Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

28
Jul 19

ou, de outra forma: "nem uma coisa, nem outra... antes pelo contrário".
Desbloqueador de frases públicas.

  • Ministra Marta Temido encabeça lista do PS pelo círculo de Coimbra.
    A ministra da Saúde, Marta Temido, vai encabeçar a lista socialista pelo círculo eleitoral de Coimbra nas próximas eleições legislativas, disse à agência Lusa a secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes.
    Fica apenas a questão: o PS abdicou de tentar ganhar em Coimbra?
  • "Prender médicos só se for com laços de amor".
    Ministra da Saúde diz que lógica de grilhões ou prisão não é a tónica das medidas que estão a ser estudadas pelo Ministério para fixar médicos no Serviço Nacional de Saúde. (jornal I)
    No que toca a enfermeiros (nomeadamente os da Ordem) é "grilhá-los" à vontadinha.
  • Ministra da Saúde diz que transformar SNS "é o grande desafio" do futuro. (TVI24)
    Sim... porque em relação ao presente, pior é difícil de conseguir.
  • Mário Centeno entre os favoritos para suceder a Lagarde no FMI.
    Se tal se concretizar, eis o dia em que a esquerda da Geringonça (BE, PCP, Verdes) engolem o maior sapo do mundo. De uma só "dentada". Tudo o que diabolizaram na Troika caiu-lhes no colo, com a assinatura do PS, Governo e do Ministro das Finanças.
  • Costa promete aumentar salários na função pública. (Expresso)
    Como em tantas outras medidas anunciadas e prometidas (atiradas para as Calendas Gregas), António Costa só não disse foi quando, como, nem quanto. Populismo (também) é isto.
  • "Gestão danosa" na Caixa gera discórdia na Comissão de Inquérito. (Diário de Notícias)
    Inclusão da expressão "gestão danosa" no relatório final da Comissão de Inquérito à gestão da CGD provocou críticas por parte do Bloco de Esquerda e do PS.
    Como em causa está um período negro da história da governação socialista, fiquemos pelas deambulações políticas.
    Se fosse uma governação da direita só não havia "cadeira eléctrica" porque (felizmente) a pena de morte em Portugal foi abolida em 1852, curiosamente para "crimes políticos".
    Mas até aqui, nada de novo. As Comissões Parlamentares de Inquérito nem para atribuição de responsabilidades políticas servem... apenas de palco mediático político-partidário. Recordo uma em particular: Comissão Parlamentar de Inquérito do caso Camarate... só foram 10 (se bem me lembro).
  • "Quase metade dos manuais escolares são reutilizados", diz Ministro.
    O mesmo significa dizer, Sr. Ministro, que mais de metade dos manuais não são reutilizáveis. Ou seja..."mais de metade do copo está "meio cheio".
  • Donald Trump: "Não tenho um osso racista no meu corpo". (revista Sábado)
    Alguém que informe o "inquilino" da casa Branca que o racismo não é um problema de cartilagem, mas sim de consciência, personalidade (ou falta dela) e mentalidade (triste e mesquinha, claro).

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publicado por mparaujo às 22:28

10
Jun 19

ou, de outra forma: "nem uma coisa, nem outra... antes pelo contrário".
Desbloqueador de frases públicas.

