Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

17
Mai 18

Isto continua a não ser um texto sobre futebol mas sim sobre "bola".

O caso das agressões em Alcochete continua a marcar a agenda informativa, mediática e a encher as redes sociais. Por mais que nos queiramos abstrair, por mais não consiga perceber como é que ainda há quem ache isto "não normal" e esteja chocado (salvaguardando o ataque em si, como é óbvio) e por mais que queira pensar em coisas sérias, isto não está fácil.

Vê-se na televisão... fecha-se a televisão
ouve-se na rádio... desliga-se a rádio
lê-se nos jornais... fecham-se os jornais
apanhamos com tudo e mais alguma coisa nas redes sociais e na internet.
Só emigrando para Marte é que nos safamos, porque mesmo a nível internacional já há quem se refira, com (des)honras de destaque, à situação.
Portanto, não há como fugir (ou, pelo menos, não é fácil).

O envolvimento quase generalizado (doentio) do país abrange toda a gente e sectores da vida nacional: desporto, política, governação e informação.

Aponta-se o dedo ao futebol... (a tudo o que ele comporta: ao sistema, negócio, jogadores; dirigentes; treinadores; adeptos; claques; ...)
Aponta-se o dedo à inércia política... (a proposta de António Costa foi apresentada na Assembleia da República, em setembro de 2017, pela Federação Portuguesa de Futebol)
Não demorará muito a ser apontado o dedo à Justiça... (faz parte da tradição)

A repartição de responsabilidades tem um evidente e claro risco: o passar culpas, a responsabilidade 'morrer solteira'. Mas o leque é, nas devidas proporções, abrangente.

E há ainda mais um sector: a COMUNICAÇÃO SOCIAL... a imprensa, o jornalismo, a comunicação, as assessorias, não podem ficar à margem de toda esta realidade. Mais importante que o esconderijo da teia do direito a informar e a liberdade de informação será a reflexão sobre o papel da comunicação social em todo este pântano, lamaçal e inferno desportivo.

(por uma questão de tempo e paciência) Ficando de fora a Rádio, os canais dos clubes, o digital, as redes sociais, mas tendo em conta os três jornais desportivos. Só para exemplo.

RTP 3: Grande Área - Trio d'Ataque
SIC Notícias: Play-Off - O dia Seguinte - Tempo Extra
TVI24: Futebol Mais - Mais Transferências - Mais Bastidores - Prolongamento - Mais Futebol
CMTV: Liga d'Ouro (terça a sexta) - Golos (fim de semana) - Pé em Riste

O paradigma não podia ser mais evidente: não há coincidências, nem acasos.

televisõesportuguesas_20150731.jpg

publicado por mparaujo às 00:21

06
Ago 15

bruno macaes vs legrain no twitter.jpegA discussão alargou-se nas redes sociais, nomeadamente no twitter, mas também no facebook. Com a controvérsia a ganhar adeptos, posições e comentários, rapidamente chegou à comunicação social. Refiro-me à discussão que o Secretário de Estado para os Assuntos Europeus, Bruno Maçães, trocou com um ex-assessor económico de Durão Barroso, na Comissão Europeia, o britânico Philippe Legrain, e um jornalista.

Uns acabaram a defender o secretário de Estado português, outros a criticá-lo, alguns a ridiculariza-lo. Em causa os vários comentários feitos pelos intervenientes na discussão, o tipo de argumentos, um “bloqueio” pelo meio, e o nome de Portugal com excessiva exposição.

Não vou, essencialmente por questões de tempo e pachorra, estar aqui a dizer quem é que “levou a taça” e a transcrever (foram demasiados) os vários comentários trocados entre ambos. Importa referir que o tema teve a ver com desemprego, emprego, economia e a crise, onde se incluiu a passagem da Troika por Portugal. Deixo isso para quem quiser andar a atear mais o fogo.

