Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

12
Jul 16

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Há mais de trinta anos havia as rádios piratas (rádios locais) onde tanta gente, como eu, se iniciou nas lides da rádio, da locução, da técnica, do jornalismos, dos programas de autor (quase todos, aliás).

A 12 de julho de 1986 nascia mais uma, sem "baptismo", mas que seria a génese da Rádio Terra Nova.

Depois, há 28 anos, fez-se "luz" na legislação portuguesa e o governo de então (liderado por Cavaco Silva e como ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Oliveira Martins). Em plena véspera de Natal (de 24 de dezembro de 1988 a 1991) surgia a legislação e todo o processo que iria "legalizar" as chamadas rádios locais.

Infelizmente muitas silenciaram-se... Infelizmente muita da magia da rádio perdeu-se, principalmente da magia da chamada "rádio local"... infelizmente muitos abandonaram os sonhos.

Mas a Terra Nova resistiu a tudo e aos tempos... manteve-se fiel aos seus princípios, à sua génese e às suas origens. E nem os temporais a calaram.

Há 27 anos, durante cerca de dois anos e meio, fiz parte desta existência. Não sei se deixei lá alguma coisa, o mais certo e provável e nem haver memória disso (desporto, informação, programa de autor). Nem importa. O que importa mesmo é que foram dois anos e meio muito cheios, muito ricos, fantásticos.

Parabéns TERRA NOVA... que venham mais trinta anos de rádio, pela rádio, pela comunicação, pela Região, com o mesmo espírito "pirata".

Obrigado... com imensas e colossais saudades.

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publicado por mparaujo às 15:41

18
Fev 16

Por uma questão de solidariedade...
Pelos dois anos e meio que fiz parte do projecto...
Por uma questão de justiça pelo inquestionável valor informativo que presta à região...
Pelos inúmeros amigos e camaradas...
Que a "VOZ" da Rádio Terra Nova não se cale...

Não pode ser um temporal, uma antena caída, um mero azar (alguns dirão "do caraças", curiosamente na altura da comemoração do Dia da Rádio) que fará tombar um projecto de décadas, um projecto que se mantém fiel ao espírito da informação local e à essência das rádios locais (a fazer lembrar as velhas "rádios piratas").

Pela Rádio Terra Nova... solidariamente.

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publicado por mparaujo às 11:02

13
Fev 15

Dizem que hoje é o dia Mundial da Rádio...
Saudades muitas daqui Rádio Terra Nova e dos velhos tempos piratas da Rádio Oceano.
Já lá vão longos anos (quase 30).
Um abraço aos camaradas da TSF, Antena1, Renascença, as inúmeras e IMPORTANTES Rádios Locais, e as generalistas nacionais. Um forte abraço a todos da RÁDIO.

Se bem que isto agora já não é a mesma coisa... agora a malta da rádio é mais "informática" que outra coisa qualquer; é tudo informatizado e pré-programado e tal.
Antigamente é que era... Carregar com os discos (LP e SP - 45 e 33 rotações), "apontar" as músicas, largar os "pratos" no timing certo... isso é que era intensidade radiofónica

radio as.jpg

publicado por mparaujo às 15:29

31
Dez 14

A Rádio Terra Nova fecha o ano de 2014 com um surpresa: a entrada "no ar" do novo site informativo e institucional da rádio.
Embora com estrutura idêntica à do anterior, o novo site está muito mais "limpo", com uma significativa "leitura fácil" e mais "apelativo".
Parabéns, Rádio Terra Nova
!

Radio Terra Nova novo log.png

publicado por mparaujo às 11:54

13
Ago 14

Não sei se será muito correcto e fundamentado dizer que há uma comunicação social antes e pós Emídio Rangel. Aliás, porque o próprio 25 de abril, entre muitas coisas, trouxe a liberdade e com ela a liberdade de expressão, de opinião, de informação.

Mas não é de todo exagerado se afirmar que Emídio Rangel foi um dos marcos importantes e uma referência na comunicação social portuguesa.

