Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada".

28
Jan 14

Hoje, 28 de janeiro, é Dia Europeu da Protecção de Dados.

Hoje, 28 de janeiro, Rui Pedro, o jovem que desapareceu de Lousada há 16 anos, faz (sim, “faz”…  no presente) 27 anos.

Relação de factos? Apenas que uma melhor e maior eficácia na protecção de dados pessoais significa uma melhor segurança das pessoas e bens, e um maior respeito pela privacidade e pela intimidade de cada um.

Infelizmente, uma protecção da dignidade da pessoa que teimosamente passa ao lado de muitos dos debates, das preocupações políticas e da sociedade (veja-se os casos da Índia ou a mutilação genital em África, como meros exemplos).

No caso das crianças e jovens, a realidade dos factos torna-se mais marcante e chocante.

São os casos de rapto, de tráfico de órgãos, das redes de prostituição, das violações. Para além de todo o impacto nas famílias é o inqualificável atropelo aos direitos, liberdades e garantias, bem como à protecção da dignidade da pessoa.

O caso do Rui Pedro tem tido uma atenção mais especial (algo que nem sempre acontece noutras situações análogas) muito pelo sacrifício, pelo testemunho, pela coragem, pela força, pelo sofrimento de uma mulher: Filomena, mãe do Rui Pedro (não esquecendo, obviamente, toda aquela família marcada por esta triste e desesperante realidade).

Para além da relação directa com o desaparecimento de Rui Pedro, é ainda relevante o impacto que todo o esforço público em torno deste caso possa ter em relação aos outros inúmeros desaparecimentos, a todo o cuidado com as investigações e acções judiciais relacionadas. Em Portugal estimam-se cerca de 60 casos ainda por resolver. Nem que fosse apenas um.

Que o testemunho de vida desta mãe (e não seria preciso ser-se mãe ou pai para se sentir uma revolta e uma solidariedade enormes) consiga ter os seus frutos e sirva como exemplo para, infelizmente, muitos dos que, vivendo a mesma realidade, não têm a oportunidade de puderem fazer ouvir as suas vozes de angústia.

E 16 anos é muita vida… demasiada vida “perdida”. Demasiado...
Para ver...

publicado por mparaujo às 14:46

26
Mai 13

Publicado na edição de hoje, 26 de maio, do Diário de Aveiro.

Entre a Proa e a Ré

Mobilidade (in)segura

Ao nível das redes sociais não tem havido descanso, nos últimos dias quanto à participação cívica, ao debate e à reflexão sobre mobilidade ciclável na cidade, ao ponto da temática me merecer, publicamente, uma terceira reflexão: “a questão da segurança na circulação ciclável na cidade de Aveiro”. Será ou não um mito? Ou se quisermos, relembrando o artigo de quarta-feira passada, mais uma desculpa para a não alteração de hábitos de mobilidade. Por uma questão de gestão de espaço e esquematização de conceitos/ideias permitam-me o recurso a simples tópicos, que espero resultem na contribuição para um eventual debate/reflexão. Importa destacar que a referência se situa no âmbito da mobilidade quotidiana (e não o lazer ou desporto).

1. A insegurança é, face a múltiplos factores sociais e à conjuntura actual, uma preocupação acrescida nos dias de hoje: as crianças não brincam livremente na rua como há uns anos (valentes); não se anda facilmente a pé por determinados sítios ou a determinadas horas, entre outros exemplos. Na mobilidade, especificamente na ciclável, a insegurança prende-se, essencialmente, com dois factores: um ao nível da prática/aprendizagem, da experiência e da confiança; e outro ao nível das acessibilidades e infraestruturas.

2. Por norma, em centros urbanos com a dimensão e escala da cidade de Aveiro, infraestruturas dedicadas, ciclovias, canais próprios, são sinónimo de maior segregação da bicicleta e mais facilitadores e promotores do excessivo continuado uso e recurso ao automóvel que, assim, se vê “dono e senhor” da rede viária. Além disso, Aveiro não tem, salvo raras excepções, zonas problemáticas de excesso de velocidade de tráfego. Aliás, com o aumento do volume automóvel surgem os conflitos de circulação e, normalmente, diminuem as velocidades, de forma natural.

