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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

29.Mar.20

Sem fronteiras, nem condição social

mparaujo
O surto pandémico COVID-19 não escolhe idades, nem sexo (apesar de haver grupos de maior ou menor risco), não escolhe condição social (mais ou menos rendimentos, mais ou menos subsistência, mais ou menos sobrevivência, mais ou menos condição), não escolhe raça, credo, nem tem fronteiras. Surge carregado de um universalismo inquestionável. Há, por isso, um "cá", um "lá", um "por todo o lado"... Há os sobreviventes, os que precisam de cuidados médicos, os que estão ao (...)
19.Jan.19

"Resgatar Sorrisos" para as crianças do Gana

mparaujo
Há cerca de dois ou três anos tive o primeiro contacto com a "causa", infelizmente mais uma, na defesa dos Direitos Humanos, concretamente dos Direitos das Crianças. A defesa dos direitos fundamentais e da dignidade humana de qualquer cidadão, por razões acrescidas quando se trata de crianças, não devem conhecer fronteiras, nem distâncias e, muito menos, indiferença. No Gana, bem no coração dessa África esquecida e explorada, os pais vendem os seus filhos por menos de 30 euros (...)
20.Nov.17

Para as Crianças... Pelas Crianças.

mparaujo
A 20 de Novembro de 1989 a ONU adoptou, por unanimidade, a a Convenção sobre os Direitos da Criança. É pena que essa unanimidade do plenário pouco se traduza na aplicação prática e concreta da Convenção. É pena que as nações e as comunidades se tenham esquecido que a assinatura da Convenção, ainda por cima por unanimidade, após ratificada, passa a constituir ordem jurídica. É pena que o dia-a-dia de muitas regiões do mundo não só esqueça como atropela permanentemente (...)
09.Nov.17

Uma vida não tem preço... muito menos a de uma criança.

mparaujo
A solidariedade e a defesa dos direitos fundamentais e da dignidade humana de qualquer cidadão, por razões acrescidas quando se trata de crianças, não deve conhecer fronteiras nem distâncias. No Gana, bem no coração dessa África esquecida e explorada, os pais vendem os seus filhos por menos de 30 euros a traficantes que os revendem aos pescadores do Lago Volta. Estas crianças são obrigadas a trabalhar 14 horas por dia, 7 dias por semana, a troco de um único prato de mandioca. (...)