Fundador da que é hoje uma das emissoras de referência no jornalismo radiofónico - TSF; fundador do primeiro canal de televisão privado em Portugal, algo que, à data, poucos vaticinavam poder acontecer ou que tivesse sucesso, abrindo o caminho a muitas outras apostas nomeadamente ao segundo canal privado - TVI; começou a sua carreira de jornalista na RDP e assumiria ainda o cargo de director-geral da RTP.

Homem de polémicas, irreverências, dizem que de alguns excessos, mas também de grandes virtudes e uma grande paixão pela comunicação social.

Goste-se ou não, Emídio Rangel foi um marco na história da comunicação social portuguesa.

E esta é uma das notícias que nenhum órgão de comunicação social gostaria de dar: a comunicação social ficou mais pobre com o falecimento de Emídio Rangel.

R.I.P. Emídio Rangel.

publicado por mparaujo às 13:55

13
Fev 14

A UNESCO instituiu, em 2012, o dia 13 de fevereiro como o Dia Mundial da Rádio, como forma de promover um dos meios de comunicação mais difundido e mais requerido pelos cidadãos.

Eu que despertei para a comunicação social nas longínquas rádios piratas (ou, disfarçadamente, e já na altura, rádios locais para retirar o estigma do “ilegal”) como a Emissora Voz da Bairrada e, durante vários anos, na Rádio Oceano, não posso esquecer os quase três anos de Rádio Terra Nova (já na fase “legal”). Quem passa pelos “aquários” de uma rádio nunca o esquecerá.

A rádio mudou muito. Quer do ponto de vista jornalístico, de conteúdo, quer ainda do ponto de vista técnico (já ninguém “carrega” toneladas de discos em vinil e tem de estar, meticulosamente, a “apontar” o arranque das músicas nos dois pratos da misturadora). Mas não só… os desafios que se colocam à comunicação social são, em muitos aspectos, os mesmos que se colocam à Rádio: as novas plataformas digitais, a velocidade a que corre a informação, novos processos comunicacionais.

Só não percebo a relação da temática. Sendo um claro defensor da igualdade do género (entre outras vertentes) haveria outros momentos para que a UNESCO se pudesse debruçar sobre esta temática e deixasse o dia para a celebração da Rádio e a reflexão sobre o seu presente e futuro.

Uma nota de reconhecimento, pessoal, para a Terra Nova, a TSF, a RR, a Antena 1, a Comercial, a RFM, a Antena 3 e a Megahits.

Portal do Dia Mundial da Rádio

Mensagem da Diretora Geral da UNESCO

publicado por mparaujo às 10:57

03
Fev 14

Tudo indica que será esta semana, em princípio no dia 7 de fevereiro, que a Assembleia da República discutirá os novos estatutos da RTP, bem como consequentes revisões da Lei da Televisão e da Lei da Rádio. Para já, a “novidade” (se é que haverá algo que mude a influência do poder tutelar na RTP) é a criação de um Conselho Geral que surgirá rotulado de independente. Só que tal não será mais que uma nova roupagem nos estatutos da televisão pública e uma ilusão a ideia da diminuição da interferência do poder político no grupo RTP.

Segundo o interessante trabalho publicado na edição de ontem do jornal Público, “Governo terá pelo menos metade do poder decisório no novo conselho geral independente que vai criar para a RTP, a que se soma o parecer prévio e vinculativo sobre o administrador responsável pela área financeira. O Estado mantém também na sua alçada a assembleia geral, composta exclusivamente por membros designados pelo Governo. Um cenário que contraria a intenção a montante da criação do novo órgão: a desgovernamentalização da RTP” (via clube dos jornalistas).

O Governo, através do seu ministro Poiares Maduro, tem feito da desgovernamentalização da RTP a principal bandeira que sustenta a proposta dos novos estatutos da RTP. Não será, com este tipo de articulações, que tal acontecerá face ao continuar da gestão governamental (directa ou indirectamente) da televisão e rádio públicas.

