Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontravam e conversavam sobre tudo e nada.
(créditos: Filipe Amorim / LUSA, in jornal Expresso) A proposta orçamental para a Ciência e Tecnologia em 2025 já tinha marcado um retrocesso preocupante: 607 milhões de euros, o valor mais baixo desde 2018. A herança deixada pelo Governo de António Costa - um orçamento de 675 milhões de euros, mais 2,5% do que em 2023 - foi desperdiçada, revelando não só falta de ambição, mas também um desrespeito profundo pelo papel estratégico da ciência e da investigação. Mas este (...)
Como diria um reputado e amigo jornalista, que muito considero e respeito: "conto rápido", sobre "averiguações preventivas" que ninguém, juridicamente, sabe o que são e o que valem. 1. Não há qualquer semelhança entre o caso de Luís Montenegro e esta pseudonovidade do caso de Pedro Nuno Santos. E não estou, sequer, a tecer qualquer juízo de valor sobre o primeiro (como não o fiz até agora). Podem fazer a ginástica da politiquice que quiserem, a começar pelo absurdo (...)
(créditos: Paulo Spranger, in Diário de Notícias) Não tenho a mínima vontade em tecer qualquer apreciação ou análise ao que se passa na Federação Portuguesa de Futebol com o processo de investigação/averiguação do Ministério Público (PJ) a alegados crimes fiscais e/ou económicos ou com a “guerrilha” institucional entre Pedro Proença, presidente da FPF, e Fernando Gomes, ex-presidente da FPF e atual presidente do Comité Olímpico Português. Já discutir política é (...)
(créditos: Ria - rádio da universidade de Aveiro) A afirmação que titula o artigo de opinião publicado na RIA (Rádio da Universidade de Aveiro) a 8 de fevereiro, assinado pela Presidente da Associação Académica da Universidade de Aveiro, Joana Regadas espelha, na perfeição, a análise que pode ser feita à proposta de alteração do RJIES(Regime Jurídico das (...)
(fonte da foto: in Caminhos da Memória - 06.abr.2009) Num Estado de Direito democrático a separação de poderes entre a Justiça e a Política é mais que estruturante, é essencial para o fortalecimento e sobrevivência da democracia. Quando a Justiça se desvia da sua missão, desvirtua as suas responsabilidades e se auto escusa ao escrutínio, fere a democracia e o Estado de Direito. À Justiça, ou ao sistema judicial, compete julgar contextos ilegais e/ou penais/criminais, não (...)
Não tenho a certeza que o país necessite de uma reforma da Justiça, isto sem invalidar questões técnicas e do direito que não entram nesta equação. Mas uma coisa é certa, o que a Justiça menos precisava, neste momento era que o poder político (Presidente e Assembleia da República e Governo) e a sociedade estivessem mais entretidos com pacotes anticorrupção, sustentados na demagogia e populismo partidário para satisfação de eleitorado e de posicionamentos na (...)
Aquando da polémica que envolveu a decisão de Portugal candidatar a cidade do Porto para sede da Agência Europeia do Medicamento afirmei que este era um presente político envenenado para Rui Moreira. Não se tratou de nenhum reconhecimento do Governo pela importância do Porto, por razões de descentralização ou de melhores condições garantidas pelo litoral norte do país. Tratou-se, sim, da clara noção da difícil tarefa (se não quase impossível) de garantir a vitória da (...)