  • Numa primeira reacção à notícia divulgada pelo jornal Público que dava conta que Vítor Constâncio terá dado luz verde para que Joe Berardo pudesse levantar 350 milhões da Caixa Geral de Depósitos, o ex-Governador do Banco de Portugal afirmou, no twitter: "não tenho memória disso". Acrescentando ainda: "(...)nem de nada do género que tenha acontecido há 15 anos".
    Percebo claramente Vítor Constâncio. Às vezes empresto livros, cd's, tupperwares, ... e se não mos devolvem nunca mais me lembro a quem emprestei. É claro que também nunca emprestei mais que 5 euros....
  • Segundo o jornal Público, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, respondeu ao Observatório Técnico Independente, criado (em 2018) para acompanhar os incêndios florestais, afirmando que "o Governo presta conta dos fogos à Assembleia da República".
    Para além de uma verdade "la Palice" (porque o Governo tem que prestar todas as contas à Assembleia da República) é bom que o senhor ministro não se esqueça que o Governo também tem que prestar contas dos incêndios aos portugueses.
  • A propósito do eventual desaparecimento de cerca de 170 obras de arte da colecção pública, a ministra da Cultura, Graça Fonseca, afirmou, há uma semana, que "algumas obras da colecção de arte contemporânea do ministério que tutela precisam de uma localização mais exacta".
    Não há dúvidas... o Estado, o Governo, o Ministério da Cultura não sabe mesmo o paradeiro das 170 obras de arte das quais é proprietário. Uma sugestão à senhora ministra: talvez seja boa ideia começar a procurar nos gabinetes ministeriais... quem sabe??!!
  • O dirigente socialista Pedro Nuno Santos defendeu publicamente, no rescaldo dos últimos resultados eleitorais europeus, que o PS devia assumir na Europa uma tensão permanente face aos liberais.
    Pois... esqueceu-se foi de enviar a mensagem a António Costa. É que na Europa de 2019 assiste-se a um projecto de coligação entre, precisamente, Socialistas e Liberais. Basta olhar para a estratégia conjunta de Macron e Tsipras (por mais que doa ao Bloco de Esquerda, principalmente à Marisa Matias).
  • O deputado do PS, Fernando Anastácio, foi o responsável pelas negociações do aumento de salário dos juízes, que pode agora ultrapassar o valor auferido pelo primeiro-ministro. Mas não vê qualquer impedimento, ao caso, no facto de ser casado com uma juíza.
    Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço (principalmente fora do Hemiciclo).
  • António Costa elege como prioridades o combate à corrupção e investimento nos serviços públicos.
    Calma, não atirem já os foguetes... é só para a próxima legislatura. Até lá, muita água pode continuar correr, por baixo dos moinhos, e o ministro Mário Centeno pode manter as "suas" cativações, nem que seja, por exemplo, à custa da saúde (e nalguns casos, a vida) dos portugueses.
  • Face a relatórios vindos a público e que "condenavam" a gestão do Hospital, a ministra da (pouca) Saúde, Marta Temido, afirmou que foram as necessidades da população que levou à não renovação da PPP com o Hospital de Vila Franca de Xira.
    A questão é simples: a ministra ouviu as gentes de Vila Franca de Xira? É que, fazendo fé nas palavras do autarca daquela cidade ribatejana (por sinal eleito pelo PS), que foi ao Parlamento defender o trabalho desenvolvido pelo Hospital, a decisão parece precisamente contrária às vontades da população.
  • Há alguns dias, depois de comprovado o caos, o Governo pediu desculpa pelo funcionamento deficiente e inaceitável dos transportes públicos (nomeadamente a CP ou outros serviços na área metropolitana de Lisboa).
    Já diz o povo: "as desculpas não se pedem, evitam-se". E muito poderia ser evitado se a maior preocupação do Governo não fosse o populismo (e a injustiça nacional) do preço dos bilhetes e passes, mas sim um investimento em políticas de mobilidade e em melhores serviços de transporte. Aos quais se podem adicionar os inquestionáveis esforços que muitas autarquias, de norte a sul, do litoral ao interior, fazem para que as suas populações tenham o mínimo de condições de mobilidade.
  • António Costa, após as eleições europeias, destacou a vitória dos parceiros de governação (geringonça), em conjunto com a do PS.
    Ora... de repente, o PCP viu-se afastado da coligação parlamentar das "esquerdas (des)unidas". Isso, ou António Costa antecipa já a próxima legislatura e já substituiu (se ganhar) o PCP pelo PAN.

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publicado por mparaujo às 16:14

08
Abr 19

ou, de outra forma: "nem uma coisa, nem outra... antes pelo contrário". Desbloqueador de frases públicas (as frases de 3 semanas ou alguns dias mais...).