3. A implementação de ciclovias sem que para tal haja dimensão viária, nem condições físicas, para tal, tornam-se mais rapidamente num problema do que na solução. Veja-se a marcação da ciclovia na Avenida (onde ela ainda possa ser visível) com estacionamento sobreposto ou o perigo que existe para o ciclista quando algum carro estacionado decida abrir a porta do lado do condutor. Por outro lado, a implementação de ciclovias para uma mobilidade quotidiana tem, em espaço urbano, naturais conflitualidades com cruzamentos, rotundas ou necessárias mudanças de direcção (principalmente à esquerda). Excluindo, com muito esforço, a Ponte de Praça, Aveiro não tem zonas de conflito acentuado e tem a particularidade de ser extremamente plana.

4. Face aos dados (último censos) que nos revelam que 90% das deslocações em bicicleta se efectuam nas freguesias periféricas, é curioso que os ciclistas se mostram mais seguros face a vias com maiores velocidades de tráfego, mesmo que com eventual menor volume. Recordo que durante vários meses, numa das acções do projecto ciclável LifeCycle houve alunos a deslocarem-se, diariamente, entre Azurva e a escola EB 2,3 de Eixo de bicicleta pela “assustadora” EN230.

5. É evidente que, para facilitar a segurança, tem de haver uma complementaridade de informação e prevenção, tal como, por exemplo, foi feito pelo projecto LifeCycle no exemplo referido (foto). Se a política de mobilidade for direcionada para o uso e recurso da mobilidade ciclável terá, forçosamente, de existir uma prioridade para a bicicleta na partilha do espaço público com o automóvel, tal como prevê o recente estudo para a requalificação da Avenida (sem ciclovias projectadas).

6. Por último, quanto menor for a segregação (salvo evidentes situações de conflito) e maior for o uso da via pública por parte da bicicleta, maior será a acalmia do tráfego e maior será o respeito do automobilista pelo ciclista. Em Paris, com o interessante projecto de mobilidade Vélib (20 mil bicicletas fabricadas em Águeda e cerca de mil parques), não existem canais dedicados. Nas zonas de claro conflito (não se compara Aveiro a Paris) a circulação faz-se partilhando os canais de BUS mas com definida prioridade da bicicleta sobre o transporte público.

7. Perigo e insegurança é o uso indevido e incorrecto da bicicleta com a circulação nos passeios, nas passadeiras, em contramão, etc. Isso sim, é clara insegurança rodoviária. A maior ou menor sensação de segurança resultará sempre da maior ou menor experiência ciclista, tal como com a maior ou menor aptidão para conduzir um automóvel.

Nota final: exclui-se, propositadamente, da reflexão o estado das vias porque esse é um factor limitativo para a mobilidade ciclável, como para os malfadados amortecedores dos automóveis.

publicado por mparaujo às 14:01

05
Set 11

É indiscutível que o Mundo mudou depois do dia 11 de Setembro de 2001.
É indiscutível que essa mudança ainda está por classificar se positiva ou negativa.
Mas o Mundo não foi mais o mesmo... e não apenas do ponto de vista da segurança internacional e da relação entre as nações. A mudança também se fez sentir ao nível social, económico, tecnológico e científico.

  
O facto é que já passaram dez anos.
O Jornal Público inicia, com a sua edição de hoje, um conjunto de reportagens sobre o fatídico "9/11".
publicado por mparaujo às 22:00

30
Set 08
Quando nos querem "impingir" algo que não corresponde à imagem real do dia-a-dia vivido.
Será que este é também um caso irrelevante de exemplo do aumento da criminalidade e da insegurança?! (fonte: TSF)
publicado por mparaujo às 22:58