O que eu acho lamentável é um Secretário de Estado, ou qualquer outro membro do Governo ou afins, vir para a praça pública, para as redes sociais, alimentar polémicas sobre temáticas tão importante para o país, esquecendo-se que, para além de cidadão, tem responsabilidades políticas e governativas. Por mais que não o queira, qualquer argumento, comentário ou opinião emitidos estará sempre associado à sua condição de governante. A liberdade de expressão e opinião não deve servir de “capa” para a omissão das responsabilidades, do dever, da ética, do cuidado, do bom-senso, que deve pautar a gestão governativa e a preservação do bom nome do país. Por mais razão e argumentos que possam existir.

Isso é que é lamentável.

publicado por mparaujo às 15:04

02
Abr 14

Sempre fui (e espero sê-lo sempre) um fervoroso adepto da liberdade de expressão, opinião e, obviamente, informação, respeitando, claramente, os confrontos entre direitos fundamentais, liberdade e garantias (com os direitos humanos à "cabeça").

No entanto, entendo que a ofensa à dignidade humana, a ofensa à inteligência colectiva (e, modéstia à parte, à minha pessoalmente), deveria ser motivo mais que suficiente, legítimo e jurídico, para que determinadas pessoas fossem obrigadas a estarem caladas. Principalmente à frente de um microfone ou de um gravador.

Seja para o bem-estar de cada um de nós, seja pelo bem da sociedade ou da nação.

Ao caso, diria mais... pelo bem e pela digna imagem das instituições, como por exemplo, do meritório serviço social e solidário desempenhado pelo Banco Alimentar contra a Fome (a que acresce o trabalho, esforço e dedicação de centenas e centenas de voluntários).
Mas eis que há sempre alguém que "não nos faz falta". Nenhuma. Abolutamente nenhuma: Isabel Jonet.

Já não é a primeira vez, aliás, é rara a vez contrária, que o Mundo e o País seria muito mais feliz se Isabel Jonet se mantivesse na simples (e digna) tarefa de coordenar o honroso trabalho da Instituição. Mas... CALADA.

Depois de afirmar que os portugueses viveram "acima das nossas possibilidades" e foram uns despesistas e uns imorais, socialmente condenáveis, por "comerem uns bifes" em vez de uma simples bifana de fêvera de porco (mas quantas vezes deliciosa) no pão, eis que surge nova delícia antropológica/sociológica: o desprezo pelo despesismo informativo dos desempregados.

Esses que deveriam ter como única preocupação as filas intermináveis dos Centros de Emprego, dos Centros de Saúde (à procura de apoio psicológico/psiquiátrico, mas do SNS porque do privado é "comer bifes"), das Cantinas Sociais, das IPSS's, são uns inaptos, uns preguiçosos, uns acomodados, uns sornas, uns desleixados, uns ociosos, ... Tudo porque passam a vida nas redes sociais a ver pornografia, a arranjar encontros, na cusquice... Imagine-se até que pagam factura mensal (acesso à net) destes desvarios. Nem mexem uma palha para encontrar emprego.

Eu acho até que a estes desempregados deveria ser proíbido o acesso à televisão, aos jornais, à informação ou a qualquer tipo de lazer (excluindo, claro, as viagens populares patrocionadas pelos serviços sociais autárqucios ou pelas juntas de freguesia).
É que esta coisa das redes sociais, da internet é mesmo UMA COISA DO DEMO (apesar do Papa Francisco vir dizer que o inferno, afinal, não existe).
Infelizmente uma coisa existe para frustração alheia: a liberdade de opinião na boca de Isabel Jonet. É o que temos...