  • Assunção Cristas: «O CDS está mais uma vez um passo à frente com aprovação dos cabeças de lista às legislativas». (fonte: DN 07-04-2019)
    O CDS está é claramente fora do contexto (a pouco mais de 1 mês das eleições europeias) e fora do tempo (as legislativas são em outubro e ainda há pelo meio as regionais na Madeira).
  • António Costa, num comício em Braga, no passado dia 5, pediu aos portugueses um «voto de confiança ao Governo nas eleições europeias de maio». (fonte: Expresso)
    Do mal, o menos... antes em maio que nas legislativas de outubro.
  • No dia em que entrou em vigor o passe único da Área Metropolitana de Lisboa, o primeiro-ministro, António Costa, numa viagem entre Ericeia e Setúbal, afirmou que «o país não pode parar por haver três eleições». A propósito da problemática das limitações da 'propaganda eleitoral'. (fonte: jornal I 01-04-2019)
    E tem razão... só é pena que a Comissão Nacional de Eleições "ameace" autarcas e partidos políticos e permita ao Governo inaugurar, anunciar e prometer, com toda a pompa e circunstância, tudo e mais alguma coisa em pleno período eleitoral.
  • António Costa: «não há confusão entre família política e política familiar» e «não há nenhuma relação familiar nova desde a constituição do Governo», afirmação proferida a 28 de março (Fonte: Público 28-03-2019).
    No primeiro caso, obviamente que não há qualquer confusão... para o PS é tudo igual. Já no que respeita à segunda afirmação, bastaram dois ou três dias para a demissão de um secretário de Estado no âmbito da polémica "familygate".
  • O novo partido, ou putativo partido, 'Chega' caça militantes no seu site mas André Ventura diz «que é engano». (fonte: Expresso 26-03-2019).
    O que é mesmo um "engano político" é o próprio Chega e André Ventura.
  • Mário Centeno ao enaltecer o défice de 0,5% do PIB, em 2018, afirmou que «este Governo não precisou de um milagre para estabilizar as contas públicas».(fonte: ECO 26-03-2019).
    É verdade... não foi mesmo milagre. Bastou enganar os portugueses com as cativações e a perda de investimento, e uma austeridade (nomeadamente na carga fiscal) bem pior que a da Troika.
  • Assunção Cristas acusou o Governo, neste março bem encalorado, de «não ter soluções para resolver falta de água». (fonte: DN 22-03-2019)
    Fica a sugestão para a próxima legislatura... sempre que houver seca, antes de qualquer Conselho de Ministros, o Governo deve encenar uma "dança da chuva" (à boa maneira 'india').
  • Marisa Matias: «A geringonça ficou muito aquém daquilo que poderia ter sido» (entrevista ao ECO 25-03-2019).
    O melhor comentário vem mesmo da parte da líder do BE, Catarina Martins: «Neste país ainda se vive muito mal». (SIC 16-03-2019).
    Confirma-se... a geringonça apenas serviu para impedir o PSD de governar após ter ganho as eleições (em 2015) e para o BE ter andado a brincar à política na coligação parlamentar.
  • António Costa: «nenhuma das greves resulta de medidas tomadas pelo Governo» (a propósito da inúmeras greves sectoriais decretadas, mais que na anterior legislatura). (fonte: Jornal Negócios 14-03-2019).
    E tem toda a razão... não resultam porque o Governo também não tomou medidas, pelo menos as importantes e necessárias (estruturais e reformas).

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publicado por mparaujo às 00:02

05
Mar 19

ou, de outra forma: "nem uma coisa, nem outra... antes pelo contrário". Desbloqueador de frases públicas (as frases da semana e alguns dias mais...).

Nota prévia... O Bloco de Esquerda comemorou, no dia 1 de março, 20 anos de existência. PSR, ex MDP/CDE (Política XXI) e UDP, juntando quatro mentores (Francisco Louçã, Miguel Portas, Fernando Rosas e Luís Fazenda, formaram o novo partido "à esquerdas das esquerdas" que agregou vontades e conceitos. Diga-se com três particularidades que importa registar (goste-se ou não): superou o vaticínio de muitos que o davam como "insucesso garantido" (em 1999) superando várias crises; não tem um órgão formal "jota" como os 'tradicionais' PS, PSD, CDS ou PCP; e apesar das dissidências (Livre e Alternativa Socialista), ainda recentemente foram 23 militantes a "bater com a porta", continua com 'assento parlamentar'. Por isso a primazia do arranque deste "O dito pelo (não) dito..."

