoje, a política partidária portuguesa (ou uma parte dela) tem que se envergonhar e pedir desculpa aos ucranianos.

O Parlamento Europeu aprovou, por maioria, a Resolução B9‑0123/2022 a condenar a invasão da Rússia e da Bielorrússia à Ucrânia (iniciada a 24 de fevereiro). A votação registou 637 votos a favor, 26 abstenções e 13 votos contra. Os Eurodeputados do PCP votaram, (imagine-se), contra.

As razões, apontadas num comunicado do Partido Comunista Português, são, para ser simpático, surreais e completamente estapafúrdias: "o que esta resolução faz é dar força à escalada, ao incremento da guerra, e dificultar o cessar-fogo e a solução negociada que se impõem no interesse dos povos e da paz mundial".
Isto só pode ser a gozar com quem sofre a barbárie de uma invasão injustificável e abominável.
Ou então, o PCP acha que os portugueses são parvos e que a propaganda ideológica ainda tem impacto cego.

Tristeza.
Em pleno século XXI - 2022 - O PCP não desilude... antes pelo contrário. (a culpa da recente derrocada eleitoral não é só da morte da geringonça)

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