Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

10
Jun 19

ou, de outra forma: "nem uma coisa, nem outra... antes pelo contrário".
Desbloqueador de frases públicas.

  • Numa primeira reacção à notícia divulgada pelo jornal Público que dava conta que Vítor Constâncio terá dado luz verde para que Joe Berardo pudesse levantar 350 milhões da Caixa Geral de Depósitos, o ex-Governador do Banco de Portugal afirmou, no twitter: "não tenho memória disso". Acrescentando ainda: "(...)nem de nada do género que tenha acontecido há 15 anos".
    Percebo claramente Vítor Constâncio. Às vezes empresto livros, cd's, tupperwares, ... e se não mos devolvem nunca mais me lembro a quem emprestei. É claro que também nunca emprestei mais que 5 euros....
  • Segundo o jornal Público, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, respondeu ao Observatório Técnico Independente, criado (em 2018) para acompanhar os incêndios florestais, afirmando que "o Governo presta conta dos fogos à Assembleia da República".
    Para além de uma verdade "la Palice" (porque o Governo tem que prestar todas as contas à Assembleia da República) é bom que o senhor ministro não se esqueça que o Governo também tem que prestar contas dos incêndios aos portugueses.
  • A propósito do eventual desaparecimento de cerca de 170 obras de arte da colecção pública, a ministra da Cultura, Graça Fonseca, afirmou, há uma semana, que "algumas obras da colecção de arte contemporânea do ministério que tutela precisam de uma localização mais exacta".
    Não há dúvidas... o Estado, o Governo, o Ministério da Cultura não sabe mesmo o paradeiro das 170 obras de arte das quais é proprietário. Uma sugestão à senhora ministra: talvez seja boa ideia começar a procurar nos gabinetes ministeriais... quem sabe??!!
  • O dirigente socialista Pedro Nuno Santos defendeu publicamente, no rescaldo dos últimos resultados eleitorais europeus, que o PS devia assumir na Europa uma tensão permanente face aos liberais.
    Pois... esqueceu-se foi de enviar a mensagem a António Costa. É que na Europa de 2019 assiste-se a um projecto de coligação entre, precisamente, Socialistas e Liberais. Basta olhar para a estratégia conjunta de Macron e Tsipras (por mais que doa ao Bloco de Esquerda, principalmente à Marisa Matias).
  • O deputado do PS, Fernando Anastácio, foi o responsável pelas negociações do aumento de salário dos juízes, que pode agora ultrapassar o valor auferido pelo primeiro-ministro. Mas não vê qualquer impedimento, ao caso, no facto de ser casado com uma juíza.
    Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço (principalmente fora do Hemiciclo).
  • António Costa elege como prioridades o combate à corrupção e investimento nos serviços públicos.
    Calma, não atirem já os foguetes... é só para a próxima legislatura. Até lá, muita água pode continuar correr, por baixo dos moinhos, e o ministro Mário Centeno pode manter as "suas" cativações, nem que seja, por exemplo, à custa da saúde (e nalguns casos, a vida) dos portugueses.
  • Face a relatórios vindos a público e que "condenavam" a gestão do Hospital, a ministra da (pouca) Saúde, Marta Temido, afirmou que foram as necessidades da população que levou à não renovação da PPP com o Hospital de Vila Franca de Xira.
    A questão é simples: a ministra ouviu as gentes de Vila Franca de Xira? É que, fazendo fé nas palavras do autarca daquela cidade ribatejana (por sinal eleito pelo PS), que foi ao Parlamento defender o trabalho desenvolvido pelo Hospital, a decisão parece precisamente contrária às vontades da população.
  • Há alguns dias, depois de comprovado o caos, o Governo pediu desculpa pelo funcionamento deficiente e inaceitável dos transportes públicos (nomeadamente a CP ou outros serviços na área metropolitana de Lisboa).
    Já diz o povo: "as desculpas não se pedem, evitam-se". E muito poderia ser evitado se a maior preocupação do Governo não fosse o populismo (e a injustiça nacional) do preço dos bilhetes e passes, mas sim um investimento em políticas de mobilidade e em melhores serviços de transporte. Aos quais se podem adicionar os inquestionáveis esforços que muitas autarquias, de norte a sul, do litoral ao interior, fazem para que as suas populações tenham o mínimo de condições de mobilidade.
  • António Costa, após as eleições europeias, destacou a vitória dos parceiros de governação (geringonça), em conjunto com a do PS.
    Ora... de repente, o PCP viu-se afastado da coligação parlamentar das "esquerdas (des)unidas". Isso, ou António Costa antecipa já a próxima legislatura e já substituiu (se ganhar) o PCP pelo PAN.

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publicado por mparaujo às 16:14

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