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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

14.Dez.17

Rigor e Sustentabilidade orçamental em Ílhavo

mparaujo
Portugal viveu períodos de despesismo e de descontrolo das contas públicas que deram origem a três resgates externos ao país (1977, 1983 e 2011). Portugal vive hoje, depois de quatro anos de significativos sacrifícios para os cidadãos, famílias e empresas e após a "saída limpa" do resgate externo, um período de controlo efectivo do défice (embora sem o mesmo efeito na dívida pública) com recurso a cativações orçamentais que retiram capacidade de resposta do Estado Social (...)
01.Ago.17

Uma season pouco silly

mparaujo
Ciclicamente o verão ou as férias políticas de verão são marcadas pela chamada silly season, período (a)normalmente preenchido com faitdivers que apenas servem para ocupar o tempo "morto" e "morno" das férias. Este ano é excepção à regra: a tragédia de Pedrogão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra, à qual se junta o recente incêndio de Mação; o roubo de armamento de Tancos; a Caixa Geral de Depósitos; a crise na Venezuela; as viagens, as várias viagens; a (...)
26.Mar.17

O lado ‘B’ orçamental

mparaujo
publicado na edição de hoje, 26 de março, do Diário de Aveiro. Debaixo dos Arcos O lado ‘B’ orçamental Independentemente das convicções da oposição e das dúvidas dos parceiros da coligação parlamentar que suporta o Governo, 2016 registou o histórico défice orçamental de 2,1% do PIB. Foi assim encerrada a contabilidade orçamental de 2016, sustentada no relatório do INE, e que regista o marco de ser, nos últimos 42 anos, o défice mais baixo alguma vez conseguido por (...)
12.Fev.16

das incompreensões políticas...

mparaujo
Há concepções e estratégias que me ultrapassam a anos luz. Obviamente que o defeito será meu pela circunstância ignorante que me assolará em muitas (quase todas) as matérias, certamente. Mas não consigo evitar a inquietação da dúvida. Foi publicada hoje a portaria que determina o aumento do Imposto sobre os Combustíveis (ISP) e que (...)
08.Mai.14

O (des)apoio ao Poder Local

mparaujo
A propósito deste texto (“Portas que ‘Abril’ abriu”) factos vindo a público recentemente demonstram a forma como tem sido tratado o Poder Local pelo Governo, volvidos 40 anos após o ‘25 de Abril’. Uma das fundamentações usadas pelo Governo (à época, o ex-ministro Miguel Relvas) para a aplicação da Reforma Administrativa das Autarquias (freguesias) era a (...)
06.Mai.13

Será que vale mesmo a pena?

mparaujo
Publicado na edição de hoje, 6 de maio, do Diário de Aveiro. Entre a Proa e a Ré Será que vale mesmo a pena? No discurso à nação, na sexta-feira passada, o Primeiro-ministro tocou num aspecto fundamental desta governação. Ao fim de dois anos (praticamente metade do mandato) a questão que todos os portugueses colocam no seu dia-a-dia é se todos os sacrifícios e os esforços a que têm sido sujeitos valem a pena. Pedro Passos Coelho colocou a questão e deu a resposta: (...)
06.Jan.13

Politicamente Constitucional…

mparaujo
Publicado na edição de hoje, 6 de janeiro, do Diário de Aveiro. Entre a Proa e a Ré Politicamente Constitucional… Os dados estão lançados e o país suspenso no colectivo do Tribunal Constitucional. Foi o tempo do Governo na elaboração do Orçamento do Estado para este ano de 2013, foi o tempo da Assembleia da República ao aprovar o OE 2013, foi o tempo do Presidente da República ao promulgar o OE 2013… é agora o tempo do Tribunal Constitucional, após Cavaco Silva, um (...)
23.Dez.12

Não é só o burro e a vaca...

mparaujo
Publicado na edição de hoje, 23 de dezembro, do Diário de Aveiro. Entre a Proa e a Ré Não é só o burro e a vaca… Decididamente, este Natal de 2012, para a maioria dos portugueses (uma larga maioria) não vai ser o mesmo. E não apenas por se questionar se o “burrinho” e a “vaquinha” fazem, ou não, parte do presépio. Como se as renas, os duendes e as chaminés deixassem de fazer parte do Pai Natal. Ciclicamente, todos os anos as referências a esta época tornam-se (...)
20.Set.11

Notas breves do dia de hoje… 20.09.2011

mparaujo
Os factos apurados na Madeira são graves, prejudicam a recuperação e as medidas de combate ao défice das contas públicas, distorcem e criam dúvidas sobre a imagem do país no exterior e nossa capacidade de sair deste “buraco” financeiro. As razões percebem-se, mesmo que (...)