2 comentários:
Os seus valores são incorrectos.
Faltando atribuir os valores das compensações finais, faltam atribuir 5 lugares. 2(ou 3) serão para o PS (queria 9 poderá ultrapassar), 1 (ou 2) para o PSD, 1 para o Bloco de Esquerda e um para a CDU. CDS poderia obter o segundo se tivesse 84% dos votos que ainda faltam contar. Algo que o partido nunca teve mais de 5% dos votos dos emigrantes.
PS queria 9 deputados (deve lá chegar), PSD queria 8 deputados (impossível), CDS queria 3 a 4 deputados (nem 2 consegue, com a humilhação total a ser o PAN a ter mais votos nas grandes áreas urbanas, podendo roubar 8 deputados, caso os resultados sejam iguais nas legislativas), BE queria 2 (obterá 3), CDU queria 2 (em 2014 conseguiu 3, quando o habitual é ter 1 a 2) e o PAN vai buscar o restante, que era de Marinho e Pinto.
Mas, há mais derrotados: Aliança, acreditou que poderia chegar aos 2 deputados, Basta que acreditou conseguir eleger 1 deputado e o PDR, que não aceitou coligar-se com o CDS, como tinha feito em 2014, obtendo aquela que foi o pior resultado da história do partido.
Manuel da Rocha a 27 de Maio de 2019 às 10:42

Caro Manuel Rocha.
Obrigado pelo seu comentário.
Os números que indico, não incorrectos. Mesmo não sendo os finais, como indico logo no início do texto, eram os que tinham sido avançados quando estava a escrever o texto e a acompanhar a informação.
Quanto à restante observação que faz, concordo perfeitamente com ela, muito em particular com a do CDS. É a contestação dos factos.
Em relação aos partidos que não elegeram eurodeputados, não teci comentários porque nunca acreditei que fossem capazes de atingir os objectivos que traçaram... nomeadamente aqueles que se inscrevem no arco político da chamada direita que não servem absolutamente para nada, a não ser fazer estragos percentuais nas eleições (Aliança, Basta, Movimento Liberal e afins...).
mparaujo a 27 de Maio de 2019 às 10:56