  • Catarina Martins, a propósito dos 20 anos do BE: “Não estamos nada cansados, temos muito pela frente”.
    Até pode não haver cansaço, mas não vale a pena esconder: há, pelo menos, um significativo desgaste de 4 anos de 'geringonça'. E quem aproveitou foi o PS.
  • Catarina Martins, a propósito dos 20 anos do BE: "Fizemos inimigos poderosos numa elite financeira".
    Qual elite? A da Banca? Como o caso do banco público CGD e a extinta Comissão Parlamentar de Inquérito? Ou o suporte a um Governo que gastou rios e rios de euros para sustentar o sistema financeiro bancário (e o que criticaram durante a Troika)? É que se for em relação à "elite financeira privada" a coisa nem aqueceu, nem arrefeceu... antes pelo contrário.
  • Entrevista de Marisa Matias (eurodeputada do BE e próxima 'cabeça de lista' às Europeias 2019) ao Expresso: “O PS lamenta, mas aceita a austeridade".
    Conclusão (apesar de tudo): PS é mais honesto que BE... Os socialistas ao menos ainda lamentam. Já o BE não só não lamenta, como apoiou um inúmero conjunto de medidas e políticas de agravamento da austeridade (mesmo que encapotada).
  • Miguel Morgado, deputado do PSD: "As fake news e o populismo são “tretas” de Bruxelas".
    Como??!! Perde-se as contas às páginas e páginas de estudos e investigação comunicacional e política. São mais que evidentes os factos e a realidade, até mesmo em Portugal (algo que, aliás, nem é novo). O populismo é uma das maiores preocupações para as eleições europeias de 2019. E isto são tudo tretas?. Ahhh... pois... Miguel Morgado é um "fake politician".
  • Santana Lopes prefere que "Aliança vá sozinha às europeias e legislativas".
    Claro que não prefere... não tem é ninguém que lhe queira "dar uma mãozinha".
  • Jerónimo de Sousa insiste que "Governo é do PS e não das esquerdas".
    Como é óbvio, pela primeira vez na história da política nacional (repetindo o 'feito político local' de Loures) o PCP esteve quatro anos coligado com a direita. Claro que esta 'geringonça' nem existiu, foi apenas uma miragem. Como se aproximam as eleições legislativas há que descolar e rasgar os compromissos. Mas Jerónimo de Sousa já vem tarde... já não dá para esconder quatro anos de "bem com Deus e o Diabo", com "um pé dentro e outro fora".
  • Mário Centeno: “Os portugueses hoje pagam mais impostos porque ganham mais”.
    Depois das cativações orçamentais, vêm agora as 'cativações do pensamento demagógico'. Sr. Ministro e Presidente do Eurogrupo... o povo já deixou de ser 'estúpido'. Os portugueses pagam mais impostos porque, de forma injusta e indirecta, esses impostos aumentaram e são mais gravosos.

A terminar (abrindo as próximos do próximo texto)...

  • Juiz Neto de Moura: “Os meus direitos têm sido lesados de forma perfeitamente inadmissível e intolerável”.
    Já os das vítimas de violência doméstica (nomeadamente, porque não só, as mulheres), a memória das mulheres assassinadas em contexto de violência doméstica, a valorização do crime e do criminoso, são pormenores... Como se costuma dizer, "é a vida".
    Triste justiça, a nossa.

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publicado por mparaujo às 16:25

02
Fev 19

ou, de outra forma: "nem uma coisa, nem outra... antes pelo contrário". Desbloqueador de frases públicas (as frases da semana).