Na entrevista que o Público realizou a Poiares Maduro, em relação a este novo modelo de gestão da RTP, Maria Lopes e Miguel Gaspar questionam o ministro sobre a posição do Conselho de Administração da RTP (sabida que é a sua discordância) face à proposta do Governo. A resposta é, no mínimo, inquietante: “Eu compreendo que um CA [Conselho de Administração] nomeado com um certo modelo de governo da empresa possa sentir algum desconforto por a meio desse mandato ver esse modelo alterado. Mas um Governo não pode esperar pelo fim dos mandatos dos CA das empresas públicas para mudar os modelos de governo das empresas. O importante é o CA estar ou não disponível para funcionar de acordo com este modelo. E está.” Mas será?

Mas em relação a Alberto da Ponte, presidente do Conselho de Administração da RTP, não será de estranhar uma oposição à proposta do Governo, nomeadamente no que diz respeito à questão dos financiamentos, da TDT e do recurso (ou a ausência) a fundos publicitários.

O que não admira. É certo que o grupo RTP tem a urgente necessidade de uma reavaliação do seu projecto, da sua missão e função públicas, e, obviamente, da sua gestão financeira. Mas não será com declarações bombásticas, sem respeito pelos profissionais (e muitos deles excelentes profissionais), pelo seu trabalho e pelo seu mérito, que a RTP construirá o seu futuro, de forma consistente, equilibrada e pacífica. Polémico e mal-amado desde que iniciou as suas funções à frente da RTP, não me parece que a visão que muitos têm da sua gestão melhorará, nem a imagem da falta de competência para o cargo que desempenha, quando, ao Jornal de Notícias, Revista Notícias TV, afirmou que “(…). Continuo a ver na RTP profissionais que trabalham 13 e 14 horas por dia e continua a haver na RTP profissionais que não trabalham puto. (…) Há gente na RTP que não trabalha puto. E não sou eu que o digo, são os próprios colegas dessas pessoas, que eu não vou identificar, naturalmente, mas que estão identificadas, que o dizem”.

É gravíssimo quando um administrador diz que, na empresa que (supostamente) deveria gerir e liderar, há quem não se esforce (mas que eventualmente é premiado) à custa dos colegas. Mais grave ainda é o facto de Alberto da Ponte fazer uma gestão empresarial da RTP com base no “diz que disse” e dos queixumes de alguns (não se sabe se muitos ou poucos) dos funcionários da empresa pública de rádio e televisão. E ainda mais grave é que condicione a sua reflexão sobre o mérito, o valor e o desempenho dos profissionais da RTP com base em apenas um dos seus funcionários, ao caso, do jornalista José Rodrigues dos Santos, sem que se perceba o porquê da “bitola profissional”, relegando para segundo plano todo o mérito e valor profissionais dos inúmeros jornalistas e trabalhadores da RTP (grupo).

Alguém que salve a RTP… porque se (eventualmente) há quem "não faça puto", é mais que óbvio que também há, na RTP, quem não "gere puto".

publicado por mparaujo às 10:47

01
Set 12

Antes de mais, para que conste como declaração de interesse, tenho amigos, conhecidos e referências na RTP, na SIC ou na TVI, nomeadamente no que respeita a jornalistas (mas não só). Não importa sequer discutir qualidade e profissionalismo, porque, como em todas as profissões e empresas, há bons, menos bons e maus profissionais (seja qual for a área). Sobre isso, não vejo que haja uma televisão melhor que a outra, uma rádio melhor que a outra ou um jornal melhor que outro (excluindo as devidas excepções).

E antes de tecer qualquer comentário, importa dizer que acho que houve, como muita gente o referiu, uma histeria colectiva sobre o caso RTP, a partir das declarações do consultor/assessor governativo, António Borges, em entrevista à TVI. Não me refiro aos profissionais da RTP que, como é natural, sentiram a “casa” que é deles e feita por eles a ser “assaltada” (embora entenda que em determinados momentos e em alguns espaços de discussão, tenha faltado alguma serenidade e discernimento). Mas, por exemplo, parece-me esquisito que de repente seja imenso o número de “adeptos” da RTP2 (provavelmente o canal TV mais “visto” na última semana) mesmo que a maioria não saiba o que é o Hoje, a Sociedade Civil, a Justiça Cega, a Janela Indiscreta, o Diário da Câmara Clara, o Parlamento ou até mesmo a Fé dos Homens, entre outros.

