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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

20.Mai.18

E se Bruno de Carvalho tiver (alguma) razão.

mparaujo
Não... não é ironia, piada ou brincadeira. Infelizmente... é verdade. Independentemente de outras análises que não me interessam rigorosamente, na longa (ou extensíssima) entrevista de ontem de Bruno de Carvalho, entre vários "disparos", o presidente do Sporting Clube de Portugal apontou baterias à Comunicação Social. Infelizmente tinha razão... não propriamente pelos motivos apontados, mas teve razão. Obviamente que não cabe toda a responsabilidade pela actual situação (...)
17.Mai.18

Oportunidade de reflexão

mparaujo
Isto continua a não ser um texto sobre futebol mas sim sobre "bola". O caso das agressões em Alcochete continua a marcar a agenda informativa, mediática e a encher as redes sociais. Por mais que nos queiramos abstrair, por mais não consiga perceber como é que ainda há quem ache isto "não normal" e esteja chocado (salvaguardando o ataque em si, como é óbvio) e por mais que queira pensar em coisas sérias, isto não está fácil. Vê-se na televisão... fecha-se a televisão ouve-se (...)
03.Mai.16

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

mparaujo
O dia 3 de maio assinala o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. O direito a informar e a ser informado de forma livre, sem pressões ou constrangimentos. Qualquer democracia e Estado de Direito precisam, na sua estrutura, de uma comunicação social independente, livre, atenta, rigorosa e que fale, acima de tudo, verdade. Importa, (...)
18.Mar.16

Dia cinzento... e não é da chuva

mparaujo
Há quem diga que é fruto de novos tempos e de novas exigências. Eu acredito mais que será tempo de repensar e reformular, o que não implica que se mantenham as mesmas plataformas. Mas também penso que é tempo de reflectir sobre tutelas, modelos de gestão, realidades laborais, profissionalismo e ética deontológica. Mas independentemente de qualquer ou toda a reflexão, é tempo de preocupação. Preocupação pelo pluralismo, pela diversidade, pela informação. Preocupação pelo (...)
24.Fev.16

Porque todos fazem falta... também o Diário Económico

mparaujo
Não é fácil fazer vingar no panorama informativo uma marca com características de especificidade, ainda mais se a particularidade for a economia. Mesmo que a economia se confronte, no dia-a-dia, com a política para a primazia no "espaço público" e na gestão das sociedades, a verdade é que a tecnicidade e uma área pouco acessível à maioria (...)
17.Fev.16

Que a memória não apague, nem esqueça.

mparaujo
Ninguém é insubstituível... embora a máxima, em relação à vida, seja, no mínimo, questionável. Mas no que respeita à sociedade (ao trabalho, à escola, ao círculo de amigos ou de acção) isso será verdade. Uns surgem, outros deixam espaços vazios, mas com mais ou menos esforço há sempre forma de substituir mesmo correndo-se o risco de não (...)
03.Jan.16

Há uma década...

mparaujo
Morre, infelizmente, muita gente... embora esse seja o ciclo natural da vida. Morre gente importante, gente anónima, gente mediática, gente que marca vida e marca vidas de forma simples e discreta. É o ciclo da vida. Gente dos variados círculos e profissões. Também morrem jornalísticas... e como na vida, os mais discretos, os anónimos, os (...)
30.Nov.15

Solidariamente... "Sol" e "i"

mparaujo
O encerramento de uma qualquer actividade económica será sempre motivo de apreensão e lamento. O encerramento de um órgão de comunicação social, neste caso dois, independentemente de gostarmos mais ou de gostarmos menos das suas orientações editoriais, é motivo para tristeza e redobrado lamento. Tristeza porque afectará sempre um número significativo (nem que fosse um, apenas) de profissionais que ficarão sem os seus postos de trabalho, limitados no exercício da sua (...)
26.Nov.15

Nem sei como adjectivar. Só me ocorre: Vergonha!

mparaujo
Primeira nota de abertura, contexto temporal: Novembro de 2015, pleno século XXI. Conhecidos os resultados eleitorais do passado dia 4 de outubro surgiram logo duas realidades que espelham a falta de maturidade social da sociedade portuguesa e a clara e evidente falta de estruturação para a inclusão (sim... a recordar a Fátima Araújo com o seu livro "Por acaso..."): os portugueses elegeram o deputado do BE, Jorge Falcato Simões (deficiente motor) e o deputado socialista Alexandre (...)
06.Nov.15

