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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

08.Jan.20

Haver ou não haver guerra... eis a questão.

mparaujo
Ou como paira no ar uma ilusória sensação de paz. Não alinho no coro (que acho desafinado) daqueles que acham que caiu o pano sobre um eventual conflito Irão(Iraque)/Estados Unidos da América. Assim como também não alinho naqueles que acham que podemos voltar todos à normalidade, que não há mais "nada para ver" depois dos acontecimentos que ditaram a morte do general iraniano Qasem Soleimani. Tudo porque a reacção norte-americana à resposta iraniana à morte de Soleimani foi (...)
04.Jan.20

Nem todos os meios justificam os fins... ou quase nunca o justificam.

mparaujo
Começa da pior maneira o ano de 2020. Muito mal, mesmo. E se muitos (infelizmente, a maioria) acham que os recentes acontecimentos no Médio Oriente, nomeadamente em Bagdad (Iraque) e, mais concretamente, a morte do general iraniano Qasem Soleimani (o segundo da hierarquia do regime do Irão), são aí mesmo, num longínquo médio oriente (onde a maioria só em 'sonhos' se imagina de férias no Qatar ou Dubai) é urgente alertar para a importância da tomada de consciência com a (...)
07.Out.18

Nobel regressa à "normalidade"... pela Paz (em tempo de guerra)

mparaujo
No momento em que recordamos o 20.º aniversário da atribuição do Nobel da Literatura a José Saramago (1998), o segundo atribuído a um cidadão português (depois do Nobel da Medicina - Egas Moniz, 1949), após a polémica em 2016 com a atribuição do Nobel a Bob Dylan, a Academia Sueca volta a envolver distinção literária em nova controvérsia ao decidir a não atribuição em 2018 devido a escândalos sexuais que envolvem o marido de Katarina Frostenson, uma das responsáveis (...)
30.Dez.06

Olho por Olho. Dente por Dente. (actual.)

mparaujo
As minhas previsões estavam certas. Não que isso me traga qualquer rasgo de felicidade. Bem pelo contrário. Infelizmente só acerto no que não é racional e benéfico. (por isso é que para a semana à jackpot no euromilhões). A reacção óbvia ao enforcamento de Saddam Hussein - Aqui. A estupidez habitual no discurso de quem pensa que é dono do (...)
30.Dez.06

Olho por Olho. Dente por Dente.

mparaujo
Por uma questão de princípio (valores), pela defesa da vida, por razões sociais, culturais e por razoabilidade civilizacional: pena de morte… NUNCA! Como diz a Carta dos Direitos Fundamentais: "ninguém pode ser condenado à pena de morte, nem executado". Ninguém. Nem mesmo por razões que a emotividade e o irracional desconhece. Ao fim de um julgamento, que contemplou situações mais próximas do dantesco, do polémico e do anárquico, do que propriamente do conceito de justiça e (...)
10.Nov.06

Pena de Morte

mparaujo
Publicado na edição de ontem (9.11.06) do Diário de Aveiro Post-its e Retratos A morte da pena! Por uma questão de princípio (valores), pela defesa da vida, por razões sociais, culturais e por razoabilidade civilizacional, somos contra a pena de morte. E como diz a Carta dos Direitos Fundamentais: "ninguém pode ser condenado à pena de morte, nem executado". Ninguém. Nem mesmo por razões que a emotividade desconhece. Ao fim de mais de um ano de um julgamento, que contempla (...)
19.Ago.06

In Memorium... 19.08.06

mparaujo
As guerras e os atentados são, por si só, merecedoras de qualquer crítica, de repúdio, seja qual fo o seu fundamento.Nada justifica a morte.No entanto elas existem, infelizmente, por esse mundo fora.Médio Oriente, Afeganistão, Àfrica Austral, Àsia e particularmente o conflito Israel-Libano e Iraque.As guerras trazem sempre vitimas.Infelizmente um maior número de desprotegidos: homens, mulheres e crianças vítimas de uma situação qualquer que não criaram e da qual não têm (...)
05.Abr.06

Será o fim?!

mparaujo
Pela primeira vez Saddam Hussein é oficalmente acusado de genocídio, correspondente a crimes contra ahumanidade, num dos episódios mais sangrante do seu regime: a morte de mais de 100 mil curdos apenas em dois anos (1987-1988). Este é, por inúmeras razões políticas, sociais, religiosas e económicas, o julgamento destes dois últimos séculos. No entanto, algumas perguntas impõem-se: S (...)