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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

07.Jun.20

A propósito do racismo, entre outros

ser intolerante com a tolerância. Um texto contra o racismo e por um jornalismo com identidade.

mparaujo
Desde o final da semana passa e durante todos estes primeiros dias de junho, a morte do afro-americano George Floyd relegou para segundo plano a "cansável COVID-19". A agenda pública trouxe, infelizmente pelos piores motivos, a questão do racismo, alargado à xenofobia, à homofobia, à igualdade de género, aos migrantes e refugiados. Das várias leituras sobre a questão, há três contextos que me mereceram particular atenção: a existência (sempre houve) de racismo e xenofobia em (...)
31.Out.18

Algumas memórias deviam passar à história...

mparaujo
mas infelizmente a realidade vivida no dia a dia por muitas pessoas (e são já demasiadas) e a falta de respostas sociais, médicas e económicas (já para não falar de uma total ausência de resposta cultural da sociedade) que são gritantes, apesar dos permanentes apelos, alertas e gritos de desespero. O Diário de Notícias, na sua (con)versão diária digital, na edição de hoje, traz à reflexão uma notícia sobre o que significa para muitas famílias cuidar de alguém, (...)
24.Nov.17

De repente há algo que nos inquieta

mparaujo
Dois anos de idade separavam-nos... Cinco anos separam o dia em que o programa "Janela Indiscreta" da Antena 1, com a assinatura e mestria do Pedro Rolo Duarte, destacavam este blogue e um artigo publicado no Diário de Aveiro. Entre a surpresa e a modéstia do orgulho e da honra ficava, relevantemente, a consideração e o rspeito pelo profissional e pelo seu trabalho, algo que foi depois (...)
09.Nov.17

Uma vida não tem preço... muito menos a de uma criança.

mparaujo
A solidariedade e a defesa dos direitos fundamentais e da dignidade humana de qualquer cidadão, por razões acrescidas quando se trata de crianças, não deve conhecer fronteiras nem distâncias. No Gana, bem no coração dessa África esquecida e explorada, os pais vendem os seus filhos por menos de 30 euros a traficantes que os revendem aos pescadores do Lago Volta. Estas crianças são obrigadas a trabalhar 14 horas por dia, 7 dias por semana, a troco de um único prato de mandioca. (...)
07.Nov.17

Política... é masculino ou feminino? A Alberta Marques Fernandes esclarece

mparaujo
No ano de 2011, sob a chancela da Esfera dos Livros, Alberta Marques Fernandes lançava o seu primeiro livro: "As Primeiras Damas depois do 25 de Abril" (está cá ainda a aguardar o autógrafo devido). Para muitos será sempre o "primeiro rosto da SIC". Embora poucos saibam que a sua primeira experiência profissional foi na Rádio Renascença. Para quem lhe reconhece o profissionalismo e a experiência, a agora jornalista da RTP tem muito mais... é muito mais. É referência, é (...)
21.Set.16

Livro “mal-dito”

mparaujo
publicado na edição de hoje, 21 de setembro, do Diário de Aveiro. Debaixo dos Arcos Livro “mal-dito” A par da questão do imposto ou taxa “Mortágua” (património), que deixaremos para outras núpcias quando o que agora não passa de um conjunto de intenções, que muda constantemente ao sabor do vento, se tornar algo mais concreto e consistente; a (...)
18.Mar.16

Dia cinzento... e não é da chuva

mparaujo
Há quem diga que é fruto de novos tempos e de novas exigências. Eu acredito mais que será tempo de repensar e reformular, o que não implica que se mantenham as mesmas plataformas. Mas também penso que é tempo de reflectir sobre tutelas, modelos de gestão, realidades laborais, profissionalismo e ética deontológica. Mas independentemente de qualquer ou toda a reflexão, é tempo de preocupação. Preocupação pelo pluralismo, pela diversidade, pela informação. Preocupação pelo (...)
24.Fev.16

Porque todos fazem falta... também o Diário Económico

mparaujo
Não é fácil fazer vingar no panorama informativo uma marca com características de especificidade, ainda mais se a particularidade for a economia. Mesmo que a economia se confronte, no dia-a-dia, com a política para a primazia no "espaço público" e na gestão das sociedades, a verdade é que a tecnicidade e uma área pouco acessível à maioria (...)
17.Fev.16