publicado por mparaujo às 14:12

15
Jan 14

De facto, o Congresso do CDS, que se realizou no fim-de-semana passado em Oliveira do Bairro, não trouxe nada de relevante do ponto de vista político. Excepção feita para o anúncio da coligação CDS-PSD para as próximas eleições europeias, sem qualquer definição em relação às legislativas de 2015, à fase pós-Troika, ou para a moção da Juventude Popular (matéria do artigo de hoje no Diário de Aveiro).
E como somos um país do entretém e do “fait divers”, nada melhor que um “caso alimentar” para se tornar um “virose política”.
Reza a história, que não vou comentar porque comporta contornos por esclarecer, de parte-a-parte, e é, no mínimo, surreal, que um grupo de congressistas do CDS do Algarve, 15 elementos,  almoçou num conhecido restaurante da Mealhada (“A Meta dos Leitões”). Após terem pago a conta verificaram existir um erro, já que a mesma referia 19 refeições quando eles apenas eram 15. Ao solicitarem a correcção do lapso, supostamente, receberam como resposta da gerência do restaurante que, sendo apoiantes do Governo e o tendo o mesmo roubado os portugueses, o dono do restaurante sentia-se no direito de os “roubar” a eles. Olho por olho, dente por dente.
Mas o que importa realçar não é a história em si. Isso respeita aos lesados e ao restaurante. O que se lamenta são dois factos: primeiro, a celeridade e os termos usados pelo CDS do Algarve em, publicamente e nas redes sociais, vir fazer eco da “desgraça”. Segundo, a forma como as “redes sociais”, mais uma vez de modo “virosal”, reagiram à notícia. Principalmente pela quantidade de “vozes” que aplaudiram a posição tomada pela gerência do restaurante.
É claro que somos sempre muito mais “generosos” nas críticas e nos aplausos quando toca aos outros.
Fora de qualquer contextualização político-partidária, era interessante conhecer as reacções dos que tão generosamente louvaram a posição do restaurante, se alguém fosse lá, almoçasse e viesse embora sem pagar, alegando (legitimamente, diga-se) o facto da restauração ser um dos sectores comerciais, em Portugal, que mais foge às suas responsabilidades fiscais, sem qualquer respeito pelo resto dos contribuintes ou pelo esforço que todos nós fazemos, nesta dolorosa fase.
Gostaria, de facto, de ver os mesmos ou mais aplausos.
E gostaria de conhecer alguém que tenha conseguido, para o seu negócio, tanta publicidade "à borla".

publicado por mparaujo às 09:49

07
Jan 14

Começa a ser viral, nas redes socias nacionais (facebook e twitter, pelo menos) a foto que aqui é mostrada.

Uns dizem que é Photoshop, outros dizem que é uma vergonha para o clube (SLB), outros dizem que o que é mostrado não reflecte a verdade (sendo que, neste caso, a verdade significa que não estavam a ser retirados os cachecóis mas sim a serem colocados, a pedido de um grupo de adeptos sportinguistas).
Eu acrescento… é-me completamente indiferente qual a verdade que a imagem pretende demonstrar.
Já não me é indiferente que, independentemente da verdade dos factos, a memória e o falecimento do Eusébio sirva para a intriga, o ataque, a calúnia e a polémica. Isso sim… é VERGONHOSO.
Mas é o país que temos…  e, nestes casos, merecemos.

publicado por mparaujo às 16:49

10
Set 12

Este é um daqueles ditados, dos mais comuns e mais conhecidos, que encaixam que nem uma luva na actual agenda política nacional.

Mais. Este é um dos ditados que não podia estar mais relacionado com algumas realidades comunicacionais, nomeadamente quando, em política, se “dão os tiros nos pés”.

O Primeiro-ministro (muito para além do cidadão morador em Massamá e pai de família, Sr. Pedro), na passada sexta-feira fez uma declaração ao país. Pública, em directo, frente aos órgãos de comunicação social, sem direito a perguntas (o que se vem tornando, há alguns anos a esta parte num criticável e condenável processo político de comunicação). Já comentada, no essencial, em “Que se lixe… o Tribunal Constitucional”.

Nessa declaração (ver aqui texto na íntegra) o Primeiro-ministro anunciou mais medidas concretas de austeridade, sempre para os mesmos, centradas no aumento do “imposto” para a Segurança Social, os cortes dos subsídios, as implicações salariais em sede de IRS e uma redução da TSU das empresas que não favorece qualquer tipo de política de empregabilidade. Isto tudo sem uma única fundamentação, uma explicação da finalidade do imposto aplicado. Nada!

