Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontravam e conversavam sobre tudo e nada.
O PSD, o Ministro das Finanças, o Primeiro-ministro e até o Governo todo podem apresentar as desculpas mais esfarrapadas, os argumentos mais paradoxais e demagogos, podem rasgar as vestes que quiserem (como a anedótica postura política do surreal líder do grupo parlamentar, Hugo Soares), mas não podem, não têm essa legitimidade, nem moral e ética políticas, para criticar e acusar 10 milhões de portugueses, todos os partidos da oposição - da direita è esquerda, do Chega ao (...)
(fonte da foto: XXIII Governo da República Portuguesa) Num Estado de Direito, a separação de poderes implica, por exemplo, a autonomia entre o poder judicial e o poder político. E quanto menos envolvimento houver entre as partes, melhor para a democracia, a justiça e a política. O que não significa que, em alguns "casos", não haja eventual sobreposição dos dois contextos. Não raras vezes, o que é legal, nem sempre se apresenta, politicamente, como ético ou moral. Estranhament (...)
publicado na edição de hoje, 12 de março, do Diário de Aveiro. Debaixo dos Arcos Offshore pariu um rato Andava o país inquietantemente à espera e à espreita trocadas entre o ministro das Finanças, Mário Centeno, e o ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos, António Domingues, quando, de repente, a modos que caídos do nada, surgem 10 milhões de euros e 20 declarações não tratadas pela Autoridade Tributária de transferências para Offshorese que provocam um tsunami na (...)
O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Rocha Andrade, volta a estar nas bocas do mundo depois da polémica com as viagens da Galp ao Euro2016. No seguimento de todo esse comportamento, no mínimo, pouco ético e pouco recomendável para um cargo público, Rocha Andrade viu o exercício da sua função menorizada por força de impedimentos decisivos e (...)
Ou melhor… a dor de parto de qualquer Governo. Ou melhor ainda… os Orçamentos do Estado são sempre arrancados a ferros. E isto ao longo de legislaturas atrás de legislaturas, seja o governo “laranja”, “rosa”, bi ou tri-color. Este Orçamento do Estado para 2015 não foge à regra das dores de parto de qualquer Governo, embora com características e (...)
Já há muito que percebemos que este Governo gere o país, a coisa pública, a sociedade (a vida dos portugueses), a recuperação da crise (o memorando de entendimento) como, no mar, se navega à vista, de improviso, sem coerência, anarquicamente. Não é novidade num Governo que tem Pedro Passos Coelho como Primeiro-ministro, mas que não lidera, não coordena, não chefia, aliás como referiu Vítor Gaspar na sua carta de demissão. Esta semana este Governo criou mais um "fait (...)
A ler os outros...Descobri, num recente espaço informativo digital (inaugurado hoje e já devidamente linkado na coluna "Os de lá...") denominado Dinheiro Vivo, este excelente artigo sobre o perfil do próximo Ministro das Finanças: "O próximo ministro das Finanças", de Ricardo Reis. Concordando com o que está referido, (...)