Do rigor... mesmo que com aspas.

mparaujo
Ao jornalismo exige-se, entre outras coisas da ética e da deontologia, rigor. Mais até, do meu ponto de vista muito pessoal, do que isenção (esta bastante discutível e questionável, embora os princípios e os códigos também a requeiram). Ler um título de um jornal implica que o mesmo transmita rigor, verdade e (...)
29.Out.15

Ou há moralidade... ou 'comem' todos

mparaujo
Temos este péssimo "código genético": o da incoerência, o de agir em função do vento e das modas, o de tomar posições em função dos nossos interesses e do que mais nos convém. É péssimo e é condenável. Importa, primeiramente, afirmar: não gosto do Correio da Manhã, nem da CMTV, bem pelo contrário. Isso é público e já por várias vezes (...)
24.Out.15

Que a memória não se apague

mparaujo
As escolhas editoriais dos órgão de comunicação social (seja imprensa, rádio ou televisão) são da responsabilidade dos seus Conselhos de Redacção e/ou das suas Direcções. São opções próprias, internas, passíveis de crítica ou de anuência, mas comportam uma inquestionável dose de responsabilidade. O que não podem é servir como (...)
17.Out.15

A ler os outros... e a não apagar a memória.

mparaujo
Não tenho nenhum receio do papão governo de esquerda e, felizmente e bem, deixei tudo perfeitamente resolvido com a democracia a 25 de novembro de 75. Não vou por aí. Entendo que existe toda a legitimidade constitucional para a existência de um governo da coligação PSD-CDS ou de um governo de esquerda. Tal como afirmo no artigo que virá a público amanhã, 18 de outubro, no Diário de Aveiro, o país vive em suspenso não por uma questão de legalidade constitucional mas por uma (...)
10.Out.15

irrar nem sempre é úmano...

mparaujo
Não nutro qualquer empatia por José Rodrigues dos Santos, nem como escritor e muito menos como profissional da comunicação social. Não lhe reconheço talento, nem profissionalismo. Apenas o mediatismo, tantas vezes fútil, que a própria televisão cultiva também no campo da informação. O que não me impediu por uma (...)
18.Set.15

A ler os outros... As mulheres que não choram.

mparaujo
A Fernanda Câncio tem um excelente artigo feminista (sem qualquer sentido pejorativo, antes pelo contrário), hoje, no Diário de Notícias. Assertivo, pertinente e com uma interrogativa na conclusão mais que lógica. Uma mulher não chora, mas devia... Primeiro, porque chorar tem tanto de digno como rir. Segundo, nem que seja por raiva e indignação. (...)
13.Set.15

Prós e Contra dissimulado

mparaujo
Amanhã regressa ao écran da RTP1 o programa "Prós e Contra", moderado e conduzido pela jornalista Fátima Campos Ferreira. E regressa da pior forma, demonstrando que vamos ter mais uma "temporada" de momentos hilariantes e que irão, com certeza, alimentar muito humor nas redes sociais e na opinião pública. Para segunda-feira a equipa coordenadora (...)
06.Mai.15

O jornalismo ficou mais vazio...

mparaujo
R.I.P. Oscar Mascarenhas. Nem sempre tivemos posições, conceitos e visões semelhantes. Antes pelo contrário. Foram mais as divergências que as convergências, ao ponto de uma ou outra ter sido pública. Mas como em tudo na vida (passe o "sarcasmo") as polémicas não tornam as pessoas inimigas ou hostis, antes transformam as diferenças em respeito. Seria de uma injustiça inqualificável não reconhecer o profissionalismo, o saber, a experiência e a dedicação à causa jornalística patente na vida de Oscar Mascarenhas (...)
02.Abr.15

e quando pensamos que já nada nos surpreende...

mparaujo
Goste-se ou não, o assunto dá teses e teses, o jornalismo (seja qual for a sua área) é fértil em polémicas exógenas, em situações umas caricatas outras infelizes, seja por questões de profissionalismo ou ética, seja pelo simples erro/gafe a que qualquer profissão está sujeita. Mas há uma outra nota relevante: o jornalismo não deixa de surpreender. Como é que isto é possível? Como é que falha a revisão/edição? (entrevista do semanário Sol à ministra das Finanças, (...)