Que a memória não apague, nem esqueça.

mparaujo
Ninguém é insubstituível... embora a máxima, em relação à vida, seja, no mínimo, questionável. Mas no que respeita à sociedade (ao trabalho, à escola, ao círculo de amigos ou de acção) isso será verdade. Uns surgem, outros deixam espaços vazios, mas com mais ou menos esforço há sempre forma de substituir mesmo correndo-se o risco de não (...)
03.Jan.16

Há uma década...

mparaujo
Morre, infelizmente, muita gente... embora esse seja o ciclo natural da vida. Morre gente importante, gente anónima, gente mediática, gente que marca vida e marca vidas de forma simples e discreta. É o ciclo da vida. Gente dos variados círculos e profissões. Também morrem jornalísticas... e como na vida, os mais discretos, os anónimos, os (...)
30.Nov.15

Solidariamente... "Sol" e "i"

mparaujo
O encerramento de uma qualquer actividade económica será sempre motivo de apreensão e lamento. O encerramento de um órgão de comunicação social, neste caso dois, independentemente de gostarmos mais ou de gostarmos menos das suas orientações editoriais, é motivo para tristeza e redobrado lamento. Tristeza porque afectará sempre um número significativo (nem que fosse um, apenas) de profissionais que ficarão sem os seus postos de trabalho, limitados no exercício da sua (...)
29.Out.15

Ou há moralidade... ou 'comem' todos

mparaujo
Temos este péssimo "código genético": o da incoerência, o de agir em função do vento e das modas, o de tomar posições em função dos nossos interesses e do que mais nos convém. É péssimo e é condenável. Importa, primeiramente, afirmar: não gosto do Correio da Manhã, nem da CMTV, bem pelo contrário. Isso é público e já por várias vezes (...)
24.Out.15

Que a memória não se apague

mparaujo
As escolhas editoriais dos órgão de comunicação social (seja imprensa, rádio ou televisão) são da responsabilidade dos seus Conselhos de Redacção e/ou das suas Direcções. São opções próprias, internas, passíveis de crítica ou de anuência, mas comportam uma inquestionável dose de responsabilidade. O que não podem é servir como (...)
17.Out.15

A ler os outros... e a não apagar a memória.

mparaujo
Não tenho nenhum receio do papão governo de esquerda e, felizmente e bem, deixei tudo perfeitamente resolvido com a democracia a 25 de novembro de 75. Não vou por aí. Entendo que existe toda a legitimidade constitucional para a existência de um governo da coligação PSD-CDS ou de um governo de esquerda. Tal como afirmo no artigo que virá a público amanhã, 18 de outubro, no Diário de Aveiro, o país vive em suspenso não por uma questão de legalidade constitucional mas por uma (...)
10.Out.15

irrar nem sempre é úmano...

mparaujo
Não nutro qualquer empatia por José Rodrigues dos Santos, nem como escritor e muito menos como profissional da comunicação social. Não lhe reconheço talento, nem profissionalismo. Apenas o mediatismo, tantas vezes fútil, que a própria televisão cultiva também no campo da informação. O que não me impediu por uma (...)
06.Mai.15

O jornalismo ficou mais vazio...

mparaujo
R.I.P. Oscar Mascarenhas. Nem sempre tivemos posições, conceitos e visões semelhantes. Antes pelo contrário. Foram mais as divergências que as convergências, ao ponto de uma ou outra ter sido pública. Mas como em tudo na vida (passe o "sarcasmo") as polémicas não tornam as pessoas inimigas ou hostis, antes transformam as diferenças em respeito. Seria de uma injustiça inqualificável não reconhecer o profissionalismo, o saber, a experiência e a dedicação à causa jornalística patente na vida de Oscar Mascarenhas (...)
07.Jan.15

Pelo jornalismo... pela liberdade de expressão... por TODOS NÓS.

mparaujo
A propósito do texto anterior solidário com o massacre na redacção do jornal Charlie Hedbo, "A morte nunca há-de ser solução..." encontrei nas redes sociais três enormes expressões solidárias com o Charlie, entre um número interminável de textos, imagens, post's, comentários, ... Importa, por isso, por imperativo de consciência e de condenação da barbárie de hoje, em (...)