De fora ficou a derrapagem do défice, a redução das receitas fiscais, o resultado da avaliação da Troika, outras medidas para o Orçamento do Estado para 2013 (o tal ano da miragem da retoma económica), a tributação sobre outros rendimentos de capitais, a diminuição da despesa do Estado (as ditas “gorduras”), as novas metas do défice (se é que vão haver), o combate ao desemprego e ao desenvolvimento da economia nacional. Nada!

Dois dias depois, através da sua página do facebook (aquando da escrita deste texto o poste tinha 35.185 comentários), o Primeiro-ministro volta a falar aos portugueses (pelo menos aos seus “amigos” portugueses) não como chefe do governo português mas sim com o cidadão e pai de família, Pedro (de seu nome), numa tentativa de clarificar, explicar e justificar o discurso de sexta-feira passada. Nada pior poderia ter acontecido. Primeiro porque nem sempre os processos comunicacionais conseguem transformar em boas as más políticas ou as más notícias. Depois, porque, por mais esforçado que o Sr. Pedro tenha sido, a sua mensagem na rede social não foi mais do que sublinhar o que já tinha referido, directamente, ao país, com claras referências ao trabalho do governo (afinal falou como Primeiro-ministro), e, por último, quando se está entristecido com a realidade, preocupado, quando se toma a decisão e posição mais difíceis da nossa vida, não se fica assim, como na foto, passados uns meros e míseros minutos (concerto dos 50 anos de carreira de Paulo de Carvalho)

Isto é gozar, desrespeitar, estar mesmo a “lixar-se” para os portugueses e para o país.

É o fim…

publicado por mparaujo às 15:08

12
Out 11
Ou que comunicação com direito?!
Altura para reflexão... E não só!


Sábado, dia 15 de Outubro, Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
 
EU VOU LÁ ESTAR... para assistir e participar no Colóquio sobre "Comunicação e Direitos Fundamentais" e, não menos importante receber o diploma do 20º Curso Pós-Graduação de Direito da Comunicação.
E claro rever amigos e dos bons...


Destaques: seis professores do curso; Prof. Dr. Gomes Canotilho; Dr. Azeredo Lopes; José Manuel Fernandes; Fernanda Câncio... Vai valer a pena!!!!
publicado por mparaujo às 22:00

Ou que comunicação com direito?!
Altura para reflexão... E não só!


Sábado, dia 15 de Outubro, Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
 
EU VOU LÁ ESTAR... para assistir e participar no Colóquio sobre "Comunicação e Direitos Fundamentais" e, não menos importante receber o diploma do 20º Curso Pós-Graduação de Direito da Comunicação.
E claro rever amigos e dos bons...


Destaques: seis professores do curso; Prof. Dr. Gomes Canotilho; Dr. Azeredo Lopes; José Manuel Fernandes; Fernanda Câncio... Vai valer a pena!!!!
publicado por mparaujo às 21:58

10
Set 11
Nós na Rede, um blogue JN, com assinatura da Daniela Espírito Santo, apresenta um breve retrato da rede social Twitter, nos dias de hoje.

 
 
