As escolhas editoriais dos órgão de comunicação social (seja imprensa, rádio ou televisão) são da responsabilidade dos seus Conselhos de Redacção e/ou das suas Direcções. São opções próprias, internas, passíveis de crítica ou de anuência, mas comportam uma inquestionável dose de responsabilidade.
O que não podem é servir como forma de apagar a memória e a história.
Na edição de hoje do jornal Público há um artigo de opinião assinado por Miguel Relvas, por sinal novo cronista daquele diário. A responsabilidade editorial é, obviamente do jornal Público.
A minha responsabilidade moral é a defesa da ética e do profissionalismo dos jornalistas.
Para que a memória não se apague, nem a história seja rescrita.
Decorria o ano de 2012, o mês de maio, Miguel Relvas era Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares do anterior governo PSD-CDS.
Critérios...