  • “Deus quis que Donald Trump fosse presidente”, garante Sarah Huckabee Sanders (responsável pela gestão da Imprensa na Casa Branca). É por estas (não) por outras que cresce o número de descrentes e ateus. Como crente, acho que Deus tem muito mais trabalho e que fazer do que eleger presidentes evangélicos.
  • PCP aponta promiscuidade político-económica como razão da corrupção, segundo João Ferreira (eurodeputado comunista). Será que João Ferreira renunciou à sua recandidatura europeia? É que a afirmação cai em cima de uma semana nada positiva para a "moralidade ideológica" do PCP: «rede vermelha: câmaras comunistas adjudicam 2 milhões de euros a empresas de militantes» (Observador) ou «autarquias do PCP adjudicaram milhões a empresas de militantes» (ECO).
  • Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, entende que a Regionalização deve estar em cima da mesa na próxima legislatura. Porque é que o actual polémico processo da Descentralização se parece com a construção de uma casa começada pelo telhado?
  • O ex-ministro Manuel Maria Carrilho voltou a ser presente a Tribunal para a repetição do julgamento dos crimes de violência doméstica. O primeiro julgamento absolveu o ex-ministro da Cultura, mas o processo foi reaberto após recurso do Ministério Público.
    À saída da primeira audiência, no Campus de Justiça, em Lisboa, Carrilho firmou apenas «Continuo confiante».
    Também os que defendem o respeito pela dignidade e a igualdade de direitos estão confiantes... confiantes que agora se faça justiça "à séria".
  • “Espero chegar aos dois dígitos no Parlamento”, afirmou Santana Lopes numa antevisão das próximas legislativas. Caro ex-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz e de Lisboa, ex-primeiro ministro, ex-provedor da Santa Casa de Lisboa, ex-militante do PSD... dois dígitos são fáceis de alcançar, podem é estar à direita do "0", por exemplo "0,99%".
  • E a "cereja em cima do bolo"... É uma afirmação comprida, do comunista João Ferreira à agência Lusa mas que vale a pena dar nota.
    “A questão dos Orçamentos do Estado, não foram orçamentos do PCP, foram orçamentos do Governo do PS porque este é um Governo PS, não é um Governo das esquerdas, nem sequer um Governo de esquerda”. Ora nem mais... mais vale tarde que nunca. João Ferreira vem agora demonstrar o que sempre aqui foi dito: durante quatro este "processo" da Geringonça apenas serviu para enganar os portugueses (ou alguns). Chegados a novo ciclo eleitoral... "zangam-se as comadres, surgem as verdades".

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publicado por mparaujo às 15:18

19
Jan 19

ou, se preferirmos: "nem uma coisa, nem outra... antes pelo contrário".

Desbloqueadores de frases públicas.

  • Jerónimo de Sousa diz que sector público "faz melhor e mais barato" na saúde.
    Claro que faz, camarada presidente. Principalmente, "mais barato". Basta lembrar a precariedade e o valor salarial existente no SNS.
  • Assunção Cristas: “O primeiro-ministro quer pintar o país de cor de rosa”.
    Oh senhora doutora! Claro que quer, é primeiro-ministro socialista (cor rosa). Se fosse o Rui Rio era cor de laranja.
  • Marisa Matias: “O Bloco não é um partido populista”.
    Upsss... nem populista, nem radicalista, nem extremista. Aliás... nada, portanto.
  • Hugo Soares acusa Rio de "ter mais força" a atacar militantes do PSD do que António Costa.
    Bom, bom, era que tivesse ainda "mais força", nomeadamente para atirar "borda fora" quem não faz qualquer falta ao PSD.
  • Marta Temido: não é possível “corrigir 20 anos numa legislatura” nas carreiras de enfermagem.
    Tem toda a razão, Sra. Ministra. Mas era importante que, em poucos meses,  situação não batesse no fundo.

  • PCP acusa TVI de "anti-comunismo" após reportagem sobre genro de Jerónimo de Sousa.
    Claro... para "pró-comunismo" já há o jornal "Avante".

  • Hugo Soares: "Rui Rio não tem de fazer de mim nenhum Cristo".
    Nem precisa, "huguinho". Sempre que abres a boca é "auto-flagelação".

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publicado por mparaujo às 18:53

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