publicado por mparaujo às 00:19

10
Ago 11
A ferro e fogo poderá ser uma das expressões que melhor identifica o cenário dantesco que se vive por terras de "Sua Majestade" e que, como muitos previam, já extravasou os limites da capital londrina.
Por mais que tente não consigo encontrar justificações para aqueles actos.
Não merecem o mínimo de respeito e de consideração por aquilo que fazem às suas cidades, às suas comunidades e à população inocente! Se não fossem cobardes e "assassinos" destapavam a cara! Tudo pelo simples "gozo" de ver tudo pilhado, danificado e a arder.
Mas não são totalmente isentos de responsabilidades o Governo e as forças policiais britânicos, pela tardia resposta e pela forma insípida como foi assegurada a segurança das pessoas e bens. Não se impunha um recolher obrigatório?! Não se impunha a presença dissuasora de mais reforços e da intervenção militar?! Ou isso é apenas para o terceiro mundo, independentemente das consequências?!
O Governo Inglês e a Polícia britânica nunca esperariam uma dimensão destas, por subvalorização dos acontecimentos e por acharem que estas coisas só acontecem nos outros países: os que são pobres, incultos, anti-democráticos, subdesenvolvidos, etc.
E, por outro lado, começa a ser preocupante que tenham de ser as próprias comunidades a assegurar a sua segurança e bem-estar, com os perigos de uma escalada de radicalismos, fanatismos e extremismos!
E nem se preocuparam em perceber a génese dos acontecimentos. Algo aliás que tem motivado os mais diversos diálogos, como o que tive, ontem, no Twitter com as colegas Daniela Espírito Santo e a Susana Martins.
Do "debate" saíram opiniões como as questões relacionadas com a disfunção geracional, a crise de valores e a ausência de referências, o reforço da democracia e da ligação dos partidos e dos políticos com os cidadãos, exclusão comunitária e social...
Como dizia a Daniela "chamem-lhes the iPhone generation, the internet generation, downloads, etc. Acho que é mais lost generation!", por não se sentirem parte de nada.
E o que mais deveria preocupar todos (cidadãos, comunidades locais, entidades como a escola, governos, etc) é que o fenómeno da criminalidade gratuita vai alastrar a muitos lados, face à realidade social, económica e política que vivemos.
E não se pense que não começou já... Veja-se os acontecimentos constantes na zona de Lisboa e a onda de assaltos no Algarve. Não é apenas o que arde ou o que é vandalizado que deve ser preocupante.

À parte, este comentário do jornalista do Público, Luciano Alvarez, é soberbo: "Não há por ai uma rede social que acabe com a matança na Siria ou com a fome no Corno de África?" (a propósito da explosão dos acontecimentos ter sido, também, programada nas redes sociais).

publicado por mparaujo às 16:54

03
Jul 10
O primeiro evento RT Action foi realizado, ontem, dia 2 de Julho, no Restaurante Oliva.
O objectivo consistia tão só num simples gesto de solidariedade nestes tempos difíceis: o apoio à Associação "Ajuda de Berço".Os 82 participantes no evento limitaram-se a comparecer no jantar convívio e em "oferecer" um donativo (em espécie) de uma lista divulgada no site oficial da RT Action.Além disso, a iniciativa contou com os seguintes sponsors do evento:Grupo Jerónimo Martins, Albino Vieira Filhos Lda, Global Santé Portugal, TB Store, Loja dos Pins, Jornal O Verdadeiro Olhar.
O "Debaixo dos Arcos" é, por todas as razões, um partner do projecto.
Organização RT Action: Luis Lopes, Paula Pico, Joana Sousa, Ricardo Batista. Excelente. PARABÉNS!
Aguarda-se anciosamente uma edição em Aveiro.
O RTAction tem, nesta data, a projecção e presença nas redes sociais: Twitter (350 followers), Facebook (1300 fãs), blogs (10), Jornais (3) e sites(2).

RTAction: Identidade - Grupo de amigos e utilizadores do Twitter e Facebook que se junta para o convívio e para a promoção de acções de solidariedade social, sem qualquer fim lucrativo.
3 dos 4 RTAction "himself": Luis Lopes - Paula Pico - Joana Sousa (Ricky escondido).

Acolhimento à porta do "Oliva".

O Jantar convívio

O "certificado de presença"

Alguns dos muitos donativos recolhidos.

"Ilustre" amigo - Pedro Aniceto

"Ilustre" amiga - Alberta Marques Fernandes (sem os 'frangos' - eh eh eh)
publicado por mparaujo às 21:04

11
Jun 10
A "beleza" das redes sociais... e a capacidade mobilizadora e solidária de um "EXCELENTE" grupo de amigos... Bem-hajam!

"Ajuda de Berço" conta com o apoio da recém criada "rtaction.org" numa interessante expressão solidária.

Merecem o maior respeito:
Luis Lopes - Paula Pico - Ricardo Batista e Joana Sousa.
(já adicionado à coluna da direita).
publicado por mparaujo às 18:54

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