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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

07.Jun.20

A propósito do racismo, entre outros

ser intolerante com a tolerância. Um texto contra o racismo e por um jornalismo com identidade.

mparaujo
Desde o final da semana passa e durante todos estes primeiros dias de junho, a morte do afro-americano George Floyd relegou para segundo plano a "cansável COVID-19". A agenda pública trouxe, infelizmente pelos piores motivos, a questão do racismo, alargado à xenofobia, à homofobia, à igualdade de género, aos migrantes e refugiados. Das várias leituras sobre a questão, há três contextos que me mereceram particular atenção: a existência (sempre houve) de racismo e xenofobia em (...)
04.Mar.20

Coronavírus nacional: a contagem

mparaujo
(créditos: Anthony Wallace/AFP, in CBN) A Directora-Geral da Saúde, Graça Freitas, numa das excessivas e dispensáveis conferências de imprensa sobre o COVID-19, afirmou que seria expectável que Portugal pudesse, no limite, ter cerca de 1 milhão de infectados (em vários graus de intensidade)... o que representa 10% da população nacional. Valor apontado face ao que foi a previsão da epidemia da gripe em 2009 (fixada em 7% na avaliação final). Perfeitamente lógico e enquadrado. Voltemo (...)
01.Mar.20

Diagnóstico: virose alarmista e informativa

mparaujo
(créditos: LUSA, in Sapo lifestyle) Uma epidemia ou uma pandemia, tendo níveis de impacto diferenciados, não deixam de ser preocupantes e merecem particular atenção. O que é diferente de alarmismo e histerismo social. O COVID-19 (uma das formas e estirpe do Coronavirus... que existe há alguns anos e que, por exemplo, se manifesta, sazonalmente, em Portugal através das gripes, pneumonias e viroses de inverno) já infectou cerca de 80.000 pessoas e vitimou perto de 3.000 (...)
28.Mar.19

R.I.P. Zeca Mendonça

mparaujo
José Luís Mendonça, familiarmente conhecido como Zeca Mendonça, era o verdadeiro “homem do presidente”. Funcionário do aparelho social-democrata desde a sua fundação, assessor de imprensa do PSD, serviu, até dezembro de 2017, quase todos os Presidentes “laranjas” (incluindo Sá Carneiro), foram 17. Nestas funções de assessoria de comunicação, José Mendonça levou cerca de 40 anos de serviços prestados ao partido (se não me falham as contas). Não há jornalista que (...)
31.Out.18

Algumas memórias deviam passar à história...

mparaujo
mas infelizmente a realidade vivida no dia a dia por muitas pessoas (e são já demasiadas) e a falta de respostas sociais, médicas e económicas (já para não falar de uma total ausência de resposta cultural da sociedade) que são gritantes, apesar dos permanentes apelos, alertas e gritos de desespero. O Diário de Notícias, na sua (con)versão diária digital, na edição de hoje, traz à reflexão uma notícia sobre o que significa para muitas famílias cuidar de alguém, (...)
20.Mai.18

E se Bruno de Carvalho tiver (alguma) razão.

mparaujo
Não... não é ironia, piada ou brincadeira. Infelizmente... é verdade. Independentemente de outras análises que não me interessam rigorosamente, na longa (ou extensíssima) entrevista de ontem de Bruno de Carvalho, entre vários "disparos", o presidente do Sporting Clube de Portugal apontou baterias à Comunicação Social. Infelizmente tinha razão... não propriamente pelos motivos apontados, mas teve razão. Obviamente que não cabe toda a responsabilidade pela actual situação (...)
24.Dez.17

Neste Natal NÃO ADOPTO ESTE SILÊNCIO

mparaujo
O Natal é, independentemente das crenças e credos, a Festa da Família, por excelência. Enquanto nos perdemos na azáfama de saco, embrulhos e laços... Enquanto nos perdemos na ansiedade da prenda tão esperada... Enquanto preparamos as rabanadas, os filhós e o bacalhau... Há quem tenha perdido a família pela estupidez da guerra... pelo infortúnio do destino... pela ganância... pela fome... pelo tráfico humano... pelos incêndios e pela reacção da natureza... Há quem tenha (...)
24.Nov.17

De repente há algo que nos inquieta

mparaujo
Dois anos de idade separavam-nos... Cinco anos separam o dia em que o programa "Janela Indiscreta" da Antena 1, com a assinatura e mestria do Pedro Rolo Duarte, destacavam este blogue e um artigo publicado no Diário de Aveiro. Entre a surpresa e a modéstia do orgulho e da honra ficava, relevantemente, a consideração e o rspeito pelo profissional e pelo seu trabalho, algo que foi depois (...)
21.Ago.17

No tenim por

mparaujo
publicado excepcionalmente na edição de hoje, 21 Agosto, do Diário de Aveiro. Debaixo dos Arcos No tenim por (*) Os últimos e recentes momentos são de luto, de dor e de tragédia: incêndios, devastação, mortes, ataques terroristas. Foi no Pinhal Interior, no interior centro e sul do país, na Madeira, em Barcelona e em Cambrils (acrescentando-se ainda, com contornos por clarificar à hora da escrita deste texto, o atentado em Turku, na Finlândia). No caso das Ramblas e Cambrils, (...)
21.Set.16