Mas vamos ao que importa. A primeira análise (de três, sendo a última guardada para o fim) centra-se no ponto de vista político. Não são inocentes as declarações de António Borges a Judite de Sousa, na TVI. Primeiro porque ele não falou a nível pessoal. Falou na qualidade de assessor/consultor do governo para a área das privatizações e com óbvia cobertura do ministro Miguel Relvas. E porquê o modelo de concessão da RTP1 e o encerramento da RTP2? Porque, ao contrário do que ainda hoje refere Passos Coelho, quando diz que nada está definido e que todos os cenários são possíveis, este é, ou era, o modelo que melhor encaixava nas perspectivas do Governo (podendo deixar de ser por força do ruído inesperado). A ideia foi, claramente, tentar sentir o pulsar das reacções públicas e do mercado a esse modelo. Só que o governo nunca esperou uma reacção crítica tão grande, principalmente pela posição do CDS. Puro amadorismo governativo ao não serem acautelados quaisquer tipo de riscos e consequências, nomeadamente para a própria imagem do governo que não discutiu a questão nos espaços próprios e devidos (coligação governativa, parlamento, administração da RTP, presidência da república). Daí que enviar um “ventrículo” a terreiro facilita sempre o sacudir da água do capote se necessário inverter as posições. Por mais que se saiba que a divulgação da concessão da RTP1 e do encerramento da RTP2 (mesmo sem se saber o que aconteceria à RTP inf, à RDP ou à Lusa) foi feita com a cobertura governativa, ela não o foi do ponto de vista formal e institucional. António Borges foi o chamado “testa de ferro”.

Por outro lado, não são coincidências de mero agendamento informativo o facto das declarações de António Borges surgirem logo após a notícia publicada pelo jornal SOL, curiosamente um órgão de comunicação social que é propriedade de um dos grupos que se perfilam para “atacar” o canal público de televisão (Newshold, grupo angolano constituído pela Pineview Overseas e pela TWK). Importa ainda destacar, como bem referiu a Estrela Serrano, que a notícia publicada no jornal SOL é assinada por um elemento do conselho de administração do jornal. Coisa rara e que só realça a importância do facto.
Mas não só… (segunda análise política) Durante mais de uma semana o país desviou a sua atenção de um dos mais graves problemas reais: a derrapagem do défice das contas públicas para valores próximos dos 6,9%, neste primeiro semestre e logo em altura da 5ª avaliação da Troika. Tal como no défice e na crise o governo voltou a falhar redondamente. Assim como, do ponto de vista comunicacional e de gestão.

Concessionar um canal e fechar outro deixa o governo perfeitamente vulnerável a questões legais, bem como a uma derrota política já que o programa eleitoral previa a manutenção de um dos canais. Assim como não entendo porquê encerrar a RTP2. Aquando da renovação e reestruturação da RTP N (RTP Info) defendi que deveria haver uma fusão dos recursos e da oferta, criando uma estrutura sólida, distinta de outros canais (SIC notícias ou TVI24), apresentando-se como um canal verdadeiramente alternativo, ganhando posição concorrencial no mercado fruto do uso de canal aberto RTP2 (emitido também através do cabo). E estariam criadas condições para o garante de um canal público e a sustentação de um serviço público, E aqui reside outra realidade. É que o problema da televisão pública não passa, essencialmente, pela questão dos gastos, despesas, custos. Nem vou perder muito tempo a questionar esta situação até porque, nesta temática, há números para todos os gostos. Sem no entanto deixar de relevar uma realidade: estamos a falar de uma entidade pública, dentro de um universo estatal, com todos os riscos comparativos, seja a nível da própria estrutura, seja a nível dos seus quadros.

