Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

04
Dez 13

Hoje é dia de recordar (e celebrar) o falecimento de dois grandes nomes da política nacional: Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa.
Mesmo que o tempo queira abafar os factos e o acontecimento trágico da noite de 4 de Dezembro de 1980 (há 33 anos), mesmo que se criem, legislatura após legislatura, inúmeras comissões parlamentares que em vez de resultados práticos, servem para dissimular cada vez mais a história, quem tem memória não esquecerá. Sejam quais forem as ligações, sejam quais forem as convicções.
No entanto, há quem, pelas suas acções, pela gestão política, pela sua (des)governação, se esqueça rapidamente deste dois fundadores e líderes incontestáveis dos PSD e do CDS. E este Governo (de coligação) tem sido perito, useiro e vezeiro, em “enterrar” a história da social-democracia portuguesa de Sá Carneiro e da democracia-cristã de Adelino Amaro da Costa.
E é de uma ironia frustrante e angustiante que a acompanhar o convite para as cerimónias de hoje, na Sala do Senado da Assembleia da República, venha esta expressão de Sá Carneiro: "Vivemos uma oportunidade única de construir um país novo, humano e justo e não apenas, um País para alguns". Francisco Sá Carneiro, 19 Julho 1934 - 4 Dezembro 1980.
E a seguir a frase: “Para que a memória não se apague!”
Pois… apagou-se!!! a partir de junho de 2011

publicado por mparaujo às 15:44

04
Dez 12

A história pode ser distorcida, escamoteada, disfarçada, falseada ou encoberta… mas com uma certeza: a história nunca pode ser travada. Sejam quais forem os pressupostos a realidade é só uma: a democracia portuguesa, há 32 anos foi, evidentemente, abalada.

Dia 4 de Dezembro de 1980

Passados estes 32 anos do acontecimento político de Camarate há uma outra realidade. O sonho de Sá Carneiro, legítimo para qualquer político, seja qual for a sua ideologia e partidarite, de um governo, uma maioria e um presidente, teve finalmente a sua concretização no processo eleitoral de 2011.

Infelizmente, nunca Sá Carneiro esperaria que poucos meses depois (nem precisámos de esperar este ano e meio de governação) não só um Primeiro-ministro conseguiria tão facilmente destruir esse sonho, como destruir um partido, uma ideologia e empurrar um país para o abismo.

Imagino as voltas no túmulo… Resta avivar memórias!

publicado por mparaujo às 11:23

04
Dez 10
Porque a história nunca pode ser travada...
Camarate - 4 de Dezembro de 1980

Pela verdade, preservar a memória.

publicado por mparaujo às 13:52

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