Livro “mal-dito”

mparaujo
publicado na edição de hoje, 21 de setembro, do Diário de Aveiro. Debaixo dos Arcos Livro “mal-dito” A par da questão do imposto ou taxa “Mortágua” (património), que deixaremos para outras núpcias quando o que agora não passa de um conjunto de intenções, que muda constantemente ao sabor do vento, se tornar algo mais concreto e consistente; a (...)
18.Mar.16

Dia cinzento... e não é da chuva

mparaujo
Há quem diga que é fruto de novos tempos e de novas exigências. Eu acredito mais que será tempo de repensar e reformular, o que não implica que se mantenham as mesmas plataformas. Mas também penso que é tempo de reflectir sobre tutelas, modelos de gestão, realidades laborais, profissionalismo e ética deontológica. Mas independentemente de qualquer ou toda a reflexão, é tempo de preocupação. Preocupação pelo pluralismo, pela diversidade, pela informação. Preocupação pelo (...)
24.Fev.16

Porque todos fazem falta... também o Diário Económico

mparaujo
Não é fácil fazer vingar no panorama informativo uma marca com características de especificidade, ainda mais se a particularidade for a economia. Mesmo que a economia se confronte, no dia-a-dia, com a política para a primazia no "espaço público" e na gestão das sociedades, a verdade é que a tecnicidade e uma área pouco acessível à maioria (...)
17.Fev.16

Que a memória não apague, nem esqueça.

mparaujo
Ninguém é insubstituível... embora a máxima, em relação à vida, seja, no mínimo, questionável. Mas no que respeita à sociedade (ao trabalho, à escola, ao círculo de amigos ou de acção) isso será verdade. Uns surgem, outros deixam espaços vazios, mas com mais ou menos esforço há sempre forma de substituir mesmo correndo-se o risco de não (...)
03.Jan.16

Há uma década...

mparaujo
Morre, infelizmente, muita gente... embora esse seja o ciclo natural da vida. Morre gente importante, gente anónima, gente mediática, gente que marca vida e marca vidas de forma simples e discreta. É o ciclo da vida. Gente dos variados círculos e profissões. Também morrem jornalísticas... e como na vida, os mais discretos, os anónimos, os (...)
30.Nov.15

Solidariamente... "Sol" e "i"

mparaujo
O encerramento de uma qualquer actividade económica será sempre motivo de apreensão e lamento. O encerramento de um órgão de comunicação social, neste caso dois, independentemente de gostarmos mais ou de gostarmos menos das suas orientações editoriais, é motivo para tristeza e redobrado lamento. Tristeza porque afectará sempre um número significativo (nem que fosse um, apenas) de profissionais que ficarão sem os seus postos de trabalho, limitados no exercício da sua (...)
26.Nov.15

Nem sei como adjectivar. Só me ocorre: Vergonha!

mparaujo
Primeira nota de abertura, contexto temporal: Novembro de 2015, pleno século XXI. Conhecidos os resultados eleitorais do passado dia 4 de outubro surgiram logo duas realidades que espelham a falta de maturidade social da sociedade portuguesa e a clara e evidente falta de estruturação para a inclusão (sim... a recordar a Fátima Araújo com o seu livro "Por acaso..."): os portugueses elegeram o deputado do BE, Jorge Falcato Simões (deficiente motor) e o deputado socialista Alexandre (...)
06.Nov.15

Do rigor... mesmo que com aspas.

mparaujo
Ao jornalismo exige-se, entre outras coisas da ética e da deontologia, rigor. Mais até, do meu ponto de vista muito pessoal, do que isenção (esta bastante discutível e questionável, embora os princípios e os códigos também a requeiram). Ler um título de um jornal implica que o mesmo transmita rigor, verdade e (...)
29.Out.15

Ou há moralidade... ou 'comem' todos

mparaujo
Temos este péssimo "código genético": o da incoerência, o de agir em função do vento e das modas, o de tomar posições em função dos nossos interesses e do que mais nos convém. É péssimo e é condenável. Importa, primeiramente, afirmar: não gosto do Correio da Manhã, nem da CMTV, bem pelo contrário. Isso é público e já por várias vezes (...)
24.Out.15

Que a memória não se apague

mparaujo
As escolhas editoriais dos órgão de comunicação social (seja imprensa, rádio ou televisão) são da responsabilidade dos seus Conselhos de Redacção e/ou das suas Direcções. São opções próprias, internas, passíveis de crítica ou de anuência, mas comportam uma inquestionável dose de responsabilidade. O que não podem é servir como (...)
10.Out.15

irrar nem sempre é úmano...

mparaujo
Não nutro qualquer empatia por José Rodrigues dos Santos, nem como escritor e muito menos como profissional da comunicação social. Não lhe reconheço talento, nem profissionalismo. Apenas o mediatismo, tantas vezes fútil, que a própria televisão cultiva também no campo da informação. O que não me impediu por uma (...)