09
Set 08
Então e os outros?!!!
O Governo, pela voz do seu Secretário de Estado da Administração Interna, José Magalhães, anunciou, recentemente, a celebração de protocolos com empresas privadas de segurança para combater a onda de criminalidade nos Postos de Abastecimento deste país.
Que a violência que assistimos é preocupante, é uma realidade.
Que o Governo não tem conseguido conter este facto, nem garantir a segurança dos cidadãos, é inegável.
Mas... E OS OUTROS?!
As Ourivesarias... Os CTT... Os Bancos... Os Tribunais... Os Táxi...
Ou será que os assaltos que ouvi relatar foram ali ao lado, em Espanha?!
publicado por mparaujo às 23:42

02
Set 08
Bem avisam os especialistas (principalmente os ligados à área da saúde) que o sol faz mal: à pele e à cabeça se não se usar o bom do bonézito (aquele com a publicidade ao mini-mercado lá do bairro).
Segundo o nosso primeiro (ou de quem o elegeu): 'Crimes impunham "que se agisse mais do que se falasse".' (fonte JN).
Sim, Senhor Primeiro-Ministro. Foi mesmo isso que aconteceu. Os assaltantes nem uma palavrinha para a comunicação social, mas agiram que se fartaram... e alguns até agiram demais.
publicado por mparaujo às 23:33

20
Ago 08
vamos discutindo as chinesices da participação portuguesa nos Jogos Olímpicos, sem qualquer respeito por Portugal, pelos portugueses, pelos atletas e treinadores, o País continua bem real.
E é pena que o supérfluo leve sempre a vantagem em relação ao essencial e ao real. E a triste realidade preocupa:
1. No primeiro semestre de 2008 foram registados quatro mil os casos de violência doméstica só no Distrito Judicial de Lisboa. (fonte JN)
2. O Concelho de Loures continua a "ferro e fogo" em mais um bairro, dito, social.
3. Mais um assalto a uma ourivesaria, com a infeliz consequência mortal do seu proprietário (fonte JN).
4. Assalto a uma carrinha de valores, em plena A2 (fonte JN)
5. Apresentada, no primeiro semestre de 2008, 57 queixas por violência só nas escolas no distrito de Lisboa (fonte JN e Público).
Ainda está na memória de muitos, os acontecimentos no Tribunal improvisado bem perto de nós, o assalto ao BES e os acontecimentos em Loures.
Portugal está a ficar inseguro, sem que nada se faça, sustentando a desculpa de tudo isto ser esporádico.
Claro que é esporádico... acontece apenas uma vez por dia!
publicado por mparaujo às 21:30

07
Ago 08
Bem a propósito: "ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão".
Partes da história (confirmação dos factos) segundo a TSF: Aqui, Aqui e Aqui.
publicado por mparaujo às 22:19

13
Dez 07
Publicado na edição de hoje (13.12.07) do Diário de Aveiro.

Crónicas dos Arcos
STOP. Há guerra no asfalto!


