Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontravam e conversavam sobre tudo e nada.
Estão disponíveis novos episódios (do #11 ao #15) do Politicamente Insurreto: Rádio Terra Nova e no Spotify . #16 - "Portugal, balanço social 2024". 1,3 milhões de portugueses vivem em probreza abosluta, sem terem 5,5 euros/dia para comer. (Terra Nova (...)
Sobram páginas e páginas (e mesmo assim, serão sempre poucas) com a descrição dos comportamentos deploráveis no Parlamento, ou melhor, na Casa da Democracia (símbolo mais alto do Estado de Direito democrático) da bancada da extrema-direita portuguesa que, independentemente do distanciamento ideológico (que é abissal e não mensurável), deveria ser exemplo da ética e dos valores da política e da democracia. Como se isso não bastasse, como raramente basta a esse partido no que (...)
Não me parece democraticamente legítimo condicionar qualquer partido parlamentar ao direito que lhe assiste de apresentar moções, sejam elas de confiança ou de censura. Obviamente, que o instrumento regimentar (ou Constitucional – alínea e) do artigo 163º) tem um peso político relevante (independentemente de poder ter impacto directo na queda ou não dos governos, mesmo (...)
A Moção de Censura ao Governo, apresentada pelo PS(texto integral), ao menos por uma questão de coerência política e discursiva poderia ter servido para um total ruptura: do passado recente da governação socialista, do memorando (como o próprio afirmou, não foi por ele (...)
Publicado na edição de hoje, 27 de março, do Diário de Aveiro.
Debaixo dos Arcos
Três ‘balelas’ políticas
1. Dois partidos políticos que compõem uma coligação não têm forçosamente de estar em plena comunhão de ideias. Mas o que não pode existir é uma diferenciação nos objectivos que provoquem rumos diferentes. Por outro lado, é óbvio que a partilha do poder pressupõe cumplicidade e co-responsabilidade nos actos, nas medidas e nas políticas. De outro modo é (...)
Há inúmeras razões e factos que levam a um preocupante aumento do descrédito da política e dos partidos. Esta realidade não é recente, mas, neste último ano, tem tomado proporções bastante significativas. Ao ponto de se questionar a própria democracia. E as celebrações do (último feriado) 5 de Outubro de 2012 só servem para agudizar esta realidade. Numa data em que se relembra a Implantação da República, em 1910, com o povo a sair às ruas de Lisboa (pelo menos) é, no (...)
Quando o governo tem, no parlamento, uma maioria que o sustenta (alimenta), o resultado de uma moção de censura é, do ponto de vista prático, nulo.
O mesmo não se pode dizer do ponto de vista político e de instrumento de crítica e censura à acção governativa (num aspecto particular ou de forma generalizada).
Muitas vezes (se não quase sempre) este momento culmina posições críticas que se assumem publicamente contra a acção do governo e desmarcam, publicamente, os partidos (...)
Publicado na edição de hoje, 27 de junho, do Diário de Aveiro.
Debaixo dos Arcos Já chega… A apresentação, por parte do PCP, da moção de censura ao governo, na passada segunda-feira, estava, como foi referido na edição de domingo passado, condenada ao chumbo parlamentar, por força da maioria que suporta o executivo. Mas a referida moção de censura, apesar de chumbada, não deixou de ter consequências (...)
Publicado na edição de hoje, 20 de junho, do Diário de Aveiro.
Debaixo dos Arcos Censurar. No final da semana passada, no debate quinzenal na Assembleia da República, o PCP anunciou a intenção de apresentar, no parlamento, uma moção de censura ao Governo de Passos Coelho. Primeiro ponto. Uma moção de censura é um instrumento político (e partidário) que assiste a qualquer bancada/grupo parlamentar, tal (...)
Está, como já estaria logo à “nascença”, condenada ao insucesso a moção de censura do BE, anunciada para 10 de Março. Isto, independentemente da posição do PCP, pelo facto do CDS e do PSD terem já manifestado a sua intenção de voto, caso se concretize a apresentação da moção de censura ao governo: abstenção. Nada seria mais lógico pela forma politicamente irresponsável como o Bloco de Esquerda apresentou a sua intenção. Sem argumentos e fundamento válidos, (...)
O Bloco de Esquerda, pela voz do seu coordenador Francisco Louçã, referiu na sessão de ontem da Assembleia da República que, no próximo dia 10 de Março (no dia imediato ao da tomada de posse do Presidente da República), o seu partido apresentará uma Moção de Censura ao governo socialista. (...)