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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

24.Out.15

Que a memória não se apague

mparaujo
As escolhas editoriais dos órgão de comunicação social (seja imprensa, rádio ou televisão) são da responsabilidade dos seus Conselhos de Redacção e/ou das suas Direcções. São opções próprias, internas, passíveis de crítica ou de anuência, mas comportam uma inquestionável dose de responsabilidade. O que não podem é servir como (...)
01.Set.15

A ler os outros... dose dupla (João Miguel Tavares e Rui Tavares)

mparaujo
A leitura e a partilha dos textos vem a propósito do artigo do Debaixo dos Arcos da edição de domingo passado do Diário de Aveiro: "Uma Europa sem rumo". Felizmente, cada dia que passa há uma maior consciencialização para o drama dos refugiados e migrantes que todos os dias chegam às portas desta Europa. Para além das posições politicamente corajosas de Angela Merkel, (...)
27.Nov.14

Maldade jornalística...

mparaujo
Ontem Mário Soares levantou "o dedo" para a comunicação social, avisando os jornalistas de se estarem a "lixar". Hoje, foi a vez de José Sócrates "lixar" alguma comunicação social, trocando as voltas a quem (por sinal dois jornais) esperaria manter a "exclusividade" da razão e do processo. Mas eis que José Sócrates (...)
16.Mar.14

Santana presidenciável...

mparaujo
Pedro Santana Lopes não assinou, não foi convidado a assinar, o manifesto pela reestruturação da dívida pública portuguesa. Como apoiantes do referido manifesto estão personalidades próximas de Marcelo Rebelo de Sousa. Apesar da distância temporal que ainda nos separa das eleições presidenciais (as últimas deste próximo ciclo eleitoral, apenas em 2015), mesmo sem o (...)
03.Fev.14

Não fazer “puto”…

mparaujo
Tudo indica que será esta semana, em princípio no dia 7 de fevereiro, que a Assembleia da República discutirá os novos estatutos da RTP, bem como consequentes revisões da Lei da Televisão e da Lei da Rádio. Para já, a “novidade” (se é que haverá algo que mude a influência do poder tutelar na RTP) é a criação de um Conselho Geral que surgirá rotulado de (...)
17.Jan.13

Ainda por "conferenciar"...

mparaujo
Ainda a propósito da tal conferência pública/privada promovida pelo Governo e organizada pela advogada Sofia Galvão, "Pensar o futuro – um Estado para a sociedade" e no seguimento do que expus no post "Informar é diferente de fazer um discurso". São diversas as opiniões/argumentos para justificar a concordância ou a discordância em relação à posição assumida por alguns jornalistas (...)
22.Mai.12

Palavra contra Palavra.

mparaujo
A relação entre a Política e a Comunicação Social nunca foi pacífica, nem me parece que algum dia vá ser. São tidas como "normais" as pressões que são exercidas várias (demasiadas) vezes sobre os órgãos de comunicação social e/ou os jornalistas. Veja-se, a título de exemplo e cronologicamente recentes, os casos que envolveram também o jornal Público na direcção (...)
30.Nov.11

As voltas da imprensa...

mparaujo
É sabido que a Comunicação Social atravessa momentos conturbados, mais por força da componente (excessiva, diga-se) da sustentabilidade financeira, do que propriamente a profissional (embora esta seja também criticável). É o caso da eventual privatização ou concessão da (...)
21.Out.11

Primeiro prémio de Jornalismo Económico

mparaujo
(fonte: Público online - Pedro Vilela/arquivo)A jornalista Cristina Ferreira, do jornal Público, venceu o primeiro Prémio em Jornalismo Económico, instituído pela Ordem dos Economistas. O prémio foi criado este ano pela Ordem dos Economistas e, (...)
05.Set.11

Dez anos depois...

mparaujo
É indiscutível que o Mundo mudou depois do dia 11 de Setembro de 2001.É indiscutível que essa mudança ainda está por classificar se positiva ou negativa.Mas o Mundo não foi mais o mesmo... e não apenas do ponto de vista da segurança internacional e da relação entre as nações. A mudança (...)