Os números valem o que valem. Mas não deixam, igualmente, de valer pela capacidade de reproduzirem realidades.
Hoje, as estradas de Portugal, num ano, matam mais que a Guerra do Iraque provoca baixas militares no contingente americano.
Começa a parecer perigoso sair de casa, seja a pé, de transporte individual ou colectivo.
Está em curso, desde o passado dia 25 de Novembro, mais uma acção de fiscalização reforçada da GNR - Operação Viagem Segura, que terminará a 7 de Janeiro de 2008. Como já se tornou um hábito estas acções fiscalizadoras nas principais quadras festivas: Natal - Final do Ano - Carnaval - Pascoa e Verão.
Pena é que estes períodos não sejam simultaneamente aproveitados para uma reflexão concertada, apresentação de soluções sustentáveis e implementação de medidas concretas e racionais (para além de transversais) que minimizem este trauma rodoviário em que mergulhámos.
É que o flagelo da sinistralidade rodoviária tornou-se um problema seriamente grave e relevante. Contrariando a tendência para a desaceleração estatística, os dados mais recentes demonstram que o processo retomou a curva ascendente: em 2007 registaram-se, entre Janeiro e Novembro, 802 mortes, mais 40 do que em igual período de 2006 (fonte: Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária - ANSR.
Só nos primeiros quinze dias da operação “Viagem Segura”, a GNR contabilizou já 24 vítimas mortais nas estradas portuguesas.
As causas, mais que conhecidas, em vez de gerarem decisões e resultados preventivos, servem para desculpabilizar responsabilidades e transferi-las para terceiros.
O governo entende que a ausência de civismo, a falta de cultura rodoviária e a incúria dos automobilistas, é a responsável pelo estado caótico da sinistralidade. Sendo, no entanto, legítimo reconhecer que os portugueses têm um comportamento ao volante de uma irresponsabilidade atroz.
Os cidadãos acham que a responsabilidade é governativa, quer no que respeita ao estado lastimável do património viário, pelos erros cometidos no seu planeamento, construção e manutenção, quer pela fragilidade e debilidade do quadro legislativo, cível e criminal.
Acresce ainda, o “sacudir o capote” para as entidades fiscalizadoras (GNR - PSP - ex-DGV, Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e Ministério da Administração Interna) e a sua inoperacionalidade efectiva, bem como a deficiência da sinalização existente.
Aliás, Portugal é exemplar na evidência em como não é possível serem tomadas medidas concertadas, transversais aos diversos sectores da sociedade.
A responsabilidade é impessoal. A culpa morreu sempre solteira.
Só com muito esforço e vontade de todos os intervenientes (públicos, privados e associativos) neste processo, será possível reflectir, determinar causas, projectar soluções e implementar medidas concretas que tornem seguro viajar pelos caminhos, pelas ruas, estradas, IP’s e auto-estradas deste país.
Esta é uma realidade que deveria ser encarada como uma prioridade nacional, quer pela dimensão do problema, pela sua implicação no desenvolvimento cultural e social do país, mas também pela sua transversalidade, tocando vários sectores da sociedade: ensino - saúde - segurança social - emprego - economia - ambiente. E deveria ser enfrentada com ambição, mesmo que desmedida.
Não parece ser consequente enquadrar os objectivos do combate à sinistralidade rodoviária com uma meta tão simplicista, como a afirmação do Ministro da Administração Interna, em Novembro passado, por ocasião da celebração do Dia Mundial das Memórias das Vítimas das Estradas (18 de Novembro): “número de mortes nas estradas inferiores a 1000 por ano”.
É triste que a vida humana seja encarada como um mero dado estatístico. Esquecendo, o Sr. Ministro, que tal valor significa, em média, cerca de 3 vidas perdidas por dia.
E nem que fosse apenas uma. Porque, constitucionalmente, dentro dos princípios universais e moralmente, a vida humana (uma única que seja) é inviolável.
Boas e seguras viagens.
publicado por mparaujo às 20:12