O que falta é uma definição clara, consistente e coerente sobre o que deve ser o serviço público (já que o último estudo terminou desastrosamente numa gaveta, provavelmente ainda bem) mesmo que se conheçam alguns dos seus princípios fundamentais: maioria de capital público (o que não acontecerá na concessão); financiamento directo pelos cidadãos/imposto; isenção em relação ao poder político e económico (aliás como deve ser o jornalismo) embora esta realidade, hoje em dia, seja totalmente desrespeitada; a existência de um órgão fiscalizador da sua actividade; entre outros. E penso que, a par com algumas reformas de gestão necessárias para corrigir erros que existem, passaria por aqui a consolidação do futuro do grupo RTP e a sua permanência como canal público. Até nem seria muita a exigência porque, excluindo uma ou outra situação (muito poucas, diga-se) a RTP não se assemelha (programação e informação) aos canais privados. Mas também aqui é importante que paremos para reflectir com alguma serenidade: serviço público não é só informação, com os riscos óbvios de não se agradar, simultaneamente, a gregos e a troianos. Mas tal como referi aqui, a propósito do valor da cultura, também cabe referir que não concebo um preço, um valor comercial, para toda a história, identidade, património e percurso do serviço prestado pela RTP, desde a sua origem até aos dias de hoje.

Por último, entendo que tem havido muito ruído em torno desta questão da RTP que, diga-se, nem é nova. E a este respeito, acho que o Sindicato dos Jornalistas tem sabido ser mais assertivo e consistente do que a plataforma sindical da RTP ou, por exemplo, a comunidade de jornalistas. É extremamente fácil e tentador disparar contra tudo e contra todos. Assim como é muito fácil perder a serenidade, a coerência, a lucidez, e consequentemente perder-se a razão e dar força ao “outro lado”. A constante presença no palco mediático da “rua” expõe em demasia e está muito mais vulnerável a críticas e animosidades. Além disso, numa altura em que os profissionais da RTP (e agora refiro-me aos jornalistas, sem qualquer tipo de desconsideração ou desrespeito pelos outros sectores, apenas para contextualizar) estão sujeitos a uma grande pressão, a um sentimento de desilusão e apreensão em relação ao futuro, exigia-se muito mais consideração, respeito e corporativismo por parte dos colegas jornalistas dos outros órgãos de comunicação (como exemplos: Sol, Correio da Manhã, Mário Crespo) até porque ninguém está livre de lhe acontecer o mesmo. E é tão notória a inveja, a cobiça e o ressabiamento de alguns, felizmente não muitos.

A terminar tal como começado (a terceira análise política). Tinha aqui defendido a posição pública da Administração da RTP e a sua continuidade, com as razões e fundamentações descritas. Entendo que a apresentação da demissão só vem reforçar a intenção inicial do governo. Provocar alterações na administração da RTP para ser mais fácil atingir os objectivos delineados pelo governo para o futuro do canal público e respectivo grupo. E conseguiu-o. E para além de deixar caminho aberto a Passos Coelho e Miguel Relvas, o agora demissionário conselho de administração deixou mais vulneráveis, mais isolados e abandonados as direcções, chefias e os profissionais da RTP.

Resta-me a solidariedade e respeito para com todos, porque para com os amigos é escusado sublinhar.

publicado por mparaujo às 23:43

13
Fev 12
Após o determinação da UNESCO no final do ano passado, hoje comemora-se o 1º Dia Mundial da Rádio.

Longe vão os tempos, mas saudosos, da Emissora Voz da Bairrada, depois a Rádio Oceano e, mais tarde, a Terra Nova...
Principalmente a quem resiste, na Terra Nova, de forma heróica ao passar dos anos e a todos os "amigos" por essas rádios fora... PARABÉNS!


publicado por mparaujo às 22:34

22
Mar 11
Aos 90 anos de idade, a Comunicação Social e a Cultura perdem um GRANDE SENHOR:
O Senhor RÁDIO. Artur Agostinho.


publicado por mparaujo às 22:36

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