Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

01
Jun 19

Faltam 7 dias para terminar a campanha de crowdfunding para apoiar o projecto de cidadania no Bairro de Santiago, em Aveiro: "Fotojornalismo na redação Santiago".
Dos 3.085,00€ estão angariados cerca de 42% (1.326,00€)... faltam apenas 1.759,00€ para que as crianças e jovens de Santiago possam concretizar o seu sonho de exporem, no próximo dia 10 de junho, os trabalhos fotográficos que fizeram no âmbito do projecto "Lab Cívico Santiago".
Um clique e 1,00€ podem fazer toda a diferença.
É só isto que basta... 1 clique + 1,00€ (ou os euros disponíveis e possíveis).

O projecto "Fotojornalismo na Redacção Santiago", coordenado pelo fotojornalista Adriano Miranda, é uma das iniciativas criada no âmbito do laboratório cívico e consiste na ideia de colocar crianças e jovens a fotografarem o seu bairro.

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publicado por mparaujo às 10:07

12
Mai 19

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Passe (ou exclua-se, por completo) o saudosismo da expressão, a verdade é que "ainda sou do tempo" de ver nascer e crescer o Bairro de Santiago. Ou, sem qualquer tipo de constrangimento, porque é essa a sua génese... a Urbanização Social (habitação económica de promoção pública estatal - FFH, IGAPHE, IHRU e CMA) Bairro de Santiago.

Planeada por volta de 1973, seria com Girão Pereira que o Bairro ganha corpo e execução física, em 1983, com um conjunto significativo de complexidades processuais e pressões da comunidade. Por exemplo, recorda-se a expropriação/compra dos terrenos, o tão falado (à data) "muro da vergonha" que pretendia separar/delinear o bairro da Rua Dr. Mário Sacramento, ou, ainda hoje sentida, a problemática da inclusão/inserção social.

Se a gestão patrimonial e imaterial do Bairro, com mais ou menos intensidade (em função das conjunturas) a Junta de Freguesia (agora) da Glória e Vera Cruz e, principalmente, a Câmara Municipal de Aveiro têm sabido desempenhar o seu papel e cumprir com as suas responsabilidades, o facto é que o Bairro de Santiago é muito mais que os cerca de 1000 fogos, os 50 espaços não habitacionais ou o seu Centro Escolar (para além da sua envolvendo, como o ISCAA, a Universidade, a escola João Afonso, o Hospital ou o Parque Infante D. Pedro).

A Urbanização de Santiago é, essencialmente, um complexo e emaranhado de existências e histórias muito particulares, uma realidade social difícil e labiríntica porque assenta nas vivências das pessoas que habitam, vivem e sobrevivem no Bairro. E é sobre esta complexidade social que importa dar nota e dar o devido mérito a quem intervém, de forma activa e desprendida, em projectos de cidadania participada.

Cumpridas, pelas entidades públicas, as suas responsabilidades, é importante realçar projectos mobilizadores de cidadãos para dar respostas práticas que cabem aos próprios cidadãos, e não estarem à espera, constantemente, que o Estado/Público responda a tudo.

Se o Bairro de Santiago é feito, também, das vivências e histórias das pessoas, devem ser "as pessoas" a dar vida ao Bairro, a cumprir a sua função social, inclusiva e participativa.
Deste modo, só posso curvar-me e "aplaudir" o projecto de cidadania "Lab Cívico Santiago", espelhado neste artigo no jornal Público da jornalista Maria José Santana (Eles estão a melhorar o bairro, “sem orçamento e apenas com voluntários”).
Aos AMIGOS José Carlos Mota, Gil Moreira e Adriano Miranda, à equipa técnica das Florinhas do Vouga e aos mediadores/coordenadores da Universidade de Aveiro (DCSPT e DECA), à Associação Mon Na Mon, entre outros, a cidade e o Bairro agradecem.
Eu, pessoalmente, fico orgulhoso pelo trabalho desenvolvido. Bem hajam!

publicado por mparaujo às 16:14

21
Set 17

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Não há nada mais revelador da realidade do que os factos, mais ainda quando os mesmos falam por si.

É, por isso, inquestionável o esforço despendido pela autarquia de Ílhavo nestes anos...
na sua relação com as instituições e associações do município;
na preocupação e proximidade com os munícipes, nomeadamente com aqueles que mais precisam (seja pelas carências e insuficiências financeiras, seja pelo desemprego ou pela necessidade de inclusão);
em tornar o município mais acolhedor, sustentável e capaz de proporcionar bem-estar e qualidade de vida;
na promoção da qualificação urbana e da valorização do espaço público (e que bem se avista a Costa Nova);
no especial cuidado com o ambiente e a educação;
na implementação com os agentes económicos e o tecido empresarial do município de políticas e acções promotoras de um desenvolvimento sustentável da região.

Não é, por estes factos, de admirar, embora seja de louvar e relevar, que o Município de Ílhavo tenha sido premiado e reconhecido, pela primeira vez, como Marca Entidade Empregadora Inclusiva, distinção atribuída pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional há dois dias (19 de setembro).

O IEFP reconheceu no Município de Ílhavo a importância social da implementação e promoção de políticas inclusivas, direccionadas às pessoas portadoras de deficiência ou incapacidade.

Este é um importante marco no desenvolvimento social do Município, não só pela sua importância, por culminar todo um trabalho autárquico centrado, essencialmente, nas pessoas (ilhavenses e gafanhenses), mas também porque é inédito e acontece pela primeira vez na história autárquica de Ílhavo, que assenta numa gestão autárquica competente e num trabalho conjunto e de proximidade com Associações, Entidades privadas e públicas, com o tecido empresarial cada vez mais presente e crescente em Ílhavo.

Quatro vertentes/áreas sustentaram a distinção do Município de Ílhavo como Marca Entidade Empregadora Inclusiva: o recrutamento e desenvolvimento profissionais; a estabilidade e o crescimento do Emprego; a promoção e implementação de projectos de regeneração e requalificação urbana para promoção do espaço público; e a afirmação de vários protocolos de cooperação com IPSSs e Associações.

E assim se constrói um Município melhor com e para todos.

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publicado por mparaujo às 21:47

03
Dez 16

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Os últimos dados que o Instituto Nacional de Estatística fornece indicam que em Portugal vivem cerca de 700 mil pessoas portadoras de deficiência, sendo que dessas, a título de exemplo, 170 mil são invisuais, 160 têm dificuldades ou incapacidades motoras e perto de 20 mil sofrem de paralisia cerebral.

Além disso, Portugal é dos países da Europa com menos respostas quer sociais, quer urbanas, quer laborais, quer económicas ou ainda inclusivas, para os cidadãos portadores de deficiência. Mas é muito mais interessante a discussão em torno do jantar da visita oficial do Rei de Espanha, do casaco nas costas da cadeira ou de partido que não aplaudiu o discurso na Assembleia da República. Isso sim... é política interessante.

Nesta data, 3 de dezembro, em que se regista o dia internacional das pessoas com deficiência, não me canso de recordar o excelente trabalho jornalístico e o não menos excelente contributo para a causa social que foi o lançamento do livro "Por acaso..." da jornalista Fátima Araújo. Porque é importante não deixar esquecer.

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publicado por mparaujo às 12:15

05
Mar 15

Vale a pena ver até ao fim... muito. Isto deveria ser eterno.

Sem rótulos... Pelo direito à diferença, pela luta pela igualdade e da inclusão.

 

publicado por mparaujo às 17:57

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