08
Nov 07
Publicado na edição de hoje (8.11.07) do Diário de Aveiro.
Crónicas dos Arcos
(Tri)Ângulos


Três breves notas de rodapé.
1. Infâncias e Juventudes
Não me acorre à memória, nos meus modestos 41 anos, recordações de tamanha mediatização dos fenómenos e problemáticas relacionadas com crianças, adolescentes e jovens deste país. Não que ela seja pejorativa, mas, bem pelo contrário, preocupante.
Questões ligadas a estas temáticas sempre existiram ao longo dos tempos. Mas a capacidade mediática dos media actuais, para além de novas consciencializações sociais, nos mais recentes tempos, têm transposto para a realidade diária questões relevantes.
As mortes e os maus tratos infantis nos seios familiares, institucionais e na sociedade; o sistema e o estado do ensino; as recentes alterações jurídicas (p.ex. o código penal); a problemática da adopção; o abandono das crianças; o flagelo da pedofilia; o desaparecimento de crianças e adolescentes; a negligência dos cuidados e responsabilidades familiares; a delinquência juvenil; a saúde e a alimentação na infância e juventude; …
Não é risonho o futuro e o desenvolvimento de um país, quando, estrutural, social e politicamente, não sabemos cuidar das “bases” desse mesmo futuro.
2. Tragédia Rodoviária
Algo vai mal no universo rodoviário.
Embora a temática seja uma realidade constante, todos os anos, de muitos os planos, manuais, programas governativos e eleitorais, relatórios e estudos científicos e consciencialização, ela é igualmente uma verdade que teimosamente, mesmo que transversal à sociedade, vai resistindo a qualquer solução.
Pelos mais recentes acontecimentos e dados estatísticos, começa a parecer perigoso sair de casa, seja a pé, de transporte individual ou colectivo.
A caracterização, embora de fácil enumeração, é distinta e apresenta-se complexa: os traçados das vias; o seu estado de conservação; a cultura e a falta de civismo e respeito; a incúria dos condutores; a moderação penal para crimes rodoviários; a falta (ou excesso) de fiscalização policial; o código da estrada inadequado; a escassez de sensibilização social e de campanhas de informação; os excessos de velocidade; …
Todos estes aspectos são válidos para a análise e projecção de soluções capazes de contrariar a perigosidade e o flagelo da mobilidade nas ruas das cidades, nas vias nacionais, nos IP’s, e Auto-Estradas.
Como válidos e assustadores são os números que as entidades responsáveis divulgam. Neste último fim-de-semana prolongado (entre 5ª feira e Domingo) registaram-se oficialmente 900 acidentes, 13 vítimas mortais e 24 feridos graves (segundo dados divulgados no site da GNR).
De acordo com o relatório da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária entre Janeiro e Setembro de 2007, registaram-se 551 mortos, 2.070 feridos graves e 28.167 feridos graves nas estradas portuguesas.
Mas não se pense que é apenas nas vias principais e auto-estradas que esta trágica realidade está presente.
Segundo a mesma Autoridade Nacional da Segurança Rodiviária, em igual período de tempo no ano de 2007, foram atropeladas cerca de 16 pessoas por dia. Os dados estatísticos do estudo registam cerca de 4000 atropelamentos naqueles oito meses (Janeiro a Setembro), registando-se 74 mortes.
São números frios e duros. Que a história se encarregará de “apagar” ou alterar (de forma decrescente, espera-se).
O que não apagará da memória de muitas famílias é a perda dos seus familiares e amigos. Essa é uma realidade inalterável…
3. Insegurança
Numa recente entrevista ao semanário “Sol”, o Sr. Procurador Geral da República referia que era sua preocupação era, para além dos idosos, a violência nas escolas e a sua impunidade.
Embora esta seja uma questão preocupante pelo que provoca no tecido social e no futuro do país, pela falta de responsabilidade, de respeito e de valores sociais e democráticos, neste ano tem sido, aos olhos da opinião e da sensibilidade pública uma outra questão igualmente relevante.
Portugal está a tornar-se um país violento e inseguro. E de nada serve a atitude de “avestruz”. É crescente o fenómeno urbano de “carjacking” (assalto de veículos com recurso à violência), os assaltos a postos de abastecimento de combustível, a caixas de multibanco, a instituições bancárias, a determinados estabelecimentos comerciais (nomeadamente do ramo da ourivesaria), a transportes de valores, a violência “nocturna”, …
A degradação das condições económicas de muitas famílias, o desemprego, a corrupção, o tráfico a vários níveis e de vários tipos, o despojamento dos valores sociais, são factores que sustentam este crescimento da insegurança e da violência na sociedade portuguesa.
Sem esquecer que dela resultam danos, em muitos casos, irreparáveis, como tem acontecido com a factualidade da morte, em muitas situações, de inocentes que, para além do seu trabalho, estavam na hora errada e no local errado.
publicado por mparaujo às 20:55

pesquisar neste blog
 
arquivos
2019:

 J F M A M J J A S O N D


2018:

 J F M A M J J A S O N D


2017:

 J F M A M J J A S O N D


2016:

 J F M A M J J A S O N D


2015:

 J F M A M J J A S O N D


2014:

 J F M A M J J A S O N D


2013:

 J F M A M J J A S O N D


2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


2009:

 J F M A M J J A S O N D


2008:

 J F M A M J J A S O N D


2007:

 J F M A M J J A S O N D


2006:

 J F M A M J J A S O N D


2005:

 J F M A M J J A S O N D


mais sobre mim

ver perfil

seguir perfil

28 seguidores

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Outubro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9

14
15
16
17
18
19

22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


Siga-me
links