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Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

Debaixo dos Arcos

Espaço de encontro, tertúlia espontânea, diz-que-disse, fofoquice, críticas e louvores... É uma zona nobre de Aveiro, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre tudo e nada.

30.Dez.06

Olho por Olho. Dente por Dente. (actual.)

mparaujo
As minhas previsões estavam certas. Não que isso me traga qualquer rasgo de felicidade. Bem pelo contrário. Infelizmente só acerto no que não é racional e benéfico. (por isso é que para a semana à jackpot no euromilhões). A reacção óbvia ao enforcamento de Saddam Hussein - Aqui. A estupidez habitual no discurso de quem pensa que é dono do (...)
30.Dez.06

Olho por Olho. Dente por Dente.

mparaujo
Por uma questão de princípio (valores), pela defesa da vida, por razões sociais, culturais e por razoabilidade civilizacional: pena de morte… NUNCA! Como diz a Carta dos Direitos Fundamentais: "ninguém pode ser condenado à pena de morte, nem executado". Ninguém. Nem mesmo por razões que a emotividade e o irracional desconhece. Ao fim de um julgamento, que contemplou situações mais próximas do dantesco, do polémico e do anárquico, do que propriamente do conceito de justiça e (...)
10.Nov.06

Pena de Morte

mparaujo
Publicado na edição de ontem (9.11.06) do Diário de Aveiro Post-its e Retratos A morte da pena! Por uma questão de princípio (valores), pela defesa da vida, por razões sociais, culturais e por razoabilidade civilizacional, somos contra a pena de morte. E como diz a Carta dos Direitos Fundamentais: "ninguém pode ser condenado à pena de morte, nem executado". Ninguém. Nem mesmo por razões que a emotividade desconhece. Ao fim de mais de um ano de um julgamento, que contempla (...)
05.Abr.06

Será o fim?!

mparaujo
Pela primeira vez Saddam Hussein é oficalmente acusado de genocídio, correspondente a crimes contra ahumanidade, num dos episódios mais sangrante do seu regime: a morte de mais de 100 mil curdos apenas em dois anos (1987-1988). Este é, por inúmeras razões políticas, sociais, religiosas e económicas, o julgamento destes dois últimos séculos. No entanto, algumas perguntas impõem-se: S (...)